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Outubro 2025
Home2025Outubro
Mulher, computador, tecnologia
DIGITALTECH
31/10/2025

Relatório da Web Summit alerta para retrocessos na equidade de gênero em tecnologia

  • Um novo relatório da Web Summit revela preocupações crescentes com a equidade de gênero na tecnologia, mesmo com mulheres mais confiantes em assumir posições de liderança e enxergando a IA e automação como ferramentas para reduzir desigualdades.
  • Apesar disso, sexismo, viés e culturas de “boys’ club” permanecem barreiras, e quase 60% das participantes relatam que o equilíbrio de gênero piorou no último ano.
  • O estudo também mostra avanços em pagamento justo e aumento do protagonismo feminino em startups e eventos.

O Web Summit, principal evento global de tecnologia, divulgou os resultados de seu State of Gender in Tech Report 2025, mostrando que, apesar de avanços, barreiras históricas e novas pressões políticas e tecnológicas continuam impactando a participação feminina na área de tecnologia.

O estudo indica que quase 60% das mulheres acreditam que o equilíbrio de gênero na tecnologia piorou no último ano, frente a 48% em 2024, enquanto mais da metade (56%) afirma que mudanças geopolíticas recentes estão prejudicando a equidade de gênero.

A pesquisa também evidencia a dupla face da inteligência artificial (IA): 77% das mulheres usam IA diariamente, e 75% veem seu potencial para promover inclusão, mas uma em cada quatro teme que a tecnologia possa reforçar preconceitos existentes.

Questões de equilíbrio entre vida pessoal e carreira permanecem críticas: 56% das participantes afirmam que ainda precisam escolher entre sucesso profissional e vida familiar, frente a 49% no ano passado. A IA surge como um recurso para ganhar tempo e aliviar essa pressão.

“A IA me permite economizar tempo, tornando o equilíbrio entre a vida familiar e o trabalho menos complicado”, relatou uma das participantes.

O sexismo persiste: 49% das mulheres em tecnologia relataram ter enfrentado preconceito no trabalho, número apenas ligeiramente inferior ao de 2024 (51%). Além disso, 82% sentem que precisam superar os homens para serem levadas a sério, frente a 76% no ano anterior.

“Para sermos levadas a sério, precisamos superar; erros não são tolerados da mesma forma”, disse outra participante.
“Sempre tive que provar que sou ‘apenas uma das caras’. Sempre precisei estar à frente de tudo, pois qualquer falha mínima era vista como incapacidade feminina, e não como oportunidade de aprendizado e crescimento.”

No campo remuneratório, há sinais de progresso: 37% relatam receber pagamento injusto em comparação a colegas homens, uma queda significativa frente a 51% em 2024. Contudo, as quotas ainda dividem opiniões, com metade das entrevistadas acreditando que mulheres recebem cargos de liderança apenas para cumprir cotas.

Apesar dos desafios, o desejo de liderar cresce: 81% das mulheres se sentem capacitadas para assumir posições de liderança, frente a 76% em 2024, e quase 75% enxergam IA e automação como forças positivas para equidade, criatividade e equilíbrio.

A pesquisa de 2025 coletou respostas de 671 participantes da comunidade Women in Tech da Web Summit em Europa, Américas, Ásia e África, com idade variando entre 18 e 74 anos.

“Estamos sempre encantados com o engajamento de nossa rede anual Women in Tech”, afirmou Catarina Burguete, gerente interina da comunidade da Web Summit.
“É encorajador ver que mais de quatro em cada cinco mulheres neste levantamento se sentem confiantes em suas habilidades de liderança. No entanto, apesar da maior conscientização, os desafios centrais permanecem: viés e equilíbrio entre vida pessoal e profissional ainda dominam. A pressão para manter esse equilíbrio continua a crescer. Precisamos avançar mais rápido se quisermos mudanças reais.”

“Olhando para o futuro, estamos comprometidos em ouvir e engajar nossa comunidade global de mulheres para entender melhor como as mudanças geopolíticas e tecnologias emergentes, como a IA, continuam moldando o caminho para a equidade de gênero”, concluiu Burguete.

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Redação
Gonzalo-Estebarena
Booking EngineDIGITALStartupsTravel Tech
30/10/2025

Decolar anuncia novo CEO e inicia fase de crescimento tecnológico acelerado

  • O Grupo Decolar anuncia transição de liderança estratégica: Damián Scokin deixará o cargo de CEO em março de 2026, e Gonzalo García Estebarena, atual CTO, assumirá a posição.
  • Mudança marca o início de uma nova fase de crescimento acelerado e inovação tecnológica, incluindo o uso de inteligência artificial.
  • A decisão reforça o compromisso da empresa em enriquecer a experiência de viagens na América Latina e aproveitar a escala global do Grupo Prosus.

O Grupo Decolar anunciou uma transição estratégica de liderança: Damián Scokin deixará o cargo de CEO em 31 de março de 2026, e Gonzalo García Estebarena, atual CTO, assumirá a posição.

A decisão ocorre após a venda e integração da Decolar ao Grupo Prosus, e tem como objetivo impulsionar uma nova fase de crescimento acelerado e ambicioso em toda a região. Scokin permanecerá vinculado à empresa como membro do Conselho e advisor, apoiando a estratégia de longo prazo.

A gestão de Scokin foi marcada por uma transformação profunda, consolidando o valor de mercado da companhia, multiplicando vendas e rentabilidade.

“Olho para trás e sinto um imenso orgulho pelo valor e pela resiliência que construímos junto com nosso time. Transformamos a companhia de forma radical, lideramos com sucesso o IPO na NYSE em 2017, concluímos a aquisição de cinco empresas e superamos a pandemia – não apenas garantindo US$ 200 milhões em financiamento crítico, mas também fazendo com que hoje o Grupo Decolar seja duas vezes maior e duas vezes mais rentável do que antes da crise”, disse Scokin.

“Encerramos esta etapa com a aquisição de US$ 1,7 bilhão por parte da Prosus, que valida a qualidade do nosso negócio e nos oferece a escala global necessária.”

A nomeação de Gonzalo García Estebarena, líder interno com mais de 15 anos de experiência, destaca o foco da empresa na tecnologia como motor de crescimento. Entre suas conquistas estão o redesenho do relacionamento com parceiros, o turnaround comercial da Decolar durante a pandemia e, recentemente, a introdução de IA na empresa, incluindo a criação de SOFIA, agente de viagens com inteligência artificial generativa.

“Deixo o cargo de CEO com a companhia em seu ponto mais forte. A escolha de um líder desenvolvido internamente é a maior demonstração de confiança do Grupo Prosus em nosso pool de talentos”, afirmou Scokin.

“A trajetória de Gonzalo o levou a ocupar posições-chave em quase todas as áreas do negócio, dando-lhe uma visão completa e única que irá acelerar a ambição que nossa nova fase exige.”

Gonzalo García Estebarena declarou: “É uma grande honra assumir a liderança do Grupo Decolar, uma empresa que tem a inovação em seu DNA. Nesta nova etapa, meu objetivo é construir sobre o legado de Damián e acelerar nosso espírito tecnológico, aproveitando o potencial da Inteligência Artificial e a escala global do Grupo Prosus para impulsionar um novo ciclo de crescimento e continuar enriquecendo a vida das pessoas por meio das viagens.”

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Redação
smartlink
AIBooking EngineNEWSTECHViagens Corporativas
29/10/2025

Setor de viagens corporativas investe em IA, mas sucesso depende de estratégia e compromisso

O setor de viagens corporativas está se aprofundando na inteligência artificial (IA). Durante o painel “IA em Ação: Como Gestores de Viagens Estão Desenvolvendo Programas Mais Inteligentes”, realizado na Business Travel Show America, o moderador Chris Davis, editor-gerente do The BTN Group, perguntou à plateia se já utilizavam IA: 75% responderam que sim.

Para Keesup Choe, fundador e CEO da PredictX, esse número mostra avanço, mas uso não é sinônimo de sucesso.

“Há um novo estudo do MIT que aponta que 95% das iniciativas corporativas de IA fracassam”, disse Choe durante o painel.

Segundo o executivo, comprometimento organizacional e buy-in da alta liderança são essenciais para que a IA traga resultados concretos. Além disso, Choe alerta que a IA não deve ser encarada como uma ferramenta ocasional: é preciso desenvolver habilidades aprendidas por meio do uso contínuo e da exploração da tecnologia.

Uso estratégico e multifuncional da IA

Os painelistas destacaram que a implementação da IA precisa ser estratégica, para atender empresas, viajantes e colaboradores em diferentes casos de uso. Andres Fabris, cofundador e CEO da Traxo, explica que a IA é multifacetada e não pode ser tratada de forma genérica.

