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Março 2026
Home2026
Foto-de-Proxyclick-Visitor-Management-System-na-Unsplash
AIBooking Engine
06/03/2026

Mesmo com a ascensão da IA, softwares de gestão hoteleira ganham relevância

  • Avanços em inteligência artificial levantaram dúvidas sobre o futuro de softwares tradicionais.
  • No setor hoteleiro, porém, sistemas de gestão continuam essenciais para operações financeiras e reservas.
  • Plataformas processam pagamentos, preços, impostos e disponibilidade de quartos, tornando-se centrais para o fluxo de receita.
  • Em um setor ainda pouco digitalizado, a IA tende a acelerar a modernização dos sistemas, não substituí-los.

Nos últimos meses, avanços em inteligência artificial (IA) reacenderam um debate entre investidores sobre o futuro dos softwares tradicionais. A preocupação é que assistentes de IA capazes de executar tarefas diretamente a partir de comandos em linguagem natural possam tornar interfaces, dashboards e aplicativos menos necessários.

No entanto, no setor de hospitalidade, essa lógica pode não se aplicar da mesma forma. Segundo a coluna de Jordan Hollander, cofundador do HotelTechReport.com, publicada no portal PhocusWire, a estrutura operacional dos hotéis, o modelo de monetização dos softwares e o estágio de digitalização da indústria indicam que os sistemas podem continuar mais importantes com a adoção da IA.

Sistemas controlam o núcleo financeiro do hotel

Um dos pilares tecnológicos da hotelaria é o Property Management System (PMS), responsável por controlar operações essenciais do estabelecimento.

Essas plataformas gerenciam desde disponibilidade de quartos e definição de preços até aplicação de descontos, cálculo de impostos, processamento de pagamentos e sincronização de reservas com plataformas de viagem como Booking.com e Expedia.

Qualquer falha nesses sistemas pode gerar consequências imediatas. Erros de disponibilidade podem causar overbooking, enquanto cálculos incorretos de impostos podem resultar em penalidades. Falhas no processamento de pagamentos, por sua vez, significam perda direta de receita.

Embora a IA possa ajudar com análises — como sugerir aumento de preços em fins de semana movimentados ou identificar atividades de reembolso incomuns —, ela ainda precisa operar dentro dos sistemas que registram e movimentam o dinheiro.

Mesmo que gestores passem a interagir com essas plataformas por meio de chat em vez de painéis tradicionais, o software que mantém os registros financeiros e as regras de operação continua indispensável.

Modelo de receita diferente de outros softwares

Outro fator que diferencia o setor é o modelo de monetização das plataformas tecnológicas.

Grande parte dos softwares corporativos cobra licenças por usuário. Nesse cenário, se a automação reduz o número de funcionários, a receita do fornecedor também diminui.

No caso da hotelaria, a lógica costuma ser outra. Os sistemas geralmente são cobrados por quarto, propriedade ou volume de transações. Assim, um hotel com 300 quartos paga pelo gerenciamento dessa capacidade independentemente do número de funcionários na recepção.

Um exemplo desse modelo é a plataforma Mews. Em 2025, a empresa processou aproximadamente US$ 19,7 bilhões em volume de transações, além de registrar mais de 42 milhões de check-ins de hóspedes, com crescimento de 55% no lucro bruto do SaaS.

Nesse contexto, se a IA ajuda hotéis a vender upgrades, melhorar a precificação ou reduzir falhas em pagamentos, o volume financeiro processado pelas plataformas também cresce.

Hotelaria ainda está atrás na digitalização

Comparada a setores como fintech ou e-commerce, a hotelaria historicamente investiu menos em tecnologia. Muitos estabelecimentos independentes ainda utilizam sistemas antigos ou processos parcialmente manuais para relatórios, planejamento de equipe e definição de preços.

Ao mesmo tempo, hotéis lidam com desafios complexos, como demanda variável, múltiplos canais de venda, regras de preços dinâmicos e diferentes regimes tributários em cada região.

Em setores altamente digitalizados, a IA pode substituir ferramentas existentes. Já em ambientes menos digitalizados, a tecnologia tende a acelerar a modernização em vez de eliminar sistemas já existentes.

Pagamentos mantêm plataformas no centro das operações

Cada vez mais, plataformas hoteleiras modernas também assumem o papel de processar pagamentos diretamente, incluindo autorização de cartões, liquidação e reconciliação financeira. Isso significa que o software não apenas armazena reservas, mas atua diretamente no processamento da receita do hotel.

Se a IA ajuda a melhorar a detecção de fraudes, reduzir falhas de pagamento ou aumentar vendas de serviços adicionais, mais dinheiro passa por esses sistemas, reforçando sua importância estratégica.

IA muda a interface, mas não elimina os sistemas

A chamada “reinicialização da IA”, que sugere que modelos de linguagem podem substituir camadas de software, pode ser válida para aplicações focadas apenas em organizar tarefas ou apresentar informações.

No entanto, softwares de hotel ocupam uma posição diferente. Eles são responsáveis por controlar inventário de quartos, aplicar regras de preços, calcular impostos, processar pagamentos e reconciliar contas.

Assim, embora a IA transforme a forma como gestores interagem com essas plataformas — com mais automação e comandos em linguagem natural —, a necessidade de sistemas que registrem e processem dados financeiros continuará existindo.

O que muda para hotéis e empresas de tecnologia

Para operadores de hotéis, o principal impacto da IA não será a substituição dos sistemas centrais, mas a exigência de utilizá-los de maneira mais eficiente. Hotéis que desejam aproveitar o potencial da IA precisarão investir em dados organizados, infraestrutura em nuvem e sistemas bem integrados, especialmente no processamento de pagamentos.

Já para empresas de tecnologia do setor, a competição tende a ir além da interface.
A vantagem competitiva estará nas plataformas que controlam o fluxo de receita e integram profundamente as operações do hotel, em vez de apenas oferecer recursos isolados de IA.

Nesse cenário, a inteligência artificial pode não enfraquecer os softwares de hotelaria, e sim torná-los ainda mais centrais no ecossistema digital da indústria de viagens.

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Redação
TomVazzana_fórumPanrotas
AINEWS
05/03/2026

Não usamos IA para criar histórias, nosso storytelling é o ponto mais forte, diz diretor da Disney

  • Tom Vazzana, diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment, explica como tecnologia e storytelling se complementam no Walt Disney World.
  • Parques da Disney utilizam robótica, programação e design em CAD para desenvolver atrações e espetáculos mais imersivos.
  • Apesar do avanço tecnológico, a empresa afirma que não utiliza inteligência artificial para criar ou escrever histórias.
  • Entre as novidades para 2026 estão cenários multidimensionais no show do Mickey Mouse e experiências mais interativas com personagens nos parques.

Como conciliar a magia clássica da Disney com o que há de mais moderno em tecnologia? Esse é talvez o maior desafio dos parques que vivem de inovação constante, encantamento e novas experiências de entretenimento. No complexo mais famoso do mundo, essa missão passa pelas mãos de Tom Vazzana, diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment para o Walt Disney World.

Nesta semana, o executivo participou do 23º Fórum PANROTAS, em São Paulo, onde compartilhou as principais novidades do Walt Disney World Resort no evento que reuniu líderes da indústria de turismo para debater inovação, mercado, mobilidade, economia, geopolítica e mais.

Em entrevista exclusiva ao Travel Tech Hub, Vazzana destacou quais são as principais tecnologias utilizadas nas atrações e o que mudou do passado para os dias de hoje em termos de aceleração do processo criativo.

“Recentemente temos dependido bastante de robótica, como você pode ver com o Spider-Man e com os robôs que estão sendo desenvolvidos para a área de Galaxy’s Edge.Também contamos muito com programação de computador, especialmente para nossos espetáculos. Por exemplo, no show Villains: Unfairly Ever After, há 86 vilões em cena, todos criados pela nossa equipe de mídia e produção de vídeo. Esse time é extremamente importante para o nosso trabalho, porque ajuda a dar vida aos personagens”, disse.

Os recursos tecnológicos aprimoraram consideravelmente o processo de construção de desenhos. Segundo Tom Vazzana, a computação também é forte aliada nesse setor.

“Outra área técnica em que confiamos muito são os designers que trabalham com CAD (desenho assistido por computador). Eles criam o espaço no qual vamos trabalhar. Antigamente, precisávamos imaginar como algo funcionaria na rua ou no parque, mas hoje podemos colocar tudo primeiro em um programa de computador, visualizar, testar e ajustar; levando em conta curvas, espaços e dimensões. É uma tecnologia incrível”, explicou.

Inteligência artificial ainda não opera no storytelling

“Nós não usamos IA para criar ou escrever histórias. Contamos nossas próprias histórias, e tenho muito orgulho disso, porque acredito que o nosso storytelling é o nosso ponto mais forte“, disse o diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment ao ser questionado sobre o uso e inteligência artificial nas criações.

“Imagino que exista algum departamento investigando o uso de IA para aumentar eficiência, talvez na área financeira, mas, no momento, seguimos confiando principalmente em nossas equipes criativas”, incluiu Vazzana.

Questionado sobre como equilibram tecnologia e inovação com a preservação do legado clássico e da narrativa da Disney, ele afirmou que “é realmente um desafio”.

“O ponto principal é que a tecnologia precisa ser invisível dentro da arte. As pessoas não deveriam ficar pensando em como algo foi feito, nem perceber os mecanismos por trás disso. Quando a tecnologia apoia o processo criativo e eleva a narrativa, aí temos a combinação perfeita. É nisso que trabalhamos todos os dias”, disse.

Novidades para 2026

Em 2026, o espetáculo ao vivo do Mickey Mouse Clubhouse utiliza tecnologia multidimensional para criar os cenários. “A sensação é de que o ambiente realmente está ali — às vezes é difícil acreditar que não está”, contou o executivo.

Ele explica que este é um show que depende bastante de tecnologia, mas sempre lembrando que os personagens, que todos amam, estão no centro da experiência. “A tecnologia está ali para apoiar o trabalho deles. É uma mistura perfeita, e esse espetáculo mostra isso muito bem”.

Por outro lado, no Conservation Station, no Disney’s Animal Kingdom, os personagens carismáticos Bluey e Bingo estarão em uma experiência que não usa tecnologia.

“É simplesmente brincar. E não podemos esquecer que, além da tecnologia, também existe o lado humano do “venha brincar comigo”. Então buscamos oferecer as duas coisas“, finalizou Tom Vazzana.

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Redação
openai
AIBooking EngineNEWS
04/03/2026

Skyscanner integra busca de voos ao ChatGPT com resultados em tempo real

  • Skyscanner lança aplicativo de busca de voos dentro do ChatGPT
  • Ferramenta permite pesquisar passagens com linguagem natural e resultados ao vivo
  • Disponível inicialmente nos EUA e Reino Unido
  • Usuários são redirecionados para concluir a reserva

O Skyscanner anunciou o lançamento de um aplicativo de busca de voos dentro do ChatGPT, permitindo que viajantes pesquisem passagens aéreas utilizando linguagem natural por meio da inteligência artificial da OpenAI.

A novidade possibilita que usuários descrevam suas necessidades de viagem em formato conversacional e recebam resultados ao vivo, com opções de voos e comparação de preços. Também é possível enviar novas mensagens para ajustar datas ou aeroportos de partida e chegada.

“É a lógica e os preços do Skyscanner em que as pessoas confiam, agora integrados a um fluxo mais intuitivo e conversacional”, informou a empresa em um comunicado.

O aplicativo está disponível no ChatGPT para usuários do Reino Unido e dos Estados Unidos, oferecendo opções de voos globais. Assim como acontece no site tradicional da companhia, o usuário é redirecionado para concluir a reserva na plataforma do fornecedor.

“Temos estado na vanguarda da busca de voos de última geração, garantindo que os viajantes tenham todas as ferramentas certas para reduzir fricções e ter mais confiança ao encontrar o voo ideal para eles”, afirmou Piero Sierra, chief AI officer do Skyscanner.

O movimento acompanha uma tendência crescente no setor de turismo. A OpenAI anunciou no ano passado que passaria a hospedar aplicativos dentro do ChatGPT, firmando parcerias com empresas como Expedia e Booking.com.

Embora carros e hotéis não façam parte deste lançamento específico no ChatGPT, o Skyscanner destacou que já utiliza inteligência artificial para impulsionar chatbots de hotéis e aluguel de carros em sua própria plataforma. A empresa também havia trabalhado com o ChatGPT em 2023 em outra ferramenta de busca baseada em IA.

“Continuaremos evoluindo a busca por viagens além dos formulários tradicionais, rumo a experiências dinâmicas e orientadas por respostas”, disse Sierra. “Vamos escalar a busca em linguagem natural com explicabilidade e expandir cenários agentivos apenas onde houver confiança e viabilidade econômica. O sucesso em IA será definido por decisões melhores e pela confiança conquistada dos viajantes.”

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Redação
Fórum Panrotas 2025
Eventos
03/03/2026

Fórum PANROTAS 2026 aborda tecnologia, inovação e o “Destino Prompt”

  • Fórum PANROTAS 2026 começa hoje (3), no Golden Hall do WTC Events Center, em São Paulo.
  • Tema da edição é “O Destino Prompt”, com foco em tecnologia, inovação e tendências para 2026.
  • Debates sobre transformação digital, NDC e novos modelos de distribuição, com participação da Sabre.
  • CEOs de Azul, Gol e Latam Brasil discutem os desafios da aviação brasileira.
  • Hotelaria e dados em 2026 entram em pauta com a Omnibees.
  • Evento reúne líderes do trade, especialistas de mercado e promove agenda voltada a networking e conexões estratégicas.

Começa hoje, em São Paulo, a 23ª edição do Fórum PANROTAS, um dos principais encontros da indústria do Turismo no Brasil. Realizado no Golden Hall do WTC Events Center, o evento reúne, nos dias 3 e 4 de março, lideranças do trade, executivos de grandes empresas, especialistas em tecnologia e representantes do poder público para discutir os rumos do setor em 2026.

Com o tema “O Destino Prompt”, a edição deste ano coloca inovação, transformação digital e novos modelos de distribuição no centro do debate, assuntos que vêm ganhando cada vez mais protagonismo em um mercado impactado por inteligência artificial, dados e mudanças no comportamento do consumidor.

Ao longo dos dois dias, a programação combina painéis estratégicos, palestras inspiradoras e debates sobre tecnologia, marketing, aviação, hotelaria, mobilidade e tendências globais. Entre os destaques está o retorno de Kathy Morgan, vice-presidente da Sabre e especialista em NDC, que deve aprofundar a discussão sobre os novos padrões de distribuição aérea e seus impactos para agências e companhias.

A hotelaria também terá espaço dedicado a dados e inteligência de mercado, com Patricia Thomas, da Omnibees, trazendo insights sobre performance e comportamento do viajante em 2026 — um tema cada vez mais estratégico para decisões baseadas em analytics.

No campo das experiências e entretenimento, executivos da Disney Destinations participam da programação, incluindo representantes da Disney Cruise Line, reforçando a importância dos cruzeiros e do turismo temático no cenário global.

Outro momento aguardado é o painel com os CEOs das principais companhias aéreas do País — Azul, Gol e Latam Brasil — que discutirão os desafios operacionais, o cenário competitivo e as perspectivas para a aviação em um contexto de pressão de custos e transformação digital.

O Fórum também abre espaço para o debate sobre mobilidade integrada, reunindo empresas como Uber e Movida, além de players do transporte rodoviário e urbano, em um momento em que a jornada do viajante ultrapassa a emissão da passagem aérea e passa a envolver soluções cada vez mais conectadas.

No campo corporativo e de distribuição online, o CFO do Grupo Despegar (Decolar), Renan Pinto, deve detalhar os próximos passos da companhia após a aquisição pela Prosus, enquanto Andrés Spitzer apresentará as estratégias da Civitatis para o mercado brasileiro.

Além dos debates sobre tecnologia e negócios, o evento traz análises sobre cenário econômico e geopolítica, com participações como a do economista Fabio Bentes e do mestre em Relações Internacionais Tanguy Baghdadi, ampliando a visão sobre como fatores globais influenciam diretamente o setor de viagens.

Networking também é parte central da experiência. A programação inclui welcome coffee, áreas exclusivas de relacionamento, ativações de marcas, almoço no Golden Hall, sala VIP e happy hour no primeiro dia, além do encerramento musical no dia 4.

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Redação
Personal Electronic Device Holder
NEWS
02/03/2026

Companhia aérea proíbe uso de óculos inteligentes e wearables com gravação por funcionários

  • Southwest Airlines proibiu o uso de smart glasses e wearables com capacidade de gravação durante o trabalho
  • Medida vale para funcionários corporativos e operacionais
  • Regra se aplica dentro e fora das dependências da empresa
  • Proibição inclui também fones de ouvido sem fio com recursos de gravação
  • Decisão ocorre em meio ao crescimento das vendas de óculos inteligentes, como os da Meta

A Southwest Airlines passou a proibir que seus funcionários utilizem óculos inteligentes e qualquer outro dispositivo vestível com capacidade de gravação durante o expediente. A decisão foi comunicada por meio de um memorando interno enviado aos colaboradores na última semana e obtido pelo site Skift.

De acordo com o documento, os dispositivos não poderão ser utilizados durante o horário de trabalho, tanto dentro quanto fora das dependências da companhia. A restrição também abrange fones de ouvido sem fio que possuam funcionalidades de gravação.

A atualização da política interna vale para todos os funcionários, incluindo equipes corporativas e de linha de frente, reforçando a preocupação da empresa com o uso de tecnologias vestíveis equipadas com recursos de captura de áudio e vídeo.

A medida surge em um momento de forte crescimento desse mercado. As vendas dos óculos inteligentes da Meta, por exemplo, triplicaram no último ano, impulsionadas pela integração com ferramentas de inteligência artificial.

Embora o memorando não detalhe as motivações específicas da decisão, o movimento sinaliza uma tendência crescente no setor corporativo e de transporte aéreo: o avanço acelerado das tecnologias vestíveis levanta debates sobre privacidade, segurança operacional e proteção de dados: temas cada vez mais sensíveis no ambiente da aviação.

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Redação
Influencer; influenciadora de viagens
AINEWS
27/02/2026

Plataforma de afiliados Stay22 capta US$ 122 mi para expandir monetização com IA no turismo

  • Stay22 capta US$ 122 milhões em investimento minoritário da Summit Partners
  • Plataforma usa inteligência artificial para aumentar conversão em reservas
  • Empresa vai investir em infraestrutura, expansão internacional e contratação de equipe
  • Estratégia inclui avanço para novos verticais além do turismo
  • Executivos da Summit passam a integrar o conselho da companhia

A plataforma de monetização por afiliados Stay22 anunciou a captação de US$ 122 milhões em investimento minoritário liderado pela Summit Partners. O aporte reforça o posicionamento da empresa como fornecedora de infraestrutura tecnológica para criadores de conteúdo, publishers e organizadores de eventos no setor de viagens.

Com sede em Montreal, a Stay22 informou que os recursos serão destinados ao fortalecimento de sua infraestrutura tecnológica, à expansão do ecossistema de parceiros, ao crescimento internacional e à ampliação do time.

Como parte do investimento, Colin Mistele e Daniel Kim, da Summit Partners, passam a integrar o conselho de administração da empresa.

Inteligência artificial e conversão em reservas

Desde que foi reconhecida como uma das startups de destaque do setor em 2019, a Stay22 ampliou sua plataforma de monetização afiliada focada no turismo, utilizando inteligência artificial para otimizar reservas e taxas de conversão.

