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Março 2026
Home2026Março
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AIBooking Engine
06/03/2026

Mesmo com a ascensão da IA, softwares de gestão hoteleira ganham relevância

  • Avanços em inteligência artificial levantaram dúvidas sobre o futuro de softwares tradicionais.
  • No setor hoteleiro, porém, sistemas de gestão continuam essenciais para operações financeiras e reservas.
  • Plataformas processam pagamentos, preços, impostos e disponibilidade de quartos, tornando-se centrais para o fluxo de receita.
  • Em um setor ainda pouco digitalizado, a IA tende a acelerar a modernização dos sistemas, não substituí-los.

Nos últimos meses, avanços em inteligência artificial (IA) reacenderam um debate entre investidores sobre o futuro dos softwares tradicionais. A preocupação é que assistentes de IA capazes de executar tarefas diretamente a partir de comandos em linguagem natural possam tornar interfaces, dashboards e aplicativos menos necessários.

No entanto, no setor de hospitalidade, essa lógica pode não se aplicar da mesma forma. Segundo a coluna de Jordan Hollander, cofundador do HotelTechReport.com, publicada no portal PhocusWire, a estrutura operacional dos hotéis, o modelo de monetização dos softwares e o estágio de digitalização da indústria indicam que os sistemas podem continuar mais importantes com a adoção da IA.

Sistemas controlam o núcleo financeiro do hotel

Um dos pilares tecnológicos da hotelaria é o Property Management System (PMS), responsável por controlar operações essenciais do estabelecimento.

Essas plataformas gerenciam desde disponibilidade de quartos e definição de preços até aplicação de descontos, cálculo de impostos, processamento de pagamentos e sincronização de reservas com plataformas de viagem como Booking.com e Expedia.

Qualquer falha nesses sistemas pode gerar consequências imediatas. Erros de disponibilidade podem causar overbooking, enquanto cálculos incorretos de impostos podem resultar em penalidades. Falhas no processamento de pagamentos, por sua vez, significam perda direta de receita.

Embora a IA possa ajudar com análises — como sugerir aumento de preços em fins de semana movimentados ou identificar atividades de reembolso incomuns —, ela ainda precisa operar dentro dos sistemas que registram e movimentam o dinheiro.

Mesmo que gestores passem a interagir com essas plataformas por meio de chat em vez de painéis tradicionais, o software que mantém os registros financeiros e as regras de operação continua indispensável.

Modelo de receita diferente de outros softwares

Outro fator que diferencia o setor é o modelo de monetização das plataformas tecnológicas.

Grande parte dos softwares corporativos cobra licenças por usuário. Nesse cenário, se a automação reduz o número de funcionários, a receita do fornecedor também diminui.

No caso da hotelaria, a lógica costuma ser outra. Os sistemas geralmente são cobrados por quarto, propriedade ou volume de transações. Assim, um hotel com 300 quartos paga pelo gerenciamento dessa capacidade independentemente do número de funcionários na recepção.

Um exemplo desse modelo é a plataforma Mews. Em 2025, a empresa processou aproximadamente US$ 19,7 bilhões em volume de transações, além de registrar mais de 42 milhões de check-ins de hóspedes, com crescimento de 55% no lucro bruto do SaaS.

Nesse contexto, se a IA ajuda hotéis a vender upgrades, melhorar a precificação ou reduzir falhas em pagamentos, o volume financeiro processado pelas plataformas também cresce.

Hotelaria ainda está atrás na digitalização

Comparada a setores como fintech ou e-commerce, a hotelaria historicamente investiu menos em tecnologia. Muitos estabelecimentos independentes ainda utilizam sistemas antigos ou processos parcialmente manuais para relatórios, planejamento de equipe e definição de preços.

Ao mesmo tempo, hotéis lidam com desafios complexos, como demanda variável, múltiplos canais de venda, regras de preços dinâmicos e diferentes regimes tributários em cada região.

Em setores altamente digitalizados, a IA pode substituir ferramentas existentes. Já em ambientes menos digitalizados, a tecnologia tende a acelerar a modernização em vez de eliminar sistemas já existentes.

Pagamentos mantêm plataformas no centro das operações

Cada vez mais, plataformas hoteleiras modernas também assumem o papel de processar pagamentos diretamente, incluindo autorização de cartões, liquidação e reconciliação financeira. Isso significa que o software não apenas armazena reservas, mas atua diretamente no processamento da receita do hotel.

Se a IA ajuda a melhorar a detecção de fraudes, reduzir falhas de pagamento ou aumentar vendas de serviços adicionais, mais dinheiro passa por esses sistemas, reforçando sua importância estratégica.