“A IA está aqui. Está se movendo rapidamente, mas não está distribuída de forma igual”, disse Fabris.
“Se apenas juntarmos tudo e dissermos: ‘Como isso está impactando o setor?’, você vai perder algumas nuances.”

Fabris propõe analisar o impacto da IA em diferentes níveis: viajante, empresa, compradores e fornecedores.

“Acredito que a IA terá impactos dramaticamente diferentes em cada um desses grupos. Podemos analisar os prós e contras individualmente. No caso do viajante—todos nós podemos nos identificar com isso—estamos experimentando alguns benefícios, como insights adicionais, melhores viagens, pesquisas automatizadas e ganhos de produtividade, mas hoje a maior parte ainda acontece no nível dos chatbots.”

Segundo ele, os chatbots são um bom ponto de entrada, mas não podem ser o limite da aplicação da IA.

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Redação
Google Maps
AIBooking EngineDIGITAL
28/10/2025

Google Maps se integra à API Gemini e redefine planejamento de viagens por IA

  • O Google integrou o Google Maps à sua API Gemini, permitindo que desenvolvedores criem apps com dados geoespaciais em tempo real.
  • A integração combina informações de mais de 250 milhões de lugares com a inteligência da Gemini, oferecendo respostas personalizadas, horários, endereços e avaliações para consultas de localização.
  • Especialistas do setor de viagens veem o movimento como um passo estratégico para transformar a descoberta e o planejamento de viagens por IA.

O Google lançou o Google Maps dentro da API Gemini, sua plataforma de inteligência artificial (IA), oferecendo aos desenvolvedores acesso a dados geoespaciais para criar aplicações mais inteligentes e contextualizadas.

Segundo James Harrison, group product manager e geo developer, e Alisa Fortin, product manager do Google DeepMind, em post no blog oficial:

“Isso permite que os desenvolvedores conectem as capacidades de raciocínio da Gemini com dados de mais de 250 milhões de lugares, permitindo uma nova classe de produtos de IA conscientes do espaço geográfico.”

A gigante da tecnologia publicou um vídeo demonstrando o funcionamento da integração, em que usuários interagem com o Maps por consultas de voz em linguagem natural e recebem respostas rápidas e conversacionais.

O Google explicou que o mecanismo funciona de forma similar ao grounding com o Google Search, aumentando a precisão das respostas, fornecendo informações em tempo real e citando fontes. Com o grounding via Google Maps, o usuário pode receber dados como horários, endereços e avaliações de lugares, além de recomendações locais personalizadas e respostas baseadas em reviews do Maps.

A integração permite ainda combinar dados do Google Maps e Google Search na mesma solicitação.

“Por exemplo, quando perguntado sobre ‘música ao vivo na Beale Street’, a combinação das ferramentas permite que o modelo use os dados do Maps para o horário de funcionamento do local e os dados do Search para encontrar os horários específicos dos shows à noite”, diz o blog. “Avaliações internas mostram que usar ambas as ferramentas juntas resulta em uma melhora significativa na qualidade da resposta em comparação com usar apenas uma delas.”

Especialistas do setor de viagens reagiram à novidade. Marc Mekki, fundador da consultoria Inspire Limitless, comentou no LinkedIn:

“Sempre achei que, para apps de planejamento de viagens terem alguma chance de sucesso, eles precisariam estar nativamente integrados ao Google Maps, que é, ostensivamente, o app de viagem mais importante do mundo. A integração nativa da Gemini, que realmente só o Google pode fazer (falar de uma vantagem competitiva…), é um passo nessa direção e algo que a indústria de viagens deveria prestar atenção.”

Para Christian Watts, CEO da Magpie, o Google Maps é tão dominante no destino que quase se torna parte da experiência diária do usuário:

“É simplesmente a coisa com a qual você se comunica dezenas de vezes por dia. Se eu fosse a OpenAI, eu estaria criando um mapa.”

Peter Syme, parceiro da Tourpreneur Travel Community, destaca que o diferencial do Google está no contexto e nos dados do usuário, permitindo que a IA infira perfis de viajantes sem perguntas adicionais:

“A Gemini não precisa perguntar que tipo de viajante você é, ela pode inferir isso. E se você também estiver no Gmail, eles têm todos os dados reais de cada reserva de cada tipo de produto ou experiência de viagem.”

Para Syme, a combinação do Google Maps com a Gemini pode criar um “sistema operacional de IA para viagens”, transformando a maneira como as pessoas planejam e descobrem viagens.

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Redação
Hostelworld
AIBooking EngineHotelariaInvestimentos
27/10/2025

Hostelworld adquire OccasionGenius por US$ 12 milhões e mira expansão na oferta de viagens

  • A plataforma de reservas Hostelworld adquiriu a OccasionGenius, startup americana de descoberta de eventos, por US$ 12 milhões, fortalecendo sua estratégia de viagens sociais e monetização de conteúdo.
  • A aquisição oferece acesso a uma base global de eventos e experiências, permitindo que a Hostelworld aumente a oferta de atividades para seus usuários e impulsione novas reservas, consolidando seu crescimento estratégico internacional.

A plataforma de reservas de hostels Hostelworld anunciou a aquisição da OccasionGenius, startup americana especializada em descoberta de eventos, por US$ 12 milhões. A transação foi financiada por um empréstimo de € 10,3 milhões junto ao Allied Irish Bank, consolidando a estratégia de expansão da empresa baseada na Irlanda.

A OccasionGenius, fundada em 2016, oferece um dataset global de eventos via API, com listas curadas de “coisas para fazer” ao redor do mundo. Com isso, a Hostelworld terá acesso imediato a conteúdos estruturados de eventos globais, enriquecendo a experiência de seus usuários e fortalecendo seu network social de viagens.

Segundo a empresa, a aquisição também reforça sua estratégia de monetização social, ao gerar novas viagens, aumentar o número de membros da rede e impulsionar reservas.

“Esta aquisição nos permite potencializar imediatamente nossa plataforma com uma riqueza de conteúdo que levaria anos para construir de forma orgânica e aumenta as oportunidades de criação de valor para nossos acionistas”, disse Gary Morrison, CEO do Hostelworld Group.

A transação é considerada uma progressão natural da estratégia de crescimento apresentada pela Hostelworld durante o Capital Markets Day, em abril de 2025. A OccasionGenius projeta receita anual recorrente de US$ 1,5 milhão até o final do ano.

Com a integração da plataforma, a Hostelworld espera ampliar a oferta de experiências para viajantes, consolidando sua posição como uma das principais plataformas de hospedagem e experiências para jovens e viajantes independentes em nível global.

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Redação
nômade digital
AIDestinosDIGITALNEWS
24/10/2025

Embratur lança campanha no TikTok para atrair nômades digitais ao Brasil

  • A Embratur lança campanha internacional no TikTok voltada para atrair nômades digitais, posicionando o Brasil como um destino ideal para profissionais que trabalham remotamente.
  • A ação, que será veiculada em Estados Unidos, México, Espanha e Reino Unido, destaca a infraestrutura conectada, experiências culturais e qualidade de vida do país.
  • Inclui a participação de influenciadores internacionais compartilhando suas vivências. O objetivo é ampliar a emissão de vistos e fortalecer o turismo sustentável no Brasil.

O Brasil mira um novo público em expansão global: os nômades digitais. Para isso, a Embratur lança a campanha internacional “Brasil, seu escritório dos sonhos. Venha trabalhar e viver intensamente”, que posiciona o país como um destino ideal para profissionais que trabalham remotamente e buscam experiências culturais, contato com a natureza e qualidade de vida.

A ação será veiculada em Estados Unidos, México, Espanha e Reino Unido por meio do TikTok, com a participação de três influenciadores internacionais que compartilharão suas experiências no Brasil.

Segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur, a iniciativa visa mostrar que o país oferece infraestrutura adequada para nômades digitais, além de fortalecer o setor de viagens e hospedagens sustentáveis.

“Os nômades digitais representam um público exigente, conectado e de alto impacto econômico. Queremos mostrar que o Brasil reúne todos os ingredientes para se tornar um dos destinos preferidos desse movimento global”, afirma.

A expectativa da Embratur é aumentar em 30% ao ano a emissão de vistos para nômades digitais e elevar a presença do Brasil em comunidades e rankings globais especializados. Com o visto específico – instituído pela Resolução Normativa nº 45/2021 –, estrangeiros podem viver legalmente no país por até dois anos, com segurança e acesso facilitado a serviços.

A campanha reforça também os atributos do programa Feel Brasil, desenvolvido em parceria com o Sebrae, que promove experiências turísticas autênticas e sustentáveis, valorizando pequenos negócios, comunidades locais, cultura, natureza e gastronomia.