“Acreditamos que a Stay22 está construindo uma infraestrutura essencial na interseção entre viagens, conteúdo e comércio”, afirmou Mistele em entrevista ao portal PhocusWire.

“À medida que criadores e publishers se tornam mais centrais na geração de demanda, a necessidade de ferramentas de monetização inteligentes e escaláveis tornou-se crítica. A plataforma, a equipe e a execução da Stay22 se destacaram para nós, e estamos entusiasmados em apoiar a empresa enquanto ela continua a crescer rapidamente e expandir seu alcance global.”

A movimentação reforça uma tendência crescente no mercado de travel tech: o fortalecimento da economia dos criadores como canal estratégico de distribuição e geração de demanda no turismo.

Expansão além do setor de viagens

Além de consolidar sua atuação no turismo, a Stay22 sinalizou que pretende expandir para outros segmentos do varejo, ampliando sua proposta de valor.

Segundo a empresa, o novo capital permitirá avançar para diferentes verticais, “evoluindo de uma solução centrada em viagens para uma plataforma fundamental para a economia global de criadores.”

Para Andrew Lockhead, CEO e cofundador da companhia, a lacuna de infraestrutura ainda é um gargalo para criadores e publishers.

“Criadores e publishers hoje moldam a forma como as pessoas descobrem experiências e produtos, mas muitos ainda não possuem a infraestrutura necessária para monetizar essa influência”, disse Lockhead.

“A Stay22 foi criada para resolver esse problema. A experiência da Summit em investir em empresas líderes de categoria na economia de criadores e no ecossistema de tecnologia de marketing faz deles o parceiro ideal para nos ajudar a escalar nossa plataforma, expandir nossa equipe e crescer globalmente.”

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Redação
Amadeus
AIBooking EngineNEWS
26/02/2026

Amadeus adquire SkyLink para acelerar uso de IA conversacional no setor de viagens

  • Amadeus anuncia a aquisição da SkyLink, startup de IA conversacional com sede em Nova York.
  • Tecnologia permitirá reservas e gestão de viagens corporativas por chat em segundos.
  • Estratégia marca avanço do setor da fase de testes para a adoção real de IA em escala.
  • Solução será expandida além do corporativo, alcançando aéreas, aeroportos e hotelaria.
  • Movimento reforça posicionamento da Amadeus como infraestrutura tecnológica central do ecossistema global de viagens.

A Amadeus anunciou nesta terça-feira (25) a aquisição da SkyLink, empresa de tecnologia com sede em Nova York especializada em orquestração e automação conversacional baseada em inteligência artificial. O movimento destaca a estratégia da gigante global de tecnologia para viagens de acelerar a implementação de casos reais de uso de IA em escala.

Fundada com o objetivo de melhorar a experiência de viagens corporativas, a SkyLink desenvolveu uma arquitetura proprietária de IA e um mecanismo de orquestração em múltiplas camadas capaz de se integrar de forma simples a plataformas de chat. Na prática, a tecnologia permite que viajantes reservem e gerenciem voos e hotéis de maneira conversacional em poucos segundos.

Além da agilidade para o usuário final, a proposta também promete redução de custos e ganho de produtividade para empresas, liberando colaboradores para tarefas de maior valor estratégico. Com dezenas de milhares de reservas já processadas, a SkyLink se posiciona como um exemplo de aplicação prática de IA que melhora velocidade, simplicidade e satisfação do usuário.

IA sai do piloto e entra na operação

A aquisição ocorre em um momento em que o setor de viagens deixa para trás a fase de provas de conceito em inteligência artificial e avança para a adoção operacional. A Amadeus já aplica IA há anos para otimizar operações de viagem, e agora amplia esse movimento ao integrar camadas conversacionais baseadas em IA aos seus produtos.

Com presença em mais de 190 mercados, bilhões de buscas e milhões de transações processadas diariamente, a escala global da companhia permite aplicar soluções de IA com confiabilidade industrial e resiliência operacional.

Um dos impactos imediatos será no segmento de Travel Management Companies (TMCs), fortalecendo as soluções corporativas da Amadeus, especialmente na América do Norte, onde a empresa já possui forte base de clientes.

No médio prazo, a companhia planeja expandir os recursos conversacionais baseados em IA para além das viagens corporativas, alcançando companhias aéreas, aeroportos, hotéis e todo o ecossistema de viagens.

Visão estratégica das empresas

Atyab Bhatti, CEO e cofundador da SkyLink, destacou o momento estratégico da operação:

“Combinar nossa tecnologia nativa em IA com a escala e o alcance da Amadeus no setor nos permitirá implantar nossa tecnologia mais rapidamente e oferecer novas capacidades poderosas que beneficiam viajantes e empresas em toda a indústria de viagens. Este é um momento decisivo para entregar soluções concretas de IA e, agora com a Amadeus, podemos acelerar a próxima fase da inovação em viagens.”

Já Luis Maroto, presidente e CEO da Amadeus, declarou:

“A Amadeus é a camada de execução integrada e neutra do setor de viagens; construída sobre três pilares: nossa escala global, a força de nossa lógica de negócios integrada e profundamente conectada, e nosso status como sistema de registro confiável na indústria desde 1987. Esses pilares nos permitem aplicar capacidades orientadas por IA de forma consistente em companhias aéreas, aeroportos, hotéis, vendedores de viagens e em todo o ecossistema do setor”.

“Nossa tecnologia está profundamente integrada à indústria de viagens, conectando sistemas e fluxos de trabalho desenvolvidos ao longo de décadas. Ela combina confiabilidade de nível industrial, resiliência operacional e inteligência orientada por dados, o que nos permite implantar IA em ambientes reais de produção em escala global”, incluiu.

Estratégia de longo prazo com foco em IA responsável

A aquisição da SkyLink integra uma estratégia mais ampla da Amadeus, que combina parcerias estratégicas com empresas de tecnologia e investimentos direcionados em inteligência artificial. A companhia afirma que todas as iniciativas são guiadas por um robusto framework de ética em IA, com foco em desenvolvimento responsável, seguro e com impacto mensurável para a indústria.

Além disso, a empresa segue aprimorando a forma como desenvolvedores e parceiros acessam suas capacidades de IA, priorizando interfaces seguras, escaláveis e alinhadas ao uso real do mercado.

Com o movimento, a Amadeus reforça seu posicionamento como habilitadora da inovação tecnológica no turismo global, apostando na IA conversacional como próxima fronteira da experiência digital de viagens.

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Redação
Hotel;hotelaria
HotelariaInvestimentosTECH
25/02/2026

De upgrade a “efeito VIP”: como hotéis estão criando novas fontes de receita com tecnologia

  • Receitas com ancillaries crescem acima da média da diária, pressionadas por teto de preços.
  • Plataformas como Plusgrade, Oracle e startups locais ajudam hotéis a vender de upgrades a experiências exclusivas.
  • Estratégia vai além do faturamento: objetivo é aumentar fidelização, melhorar reviews e reposicionar marcas.
  • Conceito evolui para micro-marketplace e turismo circular, conectando hóspedes a fornecedores locais.
  • Dados e personalização em tempo real se tornam peça-chave para elevar RevPAG e lealdade.

As plataformas de ancillaries — produtos e serviços adicionais vendidos além da diária — estão deixando de ser apenas ferramentas de incremento de receita para se tornarem pilares estratégicos da hotelaria. Com as tarifas médias diárias atingindo um limite em diversos destinos, redes e hotéis independentes recorrem à tecnologia para ampliar margens, fortalecer a fidelização e até reposicionar suas marcas.

O upgrade de quarto continua sendo o produto mais comum, pois trata-se de um item de alta margem e baixa fricção operacional, destacou a reportagem do portal Phocus Wire. No portfólio upscale da Choice Hotels International, por exemplo, houve aumento de 17% na receita de upsell por transação sobre a tarifa reservada com o uso da plataforma Nor1 eStandby Upgrade, da Oracle.

Mas o universo de ancillaries vai muito além. De aluguel de scooters a cosméticos no quarto, passando por decoração pré-chegada e até experiências com “paparazzi fake”, hotéis estão ampliando o cardápio de ofertas.

A Plusgrade, que atua em diferentes setores do turismo, estima que cerca de 50% da receita global de ancillaries esteja ligada a upgrades de quarto ou atributos da acomodação. Entre os produtos mais vendidos em seus 600 hotéis parceiros também estão atividades e transportes, como transfers de aeroporto.

Segundo Erik Tengen, presidente de upselling para hotelaria da empresa, os hotéis podem seguir dois caminhos: adotar um modelo semelhante ao das companhias aéreas de baixo custo, desmembrando serviços, ou “criar algo do nada”.

“Nossos hotéis estão vendendo cumulativamente mais de 10 mil tipos diferentes de produtos”, afirmou em entrevista ao Phocus Wire.

Um dos casos citados por Tengen é o do grupo boutique The House of Gods, com o pacote “Trate-me como um famoso”.

“Quando você chega, eles tiram fotos suas, até pedem seu autógrafo. Você se sente como se fosse Johnny Depp durante toda a estadia”, disse. “E o mais interessante é que, se você entrar no Tripadvisor e procurar por ‘The House of Gods’, verá que esse é um dos motivos pelos quais as pessoas estão se hospedando lá agora. Eles criaram algo a partir do nada, o que é incrível, e estão usando nossa plataforma para posicionar essa experiência específica.”

Micro-marketplace e turismo circular

Startups também estão ampliando o conceito de ancillaries. A espanhola BookinGuru aposta em integrar hotéis a fornecedores locais por meio de uma plataforma agnóstica. O cofundador e CEO Ben Schleifer prefere falar em “micro-marketplace” e “turismo circular”.

Segundo Schleifer, algumas tendências surpreendem, como a alta demanda por cosméticos no quarto ou decoração personalizada antes da chegada.

“Algumas tendências me surpreendem”, disse. “Por exemplo, cosméticos no quarto ou decoração antes da chegada, como um arranjo de flores na cama. Eu simplesmente não sabia que o mercado era tão grande, mas as primeiras pessoas a dizer que isso funcionaria bem são os próprios hotéis”.

Em um dos casos, um hotel triplicou suas comissões no primeiro ano apenas ao digitalizar processos com a plataforma.

Foto: Freepik

Personalização em tempo real e cultura de engajamento

A Oracle reforçou sua atuação no segmento ao adquirir a Nor1 em 2020. Entre junho de 2024 e 2025, o Opera Guest Engagement and Merchandising, com tecnologia Nor1 Prime, gerou US$ 300 milhões em demanda por upsell para hotéis — um aumento de 20% na receita desse tipo de venda.

Para Jason Bryant, VP de estratégia de crescimento da Oracle e fundador da Nor1, a tecnologia é fundamental para empoderar as equipes.

“Estamos tentando criar uma cultura de engajamento positivo no nível de cada propriedade. Estamos usando a tecnologia para capacitar as equipes”, afirmou.

Segundo ele, a personalização em tempo real permite que a equipe atue como consultora de confiança do hóspede.

“Sempre que converso com hoteleiros, eles dizem: ‘Queremos ser donos da jornada do hóspede o máximo possível, desde o momento em que alguém começa a sonhar em vir para o nosso destino até o momento em que pensa em reservar novamente.’”

Experiências como estratégia central

O movimento também ganha força em grandes marcas. A Hyatt anunciou parceria com a Way para reforçar sua oferta de experiências, acompanhando a tendência de consumo: a Way estima que os gastos com experiências cresceram 65% entre 2019 e 2023.

Já a Airbnb tem reforçado a mensagem de que sua proposta vai além da hospedagem, impulsionando novamente sua vertical de experiências.

Jessica Middleton, proprietária do Manor House Alsager, no Reino Unido, defende que os dados são decisivos para sustentar essa estratégia:

“Saber quais tratamentos de spa estão sendo comprados e quais atividades estão sendo solicitadas contribui significativamente para melhorias incrementais do ponto de vista do RevPAG e, em última instância, para explicar por que os hóspedes escolhem sua propriedade em vez de todas as outras em uma determinada localização e estão dispostos a pagar tarifas acima do mercado.”

Ancillaries como ferramenta estratégica

Além de gerar receita incremental, o upselling também pode funcionar como ferramenta de pesquisa de mercado. Segundo Tengen, resorts podem testar novas propostas antes mesmo de reposicionar oficialmente o produto.

“Estou curioso e quero reformular para atrair um tipo diferente de viajante, então talvez eu construa um beach club”, disse. “O resort pode usar o upselling antes da chegada como forma de observar como a conversão muda. Meus hóspedes realmente estão interessados nisso?”

Com margens pressionadas e hóspedes cada vez mais exigentes, a tendência é que os hotéis ampliem o uso de tecnologia para transformar os ancillaries de simples complementos em pilar central da estratégia de receita, fidelização e diferenciação de mercado.

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Redação
Mtur
Booking EngineHotelariaTECH
23/02/2026

Ministério do Turismo prorroga FNRH Digital e dá mais 60 dias para hotéis se adaptarem

  • Ministério do Turismo prorroga por 60 dias a obrigatoriedade da FNRH Digital
  • Medida visa ajustes técnicos e operacionais na plataforma
  • Sistema substituirá integralmente a ficha de papel nos meios de hospedagem
  • Check-in mais ágil via Gov.br promete reduzir tempo de atendimento
  • Ferramenta permitirá integração com sistemas de gestão e relatórios em tempo real

O Ministério do Turismo prorrogou por mais 60 dias o início da obrigatoriedade da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes Digital (FNRH Digital) em todo o Brasil. A portaria com a medida foi publicada na última quinta-feira (19) e prevê ajustes técnicos e operacionais antes da implementação definitiva da ferramenta.

Quando estiver plenamente aplicada, a FNRH Digital substituirá integralmente a ficha de registro em papel, tornando-se obrigatória para todos os estabelecimentos de hospedagem do país. A adesão deverá ser realizada até 20 de abril.

A iniciativa integra a estratégia de transformação digital da hotelaria brasileira, com impacto direto na experiência do viajante e na gestão dos meios de hospedagem.

Check-in mais ágil e integração com Gov.br

Para os hóspedes, a digitalização promete um processo de entrada significativamente mais rápido. O sistema permitirá pré-preenchimento automático de dados por meio da plataforma Gov.br, além de facilitar o registro de turistas estrangeiros.

Já para hotéis e pousadas, a mudança representa redução de custos operacionais, economia de tempo e maior segurança jurídica. A automação da ficha possibilita integração com sistemas online de gestão, emissão de relatórios em tempo real e melhoria na governança dos dados.

A plataforma também deve contribuir para a geração de dados estratégicos auditáveis e rastreáveis, fortalecendo o planejamento do turismo nacional e políticas públicas de segurança.

Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano:

“A experiência de chegada ao hotel vai se tornar muito mais rápida e moderna, eliminando o tempo com o preenchimento manual de formulários. É mais comodidade para o turista e mais agilidade para o setor de hospedagens em geral”

Setor precisa se preparar

O Ministério reforça que a adesão à nova ferramenta exige preparação por parte dos meios de hospedagem, independentemente da utilização de sistemas próprios de gestão.

No início de fevereiro, a pasta promoveu um webinar em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH-SP) e o Portal do Hoteleiro para apresentar a nova versão da FNRH Digital. O encontro reuniu representantes das 27 Unidades da Federação e teve como foco orientar o setor sobre os impactos da transformação digital nos meios de hospedagem.

Com a prorrogação, o governo busca garantir maior estabilidade técnica e operacional antes da consolidação definitiva da FNRH Digital como padrão nacional de registro de hóspedes.

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Redação
sabre
AIInvestimentosNEWS
20/02/2026

Sabre anuncia demissões globais e investe US$ 65 milhões para se tornar empresa “AI-native”

  • Sabre inicia demissões em diferentes países, incluindo Reino Unido e Uruguai
  • Empresa investirá US$ 65 milhões em transformação baseada em inteligência artificial
  • CEO Kurt Ekert quer posicionar a companhia como uma “AI-native technology company”
  • Reestruturação inclui mudanças no C-level e estratégia de offshore labor
  • Publicações de funcionários no LinkedIn indicam impacto imediato da medida

A Sabre Corporation deu início a uma rodada de demissões em meio a uma ampla reestruturação estratégica que envolve mudanças na liderança executiva e um investimento de US$ 65 milhões em inteligência artificial.

O movimento faz parte do chamado “inflation offset program”, iniciativa que busca reduzir custos operacionais enquanto a companhia acelera sua transformação digital para se tornar, nas palavras do CEO Kurt Ekert, “an AI-native technology company”.

Segundo relatos publicados por funcionários nas redes sociais, os cortes já começaram e atingem equipes no Reino Unido e na América do Sul, incluindo o Uruguai. As primeiras manifestações surgiram no LinkedIn, onde colaboradores relataram a perda de seus postos.

Outras publicações destacaram mensagens de apoio a colegas desligados, pedidos de networking e recomendações profissionais, além de perfis que passaram a exibir o selo “open-to-work”.

Reestruturação mira IA agentic e eficiência operacional

Além das demissões, a Sabre promove uma reorganização do C-suite, reforçando a estratégia de transformação estrutural da companhia. A empresa pretende concentrar esforços no desenvolvimento e adoção de IA agentic, modelo que utiliza sistemas capazes de agir de forma mais autônoma na execução de tarefas complexas.

A reestruturação também inclui maior uso de offshore labor, sinalizando uma mudança no modelo operacional para ganhar eficiência e compensar pressões inflacionárias.

Conforme publicado em reportagem da Skift, o movimento pegou funcionários de surpresa.

Impacto no setor de tecnologia para viagens

A Sabre é uma das principais fornecedoras globais de tecnologia para o setor de viagens, atendendo companhias aéreas, hotéis e agências por meio de soluções de distribuição, reservas e gestão operacional.

A decisão de acelerar a transição para um modelo “AI-native” reflete uma tendência mais ampla no mercado de travel tech, onde inteligência artificial, automação e redução de custos estruturais se tornaram prioridades estratégicas.

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Redação
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NEWS
19/02/2026

Onfly amplia squad de influenciadores para 2026 com Nath Finanças e Bárbara Coura

  • Onfly inicia 2026 com nova squad de influenciadores, incluindo Nath Finanças e Bárbara Coura
  • Estratégia combina humor, educação financeira e tecnologia aplicada a viagens corporativas
  • Empresa atende mais de 2.500 clientes B2B na América Latina
  • Travel tech recebeu R$ 240 milhões em rodada Série B em 2025, liderada pela Tidemark

A Onfly inicia 2026 com o reforço de sua estratégia de marca por meio de uma nova squad de influenciadores. A campanha amplia o posicionamento da travel tech ao incorporar nomes ligados a educação financeira, humor corporativo, tecnologia e lifestyle.

Entre os principais destaques estão a empresária e educadora financeira Nath Finanças e a atriz e humorista Bárbara Coura. Também integra o time o criador de conteúdo O Coala.

A estratégia não se limita aos nomes mais conhecidos do grande público. A empresa também passa a contar com o especialista em aviação e viagens Rubens Cezila, além de perfis e plataformas digitais como Contente.vc, The Summer Hunter, Tech Drop, Festa da Firma, Perrengue Chique e Faria Lima Elevator.

Segundo Vinicius Ribeiro, CMO da Onfly, o movimento amplia uma aposta iniciada no ano anterior, mas com maior sofisticação temática em 2026.

“A ideia é ir além de alcance e reconhecimento de marca, para explorarmos as reais dores vividas pelas pessoas que viajam a trabalho. Para isso, escolhemos 11 influenciadores e vamos manter o humor como linguagem principal para retratar situações corriqueiras do universo corporativo, uma aposta iniciada em 2025, mas agora ampliamos a estratégia com a inclusão de especialistas em temas financeiros e páginas de conteúdo noticioso. Queremos mostrar que tecnologia, praticidade e economia devem fazer parte das viagens a trabalho”, afirma Vinicius Ribeiro, CMO da Onfly.

