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HomePosts Tagged "tecnologia"

Etiqueta: tecnologia

TomVazzana_fórumPanrotas
AINEWS
05/03/2026

Não usamos IA para criar histórias, nosso storytelling é o ponto mais forte, diz diretor da Disney

  • Tom Vazzana, diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment, explica como tecnologia e storytelling se complementam no Walt Disney World.
  • Parques da Disney utilizam robótica, programação e design em CAD para desenvolver atrações e espetáculos mais imersivos.
  • Apesar do avanço tecnológico, a empresa afirma que não utiliza inteligência artificial para criar ou escrever histórias.
  • Entre as novidades para 2026 estão cenários multidimensionais no show do Mickey Mouse e experiências mais interativas com personagens nos parques.

Como conciliar a magia clássica da Disney com o que há de mais moderno em tecnologia? Esse é talvez o maior desafio dos parques que vivem de inovação constante, encantamento e novas experiências de entretenimento. No complexo mais famoso do mundo, essa missão passa pelas mãos de Tom Vazzana, diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment para o Walt Disney World.

Nesta semana, o executivo participou do 23º Fórum PANROTAS, em São Paulo, onde compartilhou as principais novidades do Walt Disney World Resort no evento que reuniu líderes da indústria de turismo para debater inovação, mercado, mobilidade, economia, geopolítica e mais.

Em entrevista exclusiva ao Travel Tech Hub, Vazzana destacou quais são as principais tecnologias utilizadas nas atrações e o que mudou do passado para os dias de hoje em termos de aceleração do processo criativo.

“Recentemente temos dependido bastante de robótica, como você pode ver com o Spider-Man e com os robôs que estão sendo desenvolvidos para a área de Galaxy’s Edge.Também contamos muito com programação de computador, especialmente para nossos espetáculos. Por exemplo, no show Villains: Unfairly Ever After, há 86 vilões em cena, todos criados pela nossa equipe de mídia e produção de vídeo. Esse time é extremamente importante para o nosso trabalho, porque ajuda a dar vida aos personagens”, disse.

Os recursos tecnológicos aprimoraram consideravelmente o processo de construção de desenhos. Segundo Tom Vazzana, a computação também é forte aliada nesse setor.

“Outra área técnica em que confiamos muito são os designers que trabalham com CAD (desenho assistido por computador). Eles criam o espaço no qual vamos trabalhar. Antigamente, precisávamos imaginar como algo funcionaria na rua ou no parque, mas hoje podemos colocar tudo primeiro em um programa de computador, visualizar, testar e ajustar; levando em conta curvas, espaços e dimensões. É uma tecnologia incrível”, explicou.

Inteligência artificial ainda não opera no storytelling

“Nós não usamos IA para criar ou escrever histórias. Contamos nossas próprias histórias, e tenho muito orgulho disso, porque acredito que o nosso storytelling é o nosso ponto mais forte“, disse o diretor de Desenvolvimento Criativo da Disney Live Entertainment ao ser questionado sobre o uso e inteligência artificial nas criações.

“Imagino que exista algum departamento investigando o uso de IA para aumentar eficiência, talvez na área financeira, mas, no momento, seguimos confiando principalmente em nossas equipes criativas”, incluiu Vazzana.

Questionado sobre como equilibram tecnologia e inovação com a preservação do legado clássico e da narrativa da Disney, ele afirmou que “é realmente um desafio”.

“O ponto principal é que a tecnologia precisa ser invisível dentro da arte. As pessoas não deveriam ficar pensando em como algo foi feito, nem perceber os mecanismos por trás disso. Quando a tecnologia apoia o processo criativo e eleva a narrativa, aí temos a combinação perfeita. É nisso que trabalhamos todos os dias”, disse.

Novidades para 2026

Em 2026, o espetáculo ao vivo do Mickey Mouse Clubhouse utiliza tecnologia multidimensional para criar os cenários. “A sensação é de que o ambiente realmente está ali — às vezes é difícil acreditar que não está”, contou o executivo.

Ele explica que este é um show que depende bastante de tecnologia, mas sempre lembrando que os personagens, que todos amam, estão no centro da experiência. “A tecnologia está ali para apoiar o trabalho deles. É uma mistura perfeita, e esse espetáculo mostra isso muito bem”.

Por outro lado, no Conservation Station, no Disney’s Animal Kingdom, os personagens carismáticos Bluey e Bingo estarão em uma experiência que não usa tecnologia.

