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HomePosts Tagged "tendencias"

Etiqueta: tendencias

americanairlines
Cia AéreaInvestimentosMobilidade
07/01/2026

American Airlines estreia Wi-Fi gratuito a bordo e amplia conectividade em sua frota

  • American Airlines lança Wi-Fi gratuito em seus voos
  • Serviço será implementado gradualmente em aeronaves
  • Novos Boeing 787-8 e 787-9 já sairão de fábrica com Wi-Fi gratuito
  • Acesso será exclusivo para membros do programa de fidelidade
  • AT&T patrocina o serviço, com conectividade fornecida por Viasat e Intelsat

A American Airlines passou a oferecer Wi-Fi gratuito em voos, reforçando uma tendência crescente na aviação comercial voltada à conectividade de alta velocidade e à atração de viajantes premium e corporativos.

O serviço foi lançado nesta terça-feira e será implementado de forma gradual em todas as aeronaves narrowbody e na frota regional de dupla classe da companhia. Segundo a empresa, a expectativa é que a instalação seja concluída até o início da primavera no hemisfério norte.

Além disso, os novos Boeing 787-9 e 787-8 que entrarem na frota da American também contarão com Wi-Fi gratuito desde a entrega, ampliando a experiência digital dos passageiros em rotas de longa distância.

O acesso ao Wi-Fi será gratuito exclusivamente para membros do programa de fidelidade da American Airlines, estratégia que reforça o vínculo com clientes frequentes e incentiva novas adesões ao programa.

A iniciativa conta com o patrocínio da AT&T, enquanto as empresas Viasat e Intelsat serão responsáveis por fornecer a infraestrutura e a tecnologia de conectividade a bordo.

A American se junta, assim, a um número crescente de companhias aéreas que enxergam o Wi-Fi gratuito como um diferencial competitivo, especialmente em um cenário no qual produtividade, entretenimento e conectividade contínua se tornaram expectativas básicas dos passageiros.

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Redação
De copilotos a agentes autônomos: o papel da Agentic AI no futuro do turismo
AINEWSStartupsTravel Tech
31/12/2025

10 principais destaques em Travel Tech de 2025: da Agentic AI ao boom das redes sociais

O ano de 2025 consolidou um movimento que vinha ganhando força nos últimos anos: a tecnologia deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser o principal motor de inovação do turismo mundial.

Inteligência artificial, automação, integração de sistemas e novos modelos de negócios mudaram a forma de viver o turismo. Novas tecnologias impuseram novos padrões de eficiência e personalização no setor.

O último ano foi de lançamentos de chatbots, automoções em check-in de hotéis, redução de tarefas burocráticas com o advento da tecnologia e a aplicação de inteligência artificial generativa em diversos processos. 

O portal Travel Tech Hub acompanhou atentamente todas estas novidades. Agora, destacamos quais foram os maiores marcos de 2025 no setor de travel tech. Confira abaixo:

1: IA como protagonista da jornada do viajante

A confiança dos consumidores na inteligência artificial atingiu níveis históricos: 93% dos viajantes afirmam confiar em soluções de IA para decisões de compra e planejamento de viagens, segundo estudo global da Accenture.

O levantamento indica ainda que 80% dos consumidores já usam ferramentas de IA generativa em interações com companhias aéreas, hotéis ou plataformas de viagem. 

Dados mostram que agentes IA que automatizam tarefas complexas, desde a reserva até o monitoramento de preços, estão deixando concorrentes tradicionais para trás. 

2: ChatGPT vira marketplace de viagens

A OpenAI abriu oficialmente sua loja de aplicativos dentro do ChatGPT, permitindo que OTAs, companhias aéreas, hotéis e plataformas de experiências criem apps nativos de chat e passem a disputar espaço diretamente dentro das conversas de planejamento de viagem. 

O movimento transforma o que antes era um ambiente fechado — com integrações-piloto restritas a Booking.com e Expedia — em um marketplace aberto, onde qualquer marca pode desenvolver soluções utilizando o Apps SDK (em beta) e ser listada no novo App Directory, sem necessidade de download. 

Hoje, nomes como Expedia, Booking.com, Tripadvisor, Uber, OpenTable e TheFork já aparecem conectados ao ecossistema.

3: Blockchain transforma pontos em economia 

Programas de fidelidade baseados em ativos digitais (blockchain) ganharam atenção como alternativa que permite troca, venda e uso flexível de pontos, aproximando o turismo de uma economia tokenizada — tendência com alto potencial para 2026.

Países como Canadá, Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, Japão e França lideraram a adoção de tecnologias no turismo, com destaque para o uso de blockchain em soluções de reserva, identidade digital e rastreabilidade de serviços. 

Segundo relatório do grupo Imarc, o blockchain está sendo integrado a plataformas de mobilidade e distribuição para garantir maior segurança, validação de dados e transações sem intermediários.

4: Redes digitais e plataformas convergentes ampliam alcance

Parcerias inovadoras, como a que transforma compras no iFood em pontos de viagem no programa Passaporte Decolar, promoveram uma convergência entre rotina digital e turismo, incentivando o compartilhamento de dados e experiências entre plataformas diferentes.

Os resultados da fase experimental mostraram o potencial da iniciativa. A integração entre as plataformas chegou a representar 4% da receita da Decolar no segmento de consumo em outubro de 2025.

Uma das modalidades testadas, que permitia acumular pontos no Passaporte Decolar por pedido feito no iFood, envolveu 370 mil consumidores e foi responsável por 30% das transações relacionadas ao projeto naquele mês.

5: Startups de destaque nasceram com integração à IA

Mapeamentos como o PhocusWire Hot 25 Travel Startups destacaram empresas que apostam em IA, blockchain e identificação digital descentralizada para revolucionar produtos e serviços de viagem. 

Segundo o senior manager de pesquisa e inovação da Phocuswright, Mike Coletta, as startups que mais se destacarão nos próximos anos serão aquelas que nasceram integradas à IA.

“Os vencedores serão as empresas nativas em IA que conseguirem transformar velocidade em distribuição e criar serviços prontos para integração com a nova geração de plataformas.”

6: Agentic AI vira divisor no turismo

No Skift Global Forum 2025, líderes como Marriott, Kayak e McKinsey apontaram a Agentic AI — inteligência artificial capaz de agir com autonomia, tomar decisões e executar tarefas sem comando humano direto — como o próximo divisor de águas no turismo. 

Segundo o relatório debatido no evento, essa tecnologia tem potencial para assumir o papel de um “agente de viagem autônomo”, planejando e ajustando itinerários em tempo real, antecipando preferências e criando experiências hiperpersonalizadas em escala, algo impossível com modelos de IA tradicionais.

O painel também alertou para a urgência competitiva: empresas que não modernizarem infraestrutura, atualizarem sistemas legados e testarem pilotos de IA autônoma correm risco de perder relevância no mercado. 

Aspectos éticos e de propósito também entram no radar: viajantes esperam IA alinhada a valores como impacto ambiental, responsabilidade social e transparência. Para os especialistas, a Agentic AI marca um ponto de virada: o setor sai da automação assistiva e entra na era dos serviços autônomos, onde a experiência é desenhada pela máquina antes mesmo que o viajante peça.

7: Realidade aumentada e virtual enriquecem pré-viagem

Tecnologias imersivas, como realidade aumentada e virtual, permitiram aos viajantes experimentar destinos antes de viajar, gerando maior confiança e engajamento no planejamento. 

A China tornou-se o exemplo mais avançado dessa aplicação em escala. Regiões como Zhuhai já operam guias inteligentes 24h integrados com IA, Dunhuang permite visitar virtualmente as Grutas de Mogao com VR e a Cidade Proibida oferece visualização em 360° via celular. 

Em Pequim, óculos de realidade aumentada recriam experiências históricas no Templo do Céu, ilustrando como essa tendência pode elevar o valor cultural dos destinos e mudar a forma como viajantes aprendem, interagem e vivenciam turismo. 

8: Transporte terrestre ganha relevância tecnológica

Startups e soluções de mobilidade rodoviária com tecnologia avançada garantiram reservas mais precisas, integração com redes intermodais e oferta competitiva frente a outros modais.

A ClickBus, por exemplo, anunciou um investimento de R$ 15 milhões para desenvolver sua própria infraestrutura de inteligência artificial e lançou um assistente conversacional integrado ao aplicativo, capaz de acompanhar toda a jornada do passageiro.

A solução reúne mais de 50 modelos de IA e 80 TB de dados curados para oferecer recomendações personalizadas, previsão de atrasos, rastreamento em tempo real da rota, reembolso instantâneo e comparativo padronizado entre viações.

9: Google reforça IA para planejar viagens e abre novas janelas de visibilidade para marcas

O Google intensificou sua estratégia em inteligência artificial aplicada ao turismo, impulsionado pelos resultados financeiros positivos da Alphabet, que registrou alta de 14% na receita no segundo trimestre de 2025. 

No Phocuswright Europe, em Barcelona, Sergio Torrijos Selma, diretor de viagens do Google, apresentou exemplos da ferramenta AI Overviews, que já responde por 10% a mais de buscas globais. O recurso permite que o usuário receba, em um único comando, sugestões completas de viagem, incluindo voos, hospedagem e restaurantes.

Ao mesmo tempo, o Google reconhece a preocupação do mercado sobre perda de visibilidade para marcas diante das respostas entregues diretamente pela IA. A empresa também está testando novos formatos publicitários integrados ao AI Overviews.

10: Redes sociais viram principal canal de inspiração e conversão em viagens 

As redes sociais assumiram papel central no turismo digital em 2025, deixando de ser apenas espaços de inspiração para se tornarem canais de conversão. Segundo estudo do Expedia Group, 77% dos viajantes já buscam destinos primeiro no Instagram, TikTok ou WhatsApp, onde é possível descobrir lugares, consumir conteúdo de creators e finalizar reservas sem sair do aplicativo, como no modelo chinês consolidado pelo Xiaohongshu. 

Com o CPM mais baixo e resultados de engajamento superiores em comparação aos buscadores tradicionais, especialistas apontam uma migração gradual dos investimentos de marketing do Google para plataformas sociais. 

Para se manterem competitivas, travel brands precisam adaptar estratégia e tecnologia, investindo em vídeos curtos, UX mobile-first, reserva sem atrito dentro dos próprios apps sociais e métricas além do last-click. 

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Redação
DALLE-2024-12-17-12
AINEWS
31/12/2025

Tendências de Tecnologia para Viagens em 2025 — O que virou realidade, o que ficou na tese

No início de 2025, publicamos uma lista de tendências com o objetivo de provocar reflexões estratégicas e orientar hipóteses sobre tecnologia, produto e gestão no setor de viagens. Leia o artigo original, “Tendências de Tecnologia para Viagens em 2025”, aqui.

Agora, em um exercício consciente de revisão, sem cobrança, revisitamos o que consideramos tendência e confrontamos com o que, de fato, virou realidade ao longo do ano, o que permaneceu como tese conceitual e o que se revelou mais desejo do que transformação concreta.

Este é um balanço objetivo do ano. Na próxima semana, publicaremos o artigo de Tendências para 2026, já incorporando essas lições.

Inteligência artificial deixa o hype e vai para operações

O que consideramos tendência:
A expectativa era clara: a IA começaria a migrar do discurso para a operação. O movimento aconteceu, mas em um ritmo mais lento do que o potencial da tecnologia permitiria. Houve implementação, mas ainda com baixa pressão por resultados palpáveis no curto prazo.

Balanço 2025:
A IA entrou na operação de forma incremental. Vimos avanços em atendimento, suporte, apoio à decisão e produtividade interna, porém com escopo limitado. A maior parte das empresas optou por ganhos marginais e controle de risco, não por transformações estruturais.

A tecnologia estava pronta. O que faltou foi ambição organizacional combinada com clareza de ROI imediato para acelerar decisões.

Interoperabilidade entre sistemas: uma pauta necessária

O que consideramos tendência:
A interoperabilidade aparecia como tema recorrente, mas já havia sinais de que pouco avançaria. Poucas discussões abertas ao mercado e baixo incentivo para mudanças estruturais.

