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HomePosts Tagged "hotelaria"

Etiqueta: hotelaria

Foto-de-Proxyclick-Visitor-Management-System-na-Unsplash
AIBooking Engine
06/03/2026

Mesmo com a ascensão da IA, softwares de gestão hoteleira ganham relevância

  • Avanços em inteligência artificial levantaram dúvidas sobre o futuro de softwares tradicionais.
  • No setor hoteleiro, porém, sistemas de gestão continuam essenciais para operações financeiras e reservas.
  • Plataformas processam pagamentos, preços, impostos e disponibilidade de quartos, tornando-se centrais para o fluxo de receita.
  • Em um setor ainda pouco digitalizado, a IA tende a acelerar a modernização dos sistemas, não substituí-los.

Nos últimos meses, avanços em inteligência artificial (IA) reacenderam um debate entre investidores sobre o futuro dos softwares tradicionais. A preocupação é que assistentes de IA capazes de executar tarefas diretamente a partir de comandos em linguagem natural possam tornar interfaces, dashboards e aplicativos menos necessários.

No entanto, no setor de hospitalidade, essa lógica pode não se aplicar da mesma forma. Segundo a coluna de Jordan Hollander, cofundador do HotelTechReport.com, publicada no portal PhocusWire, a estrutura operacional dos hotéis, o modelo de monetização dos softwares e o estágio de digitalização da indústria indicam que os sistemas podem continuar mais importantes com a adoção da IA.

Sistemas controlam o núcleo financeiro do hotel

Um dos pilares tecnológicos da hotelaria é o Property Management System (PMS), responsável por controlar operações essenciais do estabelecimento.

Essas plataformas gerenciam desde disponibilidade de quartos e definição de preços até aplicação de descontos, cálculo de impostos, processamento de pagamentos e sincronização de reservas com plataformas de viagem como Booking.com e Expedia.

Qualquer falha nesses sistemas pode gerar consequências imediatas. Erros de disponibilidade podem causar overbooking, enquanto cálculos incorretos de impostos podem resultar em penalidades. Falhas no processamento de pagamentos, por sua vez, significam perda direta de receita.

Embora a IA possa ajudar com análises — como sugerir aumento de preços em fins de semana movimentados ou identificar atividades de reembolso incomuns —, ela ainda precisa operar dentro dos sistemas que registram e movimentam o dinheiro.

Mesmo que gestores passem a interagir com essas plataformas por meio de chat em vez de painéis tradicionais, o software que mantém os registros financeiros e as regras de operação continua indispensável.

Modelo de receita diferente de outros softwares

Outro fator que diferencia o setor é o modelo de monetização das plataformas tecnológicas.

Grande parte dos softwares corporativos cobra licenças por usuário. Nesse cenário, se a automação reduz o número de funcionários, a receita do fornecedor também diminui.

No caso da hotelaria, a lógica costuma ser outra. Os sistemas geralmente são cobrados por quarto, propriedade ou volume de transações. Assim, um hotel com 300 quartos paga pelo gerenciamento dessa capacidade independentemente do número de funcionários na recepção.

Um exemplo desse modelo é a plataforma Mews. Em 2025, a empresa processou aproximadamente US$ 19,7 bilhões em volume de transações, além de registrar mais de 42 milhões de check-ins de hóspedes, com crescimento de 55% no lucro bruto do SaaS.

Nesse contexto, se a IA ajuda hotéis a vender upgrades, melhorar a precificação ou reduzir falhas em pagamentos, o volume financeiro processado pelas plataformas também cresce.

Hotelaria ainda está atrás na digitalização

Comparada a setores como fintech ou e-commerce, a hotelaria historicamente investiu menos em tecnologia. Muitos estabelecimentos independentes ainda utilizam sistemas antigos ou processos parcialmente manuais para relatórios, planejamento de equipe e definição de preços.

Ao mesmo tempo, hotéis lidam com desafios complexos, como demanda variável, múltiplos canais de venda, regras de preços dinâmicos e diferentes regimes tributários em cada região.

Em setores altamente digitalizados, a IA pode substituir ferramentas existentes. Já em ambientes menos digitalizados, a tecnologia tende a acelerar a modernização em vez de eliminar sistemas já existentes.

Pagamentos mantêm plataformas no centro das operações

Cada vez mais, plataformas hoteleiras modernas também assumem o papel de processar pagamentos diretamente, incluindo autorização de cartões, liquidação e reconciliação financeira. Isso significa que o software não apenas armazena reservas, mas atua diretamente no processamento da receita do hotel.

Se a IA ajuda a melhorar a detecção de fraudes, reduzir falhas de pagamento ou aumentar vendas de serviços adicionais, mais dinheiro passa por esses sistemas, reforçando sua importância estratégica.

IA muda a interface, mas não elimina os sistemas

A chamada “reinicialização da IA”, que sugere que modelos de linguagem podem substituir camadas de software, pode ser válida para aplicações focadas apenas em organizar tarefas ou apresentar informações.

No entanto, softwares de hotel ocupam uma posição diferente. Eles são responsáveis por controlar inventário de quartos, aplicar regras de preços, calcular impostos, processar pagamentos e reconciliar contas.

Assim, embora a IA transforme a forma como gestores interagem com essas plataformas — com mais automação e comandos em linguagem natural —, a necessidade de sistemas que registrem e processem dados financeiros continuará existindo.

O que muda para hotéis e empresas de tecnologia

Para operadores de hotéis, o principal impacto da IA não será a substituição dos sistemas centrais, mas a exigência de utilizá-los de maneira mais eficiente. Hotéis que desejam aproveitar o potencial da IA precisarão investir em dados organizados, infraestrutura em nuvem e sistemas bem integrados, especialmente no processamento de pagamentos.

Já para empresas de tecnologia do setor, a competição tende a ir além da interface.
A vantagem competitiva estará nas plataformas que controlam o fluxo de receita e integram profundamente as operações do hotel, em vez de apenas oferecer recursos isolados de IA.

Nesse cenário, a inteligência artificial pode não enfraquecer os softwares de hotelaria, e sim torná-los ainda mais centrais no ecossistema digital da indústria de viagens.

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Redação
Hotel;hotelaria
HotelariaInvestimentosTECH
25/02/2026

De upgrade a “efeito VIP”: como hotéis estão criando novas fontes de receita com tecnologia

  • Receitas com ancillaries crescem acima da média da diária, pressionadas por teto de preços.
  • Plataformas como Plusgrade, Oracle e startups locais ajudam hotéis a vender de upgrades a experiências exclusivas.
  • Estratégia vai além do faturamento: objetivo é aumentar fidelização, melhorar reviews e reposicionar marcas.
  • Conceito evolui para micro-marketplace e turismo circular, conectando hóspedes a fornecedores locais.
  • Dados e personalização em tempo real se tornam peça-chave para elevar RevPAG e lealdade.

As plataformas de ancillaries — produtos e serviços adicionais vendidos além da diária — estão deixando de ser apenas ferramentas de incremento de receita para se tornarem pilares estratégicos da hotelaria. Com as tarifas médias diárias atingindo um limite em diversos destinos, redes e hotéis independentes recorrem à tecnologia para ampliar margens, fortalecer a fidelização e até reposicionar suas marcas.

O upgrade de quarto continua sendo o produto mais comum, pois trata-se de um item de alta margem e baixa fricção operacional, destacou a reportagem do portal Phocus Wire. No portfólio upscale da Choice Hotels International, por exemplo, houve aumento de 17% na receita de upsell por transação sobre a tarifa reservada com o uso da plataforma Nor1 eStandby Upgrade, da Oracle.