Humor e educação financeira como ponte para tecnologia B2B

A estratégia reforça o posicionamento da empresa como travel tech B2B focada em eficiência, economia e controle de gastos corporativos. Ao integrar criadores especializados em finanças, negócios e tecnologia, a companhia busca dialogar com decisores corporativos e usuários finais da plataforma.

A Onfly atende atualmente mais de 2.500 clientes, oferecendo uma plataforma completa de gestão de viagens e despesas corporativas, que vai desde o registro de despesas simples, como um café no aeroporto, até a reserva de passagens aéreas, hotéis, carros e ônibus.

Para os colaboradores, a proposta é simplificar processos: reservas de viagem e relatórios de despesas podem ser realizados em poucos minutos, dentro de um ecossistema digital integrado.

Investimentos e expansão no mercado de travel tech

Nos últimos anos, a empresa tem acelerado sua expansão por meio de rodadas de investimento estratégicas. Em 2023, a Onfly recebeu R$ 80 milhões em um aporte liderado pela Left Lane Capital e pela Cloud9 Capital.

Em 2025, a travel tech anunciou uma captação de R$ 240 milhões em rodada Série B, liderada pela Tidemark, fundo de venture capital do Vale do Silício que realizou seu primeiro investimento na América Latina com a operação.

A empresa também lançou, em 2024, a Onfly Corporate, solução voltada ao segmento enterprise, ampliando sua atuação no mercado de grandes contas.

Outro diferencial destacado pela companhia é a funcionalidade “spend control”, voltada ao combate a fraudes e à gestão personalizada de cartões corporativos, posicionamento que reforça seu foco em transparência, compliance e controle financeiro nas viagens corporativas.

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Redação
Type entertainment complex. The popular resort with pools and water parks in Turkey with more than 5 million visitors a year.
AIBooking EngineNEWS
18/02/2026

Reservas diretas em hotéis se mantêm estáveis mesmo com avanço da IA, aponta SiteMinder

  • Reservas diretas permaneceram estáveis em 95% dos mercados analisados, apesar do avanço da inteligência artificial e das OTAs.
  • Websites dos hotéis registraram o maior valor médio por reserva (US$ 516).
  • Expedia Group liderou geração de receita na América do Norte pela primeira vez desde 2020.
  • Demanda asiática superou níveis pré-pandemia, com China e Índia impulsionando o crescimento.
  • Viajantes estão reservando com mais antecedência e cancelando menos, enquanto as diárias seguem em alta globalmente.

As reservas diretas em hotéis continuam estáveis, mesmo diante do avanço da inteligência artificial (IA) nos processos de busca e do fortalecimento das OTAs. É o que revela o relatório anual Hotel Booking Trends, divulgado pela SiteMinder.

Segundo o estudo, em 2025 a participação de receita por canal ficou dentro de uma variação de 1,5 ponto percentual em 95% dos mercados analisados, contrariando previsões de que a IA poderia impactar significativamente as vendas diretas — positiva ou negativamente.

O levantamento reúne dados de mais de 130 milhões de reservas em 20 mercados, além de respostas de 700 hoteleiros.

O relatório destaca que, embora os hábitos de busca estejam mudando, a estratégia digital segue sendo determinante para o desempenho.

“Os padrões de busca dos viajantes estão evoluindo, com IA e OTAs ganhando participação na fase de pesquisa, mas as reservas diretas permanecem estáveis. Hotéis que continuam investindo em otimização de site, visibilidade em metabusca e experiências de reserva sem fricção continuam vendo conexões mais profundas com os hóspedes e reservas de maior valor. A chave é manter esses fundamentos enquanto se mantém atento às mudanças emergentes.”

Sites próprios lideram em valor por reserva

Entre os canais analisados, os websites dos hotéis registraram o maior valor médio por reserva, de US$ 516. O resultado é atribuído à venda de categorias superiores, estadias mais longas e serviços adicionais.

Na comparação, os atacadistas geraram em média US$ 445 por reserva, os sistemas globais de distribuição (GDSs) alcançaram US$ 392, enquanto as OTAs ficaram em US$ 312.

O relatório também aponta mudanças no ranking de canais. O Expedia Group foi o principal gerador de receita na América do Norte, liderando nos Estados Unidos, Canadá e México pela primeira vez desde 2020, e retomando a liderança no mercado americano pela primeira vez desde 2021.

Já a Trip.com apresentou crescimento em diversos mercados, enquanto a Agoda ganhou relevância nas Filipinas e em Taiwan. As indianas Goibibo e MakeMyTrip expandiram participação na Tailândia e na Malásia.

Ásia supera níveis pré-pandemia

A demanda asiática também se destacou em 2025. As viagens internacionais com origem na China e na Índia superaram, pela primeira vez, os níveis pré-pandemia.

“A Ásia está remodelando as viagens globais, com projeções indicando que a região representará 3,5 bilhões de consumidores de classe média até 2030 — quase dois terços do total global,”

Reservas antecipadas, menos cancelamentos e diárias em alta

Dados adicionais da SiteMinder mostram mudanças consistentes no comportamento do viajante. A taxa média de cancelamento caiu 19,15%, enquanto a janela média de reserva aumentou para 32,15 dias.

O tempo de permanência também cresceu levemente, com 27% das reservas sendo para duas noites ou mais.

As diárias subiram em 14 dos 20 mercados analisados. A tarifa média diária global (ADR) ficou em US$ 194, com a Áustria registrando o maior aumento médio, de US$ 15.

James Bishop, VP de ecossistema e parcerias estratégicas da SiteMinder, afirmou, em entrevista ao Phocuswire que o setor entrou em um momento de maior previsibilidade.

“Esses resultados apontam para um setor de viagens que encontrou um ritmo consistente após anos de grandes transformações,”

“Os viajantes estão reservando mais cedo, cancelando menos e distribuindo suas estadias de forma mais equilibrada ao longo do ano, enquanto as tarifas continuam subindo na maioria dos mercados. Para os hotéis, isso cria estabilidade e oportunidade, mas apenas se tiverem os insights e as ferramentas para responder às mudanças na demanda à medida que elas acontecem, e não semanas ou meses depois.”

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Redação
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NEWS
16/02/2026

Track Journey combina IA, analytics e sites sob medida para ampliar vendas diretas na hotelaria

  • Track lança solução integrada para fortalecer reservas diretas em hotéis.
  • Plataforma Track Journey reúne consultoria estratégica, analytics, sites de alta performance e inteligência artificial.
  • IA NAIA aprende com o comportamento dos hóspedes e sugere melhorias contínuas.
  • Hotéis clientes registram aumento médio de 38,7% na conversão e ROI médio de 31x, segundo a empresa.
  • Mais de 60 empreendimentos atendidos no Brasil em cerca de um ano.

A Track apresentou uma solução completa voltada a hotéis que desejam ampliar as reservas diretas e reduzir a dependência de canais intermediários. Com foco na transformação da jornada digital do hóspede, a empresa desenvolveu o Track Journey, plataforma que combina consultoria estratégica, análise de dados, sites personalizados e inteligência artificial para otimizar conversão e desempenho online.

A iniciativa parte de um diagnóstico aprofundado conduzido por especialistas, que analisam desde o primeiro contato do viajante com o hotel até a finalização da reserva. O processo permite identificar perfis de público, gargalos de conversão e oportunidades de melhoria, possibilitando a construção de uma jornada de compra personalizada e orientada por dados.

Analytics, sites de alta performance e IA para decisões estratégicas

Entre as principais entregas do Track Journey estão o Track Analytics, plataforma proprietária que centraliza indicadores de desempenho, comportamento do usuário e métricas de conversão, e o desenvolvimento de sites de alta performance, criados sob medida para cada empreendimento com foco em resultados comerciais. O pacote também inclui a NAIA, inteligência artificial exclusiva da empresa, que aprende com o comportamento dos hóspedes e recomenda ajustes contínuos para melhorar a experiência e a performance digital.

“Essa combinação torna o Track Journey uma solução integrada e contínua, que une consultoria, tecnologia e dados para elevar o desempenho digital e o potencial de receita dos empreendimentos hoteleiros”, afirma Jaimes Patrick, fundador e CEO da Track.

“Os hotéis passam a vender mais pelo próprio site, reduzir custos de intermediação e ter clareza total sobre o desempenho digital, com resultados concretos e sustentáveis”, completa.

Acompanhamento contínuo e resultados em escala

Além da implementação inicial, os hotéis recebem acompanhamento contínuo com análise de dados e otimizações mensais. Segundo a empresa, em cerca de um ano, a solução já foi aplicada em mais de 60 hotéis no Brasil, com aumento médio de conversão de 38,7% e ROI médio de 31 vezes para os clientes que adotaram a estratégia integrada.

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Redação
booking
AIBooking EngineNEWS
13/02/2026

OpenAI e Booking.com lançam programa para acelerar adoção de IA por pequenas empresas

  • OpenAI e Booking.com lançam o SME AI Accelerator para impulsionar a adoção de IA entre pequenas e médias empresas europeias.
  • Programa pretende capacitar até 20 mil PMEs em seis países da Europa.
  • Iniciativa inclui acesso gratuito à OpenAI Academy, workshops presenciais e treinamentos virtuais.
  • Dados mostram desigualdade na adoção: 55% das grandes empresas usam IA, contra apenas 17% das pequenas.
  • Projeto integra o EU Economic Blueprint 2.0, que também prevê parcerias governamentais e financiamento para pesquisas sociais.

A OpenAI anunciou o lançamento de um novo programa de capacitação em inteligência artificial (IA) voltado a pequenas e médias empresas (PMEs) europeias. Desenvolvida em parceria com a Booking.com, a iniciativa chamada SME AI Accelerator pretende treinar até 20 mil empresas para ampliar o uso da tecnologia e aumentar a produtividade dos negócios em diferentes setores.

Segundo a empresa, o projeto busca reduzir o atual gap de adoção de IA entre organizações de diferentes portes. Dados do Eurostat indicam que, em 2025, cerca de 55% das grandes empresas já utilizavam IA, enquanto apenas 17% das pequenas empresas haviam adotado a tecnologia. O programa será disponibilizado inicialmente para equipes e empreendedores de seis países: França, Alemanha, Itália, Polônia, Irlanda e Reino Unido.

Treinamento gratuito, workshops e capacitação prática

Entre os recursos oferecidos estão acesso gratuito à OpenAI Academy, workshops presenciais e treinamentos virtuais voltados ao uso estratégico da inteligência artificial no dia a dia corporativo. A iniciativa pretende ajudar pequenas empresas a integrar soluções tecnológicas em operações, marketing, atendimento e produtividade.

“A lacuna na adoção de IA entre PMEs e grandes empresas está aumentando, mesmo com as pequenas empresas sendo a espinha dorsal da economia europeia. Fechar essa diferença é essencial para que a IA beneficie verdadeiramente a todos, e estamos comprometidos em fazer a nossa parte”, afirmou Julie Lavet, head de políticas para Estados-membros da UE e parcerias na OpenAI, em publicação no LinkedIn.

A OpenAI informou que mais detalhes sobre os conteúdos e formatos dos treinamentos serão divulgados em breve.

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Redação
White collar worker uses vr glasses
Booking EngineHotelariaNEWS
12/02/2026

Da IA ao “hands-free”: cinco tendências tecnológicas para hotéis em 2026

  • Inteligência artificial e análise preditiva impulsionam experiências hiperpersonalizadas e gestão de receitas.
  • Omnicanalidade e IA conversacional mudam a forma como viajantes pesquisam e reservam hotéis.
  • Tecnologias contactless e mobile tornam as jornadas cada vez mais “hands-free”.
  • Integração de sistemas e fim dos silos tecnológicos ganham prioridade entre gestores.
  • Tradução em tempo real com IA reduz barreiras linguísticas e amplia a inclusão no turismo.

O ano de 2026 começa com a hotelaria global em meio a uma profunda transformação tecnológica. Impulsionados pela evolução da inteligência artificial, pelo avanço das soluções digitais e pelas novas expectativas dos viajantes, hotéis passam a adotar modelos operacionais mais automatizados, integrados e centrados na experiência do hóspede.

Nesse novo cenário, conceitos como omnicanalidade, automação inteligente e tradução instantânea deixam de ser diferenciais e passam a ocupar posição estratégica na jornada do cliente, conforme análise realizada por Adrián Durán é Vice-Presidente Sênior e Head de Aplicações para a América Latina na Oracle. A integração de dados e a adoção de plataformas tecnológicas robustas prometem operações mais ágeis, equipes focadas no atendimento humano e experiências cada vez mais personalizadas.

IA e inteligência preditiva impulsionam experiências hiperpersonalizadas

A aplicação da inteligência artificial na hotelaria acelera uma mudança significativa na forma como os hotéis interagem com os hóspedes. Algoritmos capazes de analisar históricos e preferências permitem oferecer recomendações personalizadas em tempo real, incluindo sugestões gastronômicas, características de quartos e experiências de bem-estar.

Além disso, chatbots e assistentes virtuais passam a assumir tarefas como atendimento inicial, gestão de reservas e suporte em múltiplos canais digitais — de aplicativos a redes sociais — liberando as equipes para demandas mais complexas e estratégicas.

Outro destaque é a expansão da análise preditiva, que permite ajustar preços dinamicamente, prever demandas e melhorar a eficiência operacional. A tendência indica o fim das tarifas genéricas e o avanço de estratégias mais inteligentes e orientadas por dados.

Distribuição entra em novo ciclo com omnicanalidade e IA conversacional

A transformação digital também altera a forma como os viajantes descobrem e escolhem hospedagens. Com o avanço dos modelos de linguagem e IA conversacional, muitos consumidores passam a utilizar assistentes inteligentes em vez de buscadores tradicionais para comparar opções e planejar viagens.

Com isso, oferecer uma experiência omnicanal integrada torna-se essencial. Hóspedes esperam interações consistentes em todos os pontos de contato, incluindo sites, aplicativos, quiosques de autoatendimento, assistentes de voz e dispositivos conectados nos quartos.

Hotéis que conseguem alinhar esses canais reduzem perdas de reserva, ampliam oportunidades de vendas adicionais e fortalecem relacionamentos de longo prazo com os clientes.

Contactless, mobile e agentes de IA impulsionam jornadas “hands-free”

A digitalização acelerada pela pandemia evolui para um novo estágio em 2026, com a consolidação de experiências contactless e mobile. Check-in digital, abertura de portas sem chaves, biometria e digitalização de documentos tornam-se cada vez mais comuns, elevando a segurança e reduzindo atritos na jornada do hóspede.

Ao mesmo tempo, cresce o uso de agentes de inteligência artificial capazes de integrar sistemas e executar tarefas automaticamente, desde comunicações e reservas até a antecipação de necessidades e resolução proativa de problemas.

Segundo o especialista, o controle da experiência passa cada vez mais para o próprio viajante, que pode ajustar iluminação, temperatura, entretenimento e solicitações diretamente pelo smartphone.

Simplificação tecnológica e integração de sistemas ganham prioridade

Após anos de expansão acelerada de ferramentas digitais, gestores passam a priorizar soluções que eliminem redundâncias e simplifiquem operações. A tendência aponta para o fim dos silos tecnológicos e a adoção de plataformas com integrações nativas, capazes de consolidar dados e otimizar processos.

Essa estratégia é especialmente relevante para redes em processos de fusão ou expansão, garantindo consistência operacional e melhor experiência tanto para hóspedes quanto para equipes internas.

Tradução em tempo real elimina barreiras linguísticas nas viagens

Ferramentas de tradução instantânea baseadas em IA surgem como um dos avanços mais promissores para o turismo global. Ao permitir comunicação fluida entre hóspedes, equipes e moradores locais, a tecnologia reduz mal-entendidos e amplia o acesso a serviços e experiências.

Para as marcas, soluções multilíngues escaláveis contribuem para um atendimento mais inclusivo e eficiente, fortalecendo a conexão com viajantes de diferentes culturas.

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Redação
Decolar—Credito–Gettyimages-
AIBooking Engine
11/02/2026

Decolar reduz cadastro de hospedagens para 30 minutos e permite vendas no mesmo dia

  • Decolar reduz cadastro de hospedagens de até 90 dias para apenas 30 minutos
  • Nova tecnologia permite que parceiros comecem a vender no mesmo dia
  • Fluxo mobile-first utiliza automação inteligente para validações e carregamento de dados
  • Ferramenta já está disponível no Brasil e na Argentina
  • Mudança amplia oferta de acomodações e fortalece o ecossistema de parceiros

A Decolar anunciou uma nova atualização em sua plataforma ao reduzir o tempo de cadastro de novas hospedagens para 30 minutos. A novidade, já disponível no Brasil e na Argentina, promete acelerar a entrada de parceiros no sistema e ampliar a oferta de acomodações para viajantes.

A mudança representa uma transformação estrutural no processo de integração de novos estabelecimentos. Em 2024, o cadastro de uma acomodação podia levar até 90 dias. No início de 2025, esse prazo caiu para 56 dias e, agora, com a otimização completa do fluxo, novas hospedagens podem ser cadastradas, publicadas e começar a vender no mesmo dia.

Segundo a empresa, a atualização vai além de uma melhoria operacional. A iniciativa faz parte de uma estratégia de longo prazo focada na redução de atritos, na escalabilidade do negócio e no fortalecimento do ecossistema de parceiros. O novo fluxo foi desenvolvido com abordagem mobile-first, simplificando etapas e incorporando automação inteligente para carregamento de dados, validações e configurações, em um trabalho integrado entre equipes de produto, UX, tecnologia e negócios.

“Esse marco reflete a nossa forma de trabalhar, baseada no uso da tecnologia para geração de impacto real. Simplificar o cadastro de acomodações nos permite apoiar melhor nossos parceiros, acelerar seu crescimento dentro da plataforma e, ao mesmo tempo, ampliar a oferta disponível para os viajantes. Essa é uma base fundamental para seguirmos crescendo de forma acelerada em 2026”, afirma Alejandro Festa, Senior Regional Hunting Manager da Decolar.

O acesso ao novo sistema de cadastro já pode ser feito por meio das landing pages locais da companhia, com adaptação automática ao idioma do navegador.

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Redação
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AINEWS
10/02/2026

Como a experiência real de viajantes está sendo usada para humanizar assistentes de viagem

  • Vetto AI conecta especialistas a projetos globais de treinamento de inteligência artificial
  • Modelos de viagem estão sendo treinados para atuar como guias mais humanos e personalizados
  • Projetos incluem planejamento, recomendação e assistentes conversacionais de turismo
  • Remuneração pode chegar a R$ 300 por hora

A evolução da inteligência artificial no turismo está entrando em uma nova fase e agora depende diretamente da experiência humana. Com o esgotamento de dados públicos para gerar material para a IA, a proposta da startup Vetto AI é justamente conectar especialistas e profissionais de diferentes áreas a projetos globais de treinamento de modelos, incluindo sistemas voltados ao planejamento e recomendação de viagens.

Em entrevista ao Travel Tech Hub, Roberta Antunes, cofundadora da startup, explicou como funciona o processo e por que a participação humana se tornou essencial para o desenvolvimento de tecnologias mais contextualizadas e úteis para viajantes.

A Vetto AI trabalha com grandes laboratórios de inteligência artificial e conecta pesquisadores e especialistas da América Latina a projetos globais de IA.