Balanço 2025:
A interoperabilidade seguiu sendo reconhecida como problema, mas raramente tratada como prioridade estratégica. Os avanços foram pontuais, normalmente motivados por demandas específicas, e não por uma visão de ecossistema.

Na prática, não se consolidou como tendência executada em 2025. Permaneceu como um gargalo estrutural aceito e, em alguns casos, conveniente para quem controla dados e fluxos.

Adoção de ferramentas no-code e low-code

O que consideramos tendência:
Aqui a leitura era evidente: a adoção aconteceria. A questão não era “se”, mas “como” essas ferramentas se integrariam ao stack tecnológico, superando preconceitos entre no-code, vibe coding e hard coding.

Balanço 2025:
Essa previsão se confirmou. Ferramentas no-code e low-code passaram a fazer parte das rotinas de áreas de negócio, produto e inovação. Não substituíram engenharia, mas reduziram dependência, aceleraram testes e ampliaram a capacidade de experimentação. Valuations recorde para um novo negócio.

O debate deixou de ser ideológico e passou a ser prático: como integrar, governar e escalar essas soluções dentro de arquiteturas mais amplas.

Assistentes de IA potencializando equipes de desenvolvimento

O que consideramos tendência:
A expectativa era de ganhos claros de eficiência, ainda que sem a revolução prometida nos discursos mais entusiasmados.

Balanço 2025:
Os assistentes entregaram exatamente isso: produtividade incremental, menos fricção e aceleração de etapas que antes travavam times. Não houve ruptura, mas houve ganho consistente de eficiência.

O valor esteve menos na automação total e mais na redução de atrito, algo crítico em ambientes de desenvolvimento pressionados por prazos e escassez de talentos.

Automação: eficiência como resposta a margens apertadas

O que consideramos tendência:
A automação aparecia como resposta lógica às margens cada vez mais comprimidas, mas já se percebia uma certa timidez nos testes e uma expectativa irreal de transformação imediata.

Balanço 2025:
Automação foi amplamente discutida, mas pouco executada em escala. Muitas empresas buscaram soluções grandes demais para processos ainda imaturos. O resultado foi de pilotos isolados ou projetos que não avançaram.

A tese segue válida. O ano mostrou que automação exige abordagem incremental, foco em gargalos claros e métricas objetivas. Continua como tendência — ainda não como prática consolidada.

NDC: o teste final de uma década

O que consideramos tendência:
Havia a leitura de que 2025 seria um ano decisivo para o NDC, mas já surgiam sinais de desgaste e revisões de rota por parte de companhias aéreas.

Balanço 2025:
O NDC permaneceu como pauta institucional, mas perdeu protagonismo estratégico. A complexidade operacional e as dúvidas internas limitaram a adoção. Em vez de ruptura, houve acomodação.

Segue existindo, mas deixou de ser vetor central de transformação para o setor.

Modernização de sistemas legados: um desafio coletivo

O que consideramos tendência:
A modernização aparecia como movimento necessário, com impacto mais claro no médio prazo do que em resultados imediatos.

Balanço 2025:
O tema ganhou tração, impulsionado por investimentos relevantes. Decisões estruturais foram tomadas, projetos iniciados e plataformas revisitadas, ainda que com impacto operacional limitado no curto prazo.

2025 foi um ano de fundação. Os efeitos mais concretos começam a se materializar a partir de 2026.

Pesquisas conversacionais e contextuais impulsionadas por IA

O que consideramos tendência:
A expectativa era de adoção real, especialmente entre grandes OTAs com escala, dados e maturidade de produto.

Balanço 2025:
Aqui houve conversão clara de tese em prática. Interfaces conversacionais passaram a impactar experiência, engajamento e conversão.

O aprendizado foi direto: quem tinha base tecnológica e governança avançou rápido. Quem não tinha, ficou observando.

Parcerias tecnológicas inusitadas

O que consideramos tendência:
Esperava-se algum grau de surpresa, mas já havia sinais de que os movimentos seriam concentrados entre grandes players de tecnologia.

Balanço 2025:
O ano foi mais sobre consolidação do que sobre inovação via parcerias. A maioria dos acordos reforçou posições existentes, com pouco efeito transformacional para o mercado como um todo.

Houve casos pontuais de geração de valor, mas não o suficiente para caracterizar uma tendência ampla ou disruptiva.

O balanço de 2025 expõe um setor que avançou onde havia baixo risco e ROI claro, e hesitou onde a transformação exigia mudanças mais profundas de processo, cultura e governança. A tecnologia esteve disponível durante todo o ano. O desafio real esteve em priorizar, testar, escalar e medir impacto concreto de negócio.

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Alexandre Cordeiro
Xavier Amatriain
AIDIGITALNEWSStartups
03/12/2025

Expedia Group nomeia seu primeiro diretor de IA e dados

  • Expedia Group anuncia a criação de sua primeira diretoria global de inteligência artificial e dados e nomeou o executivo Xavier Amatriain, ex-Google, para liderar a área;
  • Decisão reforça o movimento das big techs de viagens rumo a uma estratégia cada vez mais baseada em IA generativa, agentes inteligentes e experiências personalizadas para viajantes.

O Expedia Group anunciou a nomeação de Xavier Amatriain como seu primeiro Chief Artificial Intelligence (AI) and Data Officer, reforçando a estratégia da empresa de avançar em soluções que combinam IA generativa, machine learning em larga escala e experiências de viagem totalmente integradas.

Amatriain, ex-vice-presidente de IA e habilitação de computação do Google, assumirá a liderança da “visão de longo prazo da empresa para IA e aprendizado de máquina”, atuando ao lado de líderes das divisões de parcerias estratégicas, B2B, produto, marketing e finanças.

Segundo o executivo, “a IA está entrando em uma nova era – uma era impulsionada por tecnologias generativas, agentes e verdadeiramente adaptativas que irão remodelar fundamentalmente a forma como exploramos o mundo”.

Ele acrescenta que “nenhuma empresa está melhor posicionada do que o Expedia Group para liderar essa próxima onda” e afirma estar entusiasmado em ajudar a construir “um futuro das viagens mais inteligente, intuitivo e transformador para milhões de viajantes”.

O CTO do Expedia Group, Ramana Thumu, também destacou a chegada do novo diretor, afirmando: “Estou animado para receber Xavi na equipe. Sua profunda experiência na construção de plataformas de IA em larga escala ajudará a redefinir como as pessoas experienciam viagens”. Ele reforçou ainda que a empresa opera em um nível “que poucos conseguem igualar” e investe fortemente em inovação tecnológica aplicada ao setor.

No Expedia Group, Amatriain será responsável por definir e conduzir a visão de longo prazo para IA e machine learning, estabelecendo diretrizes técnicas para que IA generativa, agentes inteligentes e ciência de dados sejam aplicados para gerar valor em escala. Ele atuará em colaboração com líderes de diversas frentes, como parcerias estratégicas, B2B, produto, marketing e finanças.

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Redação
familia-viagens-aeroporto
Booking EngineDestinosDIGITALEventos
24/11/2025

Booking.com vai revelar tendências de viagem para 2026 em experiência inédita em São Paulo

  • A Booking.com vai apresentar, em São Paulo, as Previsões de Viagem 2026, estudo global que aponta uma tendência crescente de viagens ultrapersonalizadas e centradas na individualidade.
  • Com base em entrevistas com mais de 29 mil viajantes em 33 países, incluindo o Brasil, a pesquisa deverá revelar que o turismo dos próximos anos será guiado por experiências alinhadas a metas pessoais e estilos de vida.
  • Evento terá programação inédita e gratuita nos dias 28 e 29 de novembro na capital paulista.

A Booking.com vai divulgar a 10ª edição do estudo Previsões de Viagem 2026, que antecipará as principais tendências do turismo para os próximos anos. A empresa, conhecida por oferecer reservas de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços, deverá apontar um movimento crescente em direção à individualização das experiências, com foco em roteiros que reflitam objetivos pessoais e preferências únicas.

A pesquisa vai reunir respostas de mais de 29 mil viajantes em 33 países, incluindo o Brasil, e deverá identificar nove tendências que projetam um futuro em que viajar se torna uma extensão da identidade de cada pessoa. Entre os destaques esperados estão experiências que combinam bem-estar e tecnologia, escapadas místicas, estadias futuristas e aventuras fora do convencional, todas com o objetivo de transformar as férias em uma expressão autêntica de cada viajante.

Para marcar o lançamento no Brasil, a plataforma vai promover uma experiência inédita e gratuita nos dias 28 e 29 de novembro, em São Paulo. Durante o evento, o público terá acesso a quatro histórias curtas de 15 minutos apresentadas em formato cênico. Cada performance estará conectada às tendências mapeadas pelo estudo, criando um paralelo entre o impacto das viagens e as emoções despertadas pelo teatro — ambas capazes de transportar o visitante para novos mundos e estimular diferentes formas de olhar para si mesmo.

Além da imersão artística, a ação vai reforçar como a maneira de explorar o mundo segue em constante transformação e como a Booking.com trabalha para facilitar o acesso às viagens.

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Redação
Gary Cohen, Intrepid
AIBooking EngineNEWSTECH
20/10/2025

Intrepid mira expansão no Brasil e moderniza operações com app e inteligência artificial

  • A Intrepid está acelerando sua transformação digital com o lançamento de um app para clientes, integração de inteligência artificial e a reformulação de sistemas internos.
  • Durante o ATWS 2025, Gary Cohen, diretor para a América Latina, destacou os planos de expansão no Brasil, com novos roteiros previstos para 2027 e iniciativas voltadas à sustentabilidade e ao turismo comunitário.

Durante o Adventure Travel World Summit (ATWS) 2025, em Puerto Natales (Chile), Gary Cohen, diretor-geral da Intrepid para a América Latina, falou sobre as inovações tecnológicas da empresa, o papel da inteligência artificial nas viagens personalizadas e os planos para ampliar a atuação no Brasil.

Nos últimos seis meses, a Intrepid deu um passo importante rumo à digitalização ao lançar seu primeiro aplicativo para clientes. A ferramenta, que está sendo implementada de forma gradual em diferentes regiões, concentra em um só lugar o itinerário da viagem, informações do grupo e um canal direto com o líder do tour.

“Queríamos modernizar a experiência do viajante, substituindo os tradicionais documentos impressos e comunicações fragmentadas”, explicou Cohen em entrevista exclusiva ao Travel Tech Hub.

Além do app, a companhia está reformulando seu site para oferecer uma navegação mais intuitiva e, nos bastidores, conduz seu maior projeto tecnológico até agora: a migração para um novo sistema operacional interno, que deve tornar os processos de reservas e operações mais ágeis e integrados.

A inteligência artificial também começa a ganhar espaço na estratégia da Intrepid — ainda que com cautela. “Somos, antes de tudo, uma empresa de viagens, focada em experiências humanas e conexões locais. A IA não substitui isso, mas pode tornar a jornada mais fluida, tanto para os viajantes quanto para nossos times”, destaca Cohen.

Segundo o executivo, a tecnologia está sendo incorporada ao aplicativo e ao site para otimizar etapas e oferecer recomendações mais personalizadas, sem perder o caráter humano das viagens em pequenos grupos.

Brasil no radar

O mercado brasileiro está no centro dos planos de expansão da Intrepid. A empresa pretende diversificar a oferta de roteiros no país, retomando itinerários que antes da pandemia incluíam destinos como Salvador, Lençóis Maranhenses, Chapada Diamantina e Pantanal. Hoje, os produtos se concentram principalmente em Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu.

“Vemos um enorme potencial de crescimento no Brasil, tanto para ampliar nossos roteiros no país quanto para atrair viajantes brasileiros para nossas viagens pelo mundo. Culturalmente, o perfil do viajante brasileiro combina bem com o estilo Intrepid — curioso, engajado e aberto a novas experiências”, diz Cohen.

A previsão é que novos produtos sejam lançados para a temporada de 2027, já que o ciclo de desenvolvimento de viagens em grupo exige planejamento com antecedência.

Eventos e turismo sustentável

A presença da Intrepid em eventos como o ATWS, encontro mundial de turismo de aventura, reforça sua aposta no turismo de base comunitária e sustentável. “É um espaço valioso para trocar ideias, identificar tendências emergentes e fortalecer laços com parceiros globais que compartilham nossa visão”, afirma.