Destinos mais procurados

Alguns destinos brasileiros já se destacam para trabalhadores remotos:

  • Florianópolis (SC): eleita a melhor cidade do mundo para trabalho remoto pela Remote Year, combina infraestrutura, natureza e vida cultural.
  • Pipa (RN): primeira vila nômade digital do Brasil, atraindo profissionais da Argentina, Holanda e outros países europeus.
  • Rio de Janeiro (RJ): conta com o selo SETUR, garantindo benefícios e infraestrutura específica para viajantes temporários.
  • Brasília (DF): nomeada pela InsureMyTrip como a melhor cidade do mundo para nômades digitais, destacando-se pelo equilíbrio entre infraestrutura, conectividade e qualidade de vida.
  • São Paulo (SP): principal centro de negócios e tecnologia, oferece coworkings, restaurantes e vida urbana diversificada.
  • Outros polos em ascensão: Jericoacoara (CE), Itacaré (BA), São Miguel do Gostoso (RN) e Búzios (RJ), conhecidos pela combinação de esporte, bem-estar e estilo de vida praiano.

O público-alvo da campanha inclui profissionais que trabalham para empresas ou clientes no exterior, mas têm liberdade para atuar de qualquer lugar do mundo com boa conexão à internet.

Segundo a pesquisa The 2025 State of Digital Nomads, atualmente existem 40 milhões de nômades digitais no mundo, com previsão de chegar a 60 milhões até 2030. Os Estados Unidos concentram 18,1 milhões desses profissionais, seguidos por Reino Unido, Canadá, Rússia e Alemanha.

O perfil desse público é altamente qualificado e de alto poder de consumo: a idade média é de 36 anos, a maioria homens (84%), com quase 90% possuindo diploma de ensino superior. Em termos de renda, 69% ganham entre US$ 50 mil e US$ 250 mil por ano, mostrando o potencial para movimentar economias locais nos setores de turismo, moradia, gastronomia, bem-estar e experiências exclusivas.

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Redação
SamAltman
AIBooking EngineNEWS
23/10/2025

OpenAI lança ChatGPT Atlas com Agent Mode para reservas de viagens e mais

  • A OpenAI lançou o ChatGPT Atlas, um navegador de internet movido por inteligência artificial, que se destaca pelo Agent Mode, capaz de executar ações em nome do usuário, incluindo reserva de viagens, voos e edição de documentos.
  • Especialistas da empresa afirmam que essa funcionalidade promete transformar a forma como viajantes e profissionais interagem com plataformas online, tornando a experiência mais ágil e personalizada.

A OpenAI apresentou nesta terça-feira (21) o ChatGPT Atlas, um navegador de internet impulsionado por IA, que pode transformar a forma como usuários buscam informações e interagem online. A grande novidade é o Agent Mode, uma funcionalidade que permite ao ChatGPT executar ações diretamente para o usuário, incluindo reservas de viagens e voos.

Durante o anúncio ao vivo, o CEO Sam Altman descreveu o Atlas como um “Navegador de internet movido por IA construído em torno do ChatGPT” destacando que o software utiliza o chatbot de linguagem natural como uma interface inovadora para navegar na internet de maneira mais simples e intuitiva.

Para o setor de turismo, o Agent Mode é a principal atração. “No Atlas, agora o ChatGPT pode agir por você — ele consegue fazer coisas”, explicou Adam Fry, líder de produto do ChatGPT Search e ChatGPT Pulse ao portal Skift.

“Ele vai aparecer com um pequeno cursor, começar a clicar quando você pedir. Pode ajudar a reservar hospedagens ou voos, ou até mesmo editar um documento no qual você está trabalhando.”

A demonstração mostrou o potencial do Atlas em automatizar tarefas de viagem, tornando o planejamento mais eficiente e integrado. Com a tecnologia, os usuários podem confiar em uma experiência guiada pela IA, reduzindo o tempo gasto em sites distintos e simplificando processos que antes demandavam múltiplas etapas.

Com a chegada do Atlas, a OpenAI visa simplificar a navegação online e transformar o turismo digital, oferecendo uma ferramenta que combina pesquisa, reserva e execução de tarefas de forma inteligente e personalizada.

No lançamento, o ChatGPT Atlas está disponível apenas para macOS e pode ser acessado gratuitamente pelo site oficial.

A OpenAI já anunciou que versões para Windows, iOS e Android estarão disponíveis em breve.

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Redação
Kayak AI Mode
AIBooking EngineNEWS
21/10/2025

KAYAK lança AI Mode com ChatGPT para planejar roteiros em segundos

  • O KAYAK acaba de lançar o AI Mode, recurso que integra inteligência artificial conversacional à busca por viagens no site da marca.
  • Desenvolvido em parceria com o ChatGPT, o novo modo permite que viajantes planejem e reservem passagens, hotéis e carros em linguagem natural — tudo direto da homepage.
  • O AI Mode está disponível em inglês para usuários dos Estados Unidos, via desktop e mobile, e deve ser lançado em novos idiomas e países nas próximas semanas.

O buscador de viagens KAYAK lançou o AI Mode, uma ferramenta de busca em linguagem conversacional que combina os dados do KAYAK com a tecnologia do ChatGPT, permitindo que viajantes planejem viagens completas apenas digitando perguntas no site.

O recurso, disponível desde 16 de outubro no KAYAK.com, marca a transição do projeto experimental KAYAK.ai — lançado em abril como um espaço de testes de inovação — para uma experiência prática voltada ao público geral. Agora, os usuários podem pesquisar e reservar suas viagens sem alternar entre plataformas de IA e o buscador tradicional.

“Lançamos o KAYAK.ai em abril para que nossos engenheiros de software testassem os recursos de IA de ponta. O AI Mode é o primeiro recurso a ser implementado em nosso site principal”, explicou Steve Hafner, CEO do KAYAK.

“Os viajantes não estão mais limitados a campos predefinidos. Basta nos dizer o que você procura em linguagem simples e responderemos da mesma forma.”

Com a novidade, o KAYAK se torna o primeiro grande site de viagens a oferecer uma busca totalmente conversacional, em que o usuário pode digitar comandos como “Encontre um resort de esqui que aceite animais de estimação em Utah por menos de US$ 300 por noite” ou “Dia mais barato para voar de Nova York para Londres antes do Natal”, obtendo resultados em tempo real e comparando preços de centenas de sites.

Para usar o AI Mode, basta clicar no ícone do recurso na homepage do KAYAK, tanto no desktop quanto no navegador móvel, digitar uma pergunta sobre viagem e visualizar as opções de voos, hotéis e aluguel de carros disponíveis. A empresa ressalta que o conteúdo gerado por IA pode conter erros, mas que o sistema é continuamente aprimorado a partir do uso.

O lançamento chega em um momento estratégico, com o aumento da demanda por viagens de fim de ano. Dados do KAYAK mostram que meados de outubro até o início de novembro é o período ideal para garantir as melhores ofertas de passagens e hospedagens.

“Os preços dos voos de fim de ano estão em tendência de queda em relação ao ano passado, mas, com a demanda por buscas aumentando 10% comparado com 2024, os viajantes não devem esperar para reservar”, afirmou Kate Williams, CCO e especialista em tendências de viagens do KAYAK.

A empresa também incentiva os usuários a explorarem o novo modo com exemplos de prompts, como “hotéis em Nova York a menos de 800 metros do Rockefeller Center em 23 de dezembro” ou “destinos caribenhos mais baratos para uma viagem de sete dias”.

O AI Mode está disponível em inglês para usuários dos Estados Unidos, via desktop e mobile, e deve ser lançado em novos idiomas e países nas próximas semanas, com a adição de recursos como entrada por voz.

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Redação
Gary Cohen, Intrepid
AIBooking EngineNEWSTECH
20/10/2025

Intrepid mira expansão no Brasil e moderniza operações com app e inteligência artificial

  • A Intrepid está acelerando sua transformação digital com o lançamento de um app para clientes, integração de inteligência artificial e a reformulação de sistemas internos.
  • Durante o ATWS 2025, Gary Cohen, diretor para a América Latina, destacou os planos de expansão no Brasil, com novos roteiros previstos para 2027 e iniciativas voltadas à sustentabilidade e ao turismo comunitário.

Durante o Adventure Travel World Summit (ATWS) 2025, em Puerto Natales (Chile), Gary Cohen, diretor-geral da Intrepid para a América Latina, falou sobre as inovações tecnológicas da empresa, o papel da inteligência artificial nas viagens personalizadas e os planos para ampliar a atuação no Brasil.

Nos últimos seis meses, a Intrepid deu um passo importante rumo à digitalização ao lançar seu primeiro aplicativo para clientes. A ferramenta, que está sendo implementada de forma gradual em diferentes regiões, concentra em um só lugar o itinerário da viagem, informações do grupo e um canal direto com o líder do tour.