Segundo Antunes, o desenvolvimento de modelos de inteligência artificial passa por duas etapas principais: o pre-training, realizado com grandes volumes de dados públicos, e o post-training, que envolve interação direta com pessoas para refinamento das respostas e comportamentos dos sistemas.

“Os modelos de IA são treinados a partir de dados e passam por duas etapas: o pre-training e o post-training. O pre-training é feito com informações públicas — dados da internet, livros, áudios e conteúdos diversos disponíveis no mundo. Esses dados já foram amplamente utilizados; os modelos já foram treinados com grande parte da internet pública.”

“Agora, o que acontece é um refinamento por meio do post-training, que nada mais é do que interação humana. São pessoas que alimentam os modelos com avaliações sobre como eles deveriam funcionar, se uma resposta está boa ou ruim e como abordar determinadas situações.”

A executiva explica que o papel da Vetto é conectar esses dois mundos, unindo a expertise de viajantes reais com a captação dos grandes laboratórios de tecnologia.

“Vemos uma oportunidade muito grande no Brasil e na América Latina, mas atuamos globalmente. Temos os annotators, que são as pessoas responsáveis por fornecer informações e feedbacks para os modelos”, explicou.

IA quer evoluir para se tornar guia de viagem mais humano

Entre os projetos desenvolvidos pela empresa, o turismo ganhou destaque pela complexidade das decisões e pela necessidade de contexto humano. O objetivo é tornar assistentes digitais capazes de compreender perfis, necessidades e situações reais durante o planejamento de uma viagem.

“Temos projetos em diversas áreas: finanças, saúde, educação, turismo, entre outras. No caso específico do turismo, os modelos estão tentando evoluir para se tornarem melhores guias de viagem. Quando alguém está planejando uma viagem, como o sistema pode oferecer um atendimento mais eficiente e humano?”

Para isso, os modelos são treinados com base em experiências reais de viajantes e profissionais do setor.

“Trazemos especialistas que entendem de viagens, personas e contextos reais. O objetivo é humanizar o processo, trazendo situações reais e avaliando a performance do modelo — como um agente de viagens pensaria, que perguntas faria, o que observaria mesmo que o usuário não tenha mencionado diretamente”, explica a co-founder da Vetto AI.

Como os especialistas participam do treinamento dos modelos

A atuação dos colaboradores varia conforme o projeto, que vai desde análise de desempenho até a criação de cenários e sugestões de melhorias.

“Depende do projeto. Em muitos casos, as pessoas avaliam a performance do modelo. Em outros, fornecem feedback sobre casos específicos que ainda não foram explorados. É um trabalho bastante natural, cujo objetivo é trazer informação humana para os sistemas.”

Os modelos treinados incluem desde assistentes conversacionais até sistemas completos de planejamento automatizado de viagens. “O objetivo é melhorar todas as etapas: planejamento, execução e operação de uma viagem, tornando os agentes mais humanos e contextualizados.”

A importância do olhar humano na IA

Apesar dos avanços tecnológicos, Antunes reforça que experiências reais continuam sendo fundamentais para o desenvolvimento de soluções eficazes.

“A inteligência artificial é excelente em tarefas com respostas exatas — matemática, programação, jogos como xadrez. Sempre que existe um “gabarito”, ela aprende muito rápido. Mas a vida real não tem gabarito. É feita de experiências e contextos. E nada entende melhor o ser humano do que outros humanos. Por isso, transferir experiências humanas para os modelos é essencial para que eles gerem valor real para a sociedade e se tornem mais empáticos e úteis.”

Startup abre vagas para projetos remotos e flexíveis

A empresa está em expansão e busca novos colaboradores para diferentes funções dentro do projeto de turismo. Nas próximas semanas, o objetivo é de contratar cerca de 200 pessoas. Roberta Antunes explica que há diferentes funções dentro do projeto de turismo; algumas mais simples, como contar histórias e experiências de viagem, e outras voltadas à avaliação do comportamento dos modelos.”

“A remuneração varia entre R$ 200 e R$ 300 por hora. É um trabalho remoto e flexível; a pessoa decide quanto quer se dedicar. Algumas se dedicam intensamente por períodos curtos, enquanto outras preferem contribuir algumas horas por semana.”

A experiência em inteligência artificial não é obrigatória, mas conhecimento em áreas específicas e domínio do inglês são requisitos importantes. “Oferecemos treinamento completo, materiais, vídeos e suporte 24 horas. Um dos requisitos importantes é o inglês.”

“Buscamos pessoas com experiências reais — que saibam lidar com logística, planejamento, imprevistos e tomada de decisão em viagens”, completa a executiva.

Para Roberta, a missão da Vetto é trazer as pessoas para essa nova economia. Além do retorno financeiro, quem participa aprende como os modelos funcionam e passa a usar melhor a tecnologia no dia a dia.

“Vejo que muitas pessoas têm medo da inteligência artificial e do impacto nos empregos. O mundo está mudando muito rápido, mas acredito que a pior estratégia é resistir à mudança. A IA substitui algumas funções, mas também cria novas oportunidades”, afirma.

“No turismo, por exemplo, existe muita sazonalidade e insegurança. A IA pode abrir novas fontes de renda menos dependentes dessas variações. A indústria já passou por mudanças com a internet e as plataformas online, e quem abraçou a tecnologia conseguiu se adaptar melhor.”

As inscrições já estão disponíveis na plataforma da Vetto, e o projeto voltado a viagens segue em andamento, com novas missões sendo disponibilizadas em tempo real para os participantes. O cadastro pode ser realizado por este link.

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Redação
ibis
HotelariaMARKETINGNEWS
09/02/2026

Ibis aposta em minissérie social-first para engajar Gen Z e Millennials nas viagens

  • Ibis aposta em minissérie social-first com criadores para engajar viajantes mais jovens
  • Projeto “The Go Getters” usa storytelling episódico em TikTok e Instagram
  • Estratégia reflete mudança na descoberta de viagens via redes sociais
  • Conteúdo busca fortalecer brand affinity, engajamento e comunidade antes de vendas
  • Primeiras semanas da campanha já superaram 100 milhões de visualizações

A rede Ibis, marca global econômica da Accor, lançou a minissérie digital “The Go Getters” como parte de uma estratégia focada em storytelling social-first e marketing baseado em entretenimento. O projeto acompanha criadores de conteúdo enfrentando imprevistos reais durante viagens em hotéis da rede, com episódios pensados para formatos verticais em TikTok, Instagram e YouTube Shorts.

A iniciativa reflete uma mudança no comportamento dos viajantes, já que as redes sociais se consolidaram como principal fonte de inspiração para viagens, especialmente entre Gen Z e Millennials. Em vez de campanhas tradicionais, a marca busca fortalecer relevância, afinidade e conexão emocional por meio de narrativas seriadas.

Entretenimento substitui publicidade tradicional

Segundo Jean-Yves Minet, global brand president – midscale and economy at Accor, a decisão de apostar em minisséries foi impulsionada por mudanças no consumo digital. “Gen Z e Millennials não querem mais ser impactados por anúncios tradicionais; eles esperam que as marcas entretenham e entreguem conteúdo relevante”, disse em entrevista ao portal Skift.

O executivo explica que o formato também foi inspirado em modelos populares na Ásia, especialmente na China, onde minisséries curtas já demonstram forte potencial comercial.

Além disso, a estratégia busca alcançar viajantes onde eles já estão, com conteúdo rápido e pensado para mobile.

“As redes sociais se tornaram o principal ponto de contato com viajantes mais jovens, e o entretenimento precisa vir em primeiro lugar.”

Storytelling episódico e integração natural da marca

A campanha aposta em episódios curtos e sequenciais para estimular engajamento contínuo e criar conexão emocional com o público.

“O storytelling em série mantém o público engajado ao longo do tempo e cria antecipação entre os episódios.”

A integração da marca também foi planejada de forma orgânica dentro das histórias. “A marca não interrompe o conteúdo; ela faz parte da narrativa, de forma natural e relevante.”

Para a Accor, o formato também representa uma oportunidade de criar uma franquia de conteúdo escalável e replicável em diferentes mercados.

Autenticidade, criadores reais e experiências de viagem imperfeitas

A produção aposta em situações reais e em criadores que interagem com seus próprios públicos, reforçando a autenticidade da narrativa.

“O objetivo era mostrar as viagens como elas realmente são — caóticas, espontâneas e imperfeitas — e reforçar a confiança do viajante.”

Segundo Minet, a marca buscou abrir espaço para que os criadores participassem do desenvolvimento das histórias. “Confiamos nos criadores para tornar o conteúdo natural e relevante para suas comunidades.”

A estratégia sinaliza uma mudança estrutural no marketing de hospitalidade, priorizando engajamento e comunidade em vez de conversões imediatas.

“As marcas precisam sair da promoção direta e investir em storytelling contínuo que gere valor ao longo do tempo.”

Para a empresa, o sucesso vai além de métricas de visualização e inclui indicadores como consideração de marca, preferência e afinidade.

“O objetivo é criar uma franquia de entretenimento sustentável, não apenas uma campanha pontual.”

A Accor planeja expandir o formato com versões regionais, incorporando criadores locais, idiomas e nuances culturais, enquanto mantém a identidade global da série.

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Redação
Acai Team Photo (2)
AINEWS
06/02/2026

Parceria entre Nautalia e Acai Travel amplia uso de IA em atendimento e operações

  • Nautalia Viajes e Acai Travel anunciam parceria focada em inteligência artificial.
  • Projeto já apresenta ganhos em eficiência operacional e redução de tempo de resposta.
  • Implementação começou na divisão corporativa e será expandida para lazer e eventos.
  • Iniciativa reforça o posicionamento do Grupo Travel Live como referência em IA na Europa.
  • Estratégia aposta em modelo híbrido entre humanos e IA para melhorar a experiência do viajante.

A Nautalia Viajes, marca principal do Grupo Travel Live, anunciou uma parceria com a Acai Travel, plataforma de inteligência artificial desenvolvida para o setor de viagens, com o objetivo de acelerar a transformação operacional e ampliar a eficiência do atendimento ao cliente. A colaboração já está gerando resultados e será expandida gradualmente para as divisões de viagens corporativas, lazer e eventos do grupo.

A iniciativa faz parte de uma visão de longo prazo que posiciona a empresa entre as organizações de turismo mais avançadas da Europa na aplicação de IA para experiência do cliente. Ao automatizar tarefas repetitivas, a empresa busca liberar tempo das equipes para atividades estratégicas e para a criação de experiências personalizadas para viajantes.

“A IA não é uma tendência — é uma ferramenta estratégica”, afirmou José Manuel Sánchez, Chief Transformation Officer do Grupo Travel Live. “Ao automatizar tarefas repetitivas, permitimos que nossos consultores foquem no que realmente importa: criar experiências de viagem excepcionais.”

A primeira fase do projeto foi implementada na divisão corporativa Nautalia Empresas, com foco na otimização do atendimento e na gestão de solicitações de clientes. Em poucas semanas, soluções baseadas em IA passaram a reduzir tempos de resposta e a diminuir a carga operacional dos agentes, preparando o terreno para a expansão da tecnologia em todo o grupo.

“Desde o início, ficou claro para nós que a IA poderia ajudar nossas equipes a responder com mais rapidez e qualidade. Essa iniciativa fortalece nossa capacidade de atender o cliente — não de substituí-lo”, afirmou Rosa María Martín, Directora de Operações da Nautalia Empresas. A executiva também destacou os ganhos iniciais: “Observamos melhorias reais na eficiência do atendimento. O Agente de IA atua como um copiloto invisível, apoiando nossas equipes e permitindo que se concentrem no viajante — e não na caixa de entrada.”

A próxima etapa da iniciativa prevê a automação de processos recorrentes de back-office, com o objetivo de aumentar a agilidade operacional e a escalabilidade dos serviços. “Nosso roteiro é muito claro. Estamos construindo um modelo híbrido em que pessoas e inteligência artificial trabalham lado a lado para aumentar a velocidade, a qualidade e nossa capacidade de escalar em cada ponto de contato com o cliente”, afirmou Cecilio Martell, Diretor da Nautalia Empresas.

O acordo também abrange todo o portfólio do Grupo Travel Live, garantindo experiências consistentes e inovadoras em suas diferentes marcas e linhas de negócio. Para a Acai Travel, a parceria representa um exemplo de implementação real de inteligência artificial em escala. “A Nautalia está mostrando como é a verdadeira liderança visionária. Isso não é um piloto. É IA já em produção — gerando impacto real e evoluindo rapidamente”, afirmou Pavel Pratyush, CTO da Acai Travel.

Sobre as empresas

A Acai Travel desenvolve soluções de automação baseadas em IA para TMCs, OTAs, companhias aéreas e operadoras de turismo, com integração a plataformas como Microsoft Dynamics, Zendesk e Genesys. Já o Grupo Travel Live reúne marcas internacionais de turismo, lazer e entretenimento, consolidando uma estratégia cada vez mais orientada por dados, automação e personalização da jornada do viajante.

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Redação
IHG
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05/02/2026

Oracle OPERA Cloud é aprovado pela IHG para modernizar gestão de hotéis

  • IHG Hotels & Resorts aprova o Oracle OPERA Cloud como sistema de gestão de propriedades em nuvem.
  • Plataforma será utilizada em hotéis das Américas e da região EMEAA.
  • Solução promete padronização de dados, ganho operacional e melhoria da experiência do hóspede.
  • Ferramenta já opera com conformidade fiscal em 236 países e territórios.

A IHG Hotels & Resorts aprovou a plataforma Oracle OPERA Cloud como sistema de gestão de propriedades (PMS) baseado em nuvem para hotéis da rede nas Américas e na região EMEAA (Europa, Oriente Médio, África e Ásia). A decisão amplia o portfólio de soluções tecnológicas autorizadas pela rede e permite que franqueados e proprietários adotem ferramentas alinhadas às demandas operacionais e estratégicas de cada empreendimento.

Com a aprovação, a Oracle passa a integrar a lista exclusiva de fornecedores de PMS homologados pela IHG, fortalecendo a digitalização da gestão hoteleira e incentivando a adoção de tecnologias em nuvem voltadas para eficiência operacional e experiência do hóspede.

A plataforma OPERA Cloud oferece recursos desenvolvidos para atender desde hotéis independentes até portfólios complexos e redes internacionais, permitindo que propriedades centralizem dados e operações em uma única solução. A padronização facilita análises estratégicas, aumenta a visibilidade de indicadores e contribui para interações mais consistentes e personalizadas com hóspedes e membros de programas de fidelidade.

“Orgulhamo-nos de aprofundar nossa longa colaboração com a IHG para entregar tecnologias de nuvem inovadoras aos seus franqueados. O OPERA Cloud oferece um conjunto comprovado, escalável e altamente intuitivo que promove decisões baseadas em dados, simplifica operações e proporciona experiências aprimoradas tanto para hóspedes quanto para a equipe”, afirma Alex Alt, vice-presidente executivo e gerente geral da Oracle Commercial Cloud Applications.

Segundo a IHG, a adoção de soluções em nuvem integra uma estratégia mais ampla de modernização tecnológica e ganho de desempenho em toda a rede global. “Estamos em uma jornada empolgante rumo a novas soluções de sistemas de gestão de propriedades baseadas em nuvem na IHG. A plataforma Oracle OPERA Cloud traz recursos avançados que contribuirão para o desempenho do nosso portfólio, incluindo as propriedades IHG mais complexas”, declara Jolie Fleming, Chief Product & Technology Officer da IHG Hotels & Resorts.

A Oracle destaca que o OPERA Cloud oferece confiabilidade em nível empresarial, login único seguro e atualizações contínuas, realizadas trimestralmente, permitindo que hotéis mantenham padrões operacionais elevados com menor necessidade de intervenção técnica. Atualmente, a solução já é utilizada com suporte a conformidade fiscal em 236 países e territórios, reforçando sua atuação global.

Com mais de quatro décadas de atuação no setor de hospitalidade, a Oracle desenvolve tecnologias voltadas para hotéis independentes, redes internacionais, cassinos e cruzeiros. Suas plataformas em nuvem e soluções móveis, integradas por APIs abertas, buscam acelerar a inovação, ampliar receitas e aumentar a eficiência operacional em um mercado cada vez mais orientado por dados e personalização da experiência do viajante.

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Redação
homem, aeroporto, celular
NEWS
04/02/2026

Turismo de negócios bate recorde e fatura R$ 13,7 bilhões em 2025, aponta Abracorp

  • Turismo de negócios no Brasil faturou R$ 13,7 bilhões em 2025, maior valor da história
  • Serviços aéreos e hotelaria concentram quase 90% da receita do setor corporativo
  • Segmentos como cruzeiros corporativos, transfers e transporte rodoviário registraram forte crescimento
  • Abracorp projeta novo recorde em 2026, com faturamento estimado em R$ 14 bilhões

O turismo de negócios no Brasil alcançou, em 2025, o maior faturamento de sua história, totalizando cerca de R$ 13,7 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp). O resultado supera o recorde registrado em 2024, quando o setor movimentou aproximadamente R$ 13,6 bilhões.

O levantamento acompanha o desempenho de 11 segmentos do mercado de viagens corporativas e reforça o papel estratégico do setor como vetor econômico, com impacto direto na geração de emprego, renda e inovação em serviços ligados à mobilidade corporativa.

Serviços aéreos e hotéis lideram o faturamento

Entre os segmentos analisados, os serviços aéreos foram responsáveis pela maior fatia da receita em 2025, concentrando 57,51% do faturamento total do mercado corporativo. O volume financeiro do segmento chegou a R$ 7,87 bilhões, impulsionado pela retomada consistente das viagens a trabalho e pela maior demanda por deslocamentos nacionais e internacionais.

Na sequência, o setor de hotéis corporativos registrou faturamento de R$ 4,2 bilhões, respondendo por cerca de 31% da receita total. O desempenho reflete a recuperação do mercado de hospedagem voltado ao público corporativo, com maior ocupação e avanço na adoção de tecnologias de gestão e reservas.

Já os demais serviços, que incluem produtos complementares às viagens de negócios, como locação de veículos e soluções logísticas, somaram R$ 893,35 milhões, o equivalente a 6,53% do faturamento consolidado.

Segmentos complementares aceleram crescimento

Além dos principais pilares do setor, outros segmentos apresentaram crescimento expressivo em 2025 na comparação com o ano anterior. As operações de cruzeiros corporativos avançaram 44,97%, enquanto os serviços de transfer cresceram 25,36%.

O transporte rodoviário corporativo também teve desempenho positivo, com alta de 14,89%, e os demais serviços complementares registraram expansão de 17,13% no comparativo anual, indicando uma diversificação das soluções utilizadas pelas empresas.

Perspectivas para 2026

Para 2026, a Abracorp projeta estabilidade com leve crescimento, estimando um faturamento em torno de R$ 14 bilhões. O cenário aponta para novas oportunidades em toda a cadeia do turismo corporativo, impulsionadas por digitalização, uso de dados, automação e soluções tecnológicas voltadas à eficiência na gestão de viagens empresariais.

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Redação
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AIBooking EngineTravel TechViagens Corporativas
03/02/2026

Onfly abre mais de 230 vagas e projeta crescimento de 50% no time até 2026

  • Onfly abre mais de 230 vagas em Belo Horizonte e São Paulo
  • Plano de expansão prevê crescimento de mais de 50% no quadro de colaboradores até 2026
  • Contratações acompanham investimentos em tecnologia e inteligência artificial
  • Empresa recebeu aporte de R$ 240 milhões em 2025 para acelerar estratégia de crescimento

A Onfly iniciou 2026 com um plano robusto de expansão que combina investimentos em tecnologia, inteligência artificial e crescimento acelerado da equipe. Como parte dessa estratégia, a empresa anunciou a abertura de mais de 230 vagas em áreas como tecnologia, marketing, comercial, sucesso do cliente, eventos e jurídico.