“É simplesmente brincar. E não podemos esquecer que, além da tecnologia, também existe o lado humano do “venha brincar comigo”. Então buscamos oferecer as duas coisas“, finalizou Tom Vazzana.

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Redação
Hotel;hotelaria
HotelariaInvestimentosTECH
25/02/2026

De upgrade a “efeito VIP”: como hotéis estão criando novas fontes de receita com tecnologia

  • Receitas com ancillaries crescem acima da média da diária, pressionadas por teto de preços.
  • Plataformas como Plusgrade, Oracle e startups locais ajudam hotéis a vender de upgrades a experiências exclusivas.
  • Estratégia vai além do faturamento: objetivo é aumentar fidelização, melhorar reviews e reposicionar marcas.
  • Conceito evolui para micro-marketplace e turismo circular, conectando hóspedes a fornecedores locais.
  • Dados e personalização em tempo real se tornam peça-chave para elevar RevPAG e lealdade.

As plataformas de ancillaries — produtos e serviços adicionais vendidos além da diária — estão deixando de ser apenas ferramentas de incremento de receita para se tornarem pilares estratégicos da hotelaria. Com as tarifas médias diárias atingindo um limite em diversos destinos, redes e hotéis independentes recorrem à tecnologia para ampliar margens, fortalecer a fidelização e até reposicionar suas marcas.

O upgrade de quarto continua sendo o produto mais comum, pois trata-se de um item de alta margem e baixa fricção operacional, destacou a reportagem do portal Phocus Wire. No portfólio upscale da Choice Hotels International, por exemplo, houve aumento de 17% na receita de upsell por transação sobre a tarifa reservada com o uso da plataforma Nor1 eStandby Upgrade, da Oracle.

Mas o universo de ancillaries vai muito além. De aluguel de scooters a cosméticos no quarto, passando por decoração pré-chegada e até experiências com “paparazzi fake”, hotéis estão ampliando o cardápio de ofertas.

A Plusgrade, que atua em diferentes setores do turismo, estima que cerca de 50% da receita global de ancillaries esteja ligada a upgrades de quarto ou atributos da acomodação. Entre os produtos mais vendidos em seus 600 hotéis parceiros também estão atividades e transportes, como transfers de aeroporto.

Segundo Erik Tengen, presidente de upselling para hotelaria da empresa, os hotéis podem seguir dois caminhos: adotar um modelo semelhante ao das companhias aéreas de baixo custo, desmembrando serviços, ou “criar algo do nada”.

“Nossos hotéis estão vendendo cumulativamente mais de 10 mil tipos diferentes de produtos”, afirmou em entrevista ao Phocus Wire.

Um dos casos citados por Tengen é o do grupo boutique The House of Gods, com o pacote “Trate-me como um famoso”.

“Quando você chega, eles tiram fotos suas, até pedem seu autógrafo. Você se sente como se fosse Johnny Depp durante toda a estadia”, disse. “E o mais interessante é que, se você entrar no Tripadvisor e procurar por ‘The House of Gods’, verá que esse é um dos motivos pelos quais as pessoas estão se hospedando lá agora. Eles criaram algo a partir do nada, o que é incrível, e estão usando nossa plataforma para posicionar essa experiência específica.”

Micro-marketplace e turismo circular

Startups também estão ampliando o conceito de ancillaries. A espanhola BookinGuru aposta em integrar hotéis a fornecedores locais por meio de uma plataforma agnóstica. O cofundador e CEO Ben Schleifer prefere falar em “micro-marketplace” e “turismo circular”.

Segundo Schleifer, algumas tendências surpreendem, como a alta demanda por cosméticos no quarto ou decoração personalizada antes da chegada.

“Algumas tendências me surpreendem”, disse. “Por exemplo, cosméticos no quarto ou decoração antes da chegada, como um arranjo de flores na cama. Eu simplesmente não sabia que o mercado era tão grande, mas as primeiras pessoas a dizer que isso funcionaria bem são os próprios hotéis”.

Em um dos casos, um hotel triplicou suas comissões no primeiro ano apenas ao digitalizar processos com a plataforma.

Foto: Freepik

Personalização em tempo real e cultura de engajamento

A Oracle reforçou sua atuação no segmento ao adquirir a Nor1 em 2020. Entre junho de 2024 e 2025, o Opera Guest Engagement and Merchandising, com tecnologia Nor1 Prime, gerou US$ 300 milhões em demanda por upsell para hotéis — um aumento de 20% na receita desse tipo de venda.