“Queríamos modernizar a experiência do viajante, substituindo os tradicionais documentos impressos e comunicações fragmentadas”, explicou Cohen em entrevista exclusiva ao Travel Tech Hub.

Além do app, a companhia está reformulando seu site para oferecer uma navegação mais intuitiva e, nos bastidores, conduz seu maior projeto tecnológico até agora: a migração para um novo sistema operacional interno, que deve tornar os processos de reservas e operações mais ágeis e integrados.

A inteligência artificial também começa a ganhar espaço na estratégia da Intrepid — ainda que com cautela. “Somos, antes de tudo, uma empresa de viagens, focada em experiências humanas e conexões locais. A IA não substitui isso, mas pode tornar a jornada mais fluida, tanto para os viajantes quanto para nossos times”, destaca Cohen.

Segundo o executivo, a tecnologia está sendo incorporada ao aplicativo e ao site para otimizar etapas e oferecer recomendações mais personalizadas, sem perder o caráter humano das viagens em pequenos grupos.

Brasil no radar

O mercado brasileiro está no centro dos planos de expansão da Intrepid. A empresa pretende diversificar a oferta de roteiros no país, retomando itinerários que antes da pandemia incluíam destinos como Salvador, Lençóis Maranhenses, Chapada Diamantina e Pantanal. Hoje, os produtos se concentram principalmente em Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu.

“Vemos um enorme potencial de crescimento no Brasil, tanto para ampliar nossos roteiros no país quanto para atrair viajantes brasileiros para nossas viagens pelo mundo. Culturalmente, o perfil do viajante brasileiro combina bem com o estilo Intrepid — curioso, engajado e aberto a novas experiências”, diz Cohen.

A previsão é que novos produtos sejam lançados para a temporada de 2027, já que o ciclo de desenvolvimento de viagens em grupo exige planejamento com antecedência.

Eventos e turismo sustentável

A presença da Intrepid em eventos como o ATWS, encontro mundial de turismo de aventura, reforça sua aposta no turismo de base comunitária e sustentável. “É um espaço valioso para trocar ideias, identificar tendências emergentes e fortalecer laços com parceiros globais que compartilham nossa visão”, afirma.

Na América Latina, a empresa também atua por meio da Intrepid Foundation, braço sem fins lucrativos criado em 2002. No Brasil, a fundação mantém parceria com a Gastromotiva, ONG do Rio de Janeiro que forma jovens chefs de comunidades vulneráveis e oferece refeições para pessoas em situação de rua. A proteção da Amazônia e do Pantanal está entre os próximos objetivos de atuação ambiental no país.

Com investimentos em tecnologia, expansão territorial e ações sociais, a Intrepid busca consolidar sua presença na região — e o Brasil deve ocupar um papel de destaque nessa estratégia nos próximos anos.

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Redação
atta2
AIBooking EngineDestinosEventos
17/10/2025

ATWS 2025 destaca turismo sustentável e conecta líderes globais na patagônia chilena

  • Puerto Natales, na Patagônia chilena, sediou o Adventure Travel World Summit (ATWS) 2025, principal cúpula internacional de turismo de aventura, com 800 participantes de mais de 60 países.
  • Evento destacou inovação, sustentabilidade e uso de inteligência artificial no turismo.
  • Participantes vivenciaram mais de 80 experiências locais, incluindo trekking no Parque Nacional Torres del Paine, navegação por fiordes e encontros com comunidades.

Puerto Natales, na Patagônia chilena, se tornou nesta semana o epicentro do turismo de aventura global com a realização do Adventure Travel World Summit (ATWS) 2025, a principal cúpula internacional do setor. O evento, realizado de 13 a 16 de outubro, reuniu 800 participantes de mais de 60 países para cinco dias de experiências imersivas, debates sobre inovação e sustentabilidade e apresentações que mostraram como a inteligência artificial começa a redefinir o futuro do turismo.

Organizado pela Adventure Travel Trade Association (ATTA) em parceria com o Sernatur, a Subsecretaria de Turismo e o Governo Regional de Magallanes, o ATWS 2025 promoveu a conexão entre operadores, destinos, agências e meios especializados. A programação incluiu conferências temáticas, rodadas de negócios, workshops e painéis que reforçaram a importância da sustentabilidade, da personalização de experiências e da adoção tecnológica no setor.

A semana começou com os tradicionais “Day of Adventure”, em que participantes vivenciaram mais de 80 experiências locais. Entre as atividades estavam navegação por fiordes, trekking no Parque Nacional Torres del Paine, observação de fauna e encontros com comunidades locais, apresentando aos visitantes internacionais a paisagem única da Patagônia, que destaca o turismo de natureza como motor de desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

“Tivemos todas as pessoas distribuídas em diferentes espaços, participando de rodadas de negócios, encontros com a imprensa e em workshops que permitiram observar as perspectivas do turismo de aventura para o futuro. Todas essas ações contribuem para continuar potencializando o turismo de aventura em nosso país, internacionalizando-o. Por exemplo, hoje, nas rodadas de negócios, houve mais de 1.500 reuniões entre produtos locais, produtos regionais e produtos de todo o nosso país com operadores internacionais”, destacou Cristóbal Benítez, diretor nacional da Sernatur.

Um dos temas centrais desta edição foi a inteligência artificial aplicada ao marketing turístico. Em uma das apresentações, Julie Thorner, presidente da agência Liquid Spark, destacou as principais ferramentas de IA que estão remodelando a criação de conteúdo, a comunicação com viajantes e as estratégias digitais. Ferramentas generativas de texto (como ChatGPT, Claude e Gemini), plataformas visuais como Canva e Adobe, chatbots inteligentes e otimização para IA-SEO lideram a lista de prioridades para empresas que desejam se adaptar rapidamente às mudanças digitais.

Segundo Thorner, o setor está prestes a entrar em uma nova fase: “No próximo ano, quando estivermos falando sobre ferramentas de IA, provavelmente estaremos falando sobre IA generativa e agentes que farão grande parte do trabalho por você”. Ela destacou a importância de escolher soluções intuitivas e versáteis, capazes de integrar equipes com diferentes perfis e acelerar a produção de conteúdo.

Além das tendências tecnológicas, a especialista reforçou a necessidade de criar políticas internas e públicas de IA e de preparar conteúdos para mecanismos de IA-SEO, antecipando uma mudança profunda na forma como os usuários buscarão informações — mediada por agentes conversacionais em vez de buscadores tradicionais.

No fim do evento, a organização anunciou que a próxima edição do ATWS será realizada na cidade de Quebec, no Canadá, entre os dias 14 e 17 de setembro de 2026.

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Redação
Carolina Witt, executiva de contas WeTravel
AIBooking EngineDIGITALEventosNEWS
16/10/2025

WeTravel lança hub global e visa expansão no mercado brasileiro

No evento ATWS 2025, no Chile, a WeTravel apresentou o Partner Hub, plataforma que conecta operadoras, agências e fornecedores de turismo na América Latina e facilita pagamentos em múltiplas moedas

Durante o Adventure Travel World Summit (ATWS), congresso internacional de turismo realizado neste ano em Puerto Natales, no Chile, a WeTravel apresentou suas principais inovações tecnológicas para operadores e agências da América Latina. A empresa, que se posiciona como um “sistema operativo para empresas de turismo”, está apostando no WeTravel Partner Hub — plataforma que conecta operadoras, agências e fornecedores do setor em escala global.

“O Partner Hub é onde todas as operadoras de turismo, agências e fornecedores do setor vão poder se encontrar independentemente do país em que estejam, para fazer negócios, facilitar suas conexões, seus pagamentos e até mesmo saber com quem podem fazer negócios que já fazem parte da WeTravel”, explicou Carolina Witt, executiva de contas para a América Latina, baseada em Quito, Equador.

Além de permitir que empresas encontrem novos parceiros de forma direta e simplificada, a plataforma também oferece ferramentas de pagamento integradas, com suporte a múltiplas moedas: recurso essencial para a operação transnacional de empresas latino-americanas.

IA com moderação e foco na experiência humana

Embora a inteligência artificial seja parte da estratégia tecnológica da WeTravel, a empresa adota uma abordagem seletiva. A IA é utilizada principalmente para auxiliar na criação de itinerários e otimizar etapas da jornada de reserva, mas sem substituir o contato humano — considerado essencial no setor turístico.

“É mais do que um link de pagamento, é um link de pagamento com ferramentas de suporte para a indústria do turismo. No entanto, não queremos perder essa essência do relacionamento pessoal, já que estamos na indústria do turismo”, afirmou Carolina.