As oportunidades estão concentradas principalmente em Belo Horizonte (MG), onde fica a sede da companhia, mas também há vagas em São Paulo (SP). A iniciativa acompanha o momento de expansão da empresa após o aporte de R$ 240 milhões recebido em 2025, em rodada Série B liderada pelo fundo norte-americano Tidemark.

Com o plano de contratações, a Onfly projeta ultrapassar 1.250 colaboradores até o fim de 2026, o que representa um crescimento superior a 50% em relação ao último ano.

“Celebramos a conquista de um ritmo acelerado e escalável do nosso negócio. A chegada de novos profissionais no time vai ajudar a dar ainda mais tração ao nosso crescimento, contribuindo com nossa projeção nacional e internacional”, afirma João Amorim, CHRO da Companhia.

Perfil buscado e benefícios oferecidos

Segundo Amorim, a empresa busca profissionais com perfil dinâmico, proativo e com capacidade de atuar com protagonismo, além de habilidades comportamentais alinhadas à cultura da organização.

“Sempre buscamos ajudar e impulsionar ciclos de formação para todos os colaboradores, seja por meio de cursos ou experiências práticas para o desenvolvimento de novas skills. Também levamos em conta o senso de adaptabilidade, além de uma comunicação clara e eficaz, contribuindo positivamente para o trabalho em equipe e para os resultados da organização”, pontua Amorim.

A Onfly adota um ambiente de trabalho com conceito “no dress-code” e oferece um pacote de benefícios que inclui seguro de vida, plano de saúde, vale-alimentação, vale-transporte, além de serviços voltados à saúde e bem-estar, como Gympass, Total Pass e Vittude. O time também tem acesso a descontos em graduação e pós-graduação pela UNA e UNIBH, além de bolsas de até 90% para cursos de idiomas.

A empresa também vem se consolidando como referência em Gente & Gestão, tendo sido mencionada na lista LinkedIn Top Startups 2025 – Edição Cidades, em Belo Horizonte. Mais informações sobre as vagas podem ser encontradas nos canais oficiais da companhia.

Sobre a Onfly

Fundada como uma travel tech B2B, a Onfly atende atualmente mais de 2.500 clientes, oferecendo uma plataforma tecnológica para gestão completa de viagens e despesas corporativas. A solução permite desde o controle de gastos simples, como despesas em aeroportos, até a gestão de passagens aéreas, hotéis, carros e ônibus, com foco em redução de custos, transparência e eficiência.

A empresa recebeu R$ 80 milhões em investimentos em 2023, em rodada liderada pela Left Lane Capital e pela Cloud9 Capital. Em 2024, lançou a Onfly Corporate, solução voltada ao segmento enterprise. Já em abril de 2025, anunciou a captação de R$ 240 milhões em uma rodada Série B.

Além de desenvolver tecnologia própria, a Onfly é pioneira no uso de ferramentas de combate a fraudes no setor, sendo a primeira e única empresa no Brasil a implementar a funcionalidade “spend control” no mercado de viagens corporativas, permitindo que empresas configurem regras específicas de uso para cada cartão corporativo.

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Redação
Elderly people arriving in hotel lobby
AIBooking EngineNEWS
02/02/2026

Airbnb cria equipe global de hotéis e mira concorrência direta com as OTAs

  • Airbnb cria uma equipe dedicada a hotéis para acelerar expansão no setor
  • Empresa nomeia novo líder global para hotéis e contrata executivo veterano da Booking.com
  • Estratégia mira concorrer diretamente com OTAs como Booking.com e Expedia
  • Plataforma avalia como exibir hotéis ao lado de aluguéis por temporada
  • Movimento sinaliza que hotéis podem se tornar o maior vetor de crescimento da Airbnb

O Airbnb deu dois passos importantes para fortalecer sua atuação no setor hoteleiro, sinalizando uma ofensiva direta contra as online travel agencies (OTAs). A empresa anunciou a criação de uma equipe dedicada a hotéis, com a nomeação de um novo líder global e a contratação de um executivo veterano da Booking.com.

O atual chefe global de real estate da Airbnb, Jesse Stein, assumiu o recém-criado cargo de head of hotels, mantendo simultaneamente sua função anterior. O anúncio foi feito pelo próprio executivo em uma publicação no LinkedIn. Antes de ingressar na Airbnb, em 2020, Stein passou cinco anos na KHP Capital Partners e atuou, entre 2009 e 2015, em posições de desenvolvimento no Wyndham Hotel Group e na Kimpton Hotels.

Segundo Stein, suas prioridades no novo cargo incluem construir parcerias com hotéis, estruturar uma equipe dedicada ao segmento e definir como os hotéis serão apresentados dentro da plataforma da Airbnb. “Os hotéis foram uma parte fundamental da minha carreira, e acredito que há uma oportunidade significativa de levar o melhor da hospitalidade boutique e independente para uma audiência global”, escreveu. O executivo também incentivou proprietários, operadores e líderes do setor hoteleiro a entrarem em contato diretamente com ele.

Ex-executivo da Booking.com reforça estratégia

Como parte da nova estrutura, a Airbnb contratou em janeiro Lou Zameryka como global head, hotel enterprise and connectivity partnerships. Com quase duas décadas de experiência na Booking.com, Zameryka é visto como um nome estratégico para ampliar o relacionamento da Airbnb com hotéis, especialmente na América do Norte. Ele se reportará diretamente a Stein e também anunciou sua chegada à empresa pelo LinkedIn.

Um veterano da indústria, que preferiu não se identificar, afirmou: “Não consigo pensar em alguém na hotelaria mais bem conectado do que Lou.”

Zameryka foi um dos primeiros contratados da Booking.com na América do Norte, onde trabalhou por quase 20 anos, encerrando sua trajetória em agosto de 2023 como diretor de contas globais. Ele também já presidiu o capítulo de Nova York da HSMAI, associação focada em tecnologia para hotelaria. Segundo um ex-colega familiarizado com seu histórico, Zameryka liderou negociações com grandes redes hoteleiras, além de trabalhar com proprietários e empresas de gestão.

“Estou aqui para ajudar a liderar nosso avanço na distribuição hoteleira — contribuindo com minha experiência e energia para construir uma plataforma onde viajantes possam reservar a melhor seleção global de estadias autênticas, acolhedoras e memoráveis, incluindo hotéis, lodges, inns, resorts e muito mais”, escreveu Zameryka. Seu papel inclui convencer hotéis a enxergar a Airbnb como um canal de distribuição relevante e estratégico.

Reforço com ex-CEO da Radisson Americas

A Airbnb também adicionou recentemente Jim Alderman, ex-CEO da Radisson Hotel Group Americas, em um cargo voltado ao desenvolvimento de negócios, com foco em recrutamento de oferta, gestão de parceiros e estratégias de crescimento de longo prazo. Alderman, que já atuou como chief development officer da Extended Stay America e da Kimpton Hotels, entrou na Airbnb em junho de 2024, inicialmente concentrado no segmento de condomínios.

Como os hotéis vão aparecer na Airbnb?

Um dos principais desafios para a nova liderança será definir como os hotéis serão exibidos na plataforma. As listagens ficarão separadas das acomodações tradicionais da Airbnb ou serão integradas aos aluguéis por temporada? A Booking.com, por exemplo, adota a segunda estratégia e a considera uma vantagem competitiva.

Outra decisão da companhia envolve o escopo da oferta hoteleira. O Airbnb pode optar por focar em hotéis boutique e independentes, especialmente em mercados onde a regulamentação limita os aluguéis de curto prazo, ou avançar para parcerias com grandes redes, enfrentando diretamente Booking.com e Expedia no coração do mercado de distribuição hoteleira.

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Redação
sabre
AINEWS
30/01/2026

Sabre investe na BizTrip AI para gestão de viagens corporativas

  • Empresas vão desenvolver assistentes de viagem corporativa baseados em IA agêntica
  • Solução promete automatizar reservas complexas, itinerários e políticas corporativas
  • Integração combina APIs da Sabre com o modelo proprietário de IA da BizTrip AI
  • Movimento destaca aposta da Sabre na IA como novo canal de distribuição no turismo

A Sabre anunciou um investimento minoritário e uma parceria estratégica com a BizTrip AI, startup especializada em assistentes de viagem corporativa baseados em inteligência artificial. O objetivo é desenvolver e lançar uma nova geração de assistentes corporativos de IA, capazes de gerenciar reservas complexas, itinerários personalizados e automatizar políticas de viagens empresariais.

A iniciativa é voltada a travel management companies (TMCs), companhias aéreas, hotéis e clientes corporativos, ampliando o uso de IA agêntica no ecossistema global de viagens. A parceria combina as APIs agênticas da Sabre e seu Model Context Protocol (MCP) com o modelo proprietário de linguagem (LLM) e as capacidades de IA agêntica da BizTrip AI.

A Sabre vem acelerando seus investimentos em inteligência artificial desde o segundo semestre de 2025. Em setembro, a empresa lançou APIs preparadas para IA agêntica, seguidas, em novembro, por uma solução de chat com IA generativa para companhias aéreas.

Durante a teleconferência de resultados do terceiro trimestre de 2025, o presidente e CEO da Sabre, Kurt Ekert, afirmou que a IA agêntica deve emergir como um novo canal, com potencial para ganhar participação tanto de intermediários quanto do canal direto dos fornecedores. Poucas semanas depois, no Phocuswright Conference 2025, Ekert reforçou que a empresa pretende “jogar de forma agressiva” no cenário de IA.

Segundo Garry Wiseman, chief product officer da Sabre Corporation, a parceria reforça a estratégia da empresa no avanço tecnológico do setor. “A expertise da Sabre em viagens, o ritmo de transformação e nossa ampla nuvem de dados impulsionam inovações de ponta para parceiros como a BizTrip AI e suas soluções agênticas sofisticadas”, afirmou.

“Além disso, nosso investimento minoritário reflete nossa confiança no potencial transformador da IA agêntica e nosso compromisso em fomentar a inovação em todo o ecossistema de viagens.”

Do lado da BizTrip AI, o cofundador e CTO Scott Persinger destacou a sinergia técnica entre as plataformas.

“A sinergia técnica entre a robusta tecnologia de marketplace da Sabre e o nosso Travel Brain AI cria possibilidades sem precedentes”, disse.

“A plataforma SabreMosaic e os MCPs fornecem a base escalável de que precisamos para atender milhares de TMCs globalmente, enquanto nossa IA agêntica entrega a personalização e a automação que viajantes e gestores de viagens modernos exigem. Isso é IA corporativa em escala global.”

A BizTrip AI, selecionada como uma das PhocusWire Hot 25 Travel Startups para 2026, desenvolveu um modelo proprietário de linguagem capaz de aprender a partir de padrões de reserva, políticas corporativas e preferências de viagem, oferecendo soluções cada vez mais personalizadas para o mercado corporativo.

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Redação
openai
AIBooking EngineNEWS
29/01/2026

Publicidade chega ao ChatGPT e pode mudar o marketing de viagens; entenda

  • OpenAI inicia testes de anúncios no ChatGPT, segundo reportagem da Skift
  • Publicidade será exibida dentro das conversas, com foco em intenção do usuário
  • Viagens e turismo despontam como setores estratégicos para a plataforma
  • OpenAI afirma que não venderá dados pessoais nem histórico de conversas
  • Especialistas veem impacto direto na descoberta e decisão de viagens

A OpenAI anunciou que começará a testar anúncios no ChatGPT para usuários adultos logados nos Estados Unidos, marcando uma mudança relevante em seu modelo de monetização. A informação foi divulgada em reportagem da Skift, especializada em tecnologia e mercado de viagens.

Segundo a publicação, a iniciativa atingirá inicialmente os planos ChatGPT Free e o recém-lançado ChatGPT Go, enquanto as versões Plus, Pro, Business e Enterprise permanecerão sem publicidade.

Em comunicado, a OpenAI afirmou: “Nas próximas semanas, planejamos começar a testar anúncios nos níveis Free e Go do ChatGPT. Estamos compartilhando nossos princípios desde cedo sobre como abordaremos os anúncios — guiados por colocar a confiança do usuário e a transparência em primeiro lugar, enquanto trabalhamos para tornar a IA acessível a todos.”

De acordo com a empresa, os anúncios serão exibidos na parte inferior das respostas, apenas quando produtos ou serviços forem relevantes ao tema da conversa, e aparecerão claramente identificados como conteúdo patrocinado, separados das respostas geradas pela inteligência artificial.

Ainda segundo a Skift, a OpenAI não detalhou como os anunciantes poderão adquirir esses espaços, se por modelo self-service, gerenciado ou por leilão, mas reforçou que não venderá dados pessoais nem históricos específicos de conversas. Os anúncios serão restritos a usuários adultos nos EUA e não aparecerão em temas sensíveis, como saúde, saúde mental ou política.

Embora viagens e turismo não tenham sido listados entre os temas restritos, um dos exemplos apresentados pela OpenAI indica o potencial do setor. A empresa exibiu um mockup com anúncio de hospedagem integrado a uma conversa sobre planejamento de viagem para Santa Fe, sugerindo que o segmento deve ser impactado diretamente.

Impacto no setor de viagens

Para a indústria de viagens, a introdução de anúncios no ChatGPT representa a criação de um novo canal de distribuição baseado em intenção. Conforme destaca a Skift, quando um usuário solicita recomendações de hotéis em destinos como Londres ou Santa Fe, links patrocinados de hotéis, OTAs ou plataformas de reserva podem surgir no momento de maior propensão à conversão.

A expansão do plano ChatGPT Go, que será disponibilizado globalmente, amplia esse cenário. O plano oferece acesso ao modelo GPT-5.2 Instant, além de dez vezes mais mensagens, uploads de arquivos, geração de imagens e memória mais longa em comparação à versão gratuita. Com mais contexto sobre o usuário, cresce o potencial de segmentação publicitária, ainda que dentro de limites de privacidade.

Especialistas ouvidos pela Skift apontam preocupações sobre a linha tênue entre respostas neutras e influência comercial, em um modelo que lembra os anúncios integrados a ferramentas de busca baseadas em IA, formato que já enfrenta questionamentos regulatórios em outros mercados.

A OpenAI também estuda formatos mais interativos, permitindo que usuários façam perguntas diretamente dentro dos anúncios, o que pode aproximar o ChatGPT do papel exercido historicamente pelo Google na descoberta inicial de viagens.

Com a publicidade integrada às conversas, o controle da intenção de viagem passa a fazer parte da própria interface, alterando a forma como destinos, hotéis e serviços turísticos se conectam aos consumidores.

A decisão representa uma mudança de postura do CEO Sam Altman, que no passado demonstrou ceticismo em relação à publicidade como modelo de negócios, ao afirmar que a ideia de “ads-plus-AI” era “unicamente perturbadora”.

Ainda assim, como lembra a Skift, Altman já havia sinalizado que a expansão da infraestrutura de IA — incluindo chips e data centers — pode exigir investimentos de trilhões de dólares, o que ajuda a explicar a busca por novas frentes de monetização.

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Redação
Curitiba
DestinosNEWS
28/01/2026

Relatório do MTur mostra como tecnologia impacta o turismo brasileiro

  • Ministério do Turismo lança publicação que mapeia o avanço dos Destinos Turísticos Inteligentes (DTI) no Brasil
  • Documento posiciona o país como referência em transformação digital do turismo na Ibero-América
  • Modelo DTI Brasil é apresentado como política pública estratégica, com nove eixos estruturantes
  • Iniciativa destaca cidades brasileiras que avançam em inovação, sustentabilidade e turismo inteligente

O Ministério do Turismo (MTur), em parceria com o Instituto Cidades do Futuro e a Associação Nacional dos Secretários e Dirigentes Municipais de Turismo (Anseditur), lançou a publicação “Avanço do Modelo de Destinos Turísticos Inteligentes no Brasil”. O documento analisa a evolução da estratégia de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI) no país, reunindo resultados já alcançados e diretrizes para ampliar a competitividade e a inovação no turismo nacional.

A publicação é fruto de um processo colaborativo e multissetorial, que contou também com contribuições de instituições internacionais, como a SEGITTUR, da Espanha, e a Rede Ibero-Americana de Destinos Turísticos Inteligentes (RIDTI). O objetivo central é fortalecer a gestão pública do turismo por meio do uso estratégico da tecnologia, da inovação e de dados, alinhando o Brasil às melhores práticas globais do setor.

Um dos destaques do relatório é o fato de o Brasil ter se tornado o primeiro país da região a desenvolver um modelo de DTI “tropicalizado”, adaptado às características econômicas, sociais e territoriais nacionais. O Modelo DTI Brasil é estruturado a partir de nove eixos estratégicos: Governança, Acessibilidade, Segurança, Inovação, Promoção e Marketing, Mobilidade e Transporte, Tecnologia, Criatividade e Sustentabilidade.

De acordo com o documento, o conceito de Destinos Turísticos Inteligentes vai além da adoção de soluções tecnológicas. Trata-se de uma política pública estruturante, capaz de gerar impactos positivos tanto na qualidade de vida da população local quanto na experiência dos turistas, promovendo desenvolvimento econômico, inclusão e sustentabilidade.

O relatório também destaca experiências bem-sucedidas no país. Em 2024, Curitiba foi eleita a cidade mais inteligente do mundo no World Smart City Awards, reconhecimento atribuído à combinação de soluções ecológicas, planejamento urbano eficiente e crescimento socioeconômico. A capital paranaense se consolida como referência nacional e internacional em desenvolvimento urbano sustentável.

Outros destinos brasileiros também avançam na agenda de turismo inteligente. Foz do Iguaçu, Goiânia, Ponta Grossa, Santos, Joinville, Vila Velha, Fortaleza, São Luís, Gramado e Bonito receberam a certificação DTI em Transformação, enquanto Belo Horizonte foi reconhecida por iniciativa própria ao adotar a metodologia DTI Brasil.

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Redação
globalnomadpass
NEWS
27/01/2026

Parceria une AEGEAN e Global Nomad Pass para incentivar trabalho remoto

  • AEGEAN Airlines se une ao Global Nomad Pass e ao WORKFROMGREECE.GR em parceria inédita
  • Programa oferece 20% de desconto em voos para viajantes que passam um período na Grécia
  • Benefício é voltado a nômades digitais, trabalhadores remotos e viajantes de longa duração
  • Iniciativa reforça a Grécia como destino para viver, trabalhar e viajar ao longo do ano

A AEGEAN Airlines anunciou uma parceria inédita com o Global Nomad Pass (GNP) e a iniciativa WORKFROMGREECE.GR, voltada à promoção da Grécia como destino para trabalho remoto e estadias prolongadas. A colaboração passa a oferecer 20% de desconto em voos para viajantes que escolhem o país como parte de sua jornada, incluindo nômades digitais e profissionais que trabalham de forma remota.

O programa amplia a parceria WORKFROMGREECE.GR × Global Nomad Pass, lançada em junho de 2025, e permite que participantes elegíveis tenham acesso ao desconto em voos de ida ou ida e volta em toda a rede da AEGEAN e da Olympic Air. A oferta é exclusiva para viajantes que resgatem gratuitamente o Global Nomad Pass, disponibilizado pelo WORKFROMGREECE.GR.

Avaliado em US$ 79,99, o passe dá acesso a descontos de até 30% em mais de 75 estabelecimentos locais selecionados em cinco cidades gregas — Atenas, Tessalônica, Chania, Ioannina e Kalamata — além de mais de 500 parceiros em 25 destinos ao redor do mundo.