Na América Latina, a empresa também atua por meio da Intrepid Foundation, braço sem fins lucrativos criado em 2002. No Brasil, a fundação mantém parceria com a Gastromotiva, ONG do Rio de Janeiro que forma jovens chefs de comunidades vulneráveis e oferece refeições para pessoas em situação de rua. A proteção da Amazônia e do Pantanal está entre os próximos objetivos de atuação ambiental no país.

Com investimentos em tecnologia, expansão territorial e ações sociais, a Intrepid busca consolidar sua presença na região — e o Brasil deve ocupar um papel de destaque nessa estratégia nos próximos anos.

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Redação
Carolina Witt, executiva de contas WeTravel
AIBooking EngineDIGITALEventosNEWS
16/10/2025

WeTravel lança hub global e visa expansão no mercado brasileiro

No evento ATWS 2025, no Chile, a WeTravel apresentou o Partner Hub, plataforma que conecta operadoras, agências e fornecedores de turismo na América Latina e facilita pagamentos em múltiplas moedas

Durante o Adventure Travel World Summit (ATWS), congresso internacional de turismo realizado neste ano em Puerto Natales, no Chile, a WeTravel apresentou suas principais inovações tecnológicas para operadores e agências da América Latina. A empresa, que se posiciona como um “sistema operativo para empresas de turismo”, está apostando no WeTravel Partner Hub — plataforma que conecta operadoras, agências e fornecedores do setor em escala global.

“O Partner Hub é onde todas as operadoras de turismo, agências e fornecedores do setor vão poder se encontrar independentemente do país em que estejam, para fazer negócios, facilitar suas conexões, seus pagamentos e até mesmo saber com quem podem fazer negócios que já fazem parte da WeTravel”, explicou Carolina Witt, executiva de contas para a América Latina, baseada em Quito, Equador.

Além de permitir que empresas encontrem novos parceiros de forma direta e simplificada, a plataforma também oferece ferramentas de pagamento integradas, com suporte a múltiplas moedas: recurso essencial para a operação transnacional de empresas latino-americanas.

IA com moderação e foco na experiência humana

Embora a inteligência artificial seja parte da estratégia tecnológica da WeTravel, a empresa adota uma abordagem seletiva. A IA é utilizada principalmente para auxiliar na criação de itinerários e otimizar etapas da jornada de reserva, mas sem substituir o contato humano — considerado essencial no setor turístico.

“É mais do que um link de pagamento, é um link de pagamento com ferramentas de suporte para a indústria do turismo. No entanto, não queremos perder essa essência do relacionamento pessoal, já que estamos na indústria do turismo”, afirmou Carolina.

Segundo a executiva, um dos destaques tecnológicos da plataforma é o multi currency check-out, que permite que viajantes paguem em suas próprias moedas, aumentando a conversão de reservas e tornando a experiência mais fluida.

Brasil no radar

A América Latina é vista pela WeTravel como uma região com enorme potencial turístico — rica em patrimônios naturais, culturais e gastronômicos —, mas com desafios fiscais e monetários comuns. “Todos usamos dólares. Então, a WeTravel veio para facilitar essa conectividade regional entre países, para facilitar a operação, para facilitar as vendas”, disse Carolina.

No caso do Brasil, a empresa vê um mercado promissor, porém complexo por questões tributárias e financeiras. O uso massivo do Pix é amplamente reconhecido, mas as altas comissões e impostos para empresas estrangeiras têm sido um entrave para ampliar a atuação no país.

“O Brasil é um mercado enorme. É um mercado difícil por questões locais, tributárias e financeiras. No entanto, é um mercado no qual focamos muitos anos para saber como melhorá-lo”, destacou a executiva. Segundo ela, a empresa já possui equipe local e planeja anunciar novidades importantes até o fim do ano para expandir sua presença no Brasil.

Tendências: personalização e retorno às raízes

Carolina também apontou tendências que estão moldando o comportamento dos viajantes. “As pessoas buscam voltar às raízes. Ultimamente estão se afastando do turismo de massa, estão se afastando das grandes cidades, dos grandes grupos. Estão buscando um pouco mais essas experiências únicas”, comentou.

Com isso, segundo a executiva, a WeTravel está focada em oferecer ferramentas para que operadoras personalizem ofertas e acompanhem toda a jornada do cliente — desde a primeira interação até as atualizações em tempo real durante a viagem, via celular. A personalização, aliada à agilidade tecnológica, é vista como um diferencial competitivo.

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Redação
Internet das Coisas IOT
AI
03/10/2025

Quatro em cada cinco empresas brasileiras adotam IoT integrada à inteligência artificial

A Internet das Coisas (IoT) já faz parte da rotina de diversos setores no Brasil, mas a integração com a Inteligência Artificial (IA) está levando a transformação digital das empresas a um novo patamar. O movimento segue a tendência global conhecida como AIoT (Artificial Intelligence of Things), que combina dispositivos conectados à análise avançada de dados em tempo real.

Segundo o estudo “Panorama do IoT no Brasil 2025”, realizado pela Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) em parceria com o portal TI Inside, 38% das companhias que utilizam IoT já contam com soluções de IA, enquanto 43,7% estão em processo de integração. Na prática, isso significa que mais de 80% das empresas brasileiras já adotam ou planejam adotar a combinação dessas tecnologias.

“A inteligência artificial das coisas permite novas possibilidades, sobretudo na análise de dados. No entanto, a adoção exige uma infraestrutura sólida e regulamentações adequadas”, afirma Rogério Moreira, executivo da ABINC.

O levantamento mostra ainda que menos de 20% das fornecedoras de IoT no país não incorporaram a IA em seus planos. Entre os principais entraves para adoção do AIoT, 23,9% das empresas citam os altos custos de implementação, seguidos por baixa adesão de clientes e problemas de conectividade, cada um apontado por mais de 20% dos entrevistados. Já as companhias que já utilizam a tecnologia destacam o investimento inicial elevado, além de preocupações com privacidade, segurança e falta de regulamentação específica — mencionada por 10% dos respondentes.

No cenário internacional, a consultoria Precedence Research projeta que o mercado global de IoT alcance US$ 77 bilhões em 2025, com expectativa de atingir US$ 356 bilhões até 2034, impulsionado por uma taxa de crescimento anual de 18,56%. A integração com a IA aparece como um dos principais motores dessa expansão, junto à computação em nuvem, aprendizado de máquina, cidades inteligentes e 5G.

Tendências para 2025

Entre as principais tendências de uso da IoT e IA no Brasil e no mundo estão:

  • Integração de IoT e IA, com sistemas mais autônomos e respostas em tempo real;
  • Avanços em análise de dados, otimizando processos logísticos, industriais e domésticos;
  • Cidades inteligentes, com semáforos, transporte e iluminação conectados para mais eficiência;
  • Saúde e telemedicina, permitindo monitoramento remoto de pacientes e diagnósticos à distância;
  • Indústria 4.0 e agronegócio, com sensores em fábricas e no campo, ampliando produtividade e reduzindo perdas.

Perspectivas para o Brasil

No país, políticas públicas como a Lei 14.108/2020 e a expansão do 5G têm reduzido barreiras fiscais e técnicas, criando um ambiente mais favorável para o crescimento da IoT. A Anatel também vem propondo normas mais flexíveis para o setor.

Para a ABINC, nenhuma indústria deve ficar de fora dessa transformação digital. Com a integração da IA, a expectativa é de que a IoT traga inovações profundas em áreas como saúde, mobilidade urbana, indústria e agropecuária, aumentando a automação, a eficiência e a competitividade das empresas brasileiras.

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Redação
online-shopping-concept
AIBooking EngineStartupsTECH
12/09/2025

OTAs investem US$ 5,2 bilhões em marketing e miram redes sociais e IA para atrair viajantes

As principais agências de viagens online (OTAs) – Airbnb, Booking Holdings, Expedia Group e Trip.com Group – investiram juntas mais de US$ 5,2 bilhões em marketing no segundo trimestre de 2025. O movimento mostra como o setor aposta cada vez mais em redes sociais e inteligência artificial para impulsionar reservas e diversificar canais além do Google.

Conforme reportagem da PhocusWire, o Airbnb aumentou seus gastos com vendas e marketing para US$ 691 milhões no trimestre, contra US$ 593 milhões no mesmo período de 2024. Apesar de 90% das reservas virem de canais diretos, a empresa reforçou que os investimentos têm como objetivo promover a plataforma como um ecossistema integrado de hospedagens, experiências e serviços.

“Estamos lançando anúncios que promovem serviços domésticos e experiências de forma integrada. Só o Airbnb oferece tudo isso em um único app”, disse Brian Chesky, CEO da empresa, durante a apresentação de resultados. Ele também destacou a migração das buscas de viagens para redes sociais, substituindo gradualmente o Google como principal fonte de pesquisa.

O executivo afirmou que a empresa está transferindo recursos de campanhas na TV para mídias sociais, aproveitando o maior poder de segmentação.

Booking aposta em social e TikTok

A Booking Holdings elevou seus gastos de marketing para US$ 2,1 bilhões, e anunciou uma parceria com o TikTok que permite reservas de hotéis dentro do app. Glenn Fogel, CEO da empresa, afirmou que a companhia quer diversificar seus canais de performance, indo além dos cliques pagos no Google.

Expedia vê mais conversões com IA

Já a Expedia Group aumentou seu investimento para US$ 1,9 bilhão no período e destacou o potencial da busca generativa com IA, que estaria convertendo em reservas a taxas mais altas que outros canais. “AI é um facilitador-chave de produtividade e eficiência”, disse Ariane Gorin, CEO da companhia, explicando que trabalha para melhorar a presença de suas marcas nas plataformas de IA, como OpenAI e Google.

Trip.com foca em expansão internacional

A Trip.com Group registrou US$ 464 milhões em marketing, alta de cerca de 30% ano a ano, e lançou o Trip.Planner, ferramenta de planejamento de viagens baseada em IA, para apoiar sua expansão internacional.

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Redação
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AIEventosTravel Tech
05/09/2025

Arabian Travel Market 2026 foca em inovação e tecnologia no turismo

  • O Arabian Travel Market 2026 terá como tema Viagens 2040: Abrindo Novas Fronteiras por Meio da Inovação e da Tecnologia” e promete focar em tecnologias como inteligência artificial, experiências digitais imersivas e mobilidade inteligente.
  • O evento ocorre de 4 a 7 de maio no Dubai World Trade Centre, destacando sustentabilidade, inovação e experiências diferenciadas para todos os segmentos do setor.

O Arabian Travel Market (ATM) 2026 anunciou o tema da próxima edição: “Travel 2040: Driving New Frontiers Through Innovation and Technology” (“Viagens 2040: Abrindo Novas Fronteiras por Meio da Inovação e da Tecnologia”). O evento será realizado de 4 a 7 de maio no Dubai World Trade Centre e terá como foco as tendências e tecnologias que estão transformando o setor global de viagens.

Segundo dados do Fórum Econômico Mundial, o turismo deverá registrar 30 bilhões de visitas e gerar US$ 16 trilhões em contribuição para o PIB mundial até 2034, reforçando a importância do tema central da feira. Inteligência artificial, experiências digitais imersivas, aviação sustentável e mobilidade inteligente estão entre as soluções que prometem redefinir como, onde e por que as pessoas viajam.

Para Danielle Curtis, diretora de exposição do ATM, o momento é de adaptação e inovação: “Estamos em um ponto de inflexão, em que mudanças climáticas, avanços digitais e novas expectativas dos consumidores criam desafios e oportunidades. ATM 2026 vai mostrar como a inovação pode aprimorar a experiência do viajante, aumentar a eficiência operacional e promover a sustentabilidade, mantendo o Oriente Médio na vanguarda da evolução do setor”.

A edição de 2026 trará novidades importantes em tecnologia e experiências. O ATM Travel Tech, antes um setor de destaque, agora terá um show totalmente co-localizado em um espaço de 850 m² dedicado a robótica, AR/VR, fintech, mobilidade, big data, cibersegurança e soluções de tecnologia verde. O Future Stage, com 250 lugares, reunirá futuristas, empreendedores e líderes globais de tecnologia.