Segundo a executiva, um dos destaques tecnológicos da plataforma é o multi currency check-out, que permite que viajantes paguem em suas próprias moedas, aumentando a conversão de reservas e tornando a experiência mais fluida.

Brasil no radar

A América Latina é vista pela WeTravel como uma região com enorme potencial turístico — rica em patrimônios naturais, culturais e gastronômicos —, mas com desafios fiscais e monetários comuns. “Todos usamos dólares. Então, a WeTravel veio para facilitar essa conectividade regional entre países, para facilitar a operação, para facilitar as vendas”, disse Carolina.

No caso do Brasil, a empresa vê um mercado promissor, porém complexo por questões tributárias e financeiras. O uso massivo do Pix é amplamente reconhecido, mas as altas comissões e impostos para empresas estrangeiras têm sido um entrave para ampliar a atuação no país.

“O Brasil é um mercado enorme. É um mercado difícil por questões locais, tributárias e financeiras. No entanto, é um mercado no qual focamos muitos anos para saber como melhorá-lo”, destacou a executiva. Segundo ela, a empresa já possui equipe local e planeja anunciar novidades importantes até o fim do ano para expandir sua presença no Brasil.

Tendências: personalização e retorno às raízes

Carolina também apontou tendências que estão moldando o comportamento dos viajantes. “As pessoas buscam voltar às raízes. Ultimamente estão se afastando do turismo de massa, estão se afastando das grandes cidades, dos grandes grupos. Estão buscando um pouco mais essas experiências únicas”, comentou.

Com isso, segundo a executiva, a WeTravel está focada em oferecer ferramentas para que operadoras personalizem ofertas e acompanhem toda a jornada do cliente — desde a primeira interação até as atualizações em tempo real durante a viagem, via celular. A personalização, aliada à agilidade tecnológica, é vista como um diferencial competitivo.

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Redação
ATWS2025
AIBooking EngineEventos
15/10/2025

ATWS 2025: especialista destaca ferramentas de IA essenciais para o marketing turístico; veja

  • Durante o Adventure Travel World Summit 2025, em Puerto Natales, no Chile, especialistas destacaram como a inteligência artificial está remodelando o marketing e a operação no turismo de aventura;
  • Ferramentas generativas, chatbots e otimização para IA-SEO lideram a lista de prioridades para empresas que desejam se adaptar rapidamente às mudanças digitais do setor.

A inteligência artificial está se consolidando como uma aliada estratégica para empresas do setor de turismo de aventura. Durante uma das apresentações do Adventure Travel World Summit (ATWS) 2025, realizado esta semana em Puerto Natales, na Patagônia chilena, Julie Thorner, presidente da agência Liquid Spark, destacou as principais ferramentas que estão revolucionando a criação de conteúdo, o relacionamento com clientes e as estratégias de marketing digital no setor.

Em sua palestra, Thorner apresentou as “Top Ferramentas de IA”, que, segundo ela, devem fazer parte da rotina das empresas nos próximos meses. Entre elas estão:

  • Geração de texto e conteúdo (LLMs como ChatGPT, Claude, Copilot e Gemini);
  • Ferramentas criativas para visual e vídeo, como Canva e Adobe;
  • Chatbots generativos, usados para engajamento e atendimento personalizado;
  • Planejamento de conteúdo e otimização para IA-SEO;
  • Gestão e ativação do conhecimento.

Segundo Thorner, a forma como o setor utiliza a IA está prestes a mudar significativamente. “No próximo ano, quando estivermos falando sobre ferramentas de IA, provavelmente estaremos falando sobre IA generativa e agentes que farão grande parte do trabalho por você”, afirmou.

Ela explicou que a escolha das ferramentas deve considerar a facilidade de uso, a versatilidade e a integração com diferentes perfis de equipes. “As ferramentas precisam ser fáceis de usar, gerar imagens e vídeos de forma eficiente e rápida”, disse. Thorner destacou o Canva como um exemplo de solução acessível: “O Canva é muito fácil. Tem ótimas possibilidades de design, agora tem IA integrada e permite que pessoas sem formação em design consigam fazer edições com qualidade”.

No marketing turístico, a IA tem sido usada para transformar posts de blog em vídeos explicativos, criar imagens personalizadas, otimizar textos para SEO e gerenciar o tom e a voz da marca com plataformas especializadas como Jasper.ai e Grammarly Business. Ferramentas de CRM e automação, como HubSpot e Mailchimp, também vêm incorporando recursos baseados em IA para analisar dados e sugerir conteúdos mais eficazes.

Os chatbots aparecem como uma das apostas mais promissoras para o setor. De acordo com Thorner, eles podem facilitar a experiência de clientes que não têm clareza sobre seus roteiros ou dúvidas frequentes. “Um bom chatbot de IA generativa ajuda a responder todos os tipos de perguntas”, afirmou. Ela ressaltou que a adoção tende a crescer rapidamente: “Provavelmente, quando fizermos essa mesma pergunta no próximo ano, todos levantarão a mão”.

Outro ponto de atenção levantado foi a necessidade de desenvolver políticas públicas e internas de IA, tanto para orientar colaboradores quanto para transmitir transparência a parceiros e consumidores. Thorner destacou ainda a importância de otimizar o conteúdo para mecanismos de IA-SEO, antecipando uma mudança significativa na forma como os usuários encontrarão informações — com agentes conversando entre si e entregando resultados sem a mediação tradicional de buscadores.

Ela lembrou que essa transição exigirá novas estratégias digitais: “É fundamental otimizar também para IA-SEO. Há várias ferramentas disponíveis para isso. Pode parecer complexo, mas é um espaço em que as empresas precisam atuar”.

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Redação
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AIInvestimentosNEWS
14/10/2025

IA é prioridade em empresas brasileiras, mas investimento ainda é de 2%; diz estudo da Amcham

A Amcham Brasil, em parceria com a Humanizadas, lançou, durante o Amcham Talks 2025 em Campinas (SP), a pesquisa Panorama 2026, que ouviu 629 executivos de médias e grandes empresas, representando mais de 592 mil colaboradores. O estudo revela que, embora a Inteligência Artificial (IA) esteja consolidada como prioridade número um para 2026, 77% das companhias ainda investem até 2% do orçamento em tecnologia.

Apenas 9% afirmam destinar acima de 5%, e 61% dos líderes dizem não ter percebido impacto relevante até agora. Apenas 3% conseguiram transformar a IA em novas receitas ou vantagem competitiva.

Marcelo Rodrigues, Diretor Executivo de Inovação e Novos Negócios da Amcham Brasil, afirma: “O Panorama 2026 revela um paradoxo claro: a Inteligência Artificial é a prioridade nº1 das empresas no Brasil, mas o investimento ainda não acompanha o discurso. A empresa que não investir nem aprender a criar modelos e processos a partir das oportunidades tecnológicas que a IA oferece desde já abrirão uma lacuna que poderá inviabilizar a competitividade do seu negócio.”

O estudo mostra que a aplicação da IA nas empresas brasileiras está mais presente em áreas voltadas ao cliente, como Atendimento e Experiência do Cliente (59%) e Marketing e Vendas (54%). Já em funções estratégicas, o uso é limitado, com 38% em Finanças, 38% em Estratégia de Negócio e 29% em RH e Sustentabilidade.

Quando se trata de agentes autônomos – sistemas capazes de tomar decisões sozinhas – 83% das empresas afirmam utilizá-los apenas em tarefas simples ou sequer planejam adotá-los até 2026. Rodrigues complementa:

“Muitas empresas ainda estão vendo a IA como algo a ser adicionado ao processo que já existe e assim não conseguem extrair valor, enquanto o impacto será muito mais profundo e útil para as empresas que redesenharem seus processos a partir do que a tecnologia permite. É preciso avançar para que a IA deixe de ser a finalidade em si e se torne o motor de transformação e crescimento.”

Três fatores explicam por que a IA ainda não gera impacto estrutural: 64% apontam falta de capacitação técnica das equipes, 52% citam ausência de estratégia clara de uso e 43% mencionam baixa qualidade dos dados internos.

“Os maiores desafios para o avanço das empresas brasileiras não são apenas tecnológicos, mas humanos e organizacionais. A dificuldade em executar a estratégia, a resistência cultural e a falta de liderança preparada superam, inclusive, as limitações de acesso à tecnologia”, analisa Rodrigues.

Como resposta prática, a Amcham anunciou o Hub de Inteligência Artificial, que terá três frentes de atuação: capacitação executiva, com camps e masterclasses internacionais; troca de melhores práticas, por meio de relatórios, webinars e comunidade de líderes; e projetos colaborativos, conectando empresas, startups e universidades.

“O Hub de IA é a resposta prática que a Amcham oferece para transformar dados em ação. Queremos apoiar empresas em todos os estágios de maturidade, desde quem está começando até quem já busca escala global”, destaca Rodrigues.