Para Jason Bryant, VP de estratégia de crescimento da Oracle e fundador da Nor1, a tecnologia é fundamental para empoderar as equipes.

“Estamos tentando criar uma cultura de engajamento positivo no nível de cada propriedade. Estamos usando a tecnologia para capacitar as equipes”, afirmou.

Segundo ele, a personalização em tempo real permite que a equipe atue como consultora de confiança do hóspede.

“Sempre que converso com hoteleiros, eles dizem: ‘Queremos ser donos da jornada do hóspede o máximo possível, desde o momento em que alguém começa a sonhar em vir para o nosso destino até o momento em que pensa em reservar novamente.’”

Experiências como estratégia central

O movimento também ganha força em grandes marcas. A Hyatt anunciou parceria com a Way para reforçar sua oferta de experiências, acompanhando a tendência de consumo: a Way estima que os gastos com experiências cresceram 65% entre 2019 e 2023.

Já a Airbnb tem reforçado a mensagem de que sua proposta vai além da hospedagem, impulsionando novamente sua vertical de experiências.

Jessica Middleton, proprietária do Manor House Alsager, no Reino Unido, defende que os dados são decisivos para sustentar essa estratégia:

“Saber quais tratamentos de spa estão sendo comprados e quais atividades estão sendo solicitadas contribui significativamente para melhorias incrementais do ponto de vista do RevPAG e, em última instância, para explicar por que os hóspedes escolhem sua propriedade em vez de todas as outras em uma determinada localização e estão dispostos a pagar tarifas acima do mercado.”

Ancillaries como ferramenta estratégica

Além de gerar receita incremental, o upselling também pode funcionar como ferramenta de pesquisa de mercado. Segundo Tengen, resorts podem testar novas propostas antes mesmo de reposicionar oficialmente o produto.

“Estou curioso e quero reformular para atrair um tipo diferente de viajante, então talvez eu construa um beach club”, disse. “O resort pode usar o upselling antes da chegada como forma de observar como a conversão muda. Meus hóspedes realmente estão interessados nisso?”

Com margens pressionadas e hóspedes cada vez mais exigentes, a tendência é que os hotéis ampliem o uso de tecnologia para transformar os ancillaries de simples complementos em pilar central da estratégia de receita, fidelização e diferenciação de mercado.

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Redação
Hidalgo Tours
Booking EngineDIGITALNEWSTECH
14/01/2026

Pousadas podem perder até R$ 47,9 mil por ano ao depender exclusivamente de OTAs

  • Pousadas podem perder até R$ 47,9 mil por ano com comissões das OTAs
  • Taxas chegam a 30% por reserva, segundo dados do FOHB
  • Reservas diretas têm ticket médio maior no mercado global
  • Venda direta pode gerar economia anual de até R$ 14,3 mil

A dependência das OTAs (Online Travel Agencies) tem gerado impactos financeiros relevantes para hotéis e pousadas no Brasil, especialmente entre pequenos e médios empreendimentos. Uma análise baseada em dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) mostra que as comissões cobradas por essas plataformas podem consumir até 30% do valor de cada reserva, reduzindo significativamente a margem de lucro anual.

A busca por visibilidade digital levou muitos estabelecimentos independentes a concentrarem grande parte de suas vendas em OTAs. Embora esse modelo ajude a manter a ocupação, ele também retarda o desenvolvimento de canais próprios, como sites com motor de reservas e sistemas integrados de gestão.

Enquanto no mercado internacional cresce a preferência pelas reservas diretas nos sites oficiais, muitos hotéis e pousadas brasileiros ainda não contam com infraestrutura tecnológica capaz de converter esse interesse em vendas. A ausência de sistemas completos de gestão hoteleira dificulta a integração de canais, o controle de disponibilidade em tempo real e a redução da dependência de intermediários.

Com margens pressionadas e estruturas enxutas, a venda direta tornou-se estratégica para a sustentabilidade do setor. No entanto, ao recorrerem às OTAs como solução imediata para ocupação, muitos empreendimentos acabam adiando investimentos em tecnologia e autonomia comercial.

O avanço das reservas diretas no mercado global

Dados de um relatório global da SiteMinder indicam que, em 2024, os canais de reserva direta apresentaram crescimento expressivo, com ticket médio de aproximadamente US$ 519 por transação, valor superior ao registrado pelas OTAs, que ficou em torno de US$ 320.