Outros destaques incluem o retorno do IBTM @ ATM, conectando a comunidade global de eventos (MICE) ao crescente setor de megaeventos do Oriente Médio, e o ATM Ultra Luxury Lounge, espaço exclusivo para clientes de alto padrão interagirem com marcas de hospitalidade, aviação privada, iates e experiências personalizadas.

O ATM 2026 reforça seu papel como catalisador da colaboração global, reunindo líderes da indústria, formuladores de políticas e inovadores para apresentar soluções pioneiras e insights estratégicos. Em 2025, o evento reuniu mais de 55 mil profissionais de 166 países, consolidando sua relevância como plataforma de tendências, parcerias e investimentos no turismo mundial.

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Redação
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NEWS
05/08/2025

De assistentes virtuais a preços dinâmicos: a IA e o futuro do turismo

Um dos principais destaques da aplicação de IA é o avanço no engajamento em tempo real com clientes. Ferramentas como chatbots inteligentes e assistentes virtuais oferecem respostas personalizadas e instantâneas a dúvidas de viajantes, otimizando o atendimento e aumentando a eficiência operacional. Essas soluções vão desde reservas até recomendações locais, garantindo informações relevantes e imediatas para os usuários.

Além disso, conforme mostra reportagem especial na TTW, motores de recomendação baseados em IA analisam o comportamento e as preferências dos hóspedes para sugerir opções personalizadas de restaurantes, passeios e experiências, promovendo lealdade à marca e aumento na recorrência de clientes.

Outro ponto em destaque é o uso de estratégias de precificação dinâmica, que permitem ajustar valores de serviços e hospedagens em tempo real conforme a demanda, eventos locais, concorrência e condições climáticas. Algoritmos preditivos baseados em IA ajudam empresas a manter a ocupação ideal e maximizar a receita, oferecendo descontos em períodos de baixa e aproveitando os picos de procura.

A adoção dessas tecnologias se espalha por diversos países. Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Japão e Emirados Árabes Unidos já utilizam IA para aprimorar operações, personalizar serviços e oferecer experiências sofisticadas e eficientes aos turistas.

Segundo especialistas, o setor está diante de uma nova fase, marcada por tendências que incluem:

  • Personalização extrema, com itinerários e serviços moldados por dados de comportamento anteriores;
  • Eficiência operacional, com automação de tarefas como reservas, gerenciamento de estoque e atendimento ao cliente;
  • Previsões de demanda mais precisas, baseadas em analytics preditiva;
  • Interfaces por voz e gestos, que facilitam a interação com serviços em hotéis e aeroportos;
  • Assistentes virtuais de viagem, que podem guiar o usuário em tempo real, inclusive em situações emergenciais;
  • Check-in automatizado e concierge digital, otimizando o tempo e melhorando a experiência nos destinos;
  • Marketing turbinado por IA, com campanhas segmentadas e insights de comportamento que aumentam as conversões.

Com a expansão da IA para mercados emergentes, espera-se uma padronização global de experiências tecnológicas no setor de turismo, tornando serviços avançados acessíveis em diferentes partes do mundo.

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Redação
Girl Holding Tablet Working on VR Tech
AIBooking Engine
01/08/2025

Hospitalidade inteligente cresce com IA

A inteligência artificial (IA) está remodelando o setor de turismo e hospitalidade, com soluções que vão desde interação em tempo real com clientes até estratégias de precificação dinâmica baseadas em dados. Conforme reportado pela TTW, a crescente aplicação de tecnologias inteligentes tem impulsionado ganhos operacionais, fortalecido a fidelidade dos consumidores e aberto espaço para experiências cada vez mais personalizadas.

Um dos principais destaques é a aplicação de chatbots e assistentes virtuais em hotéis e agências de viagem. Essas ferramentas permitem respostas imediatas e customizadas para os viajantes, com orientações sobre reservas, atrações locais, recomendações gastronômicas e outras demandas — tudo com alto nível de precisão e rapidez. Além disso, sistemas de recomendação baseados em IA ajudam empresas a entender melhor o comportamento dos clientes e sugerir opções sob medida, o que aumenta a taxa de retorno e o engajamento com as marcas.

Outro avanço significativo é o uso de precificação dinâmica, que ajusta valores de produtos e serviços em tempo real. Com base em dados como histórico de reservas, clima e eventos locais, algoritmos de IA ajudam empresas a equilibrar ocupação e lucro, oferecendo promoções estratégicas em períodos de baixa demanda e otimizando os preços quando a procura é alta.

A tendência é global. Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Índia e Emirados Árabes Unidos lideram a adoção de IA em seus mercados de turismo, integrando soluções para melhorar tanto a operação quanto a experiência do usuário. No Japão, por exemplo, empresas turísticas usam IA para aprimorar a eficiência de serviços. Já nos Emirados, a tecnologia tem sido empregada para elevar o padrão de luxo oferecido aos visitantes.

Segundo estimativas do setor, a IA aplicada ao turismo deve continuar crescendo até 2030, impulsionada por demandas por personalização, eficiência e decisões orientadas por dados. Entre as tendências para os próximos anos estão o uso de assistentes de viagem virtuais, check-ins automatizados, interfaces por voz e gestos e estratégias de marketing orientadas por inteligência artificial.

Além de impactar diretamente o consumidor final, a IA transforma os bastidores das empresas: reduz custos, melhora a alocação de pessoal e eleva a previsibilidade de demanda. Com o avanço das tecnologias, até mercados emergentes devem integrar soluções de IA para manter competitividade global.

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Redação
china
AIDestinosNEWS
28/07/2025

China aposta em IA e realidade aumentada para impulsionar o turismo cultural

  • A China está investindo fortemente em inteligência artificial, realidade aumentada e experiências imersivas para transformar o turismo cultural.
  • Cidades como Zhuhai, Pequim e Dunhuang já adotam tecnologias que personalizam roteiros, recriam rituais históricos e permitem visitas virtuais a patrimônios milenares, marcando uma nova fase para o setor na alta temporada de 2025.

Tecnologias como inteligência artificial (IA), realidade aumentada (AR) e virtual (VR) estão redesenhando o cenário do turismo cultural na China, que vive um momento de expansão com o início da alta temporada de verão de 2025. Regiões turísticas em todo o país estão utilizando recursos digitais para atrair visitantes e se destacar em meio à crescente concorrência do setor.

A cidade de Zhuhai é um exemplo desse movimento. O município lançou um modelo inteligente de turismo cultural, que atua como um guia digital 24 horas por dia. A plataforma oferece roteiros personalizados, sugestões de atividades e eventos adaptados aos interesses dos visitantes, promovendo uma experiência mais dinâmica e interativa.

A aplicação de tecnologias imersivas também avança em outras regiões. Em Dunhuang, por exemplo, turistas podem explorar virtualmente as famosas Grutas de Mogao com óculos de realidade virtual. Já na Cidade Proibida, em Pequim, é possível visualizar os detalhes do teto do Palácio Yangxin em 360 graus diretamente pelo celular.

Segundo Yuan Shuai, vice-secretário-geral da Aliança da Indústria de Internet das Coisas de Zhongguancun, “tecnologias como inteligência artificial, realidade virtual e gêmeos digitais já operam em áreas como guias turísticos e marketing direcionado”, afirmou em entrevista à agência China2Brazil, publicada pela Exame.

Ele destaca que o modelo de Zhuhai exemplifica como a digitalização vem se integrando aos serviços culturais e turísticos.

Em Pequim, o histórico Templo do Céu passou a oferecer visitas imersivas com óculos de realidade aumentada. O dispositivo funciona como guia interativo e recria o tradicional ritual de adoração ao Céu da antiguidade chinesa. A iniciativa é resultado da tecnologia desenvolvida pela empresa VITURE (Beijing Xinger Wujiang Technology). Segundo Xue Yafei, executivo da companhia, a empresa firmou parcerias com museus e atrações turísticas para reconstruir ambientes históricos por meio de AR.

Para Qiao Guanghui, professor da Faculdade de Turismo e Planejamento Urbano e Rural da Universidade de Comércio e Indústria de Zhejiang, o uso de IA representa “uma oportunidade estratégica para empresas do setor”. Na visão do especialista, as inovações não apenas ampliam a competitividade, mas também elevam o padrão das experiências turísticas, reforçando o valor da cultura local em tempos de transformação digital.

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Redação
Fitur
EventosTECHTravel Tech
14/07/2025

FITUR 2026 aposta em tecnologia e lança Knowledge Hub como novo centro de inovação turística

A FITUR 2026, uma das maiores e mais influentes feiras internacionais de turismo, anuncia uma de suas principais novidades para a próxima edição: o Knowledge Hub, espaço dedicado exclusivamente à tecnologia e à inovação no setor. A iniciativa reforça a estratégia da feira em consolidar a dimensão digital como alicerce fundamental para o futuro do turismo global.

O evento será realizado de 21 a 25 de janeiro de 2026, no IFEMA MADRID, e reunirá expositores e especialistas de todo o mundo para debater os rumos do setor. O Pavilhão 12, que receberá o novo hub, será o epicentro da Travel Technology, área que cresceu mais de 35% em relação à edição anterior, reunindo mais de 100 empresas de 20 países.

“Durante os dias profissionais, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira (21, 22 e 23 de janeiro), especialistas internacionais se reunirão no Pavilhão 12 em centenas de sessões para trocar experiências e compartilhar as melhores práticas que estão moldando as tendências do setor de turismo”, destaca a organização.

Um centro de inovação e conexão

O Knowledge Hub concentrará algumas das verticais mais relevantes da feira:

  • Travel Technology
  • FITUR TechY, em parceria com o Instituto Espanhol de Tecnologia Hoteleira (ITH)
  • FITUR Know-How & Export
  • FITUR Sports
  • FITUR Talent
  • FITURNEXT Observatory, focado em sustentabilidade e impacto positivo

Empresas como Amadeus, Travelgate, BeonX, Duetto, Ratehawk e Mirai já confirmaram presença, destacando o papel central da tecnologia em soluções para destinos, hospitalidade, distribuição, análise de dados e experiência do cliente.

A configuração estratégica do espaço também foi pensada para maximizar o fluxo de visitantes: o Pavilhão 12 terá acesso direto pelo sudeste do centro de exposições, criando um novo corredor entre os Pavilhões 4 e 12. A proposta é facilitar a circulação de profissionais e aumentar a visibilidade das atividades voltadas à inovação e negócios.

Feira multissetorial com foco em impacto positivo

Em sua 46ª edição, a FITUR ocupará nove pavilhões com uma programação multissetorial. Cada espaço terá foco em diferentes regiões e temáticas estratégicas:

  • Pavilhão 3: Américas
  • Pavilhão 4: Europa e FITUR Cruises
  • Pavilhões 5, 7 e 9: Espanha e FITUR LGBT+
  • Pavilhão 6: Oriente Médio e África
  • Pavilhão 8: Ásia-Pacífico e Global Business
  • Pavilhão 10: FITUR 4all, FITUR Lingua, FITUR Screen, FITUR Woman e Global Business
  • Pavilhão 12: Knowledge Hub e áreas tecnológicas

Ao reservar os dias úteis para o público profissional e os finais de semana para o público geral, a organização busca criar um ambiente especializado, dinâmico e acessível para negócios e networking, consolidando a FITUR como um dos mais importantes pontos de encontro da indústria global de viagens.

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Redação
Mary Meeker
AIBooking EngineNEWS
27/06/2025

Mary Meeker: relatório aponta impacto da inteligência artificial no futuro das viagens

O extenso Relatório de Tendências em Inteligência Artificial (IA) da investidora Mary Meeker traz importantes aprendizados para o setor de viagens. Com 339 páginas, o documento destaca como a IA está transformando mercados, incluindo o turismo. Este é o primeiro relatório publicado desde 2019.

Meeker, fundadora e sócia da firma de venture capital BOND, é conhecida como a “Rainha da Internet” graças à sua análise precisa das principais tendências tecnológicas que moldam o futuro e o fluxo de investimentos.