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Redação
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AIBooking EngineDIGITAL
13/10/2025

Robôs funcionam na China, mas nos EUA hotéis ainda priorizam o toque humano

Grandes redes hoteleiras, como IHG, Wyndham, Choice Hotels, Hilton, Hyatt e Marriott Vacation Rentals, vêm explorando ferramentas de Inteligência Artificial (IA) em diferentes áreas de operação. No entanto, executivos ainda discutem onde a tecnologia é realmente eficaz e onde as limitações persistem, conforme debatido no Destination AI Forum, em Washington, D.C.

As aplicações mais promissoras têm surgido nos contact centers, automatizando consultas de rotina que não exigem interação humana.

“É um número incrível de pessoas que ligam apenas para confirmar. São milhares de chamadas por dia de pessoas que querem apenas ter certeza de que suas reservas estão confirmadas”, afirmou Josh Dow, VP de Estratégia e Serviços de Tecnologia Hoteleira da Wyndham Hotels & Resorts, em entrevista ao portal Skift.

Segundo Dow, os centros de atendimento são ambientes de baixo risco para testes de IA, com métricas claras como tempo de atendimento, taxas de conversão e custo por ligação, que permitem avaliar rapidamente o desempenho das ferramentas.

Robôs não devem chegar aos hotéis dos EUA em larga escala

Apesar do sucesso de robôs em operações hoteleiras na China, incluindo 400 unidades do IHG realizando serviço de quarto e limpeza básica, a expansão para os EUA ainda é improvável.

“Os robôs vão acabar sendo chutados”, disse Dow, ressaltando que os hóspedes americanos poderiam danificar os equipamentos.

Cynthia Czabala, VP de serviços de aplicação do IHG, também destacou a Skift que a cultura e o comportamento dos hóspedes nos EUA são um fator limitante para a implementação de robôs.

Além disso, outros obstáculos incluem dinâmicas trabalhistas, como resistência sindical, e custo elevado, principalmente para hotéis de médio e baixo padrão que buscam reduzir despesas sem comprometer o serviço.

“Hotéis de luxo têm margens maiores para investir em tecnologia, mas acreditam que sua proposta de valor está em oferecer atendimento humano”, observaram executivos do setor.

IA: otimização interna, mas toque humano permanece

Enquanto robôs físicos podem não ser viáveis no curto prazo, a IA aplicada a operações internas e atendimento ao cliente continua sendo uma área de crescimento. Ferramentas como assistentes virtuais e respostas automatizadas oferecem eficiência operacional e consistência no serviço, permitindo que funcionários foquem em interações estratégicas e personalizadas com os hóspedes.

O cenário indica que, mesmo com a automação, o equilíbrio entre tecnologia e atendimento humano seguirá sendo o principal diferencial competitivo para hotéis nos Estados Unidos.

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Redação
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AIBooking EngineNEWS
10/10/2025

IA na hotelaria: independentes avançam rápido, redes globais ainda hesitam

A Inteligência Artificial (IA) vem ganhando espaço na hotelaria, permitindo que equipes foquem no atendimento humano, enquanto a tecnologia assume tarefas operacionais. Dois estudos recentes — h2c e Cloudbeds: AI & Automation in Hospitality e TakeUp’s AI Hospitality Revolution 2025 — analisaram a adoção de IA em redes globais e hotéis independentes, com base em respostas de mais de 370 hoteleiros ao redor do mundo.

Redes hoteleiras: potencial alto, adoção ainda lenta

Segundo a pesquisa da h2c, que incluiu 171 redes e mais de 11 mil propriedades, 78% das redes já usam IA e 89% planejam expandir nos próximos 12 a 24 meses. Chatbots lideram o uso atual (42%), enquanto gestão de dados de clientes é a área mais planejada para investimentos (50%).

No entanto, existe uma lacuna entre confiança e dependência real da tecnologia. Enquanto os hoteleiros deram à IA nota 6,6 de confiança em 10, a utilização média foi de apenas 4,7, refletindo a falta de estratégias formais de adoção de IA. Apenas 7% das redes possuem uma estratégia de IA corporativa completa.

Principais barreiras citadas:

  • 62% apontam falta de expertise;
  • 51% alegam estratégia pouco clara;
  • 45% relatam dificuldades de integração;
  • 39% enfrentam restrições orçamentárias;
    Outros desafios incluem resistência organizacional, segurança de dados, retorno sobre investimento e qualidade da informação.

Hotéis independentes avançam rápido e veem resultados concretos

Para propriedades menores, a adoção de IA tem sido mais ágil e lucrativa. Pesquisa da TakeUp com 200 hotéis independentes revelou que 74,5% relatam resultados positivos, mesmo com uso de seis meses a dois anos.

Áreas de maior valor percebido:

  • 16,7%: comunicação automatizada com hóspedes;
  • 13,8%: otimização de campanhas de marketing;
  • 12,1%: precificação dinâmica.

Outros motivos para adoção incluem ganho de tempo e eficiência (19,7%), redução de custos (13,1%) e vantagem competitiva (10,12%). Entre os que obtiveram retorno, 25,5% registraram aumento de receita entre 6% e 10%, e 35% entre 11% e 20%.

Quase 70% consideram a IA essencial para competitividade, e 39% a veem como vantagem significativa frente à concorrência.

Motivação comum: eficiência, experiência e toque humano

Apesar das diferenças, redes e hotéis independentes compartilham objetivos semelhantes: reduzir tarefas repetitivas, aumentar eficiência e melhorar a experiência do hóspede.

  • Para redes: business intelligence (78%), chatbots (77%), marketing digital (72%);
  • Para hotéis independentes: comunicação automatizada (16,7%), marketing (13,8%), precificação dinâmica (12,1%), redução de custos energéticos (12,1%)

A aceitação da IA pelos funcionários também é positiva: 78% se sentem confortáveis com as ferramentas, enquanto dois terços dos hoteleiros de redes afirmam que a IA libera equipes para trabalhos estratégicos e atendimento direto.

Mesmo com a automação, o toque humano continua essencial. Para 62% das redes e 74% dos independentes, manter interação personalizada é crítico.

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Redação
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AIDIGITALNEWS
09/10/2025

IA autônoma será diferencial estratégico no turismo; entenda

No evento Skift Global Forum 2025, especialistas discutiram os impactos da Agentic AI — sistemas de IA capazes de iniciativa e tomada de decisões autônomas — no setor de turismo. Durante o evento, Drew Pinto, executivo da Marriott International; Steve Hafner, CEO da Kayak; e Kelly Ungerman, sócia da McKinsey & Company, debateram com Seth Borko, chefe de pesquisa da Skift, as conclusões de um relatório recente sobre como essa tecnologia pode moldar experiências de viajantes e operações empresariais.

Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

  • Autonomia e personalização em escala: A Agentic AI pode planejar, ajustar e otimizar experiências de viagem, oferecendo itinerários hiper-personalizados, adaptando-se ao comportamento do usuário em tempo real e antecipando necessidades para elevar o nível de serviço;
  • Propósito, ética e sustentabilidade: Empresas devem garantir que o uso de IA esteja alinhado aos valores dos viajantes, incluindo impacto ambiental, responsabilidade social e experiências significativas;
  • Transformação da indústria e pressão competitiva: Negócios que não investirem em IA autônoma, infraestrutura moderna e na atualização de sistemas legados correm o risco de ficar para trás em um mercado altamente competitivo.

Durante a discussão, foram explorados estudos de caso e cenários conceituais, além de recomendações práticas: como modernizar infraestrutura, testar pilotos e implementar barreiras éticas.

A adoção de Agentic AI indica um ponto de virada estratégico, segundo destacaram os especialistas. Empresas que permanecem passivas ou fazem apenas avanços incrementais podem ser superadas por aquelas que integram inteligência autônoma no design de serviços.

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Redação
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AIBooking EngineNEWS
08/10/2025

ClickBus aposta em viajantes como embaixadores digitais; veja

A ClickBus está ampliando sua estratégia de marketing digital com o lançamento do programa “Indique e Ganhe”, que convida usuários a recomendar o app para amigos em troca de benefícios. A iniciativa, disponível exclusivamente no aplicativo da plataforma, permite que qualquer viajante atue como um influenciador autêntico, ajudando outras pessoas a viajarem com descontos.

Para participar, basta acessar a seção “Indique e Ganhe” no menu principal do app, copiar o link exclusivo de indicação e compartilhá-lo por WhatsApp, AirDrop ou outras plataformas. Quando a pessoa convidada realiza sua primeira compra, ela recebe um cupom de R$ 25, enquanto o usuário que indicou ganha R$ 20 em créditos após a primeira viagem concluída.