Mas o universo de ancillaries vai muito além. De aluguel de scooters a cosméticos no quarto, passando por decoração pré-chegada e até experiências com “paparazzi fake”, hotéis estão ampliando o cardápio de ofertas.

A Plusgrade, que atua em diferentes setores do turismo, estima que cerca de 50% da receita global de ancillaries esteja ligada a upgrades de quarto ou atributos da acomodação. Entre os produtos mais vendidos em seus 600 hotéis parceiros também estão atividades e transportes, como transfers de aeroporto.

Segundo Erik Tengen, presidente de upselling para hotelaria da empresa, os hotéis podem seguir dois caminhos: adotar um modelo semelhante ao das companhias aéreas de baixo custo, desmembrando serviços, ou “criar algo do nada”.

“Nossos hotéis estão vendendo cumulativamente mais de 10 mil tipos diferentes de produtos”, afirmou em entrevista ao Phocus Wire.

Um dos casos citados por Tengen é o do grupo boutique The House of Gods, com o pacote “Trate-me como um famoso”.

“Quando você chega, eles tiram fotos suas, até pedem seu autógrafo. Você se sente como se fosse Johnny Depp durante toda a estadia”, disse. “E o mais interessante é que, se você entrar no Tripadvisor e procurar por ‘The House of Gods’, verá que esse é um dos motivos pelos quais as pessoas estão se hospedando lá agora. Eles criaram algo a partir do nada, o que é incrível, e estão usando nossa plataforma para posicionar essa experiência específica.”

Micro-marketplace e turismo circular

Startups também estão ampliando o conceito de ancillaries. A espanhola BookinGuru aposta em integrar hotéis a fornecedores locais por meio de uma plataforma agnóstica. O cofundador e CEO Ben Schleifer prefere falar em “micro-marketplace” e “turismo circular”.

Segundo Schleifer, algumas tendências surpreendem, como a alta demanda por cosméticos no quarto ou decoração personalizada antes da chegada.

“Algumas tendências me surpreendem”, disse. “Por exemplo, cosméticos no quarto ou decoração antes da chegada, como um arranjo de flores na cama. Eu simplesmente não sabia que o mercado era tão grande, mas as primeiras pessoas a dizer que isso funcionaria bem são os próprios hotéis”.

Em um dos casos, um hotel triplicou suas comissões no primeiro ano apenas ao digitalizar processos com a plataforma.

Foto: Freepik

Personalização em tempo real e cultura de engajamento

A Oracle reforçou sua atuação no segmento ao adquirir a Nor1 em 2020. Entre junho de 2024 e 2025, o Opera Guest Engagement and Merchandising, com tecnologia Nor1 Prime, gerou US$ 300 milhões em demanda por upsell para hotéis — um aumento de 20% na receita desse tipo de venda.

Para Jason Bryant, VP de estratégia de crescimento da Oracle e fundador da Nor1, a tecnologia é fundamental para empoderar as equipes.

“Estamos tentando criar uma cultura de engajamento positivo no nível de cada propriedade. Estamos usando a tecnologia para capacitar as equipes”, afirmou.

Segundo ele, a personalização em tempo real permite que a equipe atue como consultora de confiança do hóspede.

“Sempre que converso com hoteleiros, eles dizem: ‘Queremos ser donos da jornada do hóspede o máximo possível, desde o momento em que alguém começa a sonhar em vir para o nosso destino até o momento em que pensa em reservar novamente.’”

Experiências como estratégia central

O movimento também ganha força em grandes marcas. A Hyatt anunciou parceria com a Way para reforçar sua oferta de experiências, acompanhando a tendência de consumo: a Way estima que os gastos com experiências cresceram 65% entre 2019 e 2023.

Já a Airbnb tem reforçado a mensagem de que sua proposta vai além da hospedagem, impulsionando novamente sua vertical de experiências.

Jessica Middleton, proprietária do Manor House Alsager, no Reino Unido, defende que os dados são decisivos para sustentar essa estratégia:

“Saber quais tratamentos de spa estão sendo comprados e quais atividades estão sendo solicitadas contribui significativamente para melhorias incrementais do ponto de vista do RevPAG e, em última instância, para explicar por que os hóspedes escolhem sua propriedade em vez de todas as outras em uma determinada localização e estão dispostos a pagar tarifas acima do mercado.”

Ancillaries como ferramenta estratégica

Além de gerar receita incremental, o upselling também pode funcionar como ferramenta de pesquisa de mercado. Segundo Tengen, resorts podem testar novas propostas antes mesmo de reposicionar oficialmente o produto.

“Estou curioso e quero reformular para atrair um tipo diferente de viajante, então talvez eu construa um beach club”, disse. “O resort pode usar o upselling antes da chegada como forma de observar como a conversão muda. Meus hóspedes realmente estão interessados nisso?”

Com margens pressionadas e hóspedes cada vez mais exigentes, a tendência é que os hotéis ampliem o uso de tecnologia para transformar os ancillaries de simples complementos em pilar central da estratégia de receita, fidelização e diferenciação de mercado.

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Redação
Type entertainment complex. The popular resort with pools and water parks in Turkey with more than 5 million visitors a year.
AIBooking EngineNEWS
18/02/2026

Reservas diretas em hotéis se mantêm estáveis mesmo com avanço da IA, aponta SiteMinder

  • Reservas diretas permaneceram estáveis em 95% dos mercados analisados, apesar do avanço da inteligência artificial e das OTAs.
  • Websites dos hotéis registraram o maior valor médio por reserva (US$ 516).
  • Expedia Group liderou geração de receita na América do Norte pela primeira vez desde 2020.
  • Demanda asiática superou níveis pré-pandemia, com China e Índia impulsionando o crescimento.
  • Viajantes estão reservando com mais antecedência e cancelando menos, enquanto as diárias seguem em alta globalmente.

As reservas diretas em hotéis continuam estáveis, mesmo diante do avanço da inteligência artificial (IA) nos processos de busca e do fortalecimento das OTAs. É o que revela o relatório anual Hotel Booking Trends, divulgado pela SiteMinder.

Segundo o estudo, em 2025 a participação de receita por canal ficou dentro de uma variação de 1,5 ponto percentual em 95% dos mercados analisados, contrariando previsões de que a IA poderia impactar significativamente as vendas diretas — positiva ou negativamente.

O levantamento reúne dados de mais de 130 milhões de reservas em 20 mercados, além de respostas de 700 hoteleiros.

O relatório destaca que, embora os hábitos de busca estejam mudando, a estratégia digital segue sendo determinante para o desempenho.

“Os padrões de busca dos viajantes estão evoluindo, com IA e OTAs ganhando participação na fase de pesquisa, mas as reservas diretas permanecem estáveis. Hotéis que continuam investindo em otimização de site, visibilidade em metabusca e experiências de reserva sem fricção continuam vendo conexões mais profundas com os hóspedes e reservas de maior valor. A chave é manter esses fundamentos enquanto se mantém atento às mudanças emergentes.”

Sites próprios lideram em valor por reserva

Entre os canais analisados, os websites dos hotéis registraram o maior valor médio por reserva, de US$ 516. O resultado é atribuído à venda de categorias superiores, estadias mais longas e serviços adicionais.

Na comparação, os atacadistas geraram em média US$ 445 por reserva, os sistemas globais de distribuição (GDSs) alcançaram US$ 392, enquanto as OTAs ficaram em US$ 312.

O relatório também aponta mudanças no ranking de canais. O Expedia Group foi o principal gerador de receita na América do Norte, liderando nos Estados Unidos, Canadá e México pela primeira vez desde 2020, e retomando a liderança no mercado americano pela primeira vez desde 2021.