O desempenho reflete estadias mais longas, maior demanda por categorias superiores e a inclusão de serviços adicionais, fatores que ampliam a rentabilidade do canal próprio. Navegação simplificada, meios de pagamento estáveis, ambiente seguro e integração com metabuscadores também contribuíram para fortalecer a confiança do consumidor.

O impacto financeiro das comissões das OTAs

Com base no relatório Hotelaria em Números – Brasil 2024, do FOHB, é possível estimar o peso das comissões no faturamento anual. A receita líquida média de hotéis e pousadas gira em torno de R$ 159,8 mil por ano, considerando ocupação média de 60% e RevPAR de R$ 310.

As comissões das OTAs variam entre 15% e 30% por reserva, dependendo do contrato e do nível de visibilidade contratado. Quando um empreendimento concentra 100% das vendas nessas plataformas, operando na taxa máxima, o custo anual pode chegar a R$ 47,9 mil, valor que deixa de ser reinvestido em manutenção, modernização ou marketing.

Mesmo a migração parcial já gera impacto. Se 30% das reservas feitas via OTAs passarem para um motor de reservas direto, a economia anual com comissões pode alcançar R$ 14,3 mil, reforçando o caixa do negócio.

Barreiras tecnológicas que dificultam a venda direta

Apesar do potencial financeiro, a venda direta ainda enfrenta entraves estruturais que limitam a conversão.

Sites lentos e pouco responsivos, especialmente no celular, afastam o hóspede nos primeiros segundos de navegação. A baixa integração com Google e redes sociais reduz a visibilidade do site oficial, enquanto a falta de sincronização de disponibilidade aumenta o receio de overbooking.

Além disso, processos manuais e meios de pagamento limitados prolongam a finalização da reserva e elevam as desistências, sobretudo fora do horário comercial.

Como a tecnologia pode impulsionar as reservas diretas

Estudos mostram que cerca de 65% dos viajantes que encontram um hotel nas OTAs visitam o site oficial antes de reservar. Sem um motor de reservas ativo, esse público abandona a navegação. Com a ferramenta integrada, parte significativa dessas visitas se converte em vendas sem intermediários.

Esse movimento pode gerar crescimento de até 40% na receita das reservas diretas, sem necessidade de aumentar o tráfego. Cada venda passa a reter integralmente o valor, eliminando perdas com comissões entre 15% e 30%.

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Redação
Close-up of male hands using laptop in home.
AIDIGITAL
06/01/2026

2026 será o ano dos produtos AI-native e da autonomia digital, aponta Sioux

  • 2026 consolida os produtos AI-native, com IA no centro da experiência
  • Plataformas ganham autonomia, aprendizado em tempo real e hiper-personalização
  • IA conversacional e navegação tradicional coexistem em modelos híbridos
  • Transparência e controle são essenciais para evitar o “creepy factor”
  • O papel humano evolui para estratégia e curadoria da experiência digital

Após um 2025 marcado pela adoção acelerada da inteligência artificial e pelo foco em eficiência operacional, 2026 desponta como o ano dos produtos “AI-native”, soluções digitais concebidas desde a origem para operar com IA no centro da experiência. A avaliação é da Sioux, empresa especializada em design e tecnologia.

Segundo a análise, a indústria web avança para uma nova etapa, com sites e plataformas capazes de aprender em tempo real, se adaptar ao contexto do usuário e assumir tarefas de forma autônoma. A IA deixa de atuar como suporte e passa a ser o próprio produto.

A Sioux, que desenvolve projetos de inovação para marcas como Santander, Mastercard, Warner e Grupo Marista, destaca que essa nova geração de plataformas não ficará limitada a fluxos pré-programados. Os sistemas serão capazes de se conectar a serviços externos por meio de MCPs, integrando dados e funcionalidades diretamente na experiência digital.

“Estamos deixando de lado a automação para entrar na era da autonomia digital”, afirma Felippe Kanashiro, head de produtos digitais da Sioux. Segundo ele, a mudança é estrutural: até agora, a IA ajudava o produto; agora, ela é o produto.

Da eficiência à hiper-personalização 1:1

Em 2025, o maior desafio da IA não foi técnico, mas estratégico. “Muitas empresas buscaram implementar IA pelo hype, sem clareza de qual dor de negócio precisava ser resolvida”, pontua Kanashiro. Nesse cenário, o papel humano migrou da execução para a curadoria, visão de negócio e critério estético.