Segundo a ClickBus, o programa é parte de uma tendência maior de transformar clientes em embaixadores da marca.
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“Enxergamos o ‘Indique e Ganhe’ como a principal manifestação de uma tendência de transformar clientes satisfeitos em verdadeiros embaixadores da nossa marca. Acreditamos que a voz mais confiável é a do nosso usuário. Por isso, a evolução do nosso Member Get Member (MGM) foi tão estratégica”, disse a empresa ao Travel Tech Hub.

“Recentemente, focamos em centralizar essa jornada de indicação, levando-a para dentro do nosso aplicativo, que é o nosso principal canal de relacionamento. Essa mudança reforça que o cliente tem o poder e o incentivo para compartilhar suas experiências positivas, garantindo que a ClickBus seja propagada de forma autêntica e confiável”, incluiu.

Redes sociais como motor de crescimento

A ClickBus também vê as redes sociais como peças centrais de sua estratégia de marketing multicanal, com foco em direcionar o público para o aplicativo, onde a experiência é mais completa.

“As redes sociais são absolutamente vitais para a ClickBus, mas hoje elas têm um papel muito bem definido. Para nós, elas são, acima de tudo, um motor de crescimento que direciona o cliente para a melhor experiência, o nosso app. Nosso marketing multicanal atua usando as mídias sociais para dar visibilidade ao programa ‘Indique e Ganhe’, além de gerar tráfego qualificado”.

“Em vez de focarmos apenas em mídia de massa, usamos esses canais para garantir que a informação chegue em diferentes pontos de contato, seja para quem já usa o aplicativo ou para quem ainda compra pela web, mas sempre convergindo a jornada para o ambiente onde oferecemos o benefício completo do nosso programa”, explicou a empresa em entrevista.

Confiança nas recomendações pessoais impulsiona decisões de viagem

A estratégia da ClickBus está alinhada com o comportamento dos viajantes. Uma pesquisa divulgada em agosto revelou que 76% dos viajantes confiam mais em recomendações de amigos ou parentes do que em publicidade tradicional.

“Esse dado reforça o valor da experiência compartilhada e o poder do boca a boca no universo rodoviário. É exatamente por isso que criamos o programa ‘Indique e Ganhe’, porque entendemos que a recomendação de alguém próximo é um dos principais motores de decisão do nosso público”, destacou o porta-voz.

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Redação
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AIDestinosEventosNEWS
07/10/2025

Tecnologia, turismo e ciência se unem no maior festival de inovação do Sul do Brasil

Entre os dias 22 e 25 de outubro, o Itaipu Parquetec será palco da segunda edição do Festival Iguassu Inova, evento que se consolida como um dos principais encontros de inovação e tecnologia do Sul do país. Depois de atrair mais de 35 mil visitantes em 2024, o festival retorna com uma programação ainda mais ampla, reunindo painéis, palestras, hackathons, mostras científicas e de cinema, exposições, oficinas e shows, tudo de forma gratuita.

Segundo o diretor superintendente do Itaipu Parquetec, Professor Irineu Colombo, o festival nasceu para ser um espaço de conexão entre diferentes áreas do conhecimento.

“Na primeira edição vimos a força da comunidade se unindo em torno desse propósito. Neste ano, estamos ainda mais empenhados em consolidar o Iguassu Inova como uma experiência transformadora”, destacou.

Para ele, a segunda edição reforça o compromisso do Parque em fortalecer o ecossistema regional de inovação e, ao mesmo tempo, abrir cada vez mais as portas para a sociedade: “Queremos que cada visitante se reconheça como parte desse movimento, porque inovação só faz sentido quando conecta pessoas, gera oportunidades e melhora a vida de todos”.

Realizado pelo Itaipu Parquetec, em parceria com a Itaipu Binacional e o Governo Federal, o festival conecta áreas como tecnologia, ciência, turismo, cultura e empreendedorismo, reforçando o papel do Parque como um dos ecossistemas de inovação mais estratégicos do Brasil.

Cinco mundos temáticos em uma experiência única

A edição de 2025 traz cinco universos temáticos, cada um com experiências próprias e interligados pelo propósito de gerar transformação social e econômica:

  • Mundo Latinoware – com mais de 20 anos de história, o espaço é um dos principais polos de debate sobre tecnologias abertas na América Latina. Nesta edição, recebe caravanas do Brasil e de países vizinhos, com destaque para a participação de Jon “maddog” Hall, uma das maiores referências do setor;
  • Mundo FIciências – apresenta mais de 400 projetos científicos desenvolvidos por mais de 1.100 estudantes da Educação Infantil ao Ensino Técnico, vindos de 12 estados brasileiros e do Paraguai;
  • Mundo Sapiens – reúne mais de 20 universidades do Paraná e Mato Grosso do Sul, promovendo uma grande vitrine acadêmica com mostras culturais e científicas, projetos de extensão e atividades interativas;
  • Mundo Summit Tour – promove debates sobre políticas públicas e desenvolvimento do turismo, com impacto em escala nacional e internacional;
  • Mundo Itaipu Parquetec – reúne rodadas de negócios, iniciativas de empreendedorismo e hackathons, com mais de 150 palestras, envolvendo 110 universidades, instituições de ensino, empresas e startups. Representantes de mais de 350 cidades brasileiras e convidados do Paraguai, Colômbia, Peru, Argentina e Haiti também participam.
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Redação
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DIGITALNEWS
06/10/2025

MIT Technology Review Brasil revela as 20 empresas mais inovadoras de 2025

A MIT Technology Review Brasil anunciou, durante o EmTech 2025, a lista das 20 empresas mais inovadoras do país, reconhecidas com a chancela Innovative Workplaces 2025. Considerado o principal indicador da cultura de inovação corporativa no Brasil, o levantamento chega à quarta edição com mais de 1.500 inscrições.

As empresas selecionadas, apresentadas em ordem alfabética, são: Ambev, Ancar Ivanhoe, Bradesco Seguros, Brasilseg, Claro, Generali, Grupo Boticário, Hospital Moinhos de Vento, iFood, Johnson & Johnson, Leroy Merlin, Lojas Renner S.A, Minerva Foods, NTT Data, Petrobras, Positivo S+, Repsol Sinopec Brasil, TIM, Vivo e WEG.

Entre as premiadas, quatro se destacam por estarem presentes desde a estreia do programa, em 2022: iFood, Generali, Petrobras e Vivo/Telefônica figuram nas quatro edições. Outras três aparecem pela terceira vez: Ambev, Bradesco Seguros e Grupo Boticário. Renner S.A e Claro marcam presença em duas listas, enquanto Ancar Ivanhoe, Hospital Moinhos de Vento, Brasilseg, Johnson & Johnson, Leroy Merlin, Minerva Foods, Positivo S+, Repsol Sinopec Brasil e WEG estreiam em 2025, indicando a renovação e a ampliação setorial do ecossistema brasileiro.

Os setores com maior representatividade este ano foram Tecnologia e Telecom, Serviços, Finanças & Seguros e Varejo & Consumo.

Os resultados da pesquisa apontam para um amadurecimento do mercado brasileiro. Entre 2024 e 2025, as empresas certificadas registraram avanços em praticamente todas as dimensões avaliadas:

  • Capacidade de exploração: de 4,40 para 4,44
  • Experimentação: de 4,55 para 4,62
  • Processos internos: de 3,99 para 4,42 (o maior salto)
  • Produtos: de 4,18 para 4,26
  • Inteligência artificial: de 4,20 para 4,25
  • ESG: estabilidade de 4,30 para 4,22
  • Resultados financeiros: de 3,60 para 3,69
  • Resultados não financeiros (reputação e impacto): de 4,10 para 4,15

“O que observamos em quatro anos de Innovative Workplaces é uma mudança de paradigma. A inovação deixou de ser tratada como diferencial competitivo e passou a ser pilar estratégico das organizações brasileiras. Se nas primeiras edições destacávamos esforços pontuais em produtos ou serviços, hoje vemos empresas que institucionalizaram a inovação como parte de sua cultura, em áreas que vão de processos internos à inteligência artificial e ESG”, afirmou André Miceli, CEO da MIT Technology Review Brasil e coordenador da pesquisa.

Lançada em outubro de 2020, a MIT Technology Review Brasil é a plataforma nacional da publicação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), referência mundial em inovação. Com mais de 121 anos de história, a revista é reconhecida por seus relatórios aprofundados sobre tecnologias emergentes e por seu relacionamento exclusivo com a universidade.