Já a Trip.com apresentou crescimento em diversos mercados, enquanto a Agoda ganhou relevância nas Filipinas e em Taiwan. As indianas Goibibo e MakeMyTrip expandiram participação na Tailândia e na Malásia.

Ásia supera níveis pré-pandemia

A demanda asiática também se destacou em 2025. As viagens internacionais com origem na China e na Índia superaram, pela primeira vez, os níveis pré-pandemia.

“A Ásia está remodelando as viagens globais, com projeções indicando que a região representará 3,5 bilhões de consumidores de classe média até 2030 — quase dois terços do total global,”

Reservas antecipadas, menos cancelamentos e diárias em alta

Dados adicionais da SiteMinder mostram mudanças consistentes no comportamento do viajante. A taxa média de cancelamento caiu 19,15%, enquanto a janela média de reserva aumentou para 32,15 dias.

O tempo de permanência também cresceu levemente, com 27% das reservas sendo para duas noites ou mais.

As diárias subiram em 14 dos 20 mercados analisados. A tarifa média diária global (ADR) ficou em US$ 194, com a Áustria registrando o maior aumento médio, de US$ 15.

James Bishop, VP de ecossistema e parcerias estratégicas da SiteMinder, afirmou, em entrevista ao Phocuswire que o setor entrou em um momento de maior previsibilidade.

“Esses resultados apontam para um setor de viagens que encontrou um ritmo consistente após anos de grandes transformações,”

“Os viajantes estão reservando mais cedo, cancelando menos e distribuindo suas estadias de forma mais equilibrada ao longo do ano, enquanto as tarifas continuam subindo na maioria dos mercados. Para os hotéis, isso cria estabilidade e oportunidade, mas apenas se tiverem os insights e as ferramentas para responder às mudanças na demanda à medida que elas acontecem, e não semanas ou meses depois.”

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Redação
White collar worker uses vr glasses
Booking EngineHotelariaNEWS
12/02/2026

Da IA ao “hands-free”: cinco tendências tecnológicas para hotéis em 2026

  • Inteligência artificial e análise preditiva impulsionam experiências hiperpersonalizadas e gestão de receitas.
  • Omnicanalidade e IA conversacional mudam a forma como viajantes pesquisam e reservam hotéis.
  • Tecnologias contactless e mobile tornam as jornadas cada vez mais “hands-free”.
  • Integração de sistemas e fim dos silos tecnológicos ganham prioridade entre gestores.
  • Tradução em tempo real com IA reduz barreiras linguísticas e amplia a inclusão no turismo.

O ano de 2026 começa com a hotelaria global em meio a uma profunda transformação tecnológica. Impulsionados pela evolução da inteligência artificial, pelo avanço das soluções digitais e pelas novas expectativas dos viajantes, hotéis passam a adotar modelos operacionais mais automatizados, integrados e centrados na experiência do hóspede.

Nesse novo cenário, conceitos como omnicanalidade, automação inteligente e tradução instantânea deixam de ser diferenciais e passam a ocupar posição estratégica na jornada do cliente, conforme análise realizada por Adrián Durán é Vice-Presidente Sênior e Head de Aplicações para a América Latina na Oracle. A integração de dados e a adoção de plataformas tecnológicas robustas prometem operações mais ágeis, equipes focadas no atendimento humano e experiências cada vez mais personalizadas.

IA e inteligência preditiva impulsionam experiências hiperpersonalizadas

A aplicação da inteligência artificial na hotelaria acelera uma mudança significativa na forma como os hotéis interagem com os hóspedes. Algoritmos capazes de analisar históricos e preferências permitem oferecer recomendações personalizadas em tempo real, incluindo sugestões gastronômicas, características de quartos e experiências de bem-estar.

Além disso, chatbots e assistentes virtuais passam a assumir tarefas como atendimento inicial, gestão de reservas e suporte em múltiplos canais digitais — de aplicativos a redes sociais — liberando as equipes para demandas mais complexas e estratégicas.

Outro destaque é a expansão da análise preditiva, que permite ajustar preços dinamicamente, prever demandas e melhorar a eficiência operacional. A tendência indica o fim das tarifas genéricas e o avanço de estratégias mais inteligentes e orientadas por dados.

Distribuição entra em novo ciclo com omnicanalidade e IA conversacional

A transformação digital também altera a forma como os viajantes descobrem e escolhem hospedagens. Com o avanço dos modelos de linguagem e IA conversacional, muitos consumidores passam a utilizar assistentes inteligentes em vez de buscadores tradicionais para comparar opções e planejar viagens.

Com isso, oferecer uma experiência omnicanal integrada torna-se essencial. Hóspedes esperam interações consistentes em todos os pontos de contato, incluindo sites, aplicativos, quiosques de autoatendimento, assistentes de voz e dispositivos conectados nos quartos.

Hotéis que conseguem alinhar esses canais reduzem perdas de reserva, ampliam oportunidades de vendas adicionais e fortalecem relacionamentos de longo prazo com os clientes.

Contactless, mobile e agentes de IA impulsionam jornadas “hands-free”

A digitalização acelerada pela pandemia evolui para um novo estágio em 2026, com a consolidação de experiências contactless e mobile. Check-in digital, abertura de portas sem chaves, biometria e digitalização de documentos tornam-se cada vez mais comuns, elevando a segurança e reduzindo atritos na jornada do hóspede.

Ao mesmo tempo, cresce o uso de agentes de inteligência artificial capazes de integrar sistemas e executar tarefas automaticamente, desde comunicações e reservas até a antecipação de necessidades e resolução proativa de problemas.

Segundo o especialista, o controle da experiência passa cada vez mais para o próprio viajante, que pode ajustar iluminação, temperatura, entretenimento e solicitações diretamente pelo smartphone.

Simplificação tecnológica e integração de sistemas ganham prioridade

Após anos de expansão acelerada de ferramentas digitais, gestores passam a priorizar soluções que eliminem redundâncias e simplifiquem operações. A tendência aponta para o fim dos silos tecnológicos e a adoção de plataformas com integrações nativas, capazes de consolidar dados e otimizar processos.

Essa estratégia é especialmente relevante para redes em processos de fusão ou expansão, garantindo consistência operacional e melhor experiência tanto para hóspedes quanto para equipes internas.

Tradução em tempo real elimina barreiras linguísticas nas viagens

Ferramentas de tradução instantânea baseadas em IA surgem como um dos avanços mais promissores para o turismo global. Ao permitir comunicação fluida entre hóspedes, equipes e moradores locais, a tecnologia reduz mal-entendidos e amplia o acesso a serviços e experiências.

Para as marcas, soluções multilíngues escaláveis contribuem para um atendimento mais inclusivo e eficiente, fortalecendo a conexão com viajantes de diferentes culturas.

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Redação
Decolar—Credito–Gettyimages-
AIBooking Engine
11/02/2026

Decolar reduz cadastro de hospedagens para 30 minutos e permite vendas no mesmo dia

  • Decolar reduz cadastro de hospedagens de até 90 dias para apenas 30 minutos
  • Nova tecnologia permite que parceiros comecem a vender no mesmo dia
  • Fluxo mobile-first utiliza automação inteligente para validações e carregamento de dados
  • Ferramenta já está disponível no Brasil e na Argentina
  • Mudança amplia oferta de acomodações e fortalece o ecossistema de parceiros

A Decolar anunciou uma nova atualização em sua plataforma ao reduzir o tempo de cadastro de novas hospedagens para 30 minutos. A novidade, já disponível no Brasil e na Argentina, promete acelerar a entrada de parceiros no sistema e ampliar a oferta de acomodações para viajantes.