IA muda a interface, mas não elimina os sistemas

A chamada “reinicialização da IA”, que sugere que modelos de linguagem podem substituir camadas de software, pode ser válida para aplicações focadas apenas em organizar tarefas ou apresentar informações.

No entanto, softwares de hotel ocupam uma posição diferente. Eles são responsáveis por controlar inventário de quartos, aplicar regras de preços, calcular impostos, processar pagamentos e reconciliar contas.

Assim, embora a IA transforme a forma como gestores interagem com essas plataformas — com mais automação e comandos em linguagem natural —, a necessidade de sistemas que registrem e processem dados financeiros continuará existindo.

O que muda para hotéis e empresas de tecnologia

Para operadores de hotéis, o principal impacto da IA não será a substituição dos sistemas centrais, mas a exigência de utilizá-los de maneira mais eficiente. Hotéis que desejam aproveitar o potencial da IA precisarão investir em dados organizados, infraestrutura em nuvem e sistemas bem integrados, especialmente no processamento de pagamentos.

Já para empresas de tecnologia do setor, a competição tende a ir além da interface.
A vantagem competitiva estará nas plataformas que controlam o fluxo de receita e integram profundamente as operações do hotel, em vez de apenas oferecer recursos isolados de IA.

Nesse cenário, a inteligência artificial pode não enfraquecer os softwares de hotelaria, e sim torná-los ainda mais centrais no ecossistema digital da indústria de viagens.

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Redação
TomVazzana_fórumPanrotas
AINEWS
05/03/2026

Não usamos IA para criar histórias, nosso storytelling é o ponto mais forte, diz diretor da Disney

  • Tom Vazzana, diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment, explica como tecnologia e storytelling se complementam no Walt Disney World.
  • Parques da Disney utilizam robótica, programação e design em CAD para desenvolver atrações e espetáculos mais imersivos.
  • Apesar do avanço tecnológico, a empresa afirma que não utiliza inteligência artificial para criar ou escrever histórias.
  • Entre as novidades para 2026 estão cenários multidimensionais no show do Mickey Mouse e experiências mais interativas com personagens nos parques.

Como conciliar a magia clássica da Disney com o que há de mais moderno em tecnologia? Esse é talvez o maior desafio dos parques que vivem de inovação constante, encantamento e novas experiências de entretenimento. No complexo mais famoso do mundo, essa missão passa pelas mãos de Tom Vazzana, diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment para o Walt Disney World.

Nesta semana, o executivo participou do 23º Fórum PANROTAS, em São Paulo, onde compartilhou as principais novidades do Walt Disney World Resort no evento que reuniu líderes da indústria de turismo para debater inovação, mercado, mobilidade, economia, geopolítica e mais.

Em entrevista exclusiva ao Travel Tech Hub, Vazzana destacou quais são as principais tecnologias utilizadas nas atrações e o que mudou do passado para os dias de hoje em termos de aceleração do processo criativo.

“Recentemente temos dependido bastante de robótica, como você pode ver com o Spider-Man e com os robôs que estão sendo desenvolvidos para a área de Galaxy’s Edge.Também contamos muito com programação de computador, especialmente para nossos espetáculos. Por exemplo, no show Villains: Unfairly Ever After, há 86 vilões em cena, todos criados pela nossa equipe de mídia e produção de vídeo. Esse time é extremamente importante para o nosso trabalho, porque ajuda a dar vida aos personagens”, disse.

Os recursos tecnológicos aprimoraram consideravelmente o processo de construção de desenhos. Segundo Tom Vazzana, a computação também é forte aliada nesse setor.

“Outra área técnica em que confiamos muito são os designers que trabalham com CAD (desenho assistido por computador). Eles criam o espaço no qual vamos trabalhar. Antigamente, precisávamos imaginar como algo funcionaria na rua ou no parque, mas hoje podemos colocar tudo primeiro em um programa de computador, visualizar, testar e ajustar; levando em conta curvas, espaços e dimensões. É uma tecnologia incrível”, explicou.

Inteligência artificial ainda não opera no storytelling

“Nós não usamos IA para criar ou escrever histórias. Contamos nossas próprias histórias, e tenho muito orgulho disso, porque acredito que o nosso storytelling é o nosso ponto mais forte“, disse o diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment ao ser questionado sobre o uso e inteligência artificial nas criações.

“Imagino que exista algum departamento investigando o uso de IA para aumentar eficiência, talvez na área financeira, mas, no momento, seguimos confiando principalmente em nossas equipes criativas”, incluiu Vazzana.

Questionado sobre como equilibram tecnologia e inovação com a preservação do legado clássico e da narrativa da Disney, ele afirmou que “é realmente um desafio”.