A aposta para 2026, segundo o executivo, vai além do ganho de velocidade. “Agora, em 2026, a aposta não é mais em ‘fazer mais rápido’, mas em fazer o que antes era impossível com produtos ‘AI-native’, onde os agentes de IA estão no centro da experiência e não mais na camada de apoio”.

Na prática, isso significa que a IA passa a orquestrar jornadas completas, e não apenas responder a comandos isolados. Em setores ligados a viagens, varejo e mobilidade, plataformas poderão cruzar dados como preferências, histórico de uso, contexto e logística para oferecer experiências altamente personalizadas, do planejamento à execução.

O resultado é a consolidação da hiper-personalização 1:1, em que cada sistema evolui de acordo com o comportamento do usuário.

Interfaces híbridas e confiança digital

Apesar do avanço da IA conversacional, a Sioux avalia que menus e interfaces tradicionais continuarão relevantes, coexistindo com a linguagem natural em modelos híbridos. A IA se mostra mais eficiente em jornadas complexas, enquanto tarefas objetivas seguem melhor atendidas por interfaces clássicas.

A personalização extrema, porém, traz desafios. O chamado “creepy factor” surge quando a tecnologia tenta se passar por humana. Para evitar esse efeito, a Sioux aponta transparência, explicação e controle como pilares da confiança digital.

“Quanto mais inteligente e pessoal a experiência fica, mais direto e honesto o produto precisa ser sobre como e por que está fazendo aquilo”, finaliza Kanashiro.

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Redação
Mulher, computador, tecnologia
DIGITALTECH
31/10/2025

Relatório da Web Summit alerta para retrocessos na equidade de gênero em tecnologia

  • Um novo relatório da Web Summit revela preocupações crescentes com a equidade de gênero na tecnologia, mesmo com mulheres mais confiantes em assumir posições de liderança e enxergando a IA e automação como ferramentas para reduzir desigualdades.
  • Apesar disso, sexismo, viés e culturas de “boys’ club” permanecem barreiras, e quase 60% das participantes relatam que o equilíbrio de gênero piorou no último ano.
  • O estudo também mostra avanços em pagamento justo e aumento do protagonismo feminino em startups e eventos.

O Web Summit, principal evento global de tecnologia, divulgou os resultados de seu State of Gender in Tech Report 2025, mostrando que, apesar de avanços, barreiras históricas e novas pressões políticas e tecnológicas continuam impactando a participação feminina na área de tecnologia.

O estudo indica que quase 60% das mulheres acreditam que o equilíbrio de gênero na tecnologia piorou no último ano, frente a 48% em 2024, enquanto mais da metade (56%) afirma que mudanças geopolíticas recentes estão prejudicando a equidade de gênero.

A pesquisa também evidencia a dupla face da inteligência artificial (IA): 77% das mulheres usam IA diariamente, e 75% veem seu potencial para promover inclusão, mas uma em cada quatro teme que a tecnologia possa reforçar preconceitos existentes.

Questões de equilíbrio entre vida pessoal e carreira permanecem críticas: 56% das participantes afirmam que ainda precisam escolher entre sucesso profissional e vida familiar, frente a 49% no ano passado. A IA surge como um recurso para ganhar tempo e aliviar essa pressão.

“A IA me permite economizar tempo, tornando o equilíbrio entre a vida familiar e o trabalho menos complicado”, relatou uma das participantes.

O sexismo persiste: 49% das mulheres em tecnologia relataram ter enfrentado preconceito no trabalho, número apenas ligeiramente inferior ao de 2024 (51%). Além disso, 82% sentem que precisam superar os homens para serem levadas a sério, frente a 76% no ano anterior.

“Para sermos levadas a sério, precisamos superar; erros não são tolerados da mesma forma”, disse outra participante.
“Sempre tive que provar que sou ‘apenas uma das caras’. Sempre precisei estar à frente de tudo, pois qualquer falha mínima era vista como incapacidade feminina, e não como oportunidade de aprendizado e crescimento.”

No campo remuneratório, há sinais de progresso: 37% relatam receber pagamento injusto em comparação a colegas homens, uma queda significativa frente a 51% em 2024. Contudo, as quotas ainda dividem opiniões, com metade das entrevistadas acreditando que mulheres recebem cargos de liderança apenas para cumprir cotas.