A mudança representa uma transformação estrutural no processo de integração de novos estabelecimentos. Em 2024, o cadastro de uma acomodação podia levar até 90 dias. No início de 2025, esse prazo caiu para 56 dias e, agora, com a otimização completa do fluxo, novas hospedagens podem ser cadastradas, publicadas e começar a vender no mesmo dia.

Segundo a empresa, a atualização vai além de uma melhoria operacional. A iniciativa faz parte de uma estratégia de longo prazo focada na redução de atritos, na escalabilidade do negócio e no fortalecimento do ecossistema de parceiros. O novo fluxo foi desenvolvido com abordagem mobile-first, simplificando etapas e incorporando automação inteligente para carregamento de dados, validações e configurações, em um trabalho integrado entre equipes de produto, UX, tecnologia e negócios.

“Esse marco reflete a nossa forma de trabalhar, baseada no uso da tecnologia para geração de impacto real. Simplificar o cadastro de acomodações nos permite apoiar melhor nossos parceiros, acelerar seu crescimento dentro da plataforma e, ao mesmo tempo, ampliar a oferta disponível para os viajantes. Essa é uma base fundamental para seguirmos crescendo de forma acelerada em 2026”, afirma Alejandro Festa, Senior Regional Hunting Manager da Decolar.

O acesso ao novo sistema de cadastro já pode ser feito por meio das landing pages locais da companhia, com adaptação automática ao idioma do navegador.

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Redação
IHG
AIBooking EngineHotelariaNEWS
05/02/2026

Oracle OPERA Cloud é aprovado pela IHG para modernizar gestão de hotéis

  • IHG Hotels & Resorts aprova o Oracle OPERA Cloud como sistema de gestão de propriedades em nuvem.
  • Plataforma será utilizada em hotéis das Américas e da região EMEAA.
  • Solução promete padronização de dados, ganho operacional e melhoria da experiência do hóspede.
  • Ferramenta já opera com conformidade fiscal em 236 países e territórios.

A IHG Hotels & Resorts aprovou a plataforma Oracle OPERA Cloud como sistema de gestão de propriedades (PMS) baseado em nuvem para hotéis da rede nas Américas e na região EMEAA (Europa, Oriente Médio, África e Ásia). A decisão amplia o portfólio de soluções tecnológicas autorizadas pela rede e permite que franqueados e proprietários adotem ferramentas alinhadas às demandas operacionais e estratégicas de cada empreendimento.

Com a aprovação, a Oracle passa a integrar a lista exclusiva de fornecedores de PMS homologados pela IHG, fortalecendo a digitalização da gestão hoteleira e incentivando a adoção de tecnologias em nuvem voltadas para eficiência operacional e experiência do hóspede.

A plataforma OPERA Cloud oferece recursos desenvolvidos para atender desde hotéis independentes até portfólios complexos e redes internacionais, permitindo que propriedades centralizem dados e operações em uma única solução. A padronização facilita análises estratégicas, aumenta a visibilidade de indicadores e contribui para interações mais consistentes e personalizadas com hóspedes e membros de programas de fidelidade.

“Orgulhamo-nos de aprofundar nossa longa colaboração com a IHG para entregar tecnologias de nuvem inovadoras aos seus franqueados. O OPERA Cloud oferece um conjunto comprovado, escalável e altamente intuitivo que promove decisões baseadas em dados, simplifica operações e proporciona experiências aprimoradas tanto para hóspedes quanto para a equipe”, afirma Alex Alt, vice-presidente executivo e gerente geral da Oracle Commercial Cloud Applications.

Segundo a IHG, a adoção de soluções em nuvem integra uma estratégia mais ampla de modernização tecnológica e ganho de desempenho em toda a rede global. “Estamos em uma jornada empolgante rumo a novas soluções de sistemas de gestão de propriedades baseadas em nuvem na IHG. A plataforma Oracle OPERA Cloud traz recursos avançados que contribuirão para o desempenho do nosso portfólio, incluindo as propriedades IHG mais complexas”, declara Jolie Fleming, Chief Product & Technology Officer da IHG Hotels & Resorts.

A Oracle destaca que o OPERA Cloud oferece confiabilidade em nível empresarial, login único seguro e atualizações contínuas, realizadas trimestralmente, permitindo que hotéis mantenham padrões operacionais elevados com menor necessidade de intervenção técnica. Atualmente, a solução já é utilizada com suporte a conformidade fiscal em 236 países e territórios, reforçando sua atuação global.

Com mais de quatro décadas de atuação no setor de hospitalidade, a Oracle desenvolve tecnologias voltadas para hotéis independentes, redes internacionais, cassinos e cruzeiros. Suas plataformas em nuvem e soluções móveis, integradas por APIs abertas, buscam acelerar a inovação, ampliar receitas e aumentar a eficiência operacional em um mercado cada vez mais orientado por dados e personalização da experiência do viajante.

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Redação
Hidalgo Tours
Booking EngineDIGITALNEWSTECH
14/01/2026

Pousadas podem perder até R$ 47,9 mil por ano ao depender exclusivamente de OTAs

  • Pousadas podem perder até R$ 47,9 mil por ano com comissões das OTAs
  • Taxas chegam a 30% por reserva, segundo dados do FOHB
  • Reservas diretas têm ticket médio maior no mercado global
  • Venda direta pode gerar economia anual de até R$ 14,3 mil

A dependência das OTAs (Online Travel Agencies) tem gerado impactos financeiros relevantes para hotéis e pousadas no Brasil, especialmente entre pequenos e médios empreendimentos. Uma análise baseada em dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) mostra que as comissões cobradas por essas plataformas podem consumir até 30% do valor de cada reserva, reduzindo significativamente a margem de lucro anual.

A busca por visibilidade digital levou muitos estabelecimentos independentes a concentrarem grande parte de suas vendas em OTAs. Embora esse modelo ajude a manter a ocupação, ele também retarda o desenvolvimento de canais próprios, como sites com motor de reservas e sistemas integrados de gestão.

Enquanto no mercado internacional cresce a preferência pelas reservas diretas nos sites oficiais, muitos hotéis e pousadas brasileiros ainda não contam com infraestrutura tecnológica capaz de converter esse interesse em vendas. A ausência de sistemas completos de gestão hoteleira dificulta a integração de canais, o controle de disponibilidade em tempo real e a redução da dependência de intermediários.

Com margens pressionadas e estruturas enxutas, a venda direta tornou-se estratégica para a sustentabilidade do setor. No entanto, ao recorrerem às OTAs como solução imediata para ocupação, muitos empreendimentos acabam adiando investimentos em tecnologia e autonomia comercial.

O avanço das reservas diretas no mercado global

Dados de um relatório global da SiteMinder indicam que, em 2024, os canais de reserva direta apresentaram crescimento expressivo, com ticket médio de aproximadamente US$ 519 por transação, valor superior ao registrado pelas OTAs, que ficou em torno de US$ 320.

O desempenho reflete estadias mais longas, maior demanda por categorias superiores e a inclusão de serviços adicionais, fatores que ampliam a rentabilidade do canal próprio. Navegação simplificada, meios de pagamento estáveis, ambiente seguro e integração com metabuscadores também contribuíram para fortalecer a confiança do consumidor.

O impacto financeiro das comissões das OTAs

Com base no relatório Hotelaria em Números – Brasil 2024, do FOHB, é possível estimar o peso das comissões no faturamento anual. A receita líquida média de hotéis e pousadas gira em torno de R$ 159,8 mil por ano, considerando ocupação média de 60% e RevPAR de R$ 310.

As comissões das OTAs variam entre 15% e 30% por reserva, dependendo do contrato e do nível de visibilidade contratado. Quando um empreendimento concentra 100% das vendas nessas plataformas, operando na taxa máxima, o custo anual pode chegar a R$ 47,9 mil, valor que deixa de ser reinvestido em manutenção, modernização ou marketing.