O relatório enfatiza a rápida adoção de IA, citando que em abril de 2025 o ChatGPT já contava com 800 milhões de usuários ativos semanais e 20 milhões de assinantes. Usuários nos EUA aumentaram seu tempo médio diário na plataforma de 6 minutos em julho de 2024 para 19 minutos em abril de 2025.
Além disso, o ChatGPT atingiu 365 bilhões de buscas anuais em apenas dois anos, enquanto o Google levou 11 anos para esse feito, reforçando a necessidade das empresas de turismo migrarem do SEO para o GEO (Generative Experience Optimization).

Automação e IA na hospitalidade

Embora ferramentas de voz multilíngue em tempo real ainda estejam previstas apenas para 2030, startups como a alemã Onsai já oferecem soluções de IA para melhorar a eficiência operacional no setor. Contudo, o relatório aponta que “robôs com comportamento humano” não devem aparecer na hospitalidade nos próximos cinco anos.

O futuro dos agentes autônomos

O relatório destaca a corrida para desenvolver a próxima geração de IA, com foco em interfaces agentic, copilotos empresariais e sistemas autônomos. São agentes inteligentes que não apenas respondem a perguntas, mas executam tarefas complexas, como reservas e organização de fluxos de trabalho.

Além disso, a expansão da internet via satélites promete conectar 32% da população mundial que ainda não está online, abrindo espaço para que novos usuários comecem a navegar diretamente via IA, em sua língua nativa — uma oportunidade para o setor turístico focar em mercados emergentes.

Desafios e oportunidades para grandes OTAs

Mesmo com o crescimento de startups de IA no turismo, plataformas consolidadas como Expedia e Booking.com têm vantagens competitivas, já que possuem dados estruturados, fluxos de trabalho e confiança do mercado para incorporar IA de forma mais rápida e eficaz.

O relatório também destaca a relevância do conteúdo visual para a Geração Z, com um aumento de 120% no lançamento de modelos de vídeo em IA ano a ano. Pinterest, por exemplo, reforça a importância de experiências visuais para esse público, que consome grande parte do conteúdo online em imagens e vídeos.

Carros autônomos e segurança cibernética

Empresas como Waymo e Tesla já operam frotas autônomas geradoras de receita, enquanto o relatório alerta para riscos de segurança, incluindo fraudes e outras ameaças associadas ao uso inadequado da IA. O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, destacou que “incorreremos em riscos do uso indevido da IA, intencional ou não, antes mesmo de termos a chance de ‘resolver a IA’”.

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Redação
Aero Brasil 2025
AICia AéreaDestinosDIGITAL
28/05/2025

Aeroportos se transformam em espaços imersivos que combinam tecnologia, experiência e informação

Durante o Aero Brasil 2025, evento que reuniu em São Paulo especialistas e empresas da indústria aeroespacial para debater inovação, mobilidade e sustentabilidade, um dos destaques foi a transformação dos aeroportos em espaços imersivos e inteligentes, que oferecem muito mais do que apenas serviços de transporte.

Se antes os aeroportos eram vistos apenas como locais de passagem, hoje eles se consolidam como centros de experiência, onde tecnologia, comunicação e interatividade se unem para transformar a jornada do passageiro. A combinação de dados, inteligência artificial e soluções visuais tem mudado a forma como viajantes interagem com o ambiente, e um dos atores dessa transformação é o painel de led, amplamente utilizado em aeroportos pelo mundo.

“O maior sentido do ser humano é a visão: 71% das pessoas são visuais. Hoje, a comunicação está cada vez mais focada nessa percepção, e a experiência digital acompanha esse movimento”, explicou Roberto Gabrielli, vice-presidente de Growth & Partnership da THE LED, durante sua apresentação no evento.

Entre as principais inovações, estão os sistemas capazes de identificar características como gênero, faixa etária e até o estado emocional de quem passa na frente de um totem digital. A partir dessa análise, o sistema adapta em tempo real o conteúdo exibido, oferecendo publicidade, informações ou produtos alinhados ao perfil do passageiro.

“Imagine que hoje já existe uma tecnologia que identifica gênero, idade e até estado emocional da pessoa que está na frente de um totem, para direcionar a mídia ou o produto mais adequado para ela. Isso já é realidade, especialmente em aeroportos”, destacou Gabrielli.

A jornada começa no desembarque

O contexto dos aeroportos exige uma comunicação diferente. O passageiro chega preocupado com horários, portões e conexões. Nesse cenário, o conteúdo precisa ser altamente assertivo e relevante. “No aeroporto, a comunicação precisa ser direta e contextual: o passageiro chega distraído, preocupado com portão e horários. Nossa solução já começa a envolver essa pessoa logo no desembarque, trazendo informação que motiva e conecta com aquele momento”, pontuou.

Essa transformação vai além da publicidade. As tecnologias instaladas nos terminais oferecem também relatórios de comportamento, mapeando fluxos de pessoas, interações e até controle de acesso para funcionários. “Temos 17 relatórios diferentes para analisar o comportamento do shopper, do passante, ou até para controlar a entrada e saída de funcionários — uma solução completa para departamentos de expansão e RH”, afirmou.

Aeroporto como destino, não só passagem

Com a crescente busca por experiências em todos os pontos de contato da jornada, os aeroportos passam a ser pensados como hubs de entretenimento, compras e conexão emocional. Telas de alta definição, ambientes sensoriais, conteúdo personalizado e soluções interativas criam um ecossistema onde cada detalhe é projetado para encantar.

Exemplos incluem vídeos imersivos para recepcionar os passageiros em aeroportos, com cenários de praias ou florestas, além de publicidades direcionadas para o público que transita pelos saguões. Os vídeos abrangem conceitos imersivos e informativos, utilizando tecnologia e estratégia para cada público.

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Redação
Aero Brasil 2025
Cia AéreaEventosMobilidade
26/05/2025

Aero Brasil discute as principais inovações tecnológicas para aviação e aeroportos

A cidade de São Paulo recebeu na última semana o AEROBRASIL 2025, evento que reuniu especialistas, empresários e profissionais da indústria aeroespacial para discutir os rumos da mobilidade aérea, tecnologia e sustentabilidade. Realizado após o sucesso de suas edições anteriores, em 2018 e 2022, o encontro se consolida como um dos principais fóruns do setor no Brasil.

Além de ser uma vitrine para o setor de aeronaves, aeroportos e inovações, o AEROBRASIL é um espaço de troca de experiências, networking e compartilhamento de novas tecnologias, melhores práticas, cases de sucesso e dados estratégicos que impactam diretamente o futuro da aviação e da mobilidade urbana.

O Aero Brasil 2025 reuniu especialistas, executivos e representantes de empresas do setor para discutir os principais avanços, desafios e tendências da indústria aeronáutica. Pela manhã, os debates abordaram temas como os 75 anos do ITA, os avanços na homologação dos eVTOLs, o papel da mobilidade aérea urbana (UAM) e seu impacto no controle de tráfego, além de reflexões sobre o futuro da aviação, sustentabilidade e o protagonismo do Brasil no cenário internacional.

No período da tarde, o foco se voltou para a transformação dos aeroportos, que estão deixando de ser apenas espaços de passagem para se tornarem ambientes de experiências, sensações e inteligência, com o uso de tecnologias imersivas e soluções sustentáveis. Também foram discutidos temas como segurança na era dos drones e jammers, além dos desafios de pavimentação e inovação na infraestrutura aeroportuária. O evento foi encerrado com dois painéis que reuniram especialistas para debater tecnologias, inovações e os desafios das concessões aeroportuárias no Brasil, reforçando a importância da modernização e da gestão eficiente no setor.

Mobilidade aérea urbana: do conceito à prática

O futuro do transporte nas grandes cidades também esteve no centro dos debates. Com os eVTOLs — veículos elétricos de decolagem e pouso vertical — cada vez mais próximos da operação comercial, a mobilidade aérea urbana deixa de ser ficção e entra na fase de implementação.

Mas, apesar do avanço das tecnologias, ainda há desafios consideráveis. Além da infraestrutura e das regulamentações específicas, existe a questão da aceitação pública dos voos autônomos e do transporte aéreo urbano.

Outro ponto debatido durante o AEROBRASIL 2025 foi o uso de dados e conectividade para melhorar a experiência dos passageiros e aumentar a eficiência operacional. Representantes de empresas de tecnologia apontaram que a análise preditiva, baseada em inteligência artificial, já é realidade em aeroportos ao redor do mundo.

Sustentabilidade

A transição para uma aviação mais sustentável também ganhou espaço nos debates. Foram apresentados projetos de aeronaves elétricas, híbridas e movidas a combustível sustentável de aviação (SAF). Segundo os especialistas, além da pressão ambiental, há uma demanda crescente dos próprios passageiros por soluções mais verdes.

“Muitos aeroportos brasileiros cresceram sem planejamento estruturado, o que gera falhas e manutenções constantes. É preciso modernizar com soluções robustas e preparadas para o futuro, como a fibra ótica. Fibra ótica é a tecnologia que suporta toda comunicação atual e futura, com alta velocidade, baixa latência e resistência a interferências eletromagnéticas. É uma rede à prova de futuro” disse Jorge João, Diretor de Receitas da DCA, sobre a solução laserway.

O especialista comentou ainda que a solução gera até 70% de economia em cabos e espaço, 70% menos consumo de energia e 80% de redução no uso de plástico, resultando em mais sustentabilidade e eficiência.

“Além da eficiência técnica, a fibra ótica também traz benefícios ambientais importantes, emitindo baixa fumaça e gases tóxicos em caso de incêndio, protegendo as pessoas”, finalizou.

O evento foi encerrado com dois painéis que reuniram especialistas para debater tecnologias, inovações e os desafios das concessões aeroportuárias no Brasil, reforçando a importância da modernização e da gestão eficiente no setor.



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Redação
HaaValley
DestinosDIGITALNEWS
16/05/2025

Turismo com blockchain: Butão é o primeiro país a aceitar cripto em todo o setor

Iniciativa já está em funcionamento com mais de 100 estabelecimentos participantes, inclusive em regiões remotas do país

O Butão se tornou o primeiro país do mundo a adotar um sistema nacional de turismo com pagamentos em criptomoedas, marcando um avanço significativo na integração da tecnologia blockchain à economia real. A novidade foi anunciada no dia 7 de maio, fruto de uma parceria entre a Binance Pay e o banco estatal DK Bank, subsidiária do Druk Holding & Investments.

Com o novo sistema, turistas internacionais agora podem pagar por praticamente todos os serviços turísticos usando criptoativos como Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), BNB e stablecoins. Os pagamentos podem ser feitos por meio da plataforma Binance Pay e incluem desde taxas de visto, passagens aéreas e hospedagens até compras em mercados locais e contratação de guias turísticos.

A iniciativa já está em funcionamento com mais de 100 estabelecimentos participantes, inclusive em regiões remotas do país. Segundo o governo, o sistema busca facilitar a experiência de turistas que usam cripto como meio de pagamento, além de dar aos comerciantes locais acesso a redes financeiras globais sem depender da infraestrutura bancária tradicional.

“O projeto está alinhado com os planos de desenvolvimento econômico de longo prazo do Butão, que priorizam tecnologia, autossuficiência e inovação digital como ferramentas para um crescimento sustentável”, afirmou a liderança do DK Bank.

Além de atender ao setor de turismo, a proposta faz parte de uma estratégia mais ampla para promover inclusão digital e financeira. Ao abrir espaço para pequenas e médias empresas acessarem o capital global, o Butão reforça seu compromisso com uma economia mais conectada e resiliente.

A medida pode ter implicações globais: trata-se de um dos primeiros exemplos de integração estatal de ativos digitais na infraestrutura pública. Em um momento em que governos ao redor do mundo avaliam o uso de blockchain para identidade digital, pagamentos internacionais e políticas de empoderamento econômico, o modelo adotado pelo Butão pode servir de referência internacional.

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Redação
Google fachada
AIBooking EngineNEWSStartups
12/05/2025

Google testa anúncios de empresas de viagens em resultados de buscas feitas por IA

Movimento revela uma tentativa do Google de adaptar seu lucrativo modelo de publicidade ao novo cenário da pesquisa baseada em IA

Pela primeira vez, o Google está exibindo anúncios de viagens em mecanismos de busca com IA generativa desenvolvidos por startups, um indicativo de como a publicidade pode ser integrada ao futuro das pesquisas online.