“O ponto principal é que a tecnologia precisa ser invisível dentro da arte. As pessoas não deveriam ficar pensando em como algo foi feito, nem perceber os mecanismos por trás disso. Quando a tecnologia apoia o processo criativo e eleva a narrativa, aí temos a combinação perfeita. É nisso que trabalhamos todos os dias”, disse.

Novidades para 2026

Em 2026, o espetáculo ao vivo do Mickey Mouse Clubhouse utiliza tecnologia multidimensional para criar os cenários. “A sensação é de que o ambiente realmente está ali — às vezes é difícil acreditar que não está”, contou o executivo.

Ele explica que este é um show que depende bastante de tecnologia, mas sempre lembrando que os personagens, que todos amam, estão no centro da experiência. “A tecnologia está ali para apoiar o trabalho deles. É uma mistura perfeita, e esse espetáculo mostra isso muito bem”.

Por outro lado, no Conservation Station, no Disney’s Animal Kingdom, os personagens carismáticos Bluey e Bingo estarão em uma experiência que não usa tecnologia.

“É simplesmente brincar. E não podemos esquecer que, além da tecnologia, também existe o lado humano do “venha brincar comigo”. Então buscamos oferecer as duas coisas“, finalizou Tom Vazzana.

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Redação
openai
AIBooking EngineNEWS
04/03/2026

Skyscanner integra busca de voos ao ChatGPT com resultados em tempo real

  • Skyscanner lança aplicativo de busca de voos dentro do ChatGPT
  • Ferramenta permite pesquisar passagens com linguagem natural e resultados ao vivo
  • Disponível inicialmente nos EUA e Reino Unido
  • Usuários são redirecionados para concluir a reserva

O Skyscanner anunciou o lançamento de um aplicativo de busca de voos dentro do ChatGPT, permitindo que viajantes pesquisem passagens aéreas utilizando linguagem natural por meio da inteligência artificial da OpenAI.

A novidade possibilita que usuários descrevam suas necessidades de viagem em formato conversacional e recebam resultados ao vivo, com opções de voos e comparação de preços. Também é possível enviar novas mensagens para ajustar datas ou aeroportos de partida e chegada.

“É a lógica e os preços do Skyscanner em que as pessoas confiam, agora integrados a um fluxo mais intuitivo e conversacional”, informou a empresa em um comunicado.

O aplicativo está disponível no ChatGPT para usuários do Reino Unido e dos Estados Unidos, oferecendo opções de voos globais. Assim como acontece no site tradicional da companhia, o usuário é redirecionado para concluir a reserva na plataforma do fornecedor.

“Temos estado na vanguarda da busca de voos de última geração, garantindo que os viajantes tenham todas as ferramentas certas para reduzir fricções e ter mais confiança ao encontrar o voo ideal para eles”, afirmou Piero Sierra, chief AI officer do Skyscanner.

O movimento acompanha uma tendência crescente no setor de turismo. A OpenAI anunciou no ano passado que passaria a hospedar aplicativos dentro do ChatGPT, firmando parcerias com empresas como Expedia e Booking.com.

Embora carros e hotéis não façam parte deste lançamento específico no ChatGPT, o Skyscanner destacou que já utiliza inteligência artificial para impulsionar chatbots de hotéis e aluguel de carros em sua própria plataforma. A empresa também havia trabalhado com o ChatGPT em 2023 em outra ferramenta de busca baseada em IA.

“Continuaremos evoluindo a busca por viagens além dos formulários tradicionais, rumo a experiências dinâmicas e orientadas por respostas”, disse Sierra. “Vamos escalar a busca em linguagem natural com explicabilidade e expandir cenários agentivos apenas onde houver confiança e viabilidade econômica. O sucesso em IA será definido por decisões melhores e pela confiança conquistada dos viajantes.”

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Redação
Fórum Panrotas 2025
Eventos
03/03/2026

Fórum PANROTAS 2026 aborda tecnologia, inovação e o “Destino Prompt”

  • Fórum PANROTAS 2026 começa hoje (3), no Golden Hall do WTC Events Center, em São Paulo.
  • Tema da edição é “O Destino Prompt”, com foco em tecnologia, inovação e tendências para 2026.
  • Debates sobre transformação digital, NDC e novos modelos de distribuição, com participação da Sabre.
  • CEOs de Azul, Gol e Latam Brasil discutem os desafios da aviação brasileira.
  • Hotelaria e dados em 2026 entram em pauta com a Omnibees.
  • Evento reúne líderes do trade, especialistas de mercado e promove agenda voltada a networking e conexões estratégicas.