Mesmo a migração parcial já gera impacto. Se 30% das reservas feitas via OTAs passarem para um motor de reservas direto, a economia anual com comissões pode alcançar R$ 14,3 mil, reforçando o caixa do negócio.

Barreiras tecnológicas que dificultam a venda direta

Apesar do potencial financeiro, a venda direta ainda enfrenta entraves estruturais que limitam a conversão.

Sites lentos e pouco responsivos, especialmente no celular, afastam o hóspede nos primeiros segundos de navegação. A baixa integração com Google e redes sociais reduz a visibilidade do site oficial, enquanto a falta de sincronização de disponibilidade aumenta o receio de overbooking.

Além disso, processos manuais e meios de pagamento limitados prolongam a finalização da reserva e elevam as desistências, sobretudo fora do horário comercial.

Como a tecnologia pode impulsionar as reservas diretas

Estudos mostram que cerca de 65% dos viajantes que encontram um hotel nas OTAs visitam o site oficial antes de reservar. Sem um motor de reservas ativo, esse público abandona a navegação. Com a ferramenta integrada, parte significativa dessas visitas se converte em vendas sem intermediários.

Esse movimento pode gerar crescimento de até 40% na receita das reservas diretas, sem necessidade de aumentar o tráfego. Cada venda passa a reter integralmente o valor, eliminando perdas com comissões entre 15% e 30%.

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Redação
Hotéis se adaptam ao novo viajante: busca por internet e áreas de trabalho cresce 50%
AINEWS
04/12/2025

Hotéis se adaptam ao novo viajante: busca por internet e áreas de trabalho cresce 50%

  • Hóspedes estão exigindo conectividade mais rápida durante a estadia.
  • A demanda por mais tomadas e pontos de energia nos quartos e áreas comuns aumentou.
  • O nomadismo digital pressiona os hotéis a oferecer espaços adequados para trabalho.

O nomadismo digital vem se consolidando como uma tendência global e continua influenciando a forma como hotéis adaptam seus serviços. Com a flexibilização do trabalho remoto e a busca por maior qualidade de vida, cresce o número de profissionais que passam longos períodos viajando, alternam cidades e trabalham integralmente online. Esse novo perfil pressiona o setor hoteleiro a reforçar sua infraestrutura de conectividade, conforto e ambientes adequados para trabalho.

Na Rede Master de Hotéis, operada pela Rede Platamon (Grupo Isdra), o monitoramento interno mostra que, mesmo sem aumento significativo no número de hóspedes remotos, há uma clara mudança de comportamento. A permanência típica do viajante que trabalha à distância, o chamado “weekstay”, de segunda a quinta-feira, caiu de 3,11% em 2024 para 2,75% em 2025, mas a exigência por boas condições de trabalho cresceu.

Menções relacionadas à internet, tomadas e espaços adequados para trabalhar nas avaliações de hóspedes aumentaram cerca de 50%, passando de 3,47% para 5,21% entre 2024 e 2025. A rede avalia que, embora o público remoto não tenha crescido numericamente, ele está mais atento e exigente.

“A forma de viajar está mudando, e mesmo quem não é nômade digital espera hoje uma experiência que permita trabalhar com conforto e estabilidade”, afirma a CEO da Rede Master de Hotéis, Lívia Trois. “Cada vez mais, o hóspede quer ter a liberdade de resolver algo do trabalho sem complicação. Isso impacta diretamente a nossa operação”, acrescenta.

Para responder a essa demanda crescente, todos os hotéis da Rede Master já oferecem Wi-Fi de alta qualidade, mesas de trabalho nos apartamentos e salas de reuniões com diferentes capacidades, desde auditórios para eventos corporativos até espaços menores destinados a videochamadas e trabalho colaborativo.

Além da estrutura já existente, a rede revisou seus investimentos em conectividade. No hotel de Gramado, melhorias mais robustas foram implementadas após análises internas indicarem maior uso da rede e mais feedbacks relacionados à qualidade da internet.

“Nosso compromisso é acompanhar de perto o comportamento dos hóspedes. Por isso, estamos investindo continuamente em estabilidade de conexão e ambientes adequados para quem precisa trabalhar”, destaca Lívia.

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Redação
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Booking EngineDestinosDIGITALEventos
24/11/2025

Booking.com vai revelar tendências de viagem para 2026 em experiência inédita em São Paulo

  • A Booking.com vai apresentar, em São Paulo, as Previsões de Viagem 2026, estudo global que aponta uma tendência crescente de viagens ultrapersonalizadas e centradas na individualidade.
  • Com base em entrevistas com mais de 29 mil viajantes em 33 países, incluindo o Brasil, a pesquisa deverá revelar que o turismo dos próximos anos será guiado por experiências alinhadas a metas pessoais e estilos de vida.
  • Evento terá programação inédita e gratuita nos dias 28 e 29 de novembro na capital paulista.

A Booking.com vai divulgar a 10ª edição do estudo Previsões de Viagem 2026, que antecipará as principais tendências do turismo para os próximos anos. A empresa, conhecida por oferecer reservas de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços, deverá apontar um movimento crescente em direção à individualização das experiências, com foco em roteiros que reflitam objetivos pessoais e preferências únicas.

A pesquisa vai reunir respostas de mais de 29 mil viajantes em 33 países, incluindo o Brasil, e deverá identificar nove tendências que projetam um futuro em que viajar se torna uma extensão da identidade de cada pessoa. Entre os destaques esperados estão experiências que combinam bem-estar e tecnologia, escapadas místicas, estadias futuristas e aventuras fora do convencional, todas com o objetivo de transformar as férias em uma expressão autêntica de cada viajante.

Para marcar o lançamento no Brasil, a plataforma vai promover uma experiência inédita e gratuita nos dias 28 e 29 de novembro, em São Paulo. Durante o evento, o público terá acesso a quatro histórias curtas de 15 minutos apresentadas em formato cênico. Cada performance estará conectada às tendências mapeadas pelo estudo, criando um paralelo entre o impacto das viagens e as emoções despertadas pelo teatro — ambas capazes de transportar o visitante para novos mundos e estimular diferentes formas de olhar para si mesmo.

Além da imersão artística, a ação vai reforçar como a maneira de explorar o mundo segue em constante transformação e como a Booking.com trabalha para facilitar o acesso às viagens.

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Redação
Atlantica Hospitality International
AIBooking EngineDIGITALHotelaria
13/11/2025

Atlantica Hospitality International lança primeiro app hoteleiro do Brasil voltado a investidores

  • A Atlantica Hospitality International lançou o primeiro aplicativo do setor hoteleiro brasileiro desenvolvido exclusivamente para investidores, o App Investidor Atlantica.
  • Aplicativo foi desenvolvido para que proprietários de unidades hoteleiras possam acompanhar rendimentos, indicadores de performance e notícias de seus empreendimentos em tempo real.
  • Plataforma está disponível para iOS e Android.

A Atlantica Hospitality International acaba de lançar o App Investidor Atlantica, o primeiro aplicativo do mercado hoteleiro brasileiro criado exclusivamente para investidores de hotel.

A ferramenta foi desenvolvida para que proprietários de unidades hoteleiras possam acompanhar rendimentos, indicadores de performance e notícias de seus empreendimentos em tempo real, reunindo informações financeiras e operacionais em um ambiente seguro e acessível de qualquer lugar.