“Essa parceria ampliada leva nossa missão um passo adiante. Começamos recompensando viajantes por apoiarem negócios locais em toda a Grécia. Agora, com a AEGEAN, as recompensas se estendem também ao transporte aéreo. Juntos, estamos construindo um novo tipo de experiência de viagem, que conecta os viajantes à vida local desde o momento em que reservam o voo”, afirmou Safir Jamal, CEO do Global Nomad Pass.

A entrada da AEGEAN na iniciativa também foi destacada pela Marketing Greece, organização responsável pelo WORKFROMGREECE.GR.

“A participação da AEGEAN marca mais um marco em nossa colaboração e em nossa visão compartilhada. Ela reforça o compromisso tanto da AEGEAN quanto da iniciativa da Marketing Greece, o WORKFROMGREECE.GR, em fortalecer a atratividade da Grécia como destino para todos os visitantes, incluindo trabalhadores remotos”, disse Nikos Diamantopoulos, gerente-geral da Marketing Greece.

Como funciona o programa

Viajantes que já estejam na Grécia ou que tenham uma reserva confirmada para o país nos próximos 12 meses podem acessar a plataforma do programa para verificar a elegibilidade. Aqueles que atendem aos critérios podem resgatar gratuitamente uma assinatura de um ano do Global Nomad Pass. Quem já possui o passe pode solicitar um código exclusivo e de uso único para obter o desconto de 20% nos voos da AEGEAN.

O benefício é válido para tarifas Economy Comfort Flex Fare, que incluem uma bagagem despachada de 23 kg, um item pessoal e outros benefícios conforme as regras tarifárias da companhia. Cada membro do Global Nomad Pass tem direito a um único código, válido para uma reserva (ida ou ida e volta), com viagens realizadas até 15 de outubro de 2026. O desconto se aplica a voos de, para ou via Grécia.

Estratégia de turismo sustentável e conexão local

Para a AEGEAN, a iniciativa reflete uma estratégia mais ampla de tornar as viagens mais acessíveis e, ao mesmo tempo, fortalecer economias locais por meio de parcerias sustentáveis.

“A participação da AEGEAN no programa Global Nomad Pass é implementada em colaboração com o WORKFROMGREECE.GR, uma iniciativa inovadora da Marketing Greece. Essa colaboração está totalmente alinhada à nossa estratégia de apoiar ações que promovam o desenvolvimento do turismo sustentável e apresentem a Grécia como um destino moderno para trabalho e residência ao longo de todo o ano. Por meio da rede da AEGEAN, facilitamos o acesso aos destinos gregos e fortalecemos a conexão dos viajantes com as comunidades locais”, afirmou Marina Valvi, diretora de Assuntos Corporativos e Comunicação da AEGEAN.

“É assim que enxergamos o futuro das viagens. Não apenas sobre para onde você vai, mas sobre o impacto positivo que você gera — desde o momento da reserva até o pouso”, acrescentou Jamal.

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Redação
blisai
AIBooking EngineGestão de Viagens CorporativasIntegradoresTECH
26/01/2026

Com foco em automação inteligente, Blis AI cria sistema para reduzir custos no travel B2B

  • Blis AI lança o primeiro VTES (Vertical Travel & Expense System) do mercado, integrando atendimento, emissão, políticas e despesas em um único fluxo com IA
  • Plataforma nasce para reduzir custos operacionais, eliminar processos manuais e dar escala ao turismo corporativo
  • Tecnologia utiliza agentes de IA especializados em travel, conectados a GDS, políticas corporativas e sistemas financeiros
  • Go-to-market previsto para o 1º trimestre de 2026, com foco inicial no Brasil e expansão para EUA e Europa

A Blis AI surge com a proposta de atacar um dos principais gargalos da indústria de turismo B2B: a dependência de processos manuais, o atendimento fragmentado e o uso de sistemas que não se integram. A empresa desenvolveu o que define como o primeiro VTES (Vertical Travel & Expense System) do mercado, uma plataforma que unifica atendimento, emissão, políticas corporativas, despesas e backoffice financeiro em um único fluxo operado por agentes de inteligência artificial.

A origem da startup está diretamente ligada a uma dor estrutural do setor. O CEO e cofundador Rafael Cohen construiu sua carreira dentro da indústria de turismo, atuando em áreas estratégicas como M&A e Revenue no maior ecossistema de turismo da América Latina. Ao longo desse percurso, vivenciou de perto os custos elevados, a sobrecarga operacional e as dificuldades de escalar operações sem comprometer a eficiência.

A percepção de que o problema não era apenas de processo, mas de tecnologia mal aplicada, levou Cohen a se unir a Luiz Felipe Antunes e Rodrigo Cioffi, profissionais com experiência em tecnologia e inteligência artificial, com quem já havia empreendido anteriormente. O trio compartilha uma visão de longo prazo e a convicção de que a IA precisa ser aplicada de forma prática, segura e integrada ao core do negócio. Assim nasceu a Blis AI, criada por quem conhece profundamente as dores do mercado e domina as ferramentas tecnológicas capazes de transformá-lo.

Diferentemente de soluções pontuais comuns no ecossistema de travel tech, a Blis AI não se posiciona como mais uma ferramenta isolada. Sua proposta é reorganizar toda a operação de viagens a partir de agentes inteligentes que atuam 24×7, integrando, em um único fluxo, canais de atendimento, GDS, políticas corporativas e sistemas financeiros.

Na prática, isso se traduz em redução significativa de custos operacionais, eliminação de gargalos humanos e maior previsibilidade. Enquanto um atendimento humano costuma lidar com 12 a 15 processos por dia, os agentes da Blis conseguem processar até quatro vezes mais, com consistência e sem erros manuais. Mais do que automação, a empresa propõe uma nova lógica operacional, baseada em sistemas que compreendem contexto, aprendem com dados e executam tarefas complexas sem retrabalho ou dependência de múltiplas áreas.

Essas soluções endereçam problemas que ainda persistem no turismo corporativo. Apesar dos avanços tecnológicos, grande parte das operações segue funcionando de forma manual, com solicitações feitas por e-mail ou telefone, o que gera filas, erros e custos elevados. Atualmente, o custo médio de um processo humano gira em torno de R$18, e cerca de 60% das solicitações acontecem fora de sistemas estruturados, impactando diretamente a experiência do cliente e as margens das agências.

Para enfrentar esse cenário, a Blis AI utiliza agentes de IA especializados em turismo para executar tarefas como emissão, alteração e cancelamento de viagens, aplicação automática de políticas, aprovação de solicitações e geração de insights operacionais. Diferentemente de chatbots genéricos, esses agentes operam de forma integrada aos sistemas do cliente, entendendo regras de negócio, contexto da viagem e perfil do viajante. A plataforma também oferece dashboards em tempo real para viajantes, gestores e agências, ampliando a visibilidade sobre custos, compliance e performance.

A Blis AI é direcionada principalmente a agências de viagens corporativas e de lazer, consolidadoras e operadoras com alto volume transacional, segmentos que enfrentam maiores desafios de escala e eficiência operacional.

Para os próximos anos, a empresa prevê a consolidação dos fluxos de hotel e aéreo, a expansão dos módulos financeiros e de analytics e o lançamento oficial go-to-market no primeiro trimestre de 2026. O foco inicial será o mercado brasileiro, com planos de expansão para Estados Unidos e Europa, acompanhando clientes globais e consolidadoras internacionais.

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Redação
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NEWSSem categoria
23/01/2026

China abre investigação antitruste contra a Trip.com por supostas práticas monopolistas

  • Trip.com Group é alvo de investigação antitruste na China por supostas práticas monopolistas
  • Autoridades chinesas apuram abuso de posição dominante no mercado de viagens online
  • Após a notícia, ações da empresa despencaram até 20% em Hong Kong

A Trip.com Group, uma das maiores empresas globais de viagens online, passou a ser investigada por autoridades chinesas em um processo antitruste que apura possíveis práticas monopolistas e abuso de posição dominante no mercado local.

De acordo com um comunicado da Administração Estatal para Regulação do Mercado da China, o caso foi aberto após verificações preliminares conduzidas em conformidade com a lei antimonopólio do país. O órgão regulador, no entanto, não divulgou detalhes adicionais sobre o escopo ou a duração da investigação.

Em resposta à abertura do processo, a Trip.com afirmou que irá “cooperar com a investigação” e que suas operações comerciais seguem normalmente, apesar do escrutínio regulatório.

Impacto imediato no mercado financeiro

A notícia da investigação teve forte repercussão no mercado financeiro. Segundo a CNBC, as ações da Trip.com listadas em Hong Kong caíram quase 20%, registrando o pior desempenho diário da empresa desde sua abertura de capital, em 2021. Já em Nova York, os papéis negociados nos Estados Unidos encerraram o pregão com queda de cerca de 17%.

Resultados recentes contrastam com investigação

A apuração ocorre poucos meses após a empresa divulgar resultados financeiros robustos. No relatório de resultados do terceiro trimestre, publicado em novembro, a Trip.com informou um crescimento anual de 60% nas reservas internacionais em sua plataforma de agência de viagens online, além de um aumento de 100% nas reservas de viagens receptivas.

No mesmo período, a companhia registrou receita líquida de US$ 2,6 bilhões, alta de 16% na comparação anual, enquanto o EBITDA ajustado alcançou US$ 892 milhões, reforçando o bom desempenho operacional do grupo.

A investigação antitruste adiciona um novo elemento de atenção para o setor de distribuição digital de viagens, especialmente em um momento de forte recuperação da demanda e crescente concentração de mercado entre grandes plataformas globais.

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Redação
SKYscanner
AIBooking EngineDestinos
22/01/2026

Skyscanner lança ferramenta que revela os destinos mais baratos para viajar em cada mês

O Skyscanner anunciou o lançamento do Cheapest Destination Planner, uma nova ferramenta que permite identificar, mês a mês, quais são os destinos mais baratos para viajar em 2026. A funcionalidade mostra o preço médio das passagens aéreas, além dos dias mais econômicos para embarcar, ajudando os viajantes a tomarem decisões mais estratégicas diante de um cenário de preços voláteis.

A novidade se baseia em um levantamento da plataforma que reforça o peso do orçamento no planejamento de viagens. Segundo os dados, 77% dos brasileiros planejam viajar para o exterior em 2026, mas o custo também é apontado como o principal motivo de estresse para a mesma proporção de viajantes.

Destinos mais baratos para viajar em 2026

Com base em bilhões de buscas realizadas na plataforma e no preço médio de passagens aéreas de ida e volta em classe econômica ao longo de 2026, o Skyscanner mapeou os destinos com melhor custo-benefício para o próximo ano.

No ranking nacional, Brasília aparece como o destino mais barato, seguida por Belo Horizonte e Rio de Janeiro, que continuam oferecendo tarifas competitivas mesmo com alta demanda turística. Belém e Florianópolis completam a lista, reforçando que viajar dentro do Brasil ainda é uma alternativa acessível para quem busca economizar sem abrir mão de experiências relevantes.

Já no cenário internacional, destinos da América do Sul seguem entre os mais vantajosos para os brasileiros. Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina, aparecem entre os destinos mais baratos para 2026, impulsionados pela proximidade geográfica e boa conectividade aérea. A lista inclui ainda Punta Cana, na República Dominicana, que combina tarifas relativamente acessíveis com uma ampla oferta de resorts e experiências all-inclusive.

Mesmo viagens de longa distância entram no radar de quem busca preços mais baixos. Nova York e Madri também figuram entre os destinos internacionais mais baratos para viajar em 2026, segundo o levantamento da plataforma.

Planejamento inteligente, mês a mês

O Cheapest Destination Planner foi desenvolvido para tornar o planejamento mais simples e previsível. Ao selecionar o mês desejado, o usuário tem acesso a uma lista com os dez destinos com menor preço médio de passagens, além do valor médio do voo de ida e volta e dos dias mais baratos para viajar naquele período.

Após escolher o destino, o viajante pode seguir diretamente para a busca de voos e hospedagens, integrando as etapas do planejamento em um único fluxo.

Segundo o Skyscanner, a proposta da ferramenta é reduzir o estresse do planejamento e ampliar o poder de escolha do consumidor.

“Quando o viajante consegue visualizar preços médios e datas mais baratas com antecedência, ele ganha controle sobre o orçamento e pode adaptar seus planos sem abrir mão da viagem”, explica Isla.

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Redação
Kayak WTF do futuro
AIBooking EngineDestinosNEWS
21/01/2026

IA, cidades pequenas e pagamento flexível: KAYAK revela tendências de viagem para 2026

  • KAYAK lança o relatório WOW! Turismo do Futuro 2026, com tendências que devem moldar o comportamento dos viajantes
  • Inteligência artificial, destinos fora do feed e viagens guiadas por eventos estão entre os principais destaques
  • Estudo combina dados do KAYAK, TikTok e pesquisa com 1.543 brasileiros, focando Geração Z e Millennials

O buscador de viagens KAYAK lançou o relatório WOW! Turismo do Futuro 2026, que reúne dados e análises sobre os destinos emergentes e os comportamentos de viagem que devem ganhar força neste ano. Desenvolvido a partir de bilhões de buscas realizadas na plataforma, o estudo também incorpora insights da comunidade do TikTok, antecipando tendências antes que elas se tornem populares.

Em sua segunda edição, o relatório aponta uma mudança clara nas preferências dos viajantes, com foco em lugares menos explorados, preços mais acessíveis, menor aglomeração e maior flexibilidade. A edição de 2026 traz ainda os resultados de uma pesquisa com 14 mil viajantes da Geração Z e Millennials em nível global, incluindo 1.543 brasileiros, além de análises sociais, culturais e entrevistas com executivos do KAYAK.

Entre os destaques está o avanço da inteligência artificial no planejamento de viagens. Segundo o levantamento, 47% dos entrevistados afirmam confiar mais em recomendações de IA do que em amigos ou redes sociais, já que a tecnologia reúne informações de diferentes fontes e oferece respostas mais precisas e atualizadas.

“Em 2026, a IA se tornará um motor ainda mais poderoso e invisível por trás das viagens, antecipando as necessidades dos viajantes antes mesmo que eles as expressem e eliminando atritos em cada etapa. O futuro das viagens não é apenas mais inteligente; é mais humano e personalizado, com a tecnologia aprimorando a experiência ao longo de todo o processo”, afirmou Matthias Keller, Diretor de Produtos do KAYAK.

O TikTok também aparece como peça-chave nesse novo cenário, influenciando desde a descoberta de destinos até a escolha de experiências.

“O TikTok está remodelando a forma como as pessoas exploram o mundo e abriga uma cultura vibrante de busca e descoberta quando se trata de planejar viagens – de voos a hotéis, destinos e muito mais”, diz David Hoctor, Diretor Vertical de Viagens da Global Business Solutions do TikTok.

“O KAYAK identificou uma série de comportamentos de viagem emergentes que estamos vendo se concretizar em tempo real no TikTok, desde microviagens com amigos, até férias dos sonhos de tirar o fôlego com seus entes queridos. Estamos entusiasmados em ver essas tendências se consolidarem este ano, à medida que os viajantes planejam suas próximas viagens.”

Fora do feed e longe das multidões

O relatório mostra que destinos ainda fora do radar das redes sociais devem ganhar espaço em 2026. Segundo o estudo, 87% da Geração Z e 83% dos Millennials preferem viajar para lugares que não aparecem com frequência em seus feeds, reforçando a busca por experiências mais autênticas. Esse movimento é refletido no crescimento de mais de 50% das postagens com a hashtag #hiddengems no TikTok no último ano.

Pagamento flexível e viagens mais curtas

A questão financeira também influencia o planejamento. Para 33% da Geração Z e 35% dos Millennials, opções como parcelamento e crédito serão decisivas para definir quantas viagens farão em 2026. Ao mesmo tempo, as chamadas nanoviagens ganham força: 64% dos viajantes planejam fazer várias viagens curtas, enquanto as buscas por voos de 1 a 4 dias cresceram 6% em um ano.

Bem-estar, ritmo lento e experiências memoráveis

O conceito de luxo também está mudando. Para 80% dos entrevistados, viajar em 2026 significa buscar relaxamento e reset mental, enquanto 62% afirmam que um ritmo mais lento ajuda a clarear a mente. O crescimento de quase 330% da hashtag #slowtravel no TikTok reforça essa tendência, assim como o avanço das viagens de bem-estar, que registraram alta de 150% na hashtag #wellnesstravel.

Pequenas cidades e grandes eventos

O relatório aponta ainda o fortalecimento das cidades pequenas como destino turístico, com 84% dos viajantes considerando visitar o interior ou municípios menores, motivados por preços mais baixos, menos multidões e maior autenticidade. Além disso, os grandes eventos se consolidam como principal razão de viagem: 97% dos viajantes da Geração Z e Millennials planejam viajar para um grande evento em 2026, seja esportivo, musical ou cultural.

Combinando tecnologia, dados e comportamento social, o relatório WOW! Turismo do Futuro 2026 mostra que o próximo capítulo das viagens será marcado por personalização, experiências significativas e decisões cada vez mais guiadas pela inteligência artificial.

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Redação
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NEWS
20/01/2026

Projeto de mídia exterior visa conectar marcas ao turismo em feriados prolongados

  • CHICOOH+ lança o Projeto Turismo Hotspot, focado em mídia OOH e DOOH para feriados e datas comemorativas
  • Estratégia aproveita 11 feriados prolongados previstos para 2026
  • Projeto conecta marcas a momentos de deslocamento, lazer e consumo
  • Presença em rodovias, praias, centros urbanos, destinos turísticos e shoppings
  • Planejamento considera comportamento do consumidor e personalização da jornada de viagem

Com o turismo em alta e um calendário marcado por feriados prolongados, a CHICOOH+, primeira trading desk de OOH e DOOH do Brasil, anunciou o lançamento do Projeto Turismo Hotspot, uma estratégia de mídia exterior voltada a ampliar a presença das marcas ao longo das principais datas comemorativas do ano.

Com 11 feriados prolongados previstos para 2026, o Projeto Turismo Hotspot foi estruturado para oferecer às marcas uma plataforma contínua de visibilidade, aproveitando períodos de maior deslocamento, lazer e consumo. A proposta é conectar anunciantes aos momentos mais relevantes da jornada do consumidor, desde a saída de suas cidades até a experiência no destino.

Para isso, a CHICOOH+ reúne um inventário abrangente de mídia OOH e DOOH, com ativos posicionados em rodovias de grande circulação, praias, montanhas, áreas urbanas estratégicas e shoppings. O projeto também contempla telas digitais, formatos customizados e ações especiais, permitindo que as marcas acompanhem o consumidor ao longo de toda a experiência de viagem.

A estratégia considera ainda o comportamento do público em diferentes datas comemorativas. Feriados como Carnaval, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, férias de julho e Natal movimentam tanto destinos turísticos quanto grandes centros urbanos.

Em períodos específicos, cidades como Canela (RS), durante a Páscoa, e Campos do Jordão (SP) e Petrópolis (RJ), no inverno e no Dia dos Namorados, concentram maior fluxo de visitantes. Ao mesmo tempo, praias, rodovias e shoppings se tornam pontos estratégicos de contato com o consumidor em todo o Brasil.

Chico Preto, CEO da CHICOOH+, destaca que o projeto foi desenhado a partir do comportamento real das pessoas. “Os feriados fazem parte da rotina cultural e emocional do brasileiro. As pessoas se deslocam, ocupam as cidades, frequentam as praias, estradas, centros comerciais e espaços de convivência. Nosso plano permite que as marcas estejam presentes nesses momentos de forma consistente, estratégica e integrada ao ambiente, ao longo de todo o ano”.