Algumas empresas estão criando seus próprios buscadores com inteligência artificial, inspirados em plataformas como ChatGPT e o próprio Gemini, do Google. Agora, graças a uma integração com o programa de publicidade do Google, essas startups podem incluir links patrocinados diretamente nos resultados gerados por IA.

Uma das primeiras a adotar esse modelo é a iAsk, que passou a exibir anúncios de empresas de turismo quando os usuários fazem perguntas sobre destinos. Segundo o site Skift, ao interagir com o chatbot da iAsk e buscar informações sobre viagens para Nova York, surgiram anúncios de marcas como Tripadvisor, Viator, American Airlines, Kayak, Furnished Quarters e CheapOair, além de outros sites de reservas menos conhecidos.

“Melhores maneiras de chegar a Nova York”, escreveu um usuário. Abaixo da resposta gerada por IA, apareceram anúncios da American Airlines e do Kayak, conforme mostra uma captura de tela publicada pela Skift.

O movimento revela uma tentativa do Google de adaptar seu lucrativo modelo de publicidade ao novo cenário da pesquisa baseada em IA. Atualmente, a empresa fatura bilhões de dólares por ano com plataformas como Expedia e Booking Holdings, por meio da exibição de anúncios patrocinados.

Com o avanço das ferramentas de IA generativa, a disputa pela atenção do usuário muda de formato — e o Google parece determinado a manter seu domínio mesmo em uma internet cada vez mais conversacional.

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Redação
Couple looking at boyfriend’s phone
AIBooking EngineNEWS
28/04/2025

Pesquisa da Booking.com revela o que viajantes pensam sobre sustentabilidade e impacto social

Estudo mostra que tecnologias como IA podem impulsionar escolhas conscientes e redistribuir o impacto do turismo em comunidades locais

A inteligência artificial pode ser uma aliada do turismo sustentável. É o que mostra a nova edição da pesquisa global da Booking.com, divulgada nesta terça-feira (22). O levantamento, que ouviu 32 mil viajantes em 34 países, indica que 93% dos turistas querem fazer escolhas mais sustentáveis em suas viagens — e a tecnologia pode ser o elo entre intenção e prática.

“Ao olharmos para o futuro, também estamos otimistas com o potencial da IA e de outras tecnologias. Nosso objetivo final é facilitar a conexão dos viajantes com uma gama mais diversa de comunidades locais e ajudar a ampliar os benefícios positivos do turismo de forma mais ampla”, afirma Danielle D’Silva, diretora de sustentabilidade da Booking.com.

“Para garantir que os destinos continuem sendo aproveitados tanto por moradores quanto por visitantes, o turismo, a infraestrutura e a inovação precisam acompanhar as boas intenções dos viajantes”, incluiu.“

O estudo revela que, pela primeira vez, mais da metade dos viajantes (53%) considera o impacto do turismo não apenas no meio ambiente, mas também nas comunidades locais. Com esse novo olhar, cresce a demanda por experiências autênticas, economia circular e viagens fora do circuito tradicional.

Para atender a esse perfil, plataformas digitais estão investindo em inteligência artificial para personalizar recomendações, prever fluxos turísticos, sugerir destinos menos saturados e até orientar o viajante sobre a melhor época do ano para visitar determinado local.

Além disso, sistemas automatizados de classificação de hospedagens com base em selos de sustentabilidade e algoritmos que destacam negócios locais ajudam a alinhar o comportamento do usuário com práticas mais responsáveis.

Porém, apesar de a Booking Holdings afirmar em seu último relatório que suas emissões de gases de efeito estufa caíram em 2024, a empresa também anunciou que abandonará uma meta importante: a de ter mais de 50% das reservas provenientes de acomodações sustentáveis ​​até 2027. A empresa justificou que a mudança desta meta ocorreu devido às regulamentações.

Embora essas emissões representem apenas cerca de 1% da pegada total da empresa, elas são mais de 85% menores do que em 2019, em grande parte devido ao uso de mais eletricidade renovável e outras iniciativas, como a instalação de painéis solares em seu escritório em Bengaluru, publicou a Skift.

A pesquisa destaca ainda que 77% dos turistas buscam experiências que representem a cultura local e 73% querem que o dinheiro gasto beneficie diretamente a comunidade visitada.

A IA pode atuar nesse ponto: com recomendações baseadas em geolocalização, histórico de viagens e preferências culturais, é possível direcionar o viajante para restaurantes, lojas e serviços locais, reduzindo a concentração econômica em grandes redes.

Outro destaque é o uso de machine learning para prever picos de demanda e alertar sobre a capacidade de carga dos destinos — uma medida eficaz contra superlotação e pressão sobre recursos naturais e urbanos.

A importância dos dados

Desde 2016, a Booking.com acompanha a evolução do comportamento dos viajantes em relação à sustentabilidade. Em menos de dez anos, o percentual dos que dizem viajar de forma mais sustentável saltou de 42% para 93%.

Esse movimento, segundo o estudo, vem acompanhado de hábitos cada vez mais conscientes, como desligar o ar-condicionado ao sair do quarto (67%), evitar viagens na alta temporada (39%) e buscar destinos alternativos (36%).

Para empresas e gestores públicos, os dados se tornam fundamentais. Sensores urbanos, big data e inteligência artificial poderão oferecer mapas preditivos de impacto turístico, permitindo ações mais rápidas e planejadas — da gestão de resíduos à alocação de recursos em mobilidade urbana e preservação ambiental.

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Redação
Airbnb2
Booking EngineNEWS
08/04/2025

Airbnb revela que quase 89% das acomodações no Brasil recebem avaliação máxima de hóspedes

Reclamações relacionadas à qualidade do serviço diminuíram 24%, segundo relatório da plataforma

O Airbnb divulgou seu primeiro Relatório Global de Qualidade, destacando que quase 89% dos anúncios no Brasil são avaliados com cinco estrelas. Entre os destaques, o selo “Preferidos dos Hóspedes”, que reúne as acomodações mais bem avaliadas, apresentou uma média de 4,93 estrelas.

“Confiança é a base do Airbnb, que segue comprometido a ajudar cada hóspede a ter uma experiência positiva e memorável, além de fornecer aos anfitriões ferramentas e recursos para que ofereçam a melhor estadia possível”, afirma a plataforma.

O relatório também mostrou que, no Brasil, a taxa de cancelamento por parte dos anfitriões caiu 27%, um indicador importante para fortalecer a confiança da comunidade. Como consequência direta dessa melhoria, as reclamações relacionadas à qualidade do serviço diminuíram 24%.

A empresa destaca que a qualidade de uma estadia vai além da nota geral. “Existem muitos fatores que contribuem para a qualidade da estadia de um hóspede, incluindo limpeza, facilidade de check-in, precisão, cancelamentos por parte do anfitrião e problemas com o Suporte da Comunidade. Para fortalecer a qualidade no Airbnb, todos os diferentes aspectos que contribuem para uma estadia positiva foram aprimorados”, disse em nota.

Só nos últimos três anos, mais de 535 novos recursos e atualizações foram lançadas para ajudar a aperfeiçoar o serviço principal e tornar a plataforma ainda melhor para anfitriões e hóspedes:

Globalmente, mais de um milhão de hóspedes fazem check-in diariamente no Airbnb, e a plataforma reforça o compromisso de garantir que todos saibam exatamente o que esperar ao reservar uma acomodação.

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Redação
Hidalgo Tours
AIBooking EngineHotelaria
21/03/2025

Como a hotelaria de luxo está usando IA para criar experiências mais personalizadas

A hotelaria de luxo está abraçando a inteligência artificial (IA) para elevar a experiência dos hóspedes a um novo patamar. Hotéis e agências turísticas estão utilizando tecnologia avançada para personalizar serviços, otimizar operações e melhorar a comunicação com os clientes. 

O conceito de bem-estar nas viagens evoluiu rapidamente nos últimos anos. Se antes era visto como um segmento de nicho restrito a spas e retiros de ioga, hoje se tornou um dos pilares do setor. A projeção do Global Wellness Institute reflete essa ascensão: o mercado de turismo de bem-estar deve atingir US$ 1,3 trilhão em 2025, quase o dobro do valor registrado antes da pandemia, que foi de US$ 720 bilhões em 2019.

Com a tecnologia como grande aliada, especialistas acreditam que esse crescimento pode ser ainda maior, especialmente com o uso de inteligência artificial (IA), dispositivos vestíveis e plataformas integradas que facilitam o acesso a experiências voltadas à saúde e ao bem-estar durante as viagens.

Dois exemplos que já seguem essa tendência são os hotéis La Coralina Island House, em Bocas del Toro, no Panamá, e a Hidalgo Tours, na Bolívia.

No La Coralina Island House, a IA desempenha um papel fundamental na comunicação digital e no marketing. A tecnologia é utilizada para analisar dados e métricas de campanhas em redes sociais e sites, identificando tendências e permitindo uma segmentação de público mais eficaz. Além disso, a IA auxilia na criação de conteúdo personalizado para boletins informativos e promoções, garantindo que os hóspedes recebam informações relevantes de acordo com seus interesses.

Outro destaque é o uso de IA nas plataformas Meta e Google Ads, que ajuda a otimizar campanhas publicitárias em tempo real, garantindo melhor alcance e eficiência orçamentária. No aspecto da comunicação, a tecnologia também aprimora a clareza das mensagens internas e externas do hotel. Até o momento, segundo a empresa, a implementação da IA tem sido bem-sucedida, sem grandes desafios referentes à implementação.

Eficiência operacional e otimização de tarifas

Na Hidalgo Tours, a IA tem sido empregada principalmente no gerenciamento de reservas e na otimização de tarifas. A tecnologia permite ajustes dinâmicos nos preços, considerando fatores como demanda e sazonalidade, o que melhora a rentabilidade e a competitividade da agência.

A IA também tem sido utilizada pela equipe de mídia social digital, ajudando a aumentar a visibilidade dos canais da empresa. No entanto, um dos desafios encontrados foi o treinamento da equipe para utilizar corretamente as ferramentas e garantir que as decisões automatizadas não substituam a experiência humana. A parceria com a MIRAI tem sido essencial para a implementação estratégica da tecnologia.

A IA está transformando a forma como os viajantes integram o bem-estar à rotina de deslocamentos. Em entrevista à PhocusWire, Muirgheal Montecalvo, fundador e CEO da plataforma de reservas de viagens de bem-estar Vacayou Wellness Travel, destaca que a tecnologia vem tornando mais simples e acessível a personalização de experiências focadas na saúde.

“A IA, particularmente a generativa, está revolucionando a forma como o bem-estar é integrado às viagens, facilitando a priorização da saúde dos viajantes enquanto estão em movimento”, afirma.

O futuro da IA na hotelaria de luxo

O uso de IA na hotelaria de luxo está em constante evolução. A tecnologia já demonstrou seu potencial para melhorar a experiência dos hóspedes, aumentar a eficiência operacional e otimizar estratégias de marketing. No futuro, a tendência é que hotéis e agências explorem ainda mais suas possibilidades, integrando assistentes virtuais, recomendações hiperpersonalizadas e análises preditivas para oferecer serviços cada vez mais sob medida para seus clientes.

A personalização desponta como uma das maiores vantagens da adoção da IA no turismo de bem-estar. Montecalvo explica em entrevista que a tecnologia pode sugerir itinerários e atividades de acordo com as preferências individuais, oferecendo opções alimentares e experiências restauradoras sob medida.

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Redação
civitatis
AIBooking EngineDestinosNEWSTravel Tech
18/03/2025

Civitatis quer crescer 70% no Brasil com tecnologia para atividades personalizadas

Em entrevista, Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis Brasil, falou sobre IA generativa, machine learning e investimento em pessoas como algumas das estratégias de ampliação da empresa

Escalar uma montanha no Peru, assistir a um show da Broadway, em Nova York, realizar uma visita guiada pela Capela Sistina ou fazer um tour histórico pelo centro de Salvador: seja qual for a atração que você imaginar, a Civitatis pode viabilizar. E como a plataforma consegue oferecer tantas experiências pelo mundo? Com tecnologia e personalização. 