Com investimento superior a R$ 1 milhão, o aplicativo foi criado em parceria com uma empresa especializada, utilizando metodologias modernas de pesquisa e prototipação. O desenvolvimento teve como base pesquisas com investidores da própria Atlantica, garantindo uma experiência personalizada, simples e segura. Entre os recursos disponíveis estão tecnologias de reconhecimento facial e digital (Face e Touch ID), preferências customizáveis e notificações em tempo real.

Como parte da campanha de lançamento, a Atlantica produziu um vídeo criado 100% com Inteligência Artificial, em parceria com a Agência ILI, conectando forma e conteúdo em torno da essência tecnológica do App Investidor Atlantica. A ação reflete o olhar inovador da administradora e sua busca por novas maneiras de expressar o pioneirismo que orienta suas entregas.

O lançamento também integra o projeto Excelência Financeira, que faz parte do programa ESG da Atlantica, denominado Aja. O objetivo é garantir prestação de contas precisa, tempestiva e acessível aos mais de 13 mil investidores que confiam na administradora, reforçando os pilares de transparência e governança.

“O App Investidor Atlantica é um marco em inovação tecnológica no setor hoteleiro. Mais do que uma plataforma digital, ele traduz nosso compromisso em fortalecer o relacionamento com os investidores e em manter a transparência da rede. Segurança financeira e governança seguem como premissas que orientam nossas operações todos os dias”, explica Ricardo Bluvol, VP de Desenvolvimento e Relação com Investidor da Atlantica Hospitality International.

Para Juliana Pinheiro, Diretora de Transformação da Atlantica Hospitality International, a plataforma tecnológica reforça a ambição da companhia em liderar a transformação digital do setor. “Queremos usar a tecnologia como um meio para aproximar, simplificar e empoderar. O App Investidor Atlantica traduz nossa essência inovadora, trazendo mais agilidade, clareza e autonomia para nossos investidores”, destaca.

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Redação
Girl Holding Tablet Working on VR Tech
AIBooking EngineNEWS
10/10/2025

IA na hotelaria: independentes avançam rápido, redes globais ainda hesitam

A Inteligência Artificial (IA) vem ganhando espaço na hotelaria, permitindo que equipes foquem no atendimento humano, enquanto a tecnologia assume tarefas operacionais. Dois estudos recentes — h2c e Cloudbeds: AI & Automation in Hospitality e TakeUp’s AI Hospitality Revolution 2025 — analisaram a adoção de IA em redes globais e hotéis independentes, com base em respostas de mais de 370 hoteleiros ao redor do mundo.

Redes hoteleiras: potencial alto, adoção ainda lenta

Segundo a pesquisa da h2c, que incluiu 171 redes e mais de 11 mil propriedades, 78% das redes já usam IA e 89% planejam expandir nos próximos 12 a 24 meses. Chatbots lideram o uso atual (42%), enquanto gestão de dados de clientes é a área mais planejada para investimentos (50%).

No entanto, existe uma lacuna entre confiança e dependência real da tecnologia. Enquanto os hoteleiros deram à IA nota 6,6 de confiança em 10, a utilização média foi de apenas 4,7, refletindo a falta de estratégias formais de adoção de IA. Apenas 7% das redes possuem uma estratégia de IA corporativa completa.

Principais barreiras citadas:

  • 62% apontam falta de expertise;
  • 51% alegam estratégia pouco clara;
  • 45% relatam dificuldades de integração;
  • 39% enfrentam restrições orçamentárias;
    Outros desafios incluem resistência organizacional, segurança de dados, retorno sobre investimento e qualidade da informação.

Hotéis independentes avançam rápido e veem resultados concretos

Para propriedades menores, a adoção de IA tem sido mais ágil e lucrativa. Pesquisa da TakeUp com 200 hotéis independentes revelou que 74,5% relatam resultados positivos, mesmo com uso de seis meses a dois anos.

Áreas de maior valor percebido:

  • 16,7%: comunicação automatizada com hóspedes;
  • 13,8%: otimização de campanhas de marketing;
  • 12,1%: precificação dinâmica.

Outros motivos para adoção incluem ganho de tempo e eficiência (19,7%), redução de custos (13,1%) e vantagem competitiva (10,12%). Entre os que obtiveram retorno, 25,5% registraram aumento de receita entre 6% e 10%, e 35% entre 11% e 20%.

Quase 70% consideram a IA essencial para competitividade, e 39% a veem como vantagem significativa frente à concorrência.

Motivação comum: eficiência, experiência e toque humano

Apesar das diferenças, redes e hotéis independentes compartilham objetivos semelhantes: reduzir tarefas repetitivas, aumentar eficiência e melhorar a experiência do hóspede.

  • Para redes: business intelligence (78%), chatbots (77%), marketing digital (72%);
  • Para hotéis independentes: comunicação automatizada (16,7%), marketing (13,8%), precificação dinâmica (12,1%), redução de custos energéticos (12,1%)

A aceitação da IA pelos funcionários também é positiva: 78% se sentem confortáveis com as ferramentas, enquanto dois terços dos hoteleiros de redes afirmam que a IA libera equipes para trabalhos estratégicos e atendimento direto.

Mesmo com a automação, o toque humano continua essencial. Para 62% das redes e 74% dos independentes, manter interação personalizada é crítico.

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Redação
Scandic
NEWS
11/09/2025

Amadeus leva solução Agency360 para 280 hotéis da rede Scandic

A Scandic Hotels, maior rede hoteleira da região nórdica, anunciou que passará a utilizar a solução corporativa Agency360®, desenvolvida pela Amadeus. O sistema oferece inteligência detalhada sobre agências de viagens e reservas, permitindo à rede aprimorar suas estratégias de distribuição e crescimento.

Com a novidade, cerca de 280 unidades na Escandinávia, Alemanha e Polónia terão acesso a dados estratégicos que ajudam a compreender melhor os padrões de reservas, identificar oportunidades de mercado e fortalecer o relacionamento com agências de viagens.

De acordo com a Amadeus, a adoção da plataforma deve incrementar o desempenho comercial da Scandic e apoiar a rede na tomada de decisões baseadas em dados.

A iniciativa reforça a tendência de que inteligência de dados e soluções digitais desempenham papel cada vez mais relevante na hotelaria global, seja para otimizar operações ou para melhorar a experiência dos clientes.

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Redação
Bolt
HotelariaInvestimentosNEWS
04/09/2025

Bolt fecha parceria com IHG para otimizar viagens corporativas

A Bolt Business anunciou uma parceria internacional com o IHG Business Edge, programa voltado a pequenas e médias empresas, com o objetivo de facilitar viagens de negócios em mais de 100 países. A aliança oferece benefícios exclusivos para clientes das duas plataformas, abrangendo os mais de 6.500 hotéis do grupo IHG Hotels & Resorts, incluindo unidades no Brasil.

De acordo com as empresas, todas as reservas feitas via IHG Business Edge terão direito a 50% de desconto em 25 viagens Bolt Business na próxima reserva. Por outro lado, clientes da Bolt que reservarem hotéis pelo IHG Business Edge passam a receber imediatamente o estatuto Gold Elite do programa IHG One Rewards, normalmente alcançado após 20 noites em um ano. Entre os benefícios estão 40% de pontos de bônus adicionais em estadias, possibilidade de transição de noites para o ano seguinte e late check-out, sempre que disponível.

Para Afonso Freitas e Costa, responsável da Bolt Business em Portugal, “é uma nova forma de fornecermos soluções de viagem completamente integradas para empresas que operam em todo o mundo”. Ele reforça que a parceria combina transporte e hospitalidade de classe mundial, permitindo que empresas e colaboradores se concentrem nos negócios enquanto a logística de viagem é cuidada.

Kate Norris, Global Director of SME Strategy da IHG Hotels & Resorts, acrescenta que a colaboração oferece “recompensas valiosas e soluções de viagem otimizadas”, tornando mais simples para as empresas gerirem suas necessidades de viagem enquanto desfrutam de benefícios especiais.