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Redação
Marcelo Freixo e Gustavo Feliciano
NEWS
19/01/2026

Embratur apresenta ao ministro do Turismo estratégias de inteligência de dados e inovação

  • Ministro do Turismo visita a Embratur e conhece estratégias baseadas em inteligência de dados e inovação
  • Agência apresentou estrutura que orienta a promoção internacional do Brasil
  • Conectividade aérea e gestão de modais são pilares da estratégia
  • Destaque para o PATI, que viabilizou novas rotas aéreas internacionais
  • Ações estão alinhadas ao Plano Brasis, plano internacional de marketing turístico

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, realizou, na última quinta-feira (15), uma visita institucional à sede da Embratur, em Brasília, para conhecer de perto as principais ações, programas e soluções tecnológicas que orientam a promoção internacional do Brasil. A agenda foi conduzida pelo presidente da Agência, Marcelo Freixo, e reuniu dirigentes e equipes técnicas da Embratur e do Ministério do Turismo

Durante o encontro, o ministro teve acesso à estratégia da Embratur baseada em inteligência de dados, inovação e conectividade, pilares que direcionam a captação de turistas estrangeiros e contribuem para posicionar o Brasil de forma mais competitiva no mercado global.

Inteligência de dados como ativo estratégico

Um dos principais destaques da agenda foi a apresentação da estrutura de inteligência de dados da Embratur, responsável por desenvolver perfis detalhados de turistas em países estratégicos, com análises sobre hábitos de consumo, comportamento de compra, períodos de viagem e interesses relacionados ao Brasil.

Essas informações são utilizadas para subsidiar campanhas internacionais, ações comerciais e o planejamento estratégico em diferentes níveis do setor turístico.

“A inteligência de dados deixou de ser uma ferramenta interna e passou a ser um ativo público. Hoje, entregamos diagnósticos que ajudam estados e municípios a planejar investimentos, captar eventos e estruturar políticas públicas com base em evidências reais”, destacou Freixo.

Conectividade aérea e gestão de modais

A visita também abordou a atuação estratégica da Embratur na ampliação da conectividade aérea e na gestão de modais, área criada nesta administração. A iniciativa aproxima a Agência do setor de transportes, responsável por uma parcela significativa do custo das viagens internacionais.

Atualmente, a Embratur mantém acordos de cooperação com companhias aéreas, aeroportos e associações setoriais, como a Clia Brasil, além de desenvolver campanhas voltadas ao transporte terrestre no Cone Sul e ações para fortalecer o país como destino de cruzeiros marítimos.

PATI e inovação na promoção internacional

Entre os programas apresentados ao ministro, ganhou destaque o Programa de Aceleração do Turismo Internacional (PATI), que apoiou a abertura de novas rotas aéreas internacionais por meio de editais de chamamento público. A iniciativa resultou em quatro rotas inéditas, além da ampliação da oferta de voos existentes, com atração de investimentos privados.

A agenda incluiu ainda o uso do audiovisual e da inovação tecnológica como ferramentas de promoção internacional, com destaque para o papel das film commissions e para soluções voltadas à melhoria da experiência do passageiro, como mapas digitais multilíngues em aeroportos.

Outro tema discutido foi a atualização das pesquisas de turismo doméstico e internacional, com foco na compreensão do perfil dos viajantes no cenário pós-pandemia.

Ao final da visita, o ministro Gustavo Feliciano ressaltou a relevância da integração entre as equipes e do uso estratégico de dados e inovação. “Conhecer de perto o trabalho da Embratur nos dá ainda mais clareza sobre o caminho que estamos construindo. Vamos trabalhar de forma conjunta para potencializar resultados e consolidar o Brasil como um destino cada vez mais competitivo no cenário internacional”, afirmou.

Plano Brasis orienta as ações da Agência

Todas as iniciativas apresentadas durante a visita estão alinhadas ao Plano Brasis – Plano Internacional de Marketing Turístico, que orienta a atuação da Embratur a partir de dados, definição de mercados prioritários e segmentos estratégicos, além de estabelecer ações personalizadas para cada estado brasileiro. O plano oferece diagnósticos específicos por unidade da federação, apoiando decisões mais assertivas de gestores públicos e privados.

Além do presidente da Embratur e do ministro do Turismo, participaram da agenda o diretor de Gestão e Inovação, Roberto Gevaerd, o diretor de Marketing Internacional, Negócios e Sustentabilidade, Bruno Reis, o coordenador de Modais, Philip Karat, a secretária-executiva do MTur, Fernanda Norat, o chefe de gabinete do ministro e técnicos da pasta.

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Redação
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Cia AéreaNEWS
16/01/2026

Em parceria com Starlink, Lufthansa levará internet de alta velocidade a 850 aeronaves

  • Grupo Lufthansa firmou parceria com a Starlink para oferecer internet de alta velocidade a bordo
  • Cerca de 850 aeronaves serão equipadas com banda larga via satélite
  • Conectividade gratuita para clientes com status e usuários do Travel ID
  • Tecnologia permitirá streaming, trabalho em nuvem e navegação avançada durante o voo
  • Implementação começa no segundo semestre de 2026 e vai até 2029

O Grupo Lufthansa anunciou uma nova colaboração com a Starlink, empresa líder em conectividade via satélite, para oferecer internet de banda larga de alta velocidade em todas as suas companhias aéreas. A iniciativa faz parte da estratégia do grupo de fortalecer a experiência premium dos passageiros e modernizar sua frota com tecnologias de última geração.

A partir de 2026, cerca de 850 aeronaves, incluindo aviões já em operação e novas entregas, serão equipadas com o sistema Starlink, atualmente reconhecido como a conexão de internet a bordo mais rápida do mercado. A tecnologia utiliza satélites de órbita baixa e promete uma experiência de navegação similar à oferecida em solo.

Com maior largura de banda e velocidades mais elevadas, os passageiros poderão realizar streaming de vídeos, trabalhar em nuvem e utilizar aplicativos que exigem alta performance, mesmo durante o voo. O novo serviço será gratuito para clientes com status e usuários do Travel ID, independentemente da classe de viagem.

Com essa iniciativa, o Grupo Lufthansa se posiciona como o maior grupo de companhias aéreas da Europa a adotar internet de banda larga de última geração em larga escala, superando outras empresas do setor em número de aeronaves equipadas com a tecnologia Starlink.

A parceria integra um pacote mais amplo de investimentos em novas aeronaves, inovação digital e aprimoramento de produtos e serviços premium, abrangendo diferentes etapas da jornada do viajante.

“No ano do nosso aniversário, em que celebramos o centenário da Lufthansa, decidimos introduzir uma nova solução de internet de alta velocidade da Starlink em todas as nossas companhias aéreas. O Grupo Lufthansa está dando um passo importante e estabelecendo um marco essencial para a experiência de viagem premium dos nossos clientes. A conectividade a bordo desempenha um papel fundamental hoje em dia e, com a Starlink, estamos investindo não só no melhor produto do mercado, mas também na satisfação dos nossos passageiros”, afirmou Dieter Vranckx, Diretor Comercial do Grupo Lufthansa.

A introdução gradual da tecnologia Starlink começará no segundo semestre de 2026, com a expectativa de que toda a frota esteja equipada até 2029. Novos detalhes sobre a implementação devem ser divulgados ao longo do ano.

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Redação
Hotel lobby
DestinosDIGITAL
15/01/2026

Embratur abre inscrições para soluções tecnológicas voltadas ao turismo

  • Prêmio Embratur Visit Brasil recebe inscrições até 25 de janeiro de 2026
  • Categoria Solução Tecnológica para Turismo Internacional destaca inovações digitais
  • Iniciativas usam tecnologia para melhorar a experiência do turista estrangeiro
  • Embratur aposta em transformação digital, dados e inovação aberta
  • Startups, empresas e instituições podem participar

A inovação tecnológica é destaque entre as categorias do Prêmio Embratur Visit Brasil, que segue com inscrições abertas até 25 de janeiro de 2026. Um dos destaques da premiação é a categoria Solução Tecnológica para Turismo Internacional, voltada a reconhecer iniciativas que utilizam tecnologia para aprimorar a experiência de turistas estrangeiros no Brasil.

A premiação, realizada pela Embratur em parceria com a Revista Exame, é uma iniciativa inédita que busca valorizar empresas, destinos, organizações e lideranças que contribuem para a promoção internacional do turismo brasileiro por meio de estratégias inovadoras e soluções digitais.

Segundo o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, a inclusão da categoria tecnológica reflete a prioridade da Agência em acompanhar a transformação digital do setor.

“A inclusão dessa categoria demonstra o olhar da Embratur para a transformação digital e a inovação como pilares estratégicos de promoção turística. Em um mundo cada vez mais conectado, soluções tecnológicas se tornaram essenciais não apenas para facilitar a jornada do viajante, mas também para posicionar o Brasil de maneira competitiva nos mercados prioritários, com ofertas que refletem modernidade, acessibilidade e excelência em experiência internacional”, afirma.

Na categoria Solução Tecnológica para Turismo Internacional, serão avaliadas plataformas digitais, ferramentas tecnológicas e sistemas inovadores que contribuam de forma significativa para a jornada do visitante estrangeiro. Entre os critérios estão soluções voltadas à informação e planejamento de viagens, serviços multilíngues, conectividade com destinos e integração com o ecossistema turístico internacional.

A agenda de inovação também se reflete nas próprias ações da Embratur. A Agência tem ampliado o uso de inteligência de mercado, dados e tecnologia, oferecendo um ecossistema de projetos, parcerias e ferramentas digitais com foco em um turismo mais competitivo, sustentável, diverso e centrado na experiência do viajante.

Um dos principais pilares dessa estratégia é o EmbraturLAB, centro de inovação da Agência que funciona como espaço de experimentação, desenvolvimento e testes de soluções nas áreas de turismo, tecnologia, economia criativa e sustentabilidade. Até o momento, o laboratório já realizou 11 programas de inovação aberta, investiu em mais de 40 soluções tecnológicas e apoiou a digitalização de micro e pequenos empreendedores, em parceria com grandes empresas de tecnologia.

Podem se inscrever no prêmio empresas, startups, instituições públicas ou privadas, organizações do setor de turismo, associações, universidades e centros de pesquisa que tenham desenvolvido e implementado soluções tecnológicas aplicadas à promoção internacional do turismo brasileiro. As inscrições devem ser feitas diretamente no portal oficial do Prêmio Embratur Visit Brasil, até 25 de janeiro de 2026.

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Redação
Hidalgo Tours
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14/01/2026

Pousadas podem perder até R$ 47,9 mil por ano ao depender exclusivamente de OTAs

  • Pousadas podem perder até R$ 47,9 mil por ano com comissões das OTAs
  • Taxas chegam a 30% por reserva, segundo dados do FOHB
  • Reservas diretas têm ticket médio maior no mercado global
  • Venda direta pode gerar economia anual de até R$ 14,3 mil

A dependência das OTAs (Online Travel Agencies) tem gerado impactos financeiros relevantes para hotéis e pousadas no Brasil, especialmente entre pequenos e médios empreendimentos. Uma análise baseada em dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) mostra que as comissões cobradas por essas plataformas podem consumir até 30% do valor de cada reserva, reduzindo significativamente a margem de lucro anual.

A busca por visibilidade digital levou muitos estabelecimentos independentes a concentrarem grande parte de suas vendas em OTAs. Embora esse modelo ajude a manter a ocupação, ele também retarda o desenvolvimento de canais próprios, como sites com motor de reservas e sistemas integrados de gestão.

Enquanto no mercado internacional cresce a preferência pelas reservas diretas nos sites oficiais, muitos hotéis e pousadas brasileiros ainda não contam com infraestrutura tecnológica capaz de converter esse interesse em vendas. A ausência de sistemas completos de gestão hoteleira dificulta a integração de canais, o controle de disponibilidade em tempo real e a redução da dependência de intermediários.

Com margens pressionadas e estruturas enxutas, a venda direta tornou-se estratégica para a sustentabilidade do setor. No entanto, ao recorrerem às OTAs como solução imediata para ocupação, muitos empreendimentos acabam adiando investimentos em tecnologia e autonomia comercial.

O avanço das reservas diretas no mercado global

Dados de um relatório global da SiteMinder indicam que, em 2024, os canais de reserva direta apresentaram crescimento expressivo, com ticket médio de aproximadamente US$ 519 por transação, valor superior ao registrado pelas OTAs, que ficou em torno de US$ 320.

O desempenho reflete estadias mais longas, maior demanda por categorias superiores e a inclusão de serviços adicionais, fatores que ampliam a rentabilidade do canal próprio. Navegação simplificada, meios de pagamento estáveis, ambiente seguro e integração com metabuscadores também contribuíram para fortalecer a confiança do consumidor.

O impacto financeiro das comissões das OTAs

Com base no relatório Hotelaria em Números – Brasil 2024, do FOHB, é possível estimar o peso das comissões no faturamento anual. A receita líquida média de hotéis e pousadas gira em torno de R$ 159,8 mil por ano, considerando ocupação média de 60% e RevPAR de R$ 310.

As comissões das OTAs variam entre 15% e 30% por reserva, dependendo do contrato e do nível de visibilidade contratado. Quando um empreendimento concentra 100% das vendas nessas plataformas, operando na taxa máxima, o custo anual pode chegar a R$ 47,9 mil, valor que deixa de ser reinvestido em manutenção, modernização ou marketing.

Mesmo a migração parcial já gera impacto. Se 30% das reservas feitas via OTAs passarem para um motor de reservas direto, a economia anual com comissões pode alcançar R$ 14,3 mil, reforçando o caixa do negócio.

Barreiras tecnológicas que dificultam a venda direta

Apesar do potencial financeiro, a venda direta ainda enfrenta entraves estruturais que limitam a conversão.

Sites lentos e pouco responsivos, especialmente no celular, afastam o hóspede nos primeiros segundos de navegação. A baixa integração com Google e redes sociais reduz a visibilidade do site oficial, enquanto a falta de sincronização de disponibilidade aumenta o receio de overbooking.

Além disso, processos manuais e meios de pagamento limitados prolongam a finalização da reserva e elevam as desistências, sobretudo fora do horário comercial.

Como a tecnologia pode impulsionar as reservas diretas

Estudos mostram que cerca de 65% dos viajantes que encontram um hotel nas OTAs visitam o site oficial antes de reservar. Sem um motor de reservas ativo, esse público abandona a navegação. Com a ferramenta integrada, parte significativa dessas visitas se converte em vendas sem intermediários.

Esse movimento pode gerar crescimento de até 40% na receita das reservas diretas, sem necessidade de aumentar o tráfego. Cada venda passa a reter integralmente o valor, eliminando perdas com comissões entre 15% e 30%.

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Redação
Uberrobotáxi
car rentalMobilidadeNEWSTECH
13/01/2026

Uber, Nuro e Lucid iniciam testes de robotáxis em vias públicas

  • Uber, Nuro e Lucid iniciaram testes de robotáxis em vias públicas
  • Lançamento comercial previsto para a Baía de San Francisco, EUA, este ano
  • Veículos contam com visualização em tempo real do trajeto e sensores
  • Parceria prevê a implantação de mais de 20 mil veículos autônomos
  • Uber investiu centenas de milhões de dólares no projeto

Uber, Nuro e Lucid confirmaram o início dos testes em vias públicas de seus robotáxis, marcando mais um avanço no desenvolvimento da mobilidade autônoma voltada ao transporte urbano. Os testes começaram no mês passado e antecedem o lançamento comercial previsto para a região da Baía de San Francisco, nos Estados Unidos, ainda em 2026.

A iniciativa é liderada pela Nuro, empresa especializada em robótica, que conduz os testes com protótipos de engenharia de robotáxis, supervisionados por operadores humanos de veículos autônomos. A expectativa é que o serviço seja integrado futuramente à plataforma da Uber, ampliando a oferta de viagens autônomas sob demanda.

O anúncio foi feito durante a Consumer Electronics Show (CES) 2026, onde as empresas também apresentaram detalhes da experiência interna dos veículos, desenvolvida para aumentar a transparência e a confiança dos passageiros durante as viagens.

Entre os recursos destacados estão visualizações em tempo real dentro do veículo, que mostram o trajeto percorrido e o que o sistema autônomo “enxerga” ao redor. Os robotáxis também contam com iluminação em LED, facilitando a identificação do carro correto e exibindo atualizações de status aos usuários.

“By combining leading expertise in electric vehicles, autonomy and ridehailing, we’re building a unique new option for affordable and scalable autonomous rides in the San Francisco Bay Area and beyond,” said Sarfraz Maredia, global head of autonomous mobility and delivery at Uber.

A parceria entre Uber, Nuro e a fabricante de veículos elétricos Lucid foi anunciada no verão do ano passado. Na ocasião, as empresas revelaram planos para implantar 20 mil ou mais veículos Lucid Gravity equipados com o sistema de autonomia da Nuro.

Como parte do acordo, a Uber informou que realizou “investimentos de centenas de milhões de dólares”. Outras fontes apontam que a empresa de transporte por aplicativo teria investido US$ 500 milhões especificamente na Nuro, reforçando a aposta na expansão da mobilidade autônoma em larga escala.

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Redação
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AINEWSTECH
12/01/2026

IA acelera fraudes digitais e deve levar mercado global de segurança a US$ 217 bilhões

  • Mercado global de detecção de fraudes deve ultrapassar US$ 200 bilhões até 2035
  • Inteligência artificial acelera golpes digitais e amplia riscos para empresas de turismo e viagens
  • Identidades digitais se tornam alvo prioritário de ataques
  • TIVIT aponta 2026 como ano de aceleração e revisão das estratégias de cibersegurança
  • Ambientes multicloud, SaaS e agentes de IA aumentam a complexidade da proteção digital

O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está impulsionando tanto a inovação quanto o aumento das fraudes digitais, criando um cenário mais complexo para empresas intensivas em tecnologia, como companhias aéreas, OTAs, redes hoteleiras e plataformas de mobilidade.

De acordo com projeções da Future Market Insights, o mercado global de detecção de fraudes deve saltar de US$ 43,4 bilhões em 2025 para US$ 217,8 bilhões em 2035, refletindo a sofisticação crescente dos ataques e os desafios enfrentados pelas organizações em ambientes digitais cada vez mais integrados.

Esse movimento ocorre em um contexto no qual hackers passam a explorar novas funcionalidades da IA para identificar vulnerabilidades em tempo recorde, enquanto identidades digitais se consolidam como alvos prioritários.

Segundo Thiago Tanaka, Diretor de Cibersegurança da TIVIT, a segurança digital deixou de ser um projeto pontual e passou a exigir adaptação contínua.

Com isso, a TIVIT elenca cinco tendências centrais de cibersegurança para 2026, todas com a inteligência artificial no centro das estratégias. Entre elas, está a evolução dos ataques tradicionais, que ganham força com IA e automação, ampliando fraudes comportamentais capazes de https://traveltechhub.com.br/noticias/quickly-travel-e-smartlink-reforcam-seguranca-da-informacao-com-treinamentosimitar vozes, padrões de comunicação e decisões humanas. Integrações SaaS e automações invisíveis surgem como portas de entrada silenciosas, enquanto o ransomware evolui para ataques persistentes, com invasores permanecendo nos sistemas por longos períodos.

Outro ponto de atenção é o uso da IA tanto de forma defensiva quanto ofensiva. Se, por um lado, a tecnologia se torna indispensável para detectar comportamentos suspeitos, analisar identidades em tempo real e responder automaticamente a incidentes, por outro, surgem riscos como dependência excessiva da automação, data poisoning e uso de ferramentas sem governança adequada. A defesa, segundo especialistas, passa a exigir equilíbrio entre velocidade de máquina, supervisão humana e transparência dos modelos.