Apesar dos desafios, o desejo de liderar cresce: 81% das mulheres se sentem capacitadas para assumir posições de liderança, frente a 76% em 2024, e quase 75% enxergam IA e automação como forças positivas para equidade, criatividade e equilíbrio.

A pesquisa de 2025 coletou respostas de 671 participantes da comunidade Women in Tech da Web Summit em Europa, Américas, Ásia e África, com idade variando entre 18 e 74 anos.

“Estamos sempre encantados com o engajamento de nossa rede anual Women in Tech”, afirmou Catarina Burguete, gerente interina da comunidade da Web Summit.
“É encorajador ver que mais de quatro em cada cinco mulheres neste levantamento se sentem confiantes em suas habilidades de liderança. No entanto, apesar da maior conscientização, os desafios centrais permanecem: viés e equilíbrio entre vida pessoal e profissional ainda dominam. A pressão para manter esse equilíbrio continua a crescer. Precisamos avançar mais rápido se quisermos mudanças reais.”

“Olhando para o futuro, estamos comprometidos em ouvir e engajar nossa comunidade global de mulheres para entender melhor como as mudanças geopolíticas e tecnologias emergentes, como a IA, continuam moldando o caminho para a equidade de gênero”, concluiu Burguete.

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Redação
ATWS2025
AIBooking EngineEventos
15/10/2025

ATWS 2025: especialista destaca ferramentas de IA essenciais para o marketing turístico; veja

  • Durante o Adventure Travel World Summit 2025, em Puerto Natales, no Chile, especialistas destacaram como a inteligência artificial está remodelando o marketing e a operação no turismo de aventura;
  • Ferramentas generativas, chatbots e otimização para IA-SEO lideram a lista de prioridades para empresas que desejam se adaptar rapidamente às mudanças digitais do setor.

A inteligência artificial está se consolidando como uma aliada estratégica para empresas do setor de turismo de aventura. Durante uma das apresentações do Adventure Travel World Summit (ATWS) 2025, realizado esta semana em Puerto Natales, na Patagônia chilena, Julie Thorner, presidente da agência Liquid Spark, destacou as principais ferramentas que estão revolucionando a criação de conteúdo, o relacionamento com clientes e as estratégias de marketing digital no setor.

Em sua palestra, Thorner apresentou as “Top Ferramentas de IA”, que, segundo ela, devem fazer parte da rotina das empresas nos próximos meses. Entre elas estão:

  • Geração de texto e conteúdo (LLMs como ChatGPT, Claude, Copilot e Gemini);
  • Ferramentas criativas para visual e vídeo, como Canva e Adobe;
  • Chatbots generativos, usados para engajamento e atendimento personalizado;
  • Planejamento de conteúdo e otimização para IA-SEO;
  • Gestão e ativação do conhecimento.

Segundo Thorner, a forma como o setor utiliza a IA está prestes a mudar significativamente. “No próximo ano, quando estivermos falando sobre ferramentas de IA, provavelmente estaremos falando sobre IA generativa e agentes que farão grande parte do trabalho por você”, afirmou.

Ela explicou que a escolha das ferramentas deve considerar a facilidade de uso, a versatilidade e a integração com diferentes perfis de equipes. “As ferramentas precisam ser fáceis de usar, gerar imagens e vídeos de forma eficiente e rápida”, disse. Thorner destacou o Canva como um exemplo de solução acessível: “O Canva é muito fácil. Tem ótimas possibilidades de design, agora tem IA integrada e permite que pessoas sem formação em design consigam fazer edições com qualidade”.

No marketing turístico, a IA tem sido usada para transformar posts de blog em vídeos explicativos, criar imagens personalizadas, otimizar textos para SEO e gerenciar o tom e a voz da marca com plataformas especializadas como Jasper.ai e Grammarly Business. Ferramentas de CRM e automação, como HubSpot e Mailchimp, também vêm incorporando recursos baseados em IA para analisar dados e sugerir conteúdos mais eficazes.

Os chatbots aparecem como uma das apostas mais promissoras para o setor. De acordo com Thorner, eles podem facilitar a experiência de clientes que não têm clareza sobre seus roteiros ou dúvidas frequentes. “Um bom chatbot de IA generativa ajuda a responder todos os tipos de perguntas”, afirmou. Ela ressaltou que a adoção tende a crescer rapidamente: “Provavelmente, quando fizermos essa mesma pergunta no próximo ano, todos levantarão a mão”.