Nos últimos anos,a tecnologia tornou mais acessível o planejamento de roteiros personalizados, permitindo que turistas do mundo inteiro encontrem experiências únicas com alguns cliques. À frente desse movimento está a Civitatis, uma das principais plataformas de reservas de tours e atividades turísticas no mundo. 

Para entender como a empresa tem inovado no setor, conversamos com Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis Brasil, durante o Fórum Panrotas, realizado na última semana em São Paulo. Oliveira comentou sobre as tendências do mercado, a importância da personalização e os próximos passos da empresa.

Segundo Oliveira, a empresa olha a evolução com prioridade máxima, como as aplicações, possibilidades de novas utilizações de tecnologia, inteligência artificial (IA), machine learning, otimização técnica e mais ferramentas digitais. 

“A Civitatis é uma empresa de tecnologia, a gente existe por causa da nossa plataforma, que é moderna e em permanente desenvolvimento, que permite que a empresa tenha essa estratégia multicanal”, disse.

“Tem muita coisa de tecnologia que é inovação, e o usuário final não vê, que está na parte de infraestrutura, no status básico da  construção da aplicação”, completou.

De acordo com Oliveira, essas inovações permitem que a plataforma se mantenha ágil e escalável, ajustando-se às necessidades de um mercado global e dinâmico. “A maior parte dos nossos custos e recursos está voltada para o setor de tecnologia, desde desenvolvedores até especialistas técnicos. É disso que vivemos”, complementa.

Embora a base tecnológica da empresa seja global e escalável, Oliveira enfatiza que as necessidades de marketing e comerciais variam conforme a região. “Os requisitos legais e as preferências dos clientes são diferentes em cada país, mas a infraestrutura tecnológica que sustentamos é a mesma”, explica. Isso permite que a plataforma opere em vários idiomas e com opções adaptadas independentemente do local.

Inteligência Artificial para personalização

A IA generativa é uma das grandes apostas da Civitatis para o futuro. Oliveira revela que, nos próximos anos, a IA generativa será integrada para melhorar a personalização da experiência do usuário.

“A IA já é amplamente usada para personalizar recomendações de produtos e serviços. O que a gente oferece para o usuário já leva em conta algoritmos bem sofisticados de machine learning e de inteligência artificial.

Além disso, a empresa utiliza IA para otimizar a retenção de clientes, analisando o lifetime value de cada usuário para oferecer uma experiência ainda mais ajustada às suas preferências.

Desafios e crescimento

Com planos ambiciosos de crescimento, a Civitatis projeta um aumento de 70% no Brasil e 40% em âmbito global ainda este ano. Para isso, a empresa continua investindo em sua infraestrutura tecnológica e na formação de novos talentos.

No Brasil, a empresa abrange 137 destinos, com mais de 1.300 excursões e atividades e já atendeu mais de 340 mil viajantes. Dentre os destinos brasileiros em destaque na plataforma, estão Rio de Janeiro (RJ), Foz do Iguaçu (PR), Salvador (BA), São Paulo (SP), Manaus (AM) e Florianópolis (SC). 

“Isso demanda que a nossa tecnologia continue escalável. Então, grande parte do nosso plano de negócios está em investimento em tecnologia e continua crescendo nesse sentido. A gente acaba de trazer o novo Chief Product Officer,  o Andres Spitzer, que é uma referência em relação ao gerenciamento e desenvolvimento de produtos na era pós-digital. Nosso investimento é em infraestrutura, mas também em pessoas”, comentou Alexandre Oliveira.

Apesar do grande avanço tecnológico, Oliveira destaca que a experiência humana nas viagens continua sendo insubstituível. “A tecnologia deve eliminar processos repetitivos e burocráticos, mas a essência da viagem é feita de pessoas”, finaliza.

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Redação
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Booking EngineHotelariaInvestimentosViagens Corporativas
04/03/2025

Viagens corporativas: estudo da Onfly revela perfil e desafios dos profissionais que viajam a trabalho

Maioria dos viajantes corporativos enxerga esses deslocamentos como uma oportunidade para networking, aprendizado e crescimento

Um novo estudo conduzido pela Onfly traçou um panorama detalhado sobre as viagens corporativas no Brasil, revelando os principais desafios enfrentados pelos profissionais que precisam se deslocar a trabalho. O levantamento destacou pontos como a gestão de despesas, a experiência com hospedagens e a influência da tecnologia na otimização dos processos.

A gestão financeira despontou como um dos principais desafios para os viajantes corporativos. Segundo o estudo, os custos mais comuns das viagens incluem alimentação, hospedagem e transporte local. No entanto, 35% dos viajantes afirmam não ter um meio de pagamento corporativo definido, o que os obriga a arcar com os custos e solicitar reembolso posteriormente. 

Além disso, 32% ainda utilizam documentos em papel para prestar contas, o que pode tornar o processo mais demorado e burocrático.O cenário mostra a importância em digitalizar os processos financeiros para trazer mais agilidade e precisão na prestação de contas dos colaboradores.

Quem são os viajantes corporativos?

O perfil predominante dos viajantes a trabalho é de profissionais experientes, já que mais da metade ocupa cargos de liderança e 64% trabalham na mesma empresa há mais de cinco anos. A pesquisa revelou que as viagens são mais frequentes entre funcionários de grandes empresas, especialmente nos setores de serviços, saúde e tecnologia.

Outro dado relevante é que 57% dos viajantes atuam em empresas com mais de 100 colaboradores, reforçando que grandes corporações são as que mais demandam deslocamentos profissionais.

Foto: Freepik

Tecnologia e praticidade na organização das viagens

A pesquisa apontou que a praticidade é um fator essencial para os viajantes corporativos. 44% dos profissionais preferem fazer check-in online, enquanto 53% gerenciam suas reservas de viagem de forma independente.

Os canais de comunicação também desempenham um papel fundamental. O WhatsApp é o meio mais utilizado para suporte durante viagens (65%), seguido pelo e-mail (60%) e telefone (44%). Quando perguntados sobre sua preferência, 71% afirmaram que gostariam de ser atendidos pelo WhatsApp, demonstrando a necessidade de soluções ágeis e acessíveis.

Hospedagens: o que pode melhorar?

A experiência de hospedagem impacta diretamente o bem-estar dos viajantes. O estudo revelou que os profissionais sentem falta de check-in e check-out flexíveis, internet de alta velocidade e academias bem equipadas.

A pesquisa também identificou diferenças nas prioridades entre os gêneros: 33% dos homens valorizam a academia, enquanto 39% das mulheres priorizam a flexibilidade no check-in e check-out. 

O futuro das viagens corporativas

As empresas estão cada vez mais atentas à experiência dos seus colaboradores em deslocamentos profissionais. A tecnologia surge como uma aliada essencial, com ferramentas que possibilitam desde a reserva de passagens e hospedagem até a prestação de contas e reembolsos de despesas de forma automatizada.

Conforme o relatório, 90% dos viajantes afirmam conhecer e ter acesso às diretrizes de viagens da empresa, principalmente por meio de documentos online e reuniões. Além disso, 71% disseram estar satisfeitos com a gestão atual das viagens, embora haja uma diferença de percepção entre os gêneros: 74% dos homens estão satisfeitos, contra 68% das mulheres.

A pesquisa conclui que com um planejamento eficiente e o uso de plataformas digitais especializadas, as empresas podem reduzir custos, oferecer mais conforto e praticidade para seus funcionários, tornando as viagens corporativas mais produtivas e estratégicas. O relatório completo pode ser conferido aqui. 

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Redação
MicroSaas
AIHotelariaNEWSTECHTravel Tech
28/02/2025

O futuro das viagens já começou: entenda como a IA está mudando o turismo

Pesquisa da Phocuswright destaca como a IA e a identidade digital vão transformar as viagens em 2025

A transformação digital no turismo está avançando em ritmo acelerado, e a inteligência artificial generativa, combinada à identidade digital, promete redefinir a maneira como viajantes planejam e vivenciam suas jornadas. 

De acordo com o relatório “Travel Innovation and Technology Trends 2025”, da Phocuswright, agentes autônomos de IA começarão a impactar diretamente a pesquisa, reserva e experiência de viagens, além de alterar profundamente o funcionamento das empresas do setor.

De acordo com a pesquisa, a tecnologia com maior ascensão, entre os anos de 2023 e 2024, foi a inteligência artificial generativa. 

Os principais impactos da IA nas viagens

Atendimento e operações – Empresas de turismo vão adotar agentes de IA para automatizar desde o suporte ao cliente até as vendas, remodelando a estrutura da força de trabalho.

Experiência no destino – Ferramentas como guias turísticos baseados em IA, tradução instantânea e dispositivos de realidade aumentada vão transformar a forma como exploramos novos lugares.

Distribuição de viagens – Agências e fornecedores online podem se tornar ainda mais relevantes à medida que agentes autônomos de IA passam a reservar viagens de forma independente.

Marketing no turismo – O SEO tradicional e os anúncios online podem perder espaço diante da crescente influência de ferramentas de pesquisa com IA generativa, como as Visões Gerais de IA do Google.

Identidade digital integrada – Carteiras digitais poderão armazenar preferências dos viajantes, status de fidelidade e dados de pagamento, permitindo que agentes de IA personalizem e realizem reservas de forma automática e mais eficiente.

Veja no gráfico os usos de IA generativa no turismo, de acordo com a pesquisa: 

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Redação
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DestinosDIGITALMARKETING
24/02/2025

Marketing digital desafia destinos turísticos, mas tecnologia abre novas oportunidades

Relatório State of Destination Marketing 2025, da Sojern, aponta que 91% das DMOs utilizam redes sociais como parte das ações de marketing

As organizações de marketing de destino (DMOs) enfrentam desafios cada vez mais complexos na era digital. O relatório State of Destination Marketing 2025, da Sojern, revela que essas dificuldades vêm acompanhadas de expectativas crescentes e orçamentos cada vez mais pressionados.

“Desde lidar com a complexidade de campanhas multicanal até atender às necessidades de várias partes interessadas, as DMOs estão sob pressão constante para entregar resultados significativos”, destaca o estudo.

Apesar das barreiras, o relatório também aponta oportunidades promissoras para os destinos que souberem utilizar as tecnologias emergentes a seu favor.

A pesquisa mostra que 85% das DMOs mantêm ou aumentam seus investimentos em publicidade digital ano após ano. Entre as estratégias mais adotadas, a publicidade programática aparece como ferramenta essencial para 83% dos entrevistados devido à sua rastreabilidade. 

Além disso, 91% das DMOs utilizam redes sociais como parte de suas ações de marketing, sendo que 99% consideram essa uma das cinco principais plataformas para alcançar turistas.

No entanto, o estudo indica um desalinhamento entre os indicadores-chave de desempenho (KPIs) priorizados pelas DMOs e seus objetivos finais. Muitas organizações focam em métricas como cliques e engajamento de conteúdo, enquanto o verdadeiro desafio é converter essas interações em reservas e visitas.

“Embora cliques e impressões sejam mais fáceis de medir, eles nem sempre refletem o sucesso de uma campanha em atingir resultados tangíveis”, aponta o relatório. “Isso torna mais difícil para as DMOs justificarem seus esforços e demonstrarem seu valor. Superar essa divisão requer um alinhamento mais claro entre KPIs digitais e prioridades organizacionais.”

Oportunidades com novas tecnologias

A pesquisa também destaca a baixa adoção de soluções como personalização avançada e análise de dados aprofundada, áreas que poderiam otimizar campanhas e melhorar os resultados. O uso de inteligência artificial já vem sendo explorado por algumas DMOs na criação de conteúdo, mas a aplicação da tecnologia para aprimorar a segmentação de público e a mensuração de impacto ainda é pouco explorada.

Além disso, os especialistas apontam o uso de dados de geolocalização como um recurso promissor para aprimorar o desempenho das campanhas. A aposta em tecnologias emergentes pode ser a chave para que destinos turísticos consigam justificar investimentos e provar o impacto de suas ações no setor.

O estudo da Sojern foi realizado com base em dados da Benchmark Research Partners, com a participação de 200 DMOs ao redor do mundo. Organizações como Destination Canada, Brand USA, European Travel Commission e Caribbean Tourism Organization também colaboraram com a pesquisa.