No Brasil, a rede IHG conta com hotéis estratégicos para viagens de negócios, como o InterContinental São Paulo, o InterContinental Rio de Janeiro, além de unidades do Holiday Inn e Holiday Inn Express em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Lançado em 2018, o serviço Bolt Business permite que empresas gerenciem viagens corporativas diretamente pela aplicação, integrando soluções de ride-hailing, car-sharing, micromobilidade e entregas.

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Redação
Utrippay
DIGITALHotelariaNEWSTECH
22/08/2025

Utrip estreia na Equipotel com lançamento da primeira adquirente exclusiva para hotéis

A Utrip, startup especializada em soluções para potencializar as vendas diretas de hotéis, terá participação inédita na Equipotel 2025, que acontece entre 16 e 19 de setembro em São Paulo. O evento é considerado o mais importante da hospitalidade no Brasil, reunindo empresas e profissionais de referência no setor.

Em sua primeira participação como expositora, a Utrip apresentará sua principal novidade: a Utrippay, primeira adquirência do Brasil criada exclusivamente para o setor hoteleiro. A solução oferece taxas competitivas, maquininha própria para vendas online e no balcão e integração completa com sistemas de gestão (PMS).

Marcelo Morais, gerente de Operações da Utrip, destacou a importância do lançamento: “É um orgulho imenso ter participado do nascimento da Utrippay e uma expectativa enorme para o lançamento dela no evento mais esperado do ano do setor de hotelaria”, afirma. “Estar na Equipotel representando a Utrip/Utrippay é a oportunidade de mostrar para o mercado hoteleiro que existem pessoas que se preocupam e estão engajadas em transformar o futuro da hotelaria no Brasil”, completa.

A Utrip será representada no evento pelo CEO Hiéracles Árnessen, pela gerente comercial Clélia Sales, pelo líder técnico de Sustentação Victor Pacheco e pelo líder técnico de Projetos Herbert Leone. O estande também receberá executivos do Grupo Tauá, parceiro estratégico da startup, como Lizete Ribeiro (CEO), Daniel Ribeiro (Chairman) e Fábio Estevez (CIO).

“Mais do que marcar presença, queremos reforçar nosso nome no mercado, reencontrar parceiros da nossa trajetória e abrir portas para novas conexões. Estamos prontos para mostrar o quanto nosso motor de reservas evoluiu, hoje mais robusto, intuitivo e alinhado às necessidades reais do setor hoteleiro. Além disso, celebramos o lançamento da Utrippay, nossa solução própria de pagamentos, que chega para tornar a operação dos nossos clientes ainda mais completa e eficiente“, disse Árnessen.

Além da Utrippay, a startup oferece uma plataforma completa para vendas diretas, incluindo website, motor de reservas e agente de inteligência artificial, que podem operar de forma integrada conforme a necessidade de cada meio de hospedagem.

Árnessen finaliza: “A Equipotel é um marco da nova fase da Utrip, mais madura, mais conectada e com soluções ainda mais relevantes para o mercado e tem muita novidade a caminho.”

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Redação
online-shopping-concept
NEWS
05/08/2025

De assistentes virtuais a preços dinâmicos: a IA e o futuro do turismo

Um dos principais destaques da aplicação de IA é o avanço no engajamento em tempo real com clientes. Ferramentas como chatbots inteligentes e assistentes virtuais oferecem respostas personalizadas e instantâneas a dúvidas de viajantes, otimizando o atendimento e aumentando a eficiência operacional. Essas soluções vão desde reservas até recomendações locais, garantindo informações relevantes e imediatas para os usuários.

Além disso, conforme mostra reportagem especial na TTW, motores de recomendação baseados em IA analisam o comportamento e as preferências dos hóspedes para sugerir opções personalizadas de restaurantes, passeios e experiências, promovendo lealdade à marca e aumento na recorrência de clientes.

Outro ponto em destaque é o uso de estratégias de precificação dinâmica, que permitem ajustar valores de serviços e hospedagens em tempo real conforme a demanda, eventos locais, concorrência e condições climáticas. Algoritmos preditivos baseados em IA ajudam empresas a manter a ocupação ideal e maximizar a receita, oferecendo descontos em períodos de baixa e aproveitando os picos de procura.

A adoção dessas tecnologias se espalha por diversos países. Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Japão e Emirados Árabes Unidos já utilizam IA para aprimorar operações, personalizar serviços e oferecer experiências sofisticadas e eficientes aos turistas.

Segundo especialistas, o setor está diante de uma nova fase, marcada por tendências que incluem:

  • Personalização extrema, com itinerários e serviços moldados por dados de comportamento anteriores;
  • Eficiência operacional, com automação de tarefas como reservas, gerenciamento de estoque e atendimento ao cliente;
  • Previsões de demanda mais precisas, baseadas em analytics preditiva;
  • Interfaces por voz e gestos, que facilitam a interação com serviços em hotéis e aeroportos;
  • Assistentes virtuais de viagem, que podem guiar o usuário em tempo real, inclusive em situações emergenciais;
  • Check-in automatizado e concierge digital, otimizando o tempo e melhorando a experiência nos destinos;
  • Marketing turbinado por IA, com campanhas segmentadas e insights de comportamento que aumentam as conversões.

Com a expansão da IA para mercados emergentes, espera-se uma padronização global de experiências tecnológicas no setor de turismo, tornando serviços avançados acessíveis em diferentes partes do mundo.

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Redação
Girl Holding Tablet Working on VR Tech
AIBooking Engine
01/08/2025

Hospitalidade inteligente cresce com IA

A inteligência artificial (IA) está remodelando o setor de turismo e hospitalidade, com soluções que vão desde interação em tempo real com clientes até estratégias de precificação dinâmica baseadas em dados. Conforme reportado pela TTW, a crescente aplicação de tecnologias inteligentes tem impulsionado ganhos operacionais, fortalecido a fidelidade dos consumidores e aberto espaço para experiências cada vez mais personalizadas.

Um dos principais destaques é a aplicação de chatbots e assistentes virtuais em hotéis e agências de viagem. Essas ferramentas permitem respostas imediatas e customizadas para os viajantes, com orientações sobre reservas, atrações locais, recomendações gastronômicas e outras demandas — tudo com alto nível de precisão e rapidez. Além disso, sistemas de recomendação baseados em IA ajudam empresas a entender melhor o comportamento dos clientes e sugerir opções sob medida, o que aumenta a taxa de retorno e o engajamento com as marcas.

Outro avanço significativo é o uso de precificação dinâmica, que ajusta valores de produtos e serviços em tempo real. Com base em dados como histórico de reservas, clima e eventos locais, algoritmos de IA ajudam empresas a equilibrar ocupação e lucro, oferecendo promoções estratégicas em períodos de baixa demanda e otimizando os preços quando a procura é alta.

A tendência é global. Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Índia e Emirados Árabes Unidos lideram a adoção de IA em seus mercados de turismo, integrando soluções para melhorar tanto a operação quanto a experiência do usuário. No Japão, por exemplo, empresas turísticas usam IA para aprimorar a eficiência de serviços. Já nos Emirados, a tecnologia tem sido empregada para elevar o padrão de luxo oferecido aos visitantes.

Segundo estimativas do setor, a IA aplicada ao turismo deve continuar crescendo até 2030, impulsionada por demandas por personalização, eficiência e decisões orientadas por dados. Entre as tendências para os próximos anos estão o uso de assistentes de viagem virtuais, check-ins automatizados, interfaces por voz e gestos e estratégias de marketing orientadas por inteligência artificial.