Outro ponto de atenção levantado foi a necessidade de desenvolver políticas públicas e internas de IA, tanto para orientar colaboradores quanto para transmitir transparência a parceiros e consumidores. Thorner destacou ainda a importância de otimizar o conteúdo para mecanismos de IA-SEO, antecipando uma mudança significativa na forma como os usuários encontrarão informações — com agentes conversando entre si e entregando resultados sem a mediação tradicional de buscadores.

Ela lembrou que essa transição exigirá novas estratégias digitais: “É fundamental otimizar também para IA-SEO. Há várias ferramentas disponíveis para isso. Pode parecer complexo, mas é um espaço em que as empresas precisam atuar”.

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Redação
googleIO2025-AP
AIBooking EngineNEWSTravel Tech
02/06/2025

Google I/O 2025: o que o evento anual de desenvolvedores apresentou sobre travel tech

O Google I/O 2025 deixou claro: o futuro das buscas e das viagens está sendo moldado pela inteligência artificial. As novidades anunciadas na conferência de desenvolvedores do Google, realizada na última semana, indicam uma transformação na forma como viajamos, pesquisamos e planejamos experiências.

O CEO do Google, Sundar Pichai, revelou que o uso do Gemini explodiu no último ano, com mais de 400 milhões de usuários ativos mensais e 7 milhões de desenvolvedores, um crescimento de cinco vezes em relação ao ano passado. O ecossistema Gemini já processa 9,7 trilhões de tokens por mês, 50 vezes mais do que em 2024.

Entre os principais anúncios, está o lançamento do Modo IA, que já começou a ser implementado nos Estados Unidos. A busca tradicional dá lugar a uma experiência conversacional, onde o usuário interage com uma aba dedicada ao Modo IA, ao lado das tradicionais “Todos”, “Imagens” e “Vídeo”.

“O AI Overviews já alcançou mais de 1,5 bilhão de usuários e está presente em 200 países e territórios. Nos nossos maiores mercados, como EUA e Índia, ele gera um crescimento de mais de 10% nas buscas que utilizam IA, e esse número continua subindo”, destacou Pichai.

As pesquisas estão ficando duas a três vezes mais longas, permitindo conversas mais profundas e específicas. E, para o setor de turismo, isso significa que os usuários vão cada vez mais buscar roteiros personalizados, reservas e recomendações de forma direta e instantânea na própria busca.

Deep search

O evento I/O revelou que o Google está incluindo contexto pessoal às pesquisas do Modo IA, um recurso que está sendo chamado de “Pesquisa Profunda.”deep search” (pesquisa profunda). Ele conecta informações de serviços como Gmail, Google Docs e outros aplicativos do ecossistema, trazendo contexto pessoal às pesquisas.

Isso coloca o Google em concorrência direta com plataformas como Kayak e outras agências online que já usam dados personalizados. Agora, além de buscar um hotel ou voo, o usuário poderá ter resultados cruzados com sua própria agenda ou emails.

Outro anúncio que impacta diretamente o setor de viagens, conforme destacado em reportagem do portal Phocus Wire, é o Projeto Mariner, o chamado modo agente, capaz de interagir com sites e executar tarefas automaticamente, como fazer uma reserva ou monitorar preços.

Da inspiração à reserva, tudo no mesmo lugar

Ao buscar uma viagem, você poderá perguntar, por exemplo, “Quero um roteiro de dois dias em Austin”, e o Modo IA não só entrega recomendações, como também mantém esse contexto para as próximas interações, seja buscar passeios, restaurantes ou acomodações.

E quando o modo agente estiver integrado, a própria IA fará a reserva diretamente na interface do Google, eliminando etapas e, potencialmente, intermediários.

Isso representa uma mudança drástica no fluxo de compra, com impactos diretos para agências, sites de reservas e produtores de conteúdo. A visibilidade agora dependerá de fornecer dados estruturados e altamente confiáveis, para que a IA inclua essas informações nas respostas.