O ambiente multicloud também se consolida como um dos maiores desafios. Com múltiplos provedores, aplicações SaaS, dispositivos temporários e agentes automatizados, o controle de identidade se fragmenta. As chamadas identidades não humanas, como bots, containers efêmeros e agentes de IA, tornam-se um dos principais pontos cegos, interagindo com sistemas e dados sem monitoramento adequado.

Além da tecnologia, o fator humano ganha ainda mais relevância. Estresse, fadiga, uso inadequado de IA e manipulação emocional ampliam os riscos internos, exigindo profissionais capazes de unir conhecimento técnico, visão arquitetural e compreensão do negócio. A comunicação dos riscos passa a ser estratégica, especialmente em ambientes híbridos e altamente conectados, como os do setor de viagens.

Por fim, a TIVIT aposta no avanço de agentes autônomos de IA dentro dos SOCs (Centros de Operações de Cibersegurança). Esses sistemas devem atuar com autonomia parcial para corrigir vulnerabilidades simples, bloquear sessões suspeitas e ajustar políticas de segurança antes da intervenção humana, como resposta ao volume crescente de alertas e à escassez de especialistas no mercado.

“A segurança cibernética deixa de ser apenas uma operação para proteção de sistemas, passa a ser estratégia de sobrevivência para as empresas em 2026”, afirma Tanaka.

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Redação
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09/01/2026

CVC dobra vendas ao combinar RCS e WhatsApp em estratégia multicanal

  • CVC dobra volume de vendas ao adotar estratégia de comunicação multicanal
  • Combinação de RCS e WhatsApp eleva taxa de conversão para 12%
  • Jornada híbrida gera ROI 36 vezes maior, contra 8 vezes em ações de canal único
  • Teste foi realizado em parceria com a Ótima Digital
  • Estratégia reforça aposta da CVC no modelo Figital

Em um cenário de excesso de informações e consumidores cada vez mais seletivos, empresas do setor de viagens têm buscado novas abordagens para captar atenção, engajar clientes e aumentar a conversão. Um teste conduzido pela CVC, em parceria com a Ótima Digital, mostra que a adoção de uma estratégia multicanal de comunicação pode gerar resultados expressivos sem aumento proporcional de custos.

A avaliação comparou campanhas concentradas em um único canal com uma jornada híbrida, distribuída entre RCS (Rich Communication Services) e WhatsApp. Os resultados indicam que iniciar o contato via RCS e conduzir a decisão final pelo WhatsApp elevou a taxa de conversão para 12%, número significativamente superior aos 4,85% registrados em ações realizadas exclusivamente pelo WhatsApp.

O impacto também foi direto no desempenho comercial. Durante o período analisado, o uso combinado dos canais resultou no dobro de vendas, evidenciando a eficácia da estratégia multicanal em comparação com abordagens tradicionais de comunicação única.

A lógica da campanha distribuiu as etapas da jornada do consumidor de forma mais estratégica. O RCS, ainda pouco explorado pelo mercado, foi utilizado como canal inicial, despertando curiosidade e aumentando a taxa de abertura. Já o WhatsApp, amplamente difundido e familiar ao público brasileiro, funcionou como ambiente de fechamento, concentrando a tomada de decisão.

Além do ganho em conversão, a estratégia também se destacou pela eficiência financeira. O teste revelou que a jornada híbrida alcançou um retorno sobre investimento (ROI) de 36 vezes o valor aplicado, enquanto campanhas restritas ao WhatsApp registraram retorno de apenas 8 vezes.

Para as empresas, os dados reforçam que concentrar toda a comunicação em um único canal pode limitar oportunidades de engajamento. Segundo Marcos Guerra, especialista em tecnologia e CRO e CXO da Ótima Digital, a multicanalidade tende a se expandir para outros setores.

“A multicanalidade permite distribuir melhor cada etapa da conversa. Um canal desperta o interesse e abre caminho para a mensagem. O outro conclui a jornada no ambiente em que o consumidor está mais familiarizado. Quando cada canal cumpre seu papel, o resultado aparece”, afirma.

Na avaliação da CVC, a parceria foi decisiva para validar a estratégia e reforçar o modelo de integração entre canais físicos e digitais.

“A parceria com a Ótima Digital foi fundamental para transformarmos a jornada do nosso cliente e validarmos o poder da multicanalidade, que é um dos focos da CVC com a implantação do modelo Figital [físico + digital]. A implementação do RCS otimizou nossa operação e elevou a taxa de conversão para 12%. Mais do que uma solução técnica robusta, conseguimos uma eficiência financeira excepcional: dobramos o volume de vendas e alcançamos um ROI de 36 vezes, provando que a inovação no canal certo gera resultados imediatos”, destaca Wesley Martins Sabião, coordenador de CRM da CVC.

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Redação
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NEWS
08/01/2026

IA, biometria e personalização: Phocuswright divulga previsões sobre viagens em 2026

Com a chegada de 2026, analistas da Phocuswright divulgaram suas previsões para o setor de viagens, indicando um ano marcado pelo avanço de inteligência artificial agentiva, biometria, identidade digital, blockchain, novos modelos de precificação e uma busca cada vez maior por experiências personalizadas.

De acordo com os especialistas, a tecnologia deixará de ser apenas um suporte operacional para se tornar parte central da jornada do viajante, impactando desde o planejamento e a reserva até a experiência no destino.

Inteligência artificial avança, mas reforça o fator humano

Para Fabián González, analista de mercado da Phocuswright na Espanha, a presença crescente da IA no turismo não eliminará o papel humano — pelo contrário.

“A integração inexorável da IA em todas as etapas da viagem irá, paradoxalmente, aguçar o foco no que realmente importa — o elemento humano. Da inspiração à reserva e ao longo de toda a experiência, a IA vai amplificar, e não substituir, o valor da conexão humana, que nunca deveria ter sido negligenciado.”

O analista também destaca o avanço da biometria aplicada diretamente à experiência de viagem, indo além do uso em smartphones e pagamentos digitais.

“O próximo passo é usar a biometria para elevar a própria jornada do viajante, desde o controle de passaportes nos aeroportos até o check-in em hotéis. Os viajantes estarão dispostos a utilizar seus dados biométricos se, além de garantir anonimato e rastreabilidade, isso resultar em uma experiência visivelmente mais fluida e integrada.”

Oriente Médio lidera adoção de tecnologias no turismo

No Oriente Médio, a transformação digital já está em estágio avançado. Segundo Shadi Kaddoura, analista sênior da Phocuswright na região, 60% dos viajantes dos Emirados Árabes Unidos confiam na IA para planejar todos os aspectos de uma viagem, percentual superior ao observado em outros mercados.

A região aposta em IA generativa, biometria sem fricção em aeroportos — como o corredor “Unlimited Smart Travel”, em Dubai — e até tokenização via blockchain, com programas de recompensas baseados em ativos digitais.

“O Oriente Médio vai se consolidar ainda mais como um polo de turismo ultraluxuoso e orientado por experiências.”

IA agentiva deve redefinir planejamento e reservas

Para Norm Rose, ex-analista sênior de tecnologia e mercados corporativos da Phocuswright, a IA agentiva terá um impacto estrutural no setor.

“A era agentiva será tão significativa quanto a mudança provocada pela própria internet.”

Segundo ele, comandos de voz ou simples registros em agendas digitais poderão iniciar processos completos de busca e reserva de viagens, mas o setor ainda precisa enfrentar desafios relacionados à governança de dados e à integração entre sistemas.

“Haverá vencedores e perdedores, definidos por quão seriamente os players atuais encaram essas tendências e pelo nível de investimento que farão para operar no futuro da IA generativa e agentiva.”

Personalização substitui viagens padronizadas

A personalização também aparece como eixo central das previsões. Para Bing Liu, diretor de pesquisas e analytics da Phocuswright, os viajantes estão abandonando roteiros baseados em listas de atrações.

“Em vez de simplesmente visitar pontos turísticos famosos, as pessoas buscarão itinerários personalizados que reflitam suas paixões, como gastronomia, bem-estar, cultura, natureza ou experiências locais únicas.”

Segundo ele, a tecnologia baseada em IA permitirá recomendações hiperpersonalizadas, tornando as viagens mais intencionais e emocionalmente significativas.

“No geral, a personalização vai transformar a viagem em algo mais intencional e emocionalmente marcante.”

Identidade digital e confiança ganham protagonismo

Robert Cole, analista sênior de hospedagem e lazer, afirma que a identidade digital verificável será essencial para lidar com riscos, conformidade regulatória e personalização.

“A identidade digital se tornará fundamental para o setor de viagens lidar com risco, conformidade e personalização.”

Ele destaca que empresas de turismo, OTAs, gestores de viagens e provedores de pagamento passarão a exigir provas criptograficamente verificáveis de identidade, reduzindo fraudes e acelerando o comércio digital.

Novos mercados, infraestrutura e modelos de preço

Outras tendências destacadas pelos analistas incluem:

  • Índia e Coreia do Sul emergindo como grandes emissores de turistas na Ásia;
  • Expansão do turismo internacional para destinos secundários na China;
  • Avanço de projetos de trens de alta velocidade no Sudeste Asiático;
  • Evolução da precificação para modelos contextuais em tempo real, baseados em clima, eventos e tendências sociais;
  • Crescimento do uso estratégico de pontos, milhas e programas de fidelidade diante de restrições econômicas.

Para Lorraine Sileo, fundadora da Phocuswright Research, 2026 marcará uma mudança de postura no setor:

“Haverá menos discurso sobre a IA substituindo tudo e mais discussões sobre parcerias e integrações que combinem sistemas legados, que ainda dominam, com plataformas focadas em IA.”

Ela também prevê um ambiente de reservas cada vez mais fragmentado, impulsionado por plataformas financeiras, marcas próprias e até redes sociais.

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Redação
americanairlines
Cia AéreaInvestimentosMobilidade
07/01/2026

American Airlines estreia Wi-Fi gratuito a bordo e amplia conectividade em sua frota

  • American Airlines lança Wi-Fi gratuito em seus voos
  • Serviço será implementado gradualmente em aeronaves
  • Novos Boeing 787-8 e 787-9 já sairão de fábrica com Wi-Fi gratuito
  • Acesso será exclusivo para membros do programa de fidelidade
  • AT&T patrocina o serviço, com conectividade fornecida por Viasat e Intelsat

A American Airlines passou a oferecer Wi-Fi gratuito em voos, reforçando uma tendência crescente na aviação comercial voltada à conectividade de alta velocidade e à atração de viajantes premium e corporativos.

O serviço foi lançado nesta terça-feira e será implementado de forma gradual em todas as aeronaves narrowbody e na frota regional de dupla classe da companhia. Segundo a empresa, a expectativa é que a instalação seja concluída até o início da primavera no hemisfério norte.

Além disso, os novos Boeing 787-9 e 787-8 que entrarem na frota da American também contarão com Wi-Fi gratuito desde a entrega, ampliando a experiência digital dos passageiros em rotas de longa distância.

O acesso ao Wi-Fi será gratuito exclusivamente para membros do programa de fidelidade da American Airlines, estratégia que reforça o vínculo com clientes frequentes e incentiva novas adesões ao programa.

A iniciativa conta com o patrocínio da AT&T, enquanto as empresas Viasat e Intelsat serão responsáveis por fornecer a infraestrutura e a tecnologia de conectividade a bordo.

A American se junta, assim, a um número crescente de companhias aéreas que enxergam o Wi-Fi gratuito como um diferencial competitivo, especialmente em um cenário no qual produtividade, entretenimento e conectividade contínua se tornaram expectativas básicas dos passageiros.

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Redação
Close-up of male hands using laptop in home.
AIDIGITAL
06/01/2026

2026 será o ano dos produtos AI-native e da autonomia digital, aponta Sioux

  • 2026 consolida os produtos AI-native, com IA no centro da experiência
  • Plataformas ganham autonomia, aprendizado em tempo real e hiper-personalização
  • IA conversacional e navegação tradicional coexistem em modelos híbridos
  • Transparência e controle são essenciais para evitar o “creepy factor”
  • O papel humano evolui para estratégia e curadoria da experiência digital

Após um 2025 marcado pela adoção acelerada da inteligência artificial e pelo foco em eficiência operacional, 2026 desponta como o ano dos produtos “AI-native”, soluções digitais concebidas desde a origem para operar com IA no centro da experiência. A avaliação é da Sioux, empresa especializada em design e tecnologia.

Segundo a análise, a indústria web avança para uma nova etapa, com sites e plataformas capazes de aprender em tempo real, se adaptar ao contexto do usuário e assumir tarefas de forma autônoma. A IA deixa de atuar como suporte e passa a ser o próprio produto.

A Sioux, que desenvolve projetos de inovação para marcas como Santander, Mastercard, Warner e Grupo Marista, destaca que essa nova geração de plataformas não ficará limitada a fluxos pré-programados. Os sistemas serão capazes de se conectar a serviços externos por meio de MCPs, integrando dados e funcionalidades diretamente na experiência digital.

“Estamos deixando de lado a automação para entrar na era da autonomia digital”, afirma Felippe Kanashiro, head de produtos digitais da Sioux. Segundo ele, a mudança é estrutural: até agora, a IA ajudava o produto; agora, ela é o produto.

Da eficiência à hiper-personalização 1:1

Em 2025, o maior desafio da IA não foi técnico, mas estratégico. “Muitas empresas buscaram implementar IA pelo hype, sem clareza de qual dor de negócio precisava ser resolvida”, pontua Kanashiro. Nesse cenário, o papel humano migrou da execução para a curadoria, visão de negócio e critério estético.

A aposta para 2026, segundo o executivo, vai além do ganho de velocidade. “Agora, em 2026, a aposta não é mais em ‘fazer mais rápido’, mas em fazer o que antes era impossível com produtos ‘AI-native’, onde os agentes de IA estão no centro da experiência e não mais na camada de apoio”.

Na prática, isso significa que a IA passa a orquestrar jornadas completas, e não apenas responder a comandos isolados. Em setores ligados a viagens, varejo e mobilidade, plataformas poderão cruzar dados como preferências, histórico de uso, contexto e logística para oferecer experiências altamente personalizadas, do planejamento à execução.

O resultado é a consolidação da hiper-personalização 1:1, em que cada sistema evolui de acordo com o comportamento do usuário.

Interfaces híbridas e confiança digital

Apesar do avanço da IA conversacional, a Sioux avalia que menus e interfaces tradicionais continuarão relevantes, coexistindo com a linguagem natural em modelos híbridos. A IA se mostra mais eficiente em jornadas complexas, enquanto tarefas objetivas seguem melhor atendidas por interfaces clássicas.

A personalização extrema, porém, traz desafios. O chamado “creepy factor” surge quando a tecnologia tenta se passar por humana. Para evitar esse efeito, a Sioux aponta transparência, explicação e controle como pilares da confiança digital.

“Quanto mais inteligente e pessoal a experiência fica, mais direto e honesto o produto precisa ser sobre como e por que está fazendo aquilo”, finaliza Kanashiro.

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Redação
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AIBooking Engine
05/01/2026

Expedia chega ao Alexa+ em 2026 e permitirá reservar hotéis por voz com IA

  • Expedia integrará seu inventário de hospedagem ao Alexa+ em 2026
  • Alexa+ permitirá sugerir, comparar, reservar e gerenciar hospedagens por comando de voz
  • Amazon expande capacidades de IA do Alexa+ com quatro novas empresas parceiras
  • Expedia acelera estratégia em IA com novas lideranças e parcerias com Google, OpenAI e Perplexity

A Amazon anunciou que a Expedia será uma das quatro novas empresas parceiras no desenvolvimento de capacidades de inteligência artificial para o Alexa+, seu próximo assistente de voz com IA que será lançado em 2026. O Alexa+ foi apresentado inicialmente em março, com parceiros como Tripadvisor e Uber.

Com a integração, o inventário global de hospedagem da Expedia estará disponível por comandos de voz. Usuários poderão pedir ao Alexa+ para sugerir, comparar, reservar e gerenciar hotéis e aluguéis por temporada, com resultados personalizados por faixa de preço, tipo de quarto e localização. O movimento coloca a Expedia diretamente no momento de decisão do viajante, ampliando seu alcance além do site e do app.

Além da Expedia, Yelp, Angi e Square também lançarão integrações com o Alexa+ em 2026.

“Nós entendemos que um assistente pessoal realmente útil precisa se conectar com serviços que os clientes utilizam todos os dias”, disse Daniel Rausch, vice-presidente de Alexa e Echo. “Cada nova integração que adicionamos aproxima o Alexa+ de lidar com mais tarefas do cotidiano, mudando a forma como os clientes interagem, descobrem e reservam serviços. Mal podemos esperar para que os clientes experimentem essas novas capacidades e estamos animados para continuar adicionando ainda mais.”

Expedia intensifica estratégia em IA

A movimentação faz parte de um plano mais amplo da empresa para explorar o potencial da IA e acelerar sua aplicação prática. Em dezembro, a Expedia nomeou seu primeiro chief AI and data officer, reforçando uma nova estrutura voltada para inteligência artificial e dados.

A companhia vem ampliando seu protagonismo no ecossistema de IA por meio de parcerias estratégicas:

  • Em novembro, o Google anunciou a Expedia como parceira em seus recursos de “agentic travel booking”, sistema que usa IA para simular agentes de viagem automatizados.
  • Em outubro, quando a OpenAI passou a permitir apps dentro do ChatGPT, a Expedia foi incluída como parceira.
  • No mesmo mês, a empresa também passou a integrar o Comet, navegador de IA lançado pela Perplexity.
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Redação
SOFIA-por-voz
NEWS
02/01/2026

Decolar lança SOFIA por voz e reduz em 37% as chamadas que vão para atendentes humanos

A Decolar anunciou o lançamento da SOFIA por telefone – a versão por voz de sua assistente virtual baseada em IA generativa. A partir de agora, clientes que entrarem em contato pela central telefônica serão atendidos diretamente pelo sistema, sem filas de espera, em uma experiência de diálogo natural, integrada e automatizada.

“Com a SOFIA por voz, elevamos a experiência a um novo patamar. A possibilidade de conversar de forma natural e sem esperas transformou o contato telefônico e aumentou o NPS em 10 pontos. É uma evolução que nos entusiasma, pois amplia nossa forma de acompanhar os viajantes de maneira mais simples, próxima e consistente em todos os nossos canais”, diz Max González, diretor executivo da Decolar no Brasil.

Capacidade e impacto na operação

Com o lançamento, a companhia amplia o acesso a um atendimento rápido, personalizado e contínuo. Atualmente, a assistente processa mais de 2.500 chamadas por dia e já reduziu em 37% o volume de ligações encaminhadas para agentes humanos.

Quando há necessidade de intervenção de um consultor, a chamada é transferida com um resumo automático gerado pela SOFIA, contendo o contexto da solicitação, recurso que agiliza a resolução e torna o atendimento mais preciso.

Além disso, durante a conversa, a assistente pode enviar links via WhatsApp, permitindo que o usuário continue processos de forma digital, reforçando a estratégia omnicanal da companhia e conectando telefone, atendimento humano e canais digitais em um só fluxo.

“Hoje, os usuários conversam com a SOFIA como se fosse uma pessoa real. Eles se surpreendem, riem, agradecem ao final da ligação e valorizam a agilidade da experiência. Para nós, isso é o mais importante: estar presentes com soluções que tornem a viagem mais simples e conectada, desde o primeiro contato ao retorno para casa”, acrescenta González.

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Redação

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