Além de impactar diretamente o consumidor final, a IA transforma os bastidores das empresas: reduz custos, melhora a alocação de pessoal e eleva a previsibilidade de demanda. Com o avanço das tecnologias, até mercados emergentes devem integrar soluções de IA para manter competitividade global.

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Redação
Hotel lobby
Booking EngineDestinosHotelariaNEWS
03/07/2025

Hoteis.com mostra destinos de luxo mais acessíveis no Brasil e no exterior

A Hoteis.com, plataforma digital de reservas com mais de 1 milhão de acomodações no mundo, acaba de divulgar a nova edição do Hotel Price Index, relatório anual que analisa as principais tendências globais de preço de hospedagens. O levantamento revela onde estão os hotéis cinco estrelas mais caros e também os destinos onde é possível se hospedar com luxo por menos de US$ 300 por noite.

Paris lidera o ranking global de hotéis cinco estrelas mais caros, com diária média de US$ 730. Em seguida aparecem Milão (US$ 695), Miami Beach (US$ 684) e Orlando (US$ 669). Já no Brasil, o destaque foi Manaus, que superou o Rio de Janeiro e passou a ser a cidade com a diária cinco estrelas mais alta do país: US$ 577.

“Para os viajantes que estão cada vez mais conscientes em relação a preço, o Hotel Price Index oferece uma lente única sobre a melhor forma de capitalizar o dinheiro. É como uma página de dicas de viagem que revela onde gastar, onde economizar e onde o luxo custa sutilmente menos”, explica Melanie Fish, vice-presidente global de PR da Hoteis.com.

Luxo com tecnologia na palma da mão

Com mais de 70 milhões de downloads em seu aplicativo, a Hoteis.com se consolidou como uma solução digital prática e segura para quem busca hospedagens personalizadas. A plataforma oferece filtros inteligentes, avaliações verificadas e programas de fidelidade integrados, como o VIP Access, que garante benefícios extras como upgrades de quarto e créditos em spas. Tudo isso com poucos cliques.

“Cidades como Bangkok, São Paulo e Cidade do México se destacam por oferecer hotéis com boa posição no ranking, em qualquer categoria de estrelas, provando que viajar bem não precisa significar uma tarifa alta”, complementa Fish.

Segundo o levantamento, o Brasil conta com diversos destinos cinco estrelas por menos de US$ 300, mostrando que é possível aliar conforto e preço justo. Entre os destaques estão:

  • Ribeirão Preto (SP): US$ 69 por noite
  • Gramado (RS): US$ 114
  • Recife (PE): US$ 121
  • São Luís (MA): US$ 126
  • Brasília (DF): US$ 129

Na outra ponta, os destinos brasileiros mais caros para hospedagem de luxo foram:

  • Rio de Janeiro: US$ 294
  • Foz do Iguaçu: US$ 217
  • Jericoacoara (CE): US$ 198
  • Fortaleza (CE): US$ 183
  • Natal (RN): US$ 178

Alta de preços em Belém e queda em Gramado

Comparando 2023 com 2024, a cidade de Belém teve o maior aumento nas tarifas hoteleiras, com alta de 20%. Também registraram aumento: São Luís (9%), Florianópolis (8%), João Pessoa e Maceió (ambas com 7%). Por outro lado, Gramado teve redução de 12% nos preços, seguida por Natal (queda de 7%).

Viagens internacionais com mais economia

Quem deseja viajar ao exterior com sofisticação e preço acessível também encontra boas opções no ranking da Hotéis.com:

  • Guadalajara (México): US$ 149
  • Hanoi (Vietnã): US$ 157
  • Pattaya (Tailândia): US$ 157
  • Gothenburg (Suécia): US$ 168
  • Istambul (Turquia): US$ 169

Hotéis 4 estrelas são o novo luxo

O estudo também aponta que os hoteis 4 estrelas oferecem o melhor custo-benefício. A média global da diária nessa categoria é de US$ 199, enquanto as acomodações cinco estrelas custam US$ 450, uma diferença de 233%.

No Brasil, a diferença entre hotéis 2 e 3 estrelas é de 21%, e entre 3 e 4 estrelas, 94%. Isso mostra que um pequeno upgrade pode trazer mais conforto sem pesar no bolso.

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Redação
walletiphone
AIBooking EngineHotelaria
23/06/2025

Hotel em Las Vegas elimina filas com chaves digitais integradas ao iPhone

O Resorts World Las Vegas se tornou o primeiro grande hotel da cidade norte-americana a permitir que seus hóspedes armazenem chaves de quarto diretamente na Apple Wallet, dispensando o download de um aplicativo específico do hotel — uma inovação que promete reduzir filas de check-in e simplificar a experiência digital dos visitantes.

Com 3.506 quartos, o resort anunciou na última segunda-feira (16) o lançamento da nova tecnologia, que permite ao usuário receber um link por e-mail ou escanear um código QR para fazer o check-in e, em seguida, salvar a chave no iPhone. O processo é semelhante ao uso da carteira digital da Apple para guardar cartões de embarque ou ingressos de eventos.

“Ter um hóspede na fila para fazer o check-in é um sinal de insatisfação”, afirmou Shannon McCallum, vice-presidente de operações hoteleiras do Resorts World Las Vegas em entrevista ao Skift. Segundo ela, as filas no lobby podem ultrapassar 20 minutos em horários de pico, algo que o hotel busca evitar com a novidade.

A medida elimina um dos principais obstáculos das chaves digitais em hotéis: a obrigatoriedade de baixar e configurar um aplicativo próprio, o que costuma gerar atrito com o usuário e, muitas vezes, exige visita à recepção para validação.

Inovação no setor hoteleiro

Desde 2021, a Apple já permite o uso da Apple Wallet para armazenar chaves digitais em hospedagens compatíveis, mas o modelo ainda era pouco adotado. Ao aderir à tecnologia, o Resorts World Las Vegas aposta na automatização do check-in, na redução de filas e no aumento da satisfação do hóspede, ao oferecer uma experiência mais fluida, sem burocracias digitais.

A iniciativa pode abrir caminho para que outros hotéis de grande porte passem a investir em integrações com carteiras digitais, promovendo uma tendência crescente no setor de hospitalidade: o uso de tecnologia mobile para melhorar a jornada do cliente.

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Redação
Hilton Hotel
AIBooking EngineHotelariaNEWS
10/06/2025

Inteligência artificial da rede Hilton foca na experiência, não na reserva

A rede Hilton está adotando a inteligência artificial (IA) com foco em aprimorar a experiência dos hóspedes, e não necessariamente em transformar o processo de reserva. A estratégia, segundo a companhia, é usar a tecnologia de forma prática, “voltada à hospitalidade e não ao hype”.

Em vez de focar em reservas, o grupo hoteleiro usa IA nos bastidores para prever necessidades, automatizar operações e reconhecer clientes fiéis

Durante o Skift Data + AI Summit, realizado na última quarta-feira (5) em Nova York (EUA), Chris Silcock, presidente de marcas globais e serviços comerciais da Hilton, explicou que a empresa está investindo em IA para prever necessidades dos clientes, automatizar processos internos dos hotéis e ajudar as equipes a identificar os hóspedes mais leais.

“Nós não somos uma empresa de tecnologia, mas usamos muita tecnologia e também desenvolvemos muita tecnologia”, afirmou Silcock. “Somos uma empresa de serviços. Somos uma empresa de hospitalidade, pessoas servindo pessoas.”

A empresa considera que o maior valor da inteligência artificial no setor hoteleiro está nos bastidores, onde pode impactar diretamente a operação diária e a personalização do atendimento, destacou o executivo durante o evento.

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Redação

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