Outras novidades com impacto nas viagens

Além das mudanças na busca, o Google apresentou uma série de recursos com potencial para transformar as viagens:

  • Tradução de voz em tempo real no Google Meet, já disponível em inglês e espanhol, e chegando a outros idiomas;
  • Óculos inteligentes com Android XR, desenvolvidos em parceria com Gentle Monster e Warby Parker, equipados com IA, câmera e áudio integrado;
  • Google Beam, plataforma de comunicação em vídeo que combina múltiplas câmeras para criar imagens em 3D em tempo real;
  • Gemini Live, que agora inclui compartilhamento de câmera e tela, podendo ser integrado ao Google Maps, Agenda e outros apps, permitindo usar IA para reconhecer pontos turísticos instantaneamente;
  • Avanços em geração de conteúdo, como Veo 3 para vídeos com IA e Imagen 4 para imagens realistas, que podem ser ferramentas poderosas para criadores de conteúdo de viagem.
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Redação
woman-doing-fitness-with-vr-glasses
AITECHTravel Tech
19/02/2025

Tecnologia impulsiona novas oportunidades de bem-estar para viajantes

Mercado de turismo de bem-estar deve atingir US$ 1,3 trilhão em 2025

O conceito de bem-estar nas viagens evoluiu rapidamente nos últimos anos. Se antes era visto como um segmento de nicho restrito a spas e retiros de ioga, hoje se tornou um dos pilares do setor. A projeção do Global Wellness Institute reflete essa ascensão: o mercado de turismo de bem-estar deve atingir US$ 1,3 trilhão em 2025, quase o dobro do valor registrado antes da pandemia, que foi de US$ 720 bilhões em 2019.

Com a tecnologia como grande aliada, especialistas acreditam que esse crescimento pode ser ainda maior, especialmente com o uso de inteligência artificial (IA), dispositivos vestíveis e plataformas integradas que facilitam o acesso a experiências voltadas à saúde e ao bem-estar durante as viagens.

A IA está transformando a forma como os viajantes integram o bem-estar à rotina de deslocamentos. Em entrevista à PhocusWire, Muirgheal Montecalvo, fundador e CEO da plataforma de reservas de viagens de bem-estar Vacayou Wellness Travel, destaca que a tecnologia vem tornando mais simples e acessível a personalização de experiências focadas na saúde.

“A IA, particularmente a generativa, está revolucionando a forma como o bem-estar é integrado às viagens, facilitando a priorização da saúde dos viajantes enquanto estão em movimento”, afirma.

Sua empresa, a Vacayou, lançou recentemente a ferramenta TripFusion, que usa inteligência artificial para oferecer recomendações personalizadas de viagens de bem-estar. O objetivo é tornar o planejamento mais intuitivo, eficiente e adaptado às necessidades individuais de cada viajante.

Já a Boddy, marketplace especializado em experiências fitness e de bem-estar, pretende incorporar IA para aprimorar buscas e segmentar melhor seu público. A Timeshifter, plataforma focada na regulação do ritmo circadiano para minimizar os efeitos do jet lag, estuda formas de usar IA para oferecer orientações ainda mais precisas aos viajantes.

A personalização desponta como uma das maiores vantagens da adoção da IA no turismo de bem-estar. Montecalvo explica em entrevista que a tecnologia pode sugerir itinerários e atividades de acordo com as preferências individuais, oferecendo opções alimentares e experiências restauradoras sob medida.

Wearables e integração: o futuro do setor

O avanço da tecnologia vestível também promete impulsionar o turismo de bem-estar. Segundo Mickey Beyer-Clausen, CEO da Timeshifter, os sensores de wearables devem evoluir para medir com mais precisão o tempo circadiano dos usuários, permitindo ajustes personalizados para minimizar o impacto do fuso horário.

Hannes Boller, CEO da Boddy, também destaca o papel dos dispositivos vestíveis no rastreamento de métricas de saúde em tempo real. “Eles tornarão o bem-estar mais tangível, permitindo que os viajantes monitorem seu desempenho dentro e fora de casa”, afirma.

Além disso, a interconectividade entre plataformas será essencial para reduzir desajustes na experiência do usuário. Empresas como a Boddy e a Sanctifly já trabalham na integração de seus serviços a sistemas de reservas de hotéis e operadoras de fitness, facilitando o acesso a experiências de bem-estar sem a necessidade de múltiplos aplicativos.

Para Karl Llewellyn, fundador da Sanctifly, o futuro das viagens de bem-estar será marcado por soluções simplificadas e mais fluidas. “Não se trata de ter três ou quatro aplicativos para diferentes funções, mas de contar com uma única plataforma que ofereça todas as opções e acesso integrados”, conclui.

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Redação

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