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Redação
Internet das Coisas IOT
AI
03/10/2025

Quatro em cada cinco empresas brasileiras adotam IoT integrada à inteligência artificial

A Internet das Coisas (IoT) já faz parte da rotina de diversos setores no Brasil, mas a integração com a Inteligência Artificial (IA) está levando a transformação digital das empresas a um novo patamar. O movimento segue a tendência global conhecida como AIoT (Artificial Intelligence of Things), que combina dispositivos conectados à análise avançada de dados em tempo real.

Segundo o estudo “Panorama do IoT no Brasil 2025”, realizado pela Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) em parceria com o portal TI Inside, 38% das companhias que utilizam IoT já contam com soluções de IA, enquanto 43,7% estão em processo de integração. Na prática, isso significa que mais de 80% das empresas brasileiras já adotam ou planejam adotar a combinação dessas tecnologias.

“A inteligência artificial das coisas permite novas possibilidades, sobretudo na análise de dados. No entanto, a adoção exige uma infraestrutura sólida e regulamentações adequadas”, afirma Rogério Moreira, executivo da ABINC.

O levantamento mostra ainda que menos de 20% das fornecedoras de IoT no país não incorporaram a IA em seus planos. Entre os principais entraves para adoção do AIoT, 23,9% das empresas citam os altos custos de implementação, seguidos por baixa adesão de clientes e problemas de conectividade, cada um apontado por mais de 20% dos entrevistados. Já as companhias que já utilizam a tecnologia destacam o investimento inicial elevado, além de preocupações com privacidade, segurança e falta de regulamentação específica — mencionada por 10% dos respondentes.

No cenário internacional, a consultoria Precedence Research projeta que o mercado global de IoT alcance US$ 77 bilhões em 2025, com expectativa de atingir US$ 356 bilhões até 2034, impulsionado por uma taxa de crescimento anual de 18,56%. A integração com a IA aparece como um dos principais motores dessa expansão, junto à computação em nuvem, aprendizado de máquina, cidades inteligentes e 5G.

Tendências para 2025

Entre as principais tendências de uso da IoT e IA no Brasil e no mundo estão:

  • Integração de IoT e IA, com sistemas mais autônomos e respostas em tempo real;
  • Avanços em análise de dados, otimizando processos logísticos, industriais e domésticos;
  • Cidades inteligentes, com semáforos, transporte e iluminação conectados para mais eficiência;
  • Saúde e telemedicina, permitindo monitoramento remoto de pacientes e diagnósticos à distância;
  • Indústria 4.0 e agronegócio, com sensores em fábricas e no campo, ampliando produtividade e reduzindo perdas.

Perspectivas para o Brasil

No país, políticas públicas como a Lei 14.108/2020 e a expansão do 5G têm reduzido barreiras fiscais e técnicas, criando um ambiente mais favorável para o crescimento da IoT. A Anatel também vem propondo normas mais flexíveis para o setor.

Para a ABINC, nenhuma indústria deve ficar de fora dessa transformação digital. Com a integração da IA, a expectativa é de que a IoT traga inovações profundas em áreas como saúde, mobilidade urbana, indústria e agropecuária, aumentando a automação, a eficiência e a competitividade das empresas brasileiras.

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Redação
Decolar—Credito–Gettyimages-
AIBooking Engine
02/10/2025

Assistente virtual da Decolar teve mais de 800 mil conversas mensais; diz estudo

A Decolar divulgou nesta quarta-feira um estudo sobre o impacto da inteligência artificial (IA) na jornada do viajante. Por meio da SOFIA, sua assistente virtual com IA generativa, a companhia analisou dados e tendências que mostram como a tecnologia já está mudando a forma de planejar, vivenciar e concluir uma viagem.

Segundo o estudo, a IA deixou de se limitar a responder perguntas simples e passou a inspirar e personalizar experiências. Os viajantes buscam a SOFIA para descobrir “viagens em família”, “destinos para visitar com amigos” ou “lugares ideais para uma escapada”. Com base nessas consultas, a assistente recomenda destinos, exibe imagens, filtra opções de hospedagem e monta roteiros sob medida, integrando texto, voz e recursos interativos.

Além disso, a SOFIA acompanha o viajante em todas as etapas: desde a inspiração inicial até o suporte pós-venda, tornando-se uma companheira digital completa durante toda a experiência de viagem, disse a empresa.

Um novo comportamento digital

Nos últimos meses, a SOFIA registrou mais de 800 mil conversas mensais, com crescimento contínuo de dois dígitos. Cerca de 80% dessas interações ocorrem em dispositivos móveis, e no WhatsApp, um dos canais preferidos pelos latino-americanos, já administra mais de 400 mil conversas por mês.

Quase metade dos viajantes retorna à assistente em diferentes etapas da jornada, reforçando seu papel como parceira constante durante toda a experiência de viagem.

Impacto na experiência do viajante

O estudo evidencia uma mudança de paradigma: o NPS (Net Promoter Score) é significativamente mais alto quando a primeira interação ocorre com a SOFIA, e os tempos de resolução no pós-venda são reduzidos. No caso das vendas, as taxas de conversão superam amplamente as dos canais tradicionais. Dados internos ainda indicam que 80% das interações são solucionadas sem encaminhamento a um atendente humano.

“O grande desafio não é apenas usar a IA para ganhar eficiência, mas repensar a forma como viajamos. Hoje estamos testando uma versão da SOFIA capaz de atender chamadas telefônicas, o que ampliará seu alcance e reforçará seu papel como um verdadeiro assistente multifuncional em todos os canais”, afirma Gonzalo Estebarena, vice-presidente de Produto do Grupo Decolar.

“Este é apenas o começo: a inteligência artificial nos permitirá não apenas resolver problemas mais rapidamente, mas também criar experiências totalmente novas.”

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Redação
Embratur-ONU
DIGITAL
01/10/2025

Embratur leva inteligência de dados ao Fórum Global da ONU e reforça aposta no mercado chinês

A cidade de Guilin, na China, foi palco entre os dias 18 e 20 de setembro da 19ª edição do Fórum Turismo – PATA da ONU, um dos principais encontros internacionais sobre tendências do setor. O evento, que em 2025 teve como tema “Sinergia em Movimento: Mapeando Novas Fronteiras para um Ecossistema Turístico Resiliente, Sustentável e Inteligente”, reuniu autoridades, especialistas e líderes da indústria da Ásia e do Pacífico.

A Embratur teve participação de destaque, apresentando sua estratégia de inteligência de dados — considerada peça-chave da atual gestão — além de iniciativas que vêm impulsionando a promoção internacional do Brasil e resultando em recordes de chegadas de turistas estrangeiros.

O gerente de Informação e Inteligência de Dados da Agência, Fábio Montanheiro, ressaltou que o convite da ONU Turismo representou mais do que a simples apresentação de uma ferramenta tecnológica.

“Apresentamos nossa ferramenta e como ela é utilizada, mas também destacamos a cooperação regional e o Plano Brasis, que hoje é nosso principal instrumento nesse campo. Recentemente, entregamos 27 documentos específicos para cada estado, com diretrizes e orientações sobre como promover cada destino de forma estratégica, além de um plano macro nacional”, explicou.

Ele acrescentou que o evento foi uma oportunidade única para reforçar a posição do Brasil no cenário global. “Este é um espaço muito relevante, pois o Fórum permite compartilhar a experiência do Brasil, que tem alcançado resultados notáveis nos últimos anos”, afirmou.

Na primeira sessão técnica, dedicada à governança e políticas para o futuro do turismo, a Embratur demonstrou como sua plataforma gera insights acionáveis, soluções inovadoras e suporte estratégico para tomadas de decisão. O sistema de monitoramento permitiu analisar mercados emissores, comportamento de viajantes e oportunidades de promoção, possibilitando ao Brasil antecipar tendências e ajustar sua presença internacional.

A participação da Agência em Guilin também ampliou o diálogo com Organizações Nacionais de Turismo (NTAs), representantes da indústria e stakeholders chineses, reforçando a imagem do Brasil como referência em inovação e governança baseada em dados.

O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, destacou a relevância da aproximação com o mercado chinês.
“Trazer mais turistas chineses para o Brasil representa uma oportunidade estratégica. Esse público busca vivências autênticas, contato com a natureza e riqueza cultural, atrativos que temos em abundância. Por meio de parcerias que estamos fazendo com o país asiático, como a assinatura dos Memorandos de Entendimento (MOUs) que conectam a Embratur a empresas estratégicas do setor de turismo de lá, estamos superando barreiras de idioma, cultura e acesso, ao mesmo tempo em que fortalecemos os laços entre as duas nações”, disse.

Organizado pela ONU Turismo, pela PATA e pela Universidade Politécnica de Hong Kong, com apoio do município de Guilin, o Fórum também abordou gestão de destinos, inovação tecnológica, mercados emissores e qualificação profissional, consolidando-se como um dos principais espaços de debate sobre o futuro do turismo internacional.

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Redação

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