Começa hoje, em São Paulo, a 23ª edição do Fórum PANROTAS, um dos principais encontros da indústria do Turismo no Brasil. Realizado no Golden Hall do WTC Events Center, o evento reúne, nos dias 3 e 4 de março, lideranças do trade, executivos de grandes empresas, especialistas em tecnologia e representantes do poder público para discutir os rumos do setor em 2026.

Com o tema “O Destino Prompt”, a edição deste ano coloca inovação, transformação digital e novos modelos de distribuição no centro do debate, assuntos que vêm ganhando cada vez mais protagonismo em um mercado impactado por inteligência artificial, dados e mudanças no comportamento do consumidor.

Ao longo dos dois dias, a programação combina painéis estratégicos, palestras inspiradoras e debates sobre tecnologia, marketing, aviação, hotelaria, mobilidade e tendências globais. Entre os destaques está o retorno de Kathy Morgan, vice-presidente da Sabre e especialista em NDC, que deve aprofundar a discussão sobre os novos padrões de distribuição aérea e seus impactos para agências e companhias.

A hotelaria também terá espaço dedicado a dados e inteligência de mercado, com Patricia Thomas, da Omnibees, trazendo insights sobre performance e comportamento do viajante em 2026 — um tema cada vez mais estratégico para decisões baseadas em analytics.

No campo das experiências e entretenimento, executivos da Disney Destinations participam da programação, incluindo representantes da Disney Cruise Line, reforçando a importância dos cruzeiros e do turismo temático no cenário global.

Outro momento aguardado é o painel com os CEOs das principais companhias aéreas do País — Azul, Gol e Latam Brasil — que discutirão os desafios operacionais, o cenário competitivo e as perspectivas para a aviação em um contexto de pressão de custos e transformação digital.

O Fórum também abre espaço para o debate sobre mobilidade integrada, reunindo empresas como Uber e Movida, além de players do transporte rodoviário e urbano, em um momento em que a jornada do viajante ultrapassa a emissão da passagem aérea e passa a envolver soluções cada vez mais conectadas.

No campo corporativo e de distribuição online, o CFO do Grupo Despegar (Decolar), Renan Pinto, deve detalhar os próximos passos da companhia após a aquisição pela Prosus, enquanto Andrés Spitzer apresentará as estratégias da Civitatis para o mercado brasileiro.

Além dos debates sobre tecnologia e negócios, o evento traz análises sobre cenário econômico e geopolítica, com participações como a do economista Fabio Bentes e do mestre em Relações Internacionais Tanguy Baghdadi, ampliando a visão sobre como fatores globais influenciam diretamente o setor de viagens.

Networking também é parte central da experiência. A programação inclui welcome coffee, áreas exclusivas de relacionamento, ativações de marcas, almoço no Golden Hall, sala VIP e happy hour no primeiro dia, além do encerramento musical no dia 4.

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Redação
Personal Electronic Device Holder
NEWS
02/03/2026

Companhia aérea proíbe uso de óculos inteligentes e wearables com gravação por funcionários

  • Southwest Airlines proibiu o uso de smart glasses e wearables com capacidade de gravação durante o trabalho
  • Medida vale para funcionários corporativos e operacionais
  • Regra se aplica dentro e fora das dependências da empresa
  • Proibição inclui também fones de ouvido sem fio com recursos de gravação
  • Decisão ocorre em meio ao crescimento das vendas de óculos inteligentes, como os da Meta

A Southwest Airlines passou a proibir que seus funcionários utilizem óculos inteligentes e qualquer outro dispositivo vestível com capacidade de gravação durante o expediente. A decisão foi comunicada por meio de um memorando interno enviado aos colaboradores na última semana e obtido pelo site Skift.

De acordo com o documento, os dispositivos não poderão ser utilizados durante o horário de trabalho, tanto dentro quanto fora das dependências da companhia. A restrição também abrange fones de ouvido sem fio que possuam funcionalidades de gravação.

A atualização da política interna vale para todos os funcionários, incluindo equipes corporativas e de linha de frente, reforçando a preocupação da empresa com o uso de tecnologias vestíveis equipadas com recursos de captura de áudio e vídeo.

A medida surge em um momento de forte crescimento desse mercado. As vendas dos óculos inteligentes da Meta, por exemplo, triplicaram no último ano, impulsionadas pela integração com ferramentas de inteligência artificial.

Embora o memorando não detalhe as motivações específicas da decisão, o movimento sinaliza uma tendência crescente no setor corporativo e de transporte aéreo: o avanço acelerado das tecnologias vestíveis levanta debates sobre privacidade, segurança operacional e proteção de dados: temas cada vez mais sensíveis no ambiente da aviação.

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Redação

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