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Redação
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AITECHTravel Tech
19/02/2025

Tecnologia impulsiona novas oportunidades de bem-estar para viajantes

Mercado de turismo de bem-estar deve atingir US$ 1,3 trilhão em 2025

O conceito de bem-estar nas viagens evoluiu rapidamente nos últimos anos. Se antes era visto como um segmento de nicho restrito a spas e retiros de ioga, hoje se tornou um dos pilares do setor. A projeção do Global Wellness Institute reflete essa ascensão: o mercado de turismo de bem-estar deve atingir US$ 1,3 trilhão em 2025, quase o dobro do valor registrado antes da pandemia, que foi de US$ 720 bilhões em 2019.

Com a tecnologia como grande aliada, especialistas acreditam que esse crescimento pode ser ainda maior, especialmente com o uso de inteligência artificial (IA), dispositivos vestíveis e plataformas integradas que facilitam o acesso a experiências voltadas à saúde e ao bem-estar durante as viagens.

A IA está transformando a forma como os viajantes integram o bem-estar à rotina de deslocamentos. Em entrevista à PhocusWire, Muirgheal Montecalvo, fundador e CEO da plataforma de reservas de viagens de bem-estar Vacayou Wellness Travel, destaca que a tecnologia vem tornando mais simples e acessível a personalização de experiências focadas na saúde.

“A IA, particularmente a generativa, está revolucionando a forma como o bem-estar é integrado às viagens, facilitando a priorização da saúde dos viajantes enquanto estão em movimento”, afirma.

Sua empresa, a Vacayou, lançou recentemente a ferramenta TripFusion, que usa inteligência artificial para oferecer recomendações personalizadas de viagens de bem-estar. O objetivo é tornar o planejamento mais intuitivo, eficiente e adaptado às necessidades individuais de cada viajante.

Já a Boddy, marketplace especializado em experiências fitness e de bem-estar, pretende incorporar IA para aprimorar buscas e segmentar melhor seu público. A Timeshifter, plataforma focada na regulação do ritmo circadiano para minimizar os efeitos do jet lag, estuda formas de usar IA para oferecer orientações ainda mais precisas aos viajantes.

A personalização desponta como uma das maiores vantagens da adoção da IA no turismo de bem-estar. Montecalvo explica em entrevista que a tecnologia pode sugerir itinerários e atividades de acordo com as preferências individuais, oferecendo opções alimentares e experiências restauradoras sob medida.

Wearables e integração: o futuro do setor

O avanço da tecnologia vestível também promete impulsionar o turismo de bem-estar. Segundo Mickey Beyer-Clausen, CEO da Timeshifter, os sensores de wearables devem evoluir para medir com mais precisão o tempo circadiano dos usuários, permitindo ajustes personalizados para minimizar o impacto do fuso horário.

Hannes Boller, CEO da Boddy, também destaca o papel dos dispositivos vestíveis no rastreamento de métricas de saúde em tempo real. “Eles tornarão o bem-estar mais tangível, permitindo que os viajantes monitorem seu desempenho dentro e fora de casa”, afirma.

Além disso, a interconectividade entre plataformas será essencial para reduzir desajustes na experiência do usuário. Empresas como a Boddy e a Sanctifly já trabalham na integração de seus serviços a sistemas de reservas de hotéis e operadoras de fitness, facilitando o acesso a experiências de bem-estar sem a necessidade de múltiplos aplicativos.

Para Karl Llewellyn, fundador da Sanctifly, o futuro das viagens de bem-estar será marcado por soluções simplificadas e mais fluidas. “Não se trata de ter três ou quatro aplicativos para diferentes funções, mas de contar com uma única plataforma que ofereça todas as opções e acesso integrados”, conclui.

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Redação
Inteligência artificial na indústria de viagens
AIBooking EngineStartupsTravel Tech
13/02/2025

Como a inteligência artificial está transformando o planejamento de viagens

Assistentes virtuais e plataformas de mídia social já ajudam os consumidores em reservas e viagens personalizadas

A inteligência artificial (IA) está desempenhando um papel cada vez mais importante no setor de viagens, mudando a maneira como os viajantes planejam e reservam suas jornadas. Em um cenário de rápidas inovações tecnológicas, a IA vem aprimorando as plataformas de reservas e redefinindo a experiência do consumidor.

O impacto da IA no mercado de viagens começa a se materializar principalmente por meio de assistentes virtuais e plataformas de mídia social, que agora ajudam os consumidores a planejar e reservar viagens de maneira mais eficiente.

De acordo com o CEO da Kayak, Steve Hafner, em entrevista ao Skift, espera-se que 2025 seja um ano de grande expansão para o setor. “O primeiro acordo comercial bem-sucedido entre um mecanismo de IA e um grande player de viagens pode agir como ‘uma represa rompendo’. Isso vai acelerar ainda mais as inovações impulsionadas por IA”, afirmou Hafner. 

Tradicionalmente, os viajantes dependem de sites e aplicativos específicos para pesquisar e realizar suas reservas. No entanto, com o avanço da IA, plataformas como o ChatGPT estão oferecendo respostas instantâneas, o que faz com que muitos consumidores comecem a optar por mídias sociais e outras plataformas baseadas em IA para suas decisões de viagem, em vez dos tradicionais sites de viagens.

Além disso, empresas como Kayak estão se adaptando ao cenário, desenvolvendo modelos próprios de IA, além de colaborar com gigantes como o Google. Apesar disso, ainda há receio de que os consumidores, pela praticidade, possam preferir plataformas mais amplas, como o Google Gemini, em vez de soluções exclusivas de empresas de viagens.

IA no marketing e promoção de viagens

A inteligência artificial também tem se mostrado uma ferramenta poderosa no marketing de viagens. Influenciadores, agora considerados os novos “corretores de poder” nas viagens, têm seu impacto potencializado pela IA. Plataformas como a Expedia integraram marketing de influenciadores diretamente no processo de reserva, permitindo que os viajantes realizem reservas diretamente a partir de recomendações. 

A Kayak, por sua vez, planeja usar as redes sociais para permitir que os usuários compartilhem seus destinos favoritos, oferecendo recompensas para aqueles cujos seguidores realizem reservas com base em suas sugestões.

Foto: Freepik

Essas mudanças refletem uma integração cada vez maior entre IA, mídias sociais e plataformas de viagens, tornando o planejamento de viagens mais personalizado e dinâmico.

À medida que a tecnologia avança, é esperado que ela continue a transformar o setor, não apenas moldando o comportamento dos consumidores, mas também criando novas oportunidades para empresas de viagens.

O futuro do planejamento de viagens com IA

A IA não está apenas moldando a maneira como as viagens são reservadas, mas também como são planejadas. Thomas Reiner, sócio da Altimeter Capital, previu que a IA pode revolucionar o paradigma de buscas no setor de viagens, ameaçando o domínio de agências de viagens online e mecanismos de metabusca.

“Todos terão um assistente pessoal no bolso que pode fazer tudo por eles”, afirmou Reiner ao Skift, antecipando um futuro em que os consumidores dependem de assistentes de IA para realizar todas as etapas do planejamento de viagens, desde a reserva de hotéis até a escolha do transporte.

Além disso, novas ferramentas, como o assistente digital da OpenAI chamado Operator, estão chegando para ajudar os consumidores a realizar pesquisas e reservas de forma autônoma, facilitando ainda mais o planejamento de viagens. O assistente pode, por exemplo, buscar hotéis solicitados pelos usuários e realizar as reservas.

A IA também está sendo usada para personalizar ainda mais a experiência do viajante. O assistente de IA Romie, desenvolvido pela Expedia, pode ser adicionado a chats de mensagens como WhatsApp ou iMessage, oferecendo recomendações personalizadas baseadas em conversas. 

Já a Google introduziu “AI Overviews”, resumos gerados por IA que oferecem opções de itinerários, voos e hotéis diretamente nos resultados de pesquisa.

Tendências 

As organizações de marketing de destino (DMOs) também estão começando a adotar a IA para auxiliar no planejamento de viagens. Exemplos incluem o chatbot “Big Lincoln”, desenvolvido pela Illinois Office of Tourism, nos Estados Unidos, que fornece links e informações sobre viagens. 

Plataformas como Mindtrip, que lançou uma versão B2B chamada “Mindtrip for Business”, estão ajudando DMOs a integrar a IA em suas operações.

Além disso, empresas como a Alaska Airlines e a KLM têm explorado o uso de IA como fonte de inspiração para os viajantes, oferecendo sugestões personalizadas de destinos com base em interesses específicos, como praias ou resorts de esqui.

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Redação
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AIViagens Corporativas
11/02/2025

Contactless, sustentabilidade e IA definem as tendências de viagens corporativas em 2025, mostra estudo

Relatório da Paytrack destaca o futuro das viagens e despesas corporativas 

A Paytrack, empresa especializada em soluções para a gestão de despesas, realizou um estudo detalhado sobre as principais tendências que irão impactar as empresas no próximo ano. O relatório aponta para um futuro marcado pela digitalização, sustentabilidade e a busca pela experiência do colaborador.

Uma das grandes mudanças é a substituição do modelo tradicional de planejamento financeiro por estratégias baseadas em inteligência artificial (IA), o que elimina surpresas e torna os custos mais previsíveis. 

“O uso da IA está mudando a forma como as empresas planejam e gerenciam suas viagens, com previsibilidade financeira e controle de custos”, afirma o estudo.

Outro dado interessante do relatório revela que 89% dos viajantes corporativos agora desejam combinar trabalho e lazer, impulsionando o conceito de bleisure – uma fusão entre o profissional e o pessoal durante as viagens. Esse novo comportamento está criando oportunidades e desafios para empresas que buscam oferecer um equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal.

Tecnologia e sustentabilidade: o futuro da viagem corporativa

Em 2025, a tecnologia contactless (sem contato) será uma das grandes protagonistas no setor, oferecendo uma experiência de viagem mais ágil e sem fricções. Tecnologias como check-ins automatizados e pagamentos digitais são vistas como soluções que não só simplificam o processo, mas também ajudam as empresas a reduzir custos operacionais. 

O estudo também destaca que 67% dos viajantes estão mais inclinados a se hospedar em hotéis que utilizam IA para oferecer serviços personalizados, com 36% preferindo uma experiência completamente digital.

Além disso, a sustentabilidade deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma exigência. Empresas que não adotarem práticas de viagem mais eco-friendly poderão perder competitividade no mercado. Metas claras de ESG (meio ambiente, social e governança), como a neutralidade de carbono até 2030, já estão sendo incorporadas às políticas de viagens corporativas, refletindo a crescente pressão por práticas mais responsáveis.

Previsibilidade e segurança: o controle de custos e a proteção de dados

Com as tecnologias emergentes, as empresas podem esperar maior previsibilidade nos custos de viagens corporativas, especialmente nos setores de transporte aéreo, hotelaria e mobilidade, com uma previsão de aumento de 10 a 15% nas tarifas de hotéis domésticos. Esse controle orçamentário mais rigoroso, aliado a modelos preditivos baseados em IA, permitirá às empresas gerenciar suas despesas de maneira mais eficaz e eficiente.

A segurança de dados, especialmente com a digitalização das despesas, também será um tema central. À medida que mais dados sensíveis são compartilhados, as empresas precisarão implementar políticas para garantir a proteção da informação e a conformidade com as regulamentações. Organizações que se dedicam à proteção de dados podem reduzir o risco de vazamentos e violações de conformidade em até 40%, segundo o relatório.

O novo MICE: tendências para reuniões e eventos corporativos

O setor MICE (Meetings, Incentives, Conferences, and Exhibitions) tem se consolidado como uma área estratégica dentro das empresas. O crescimento dos eventos híbridos, que combinam o presencial e o digital, tem sido uma tendência crescente, com destaque para o mercado brasileiro, que deve alcançar US$ 21 bilhões até 2030. Com tecnologia de ponta e formatos inovadores, o segmento MICE nunca foi tão importante para o planejamento corporativo.

O estudo da Paytrack destaca que, com o uso de IA, o aumento da conscientização sobre sustentabilidade e o crescente foco na experiência dos colaboradores, 2025 será um ano de grandes transformações no setor.

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Redação
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AIBooking EngineHotelaria
05/02/2025

IA transformando a hospitalidade: hotéis se preparam para impactos imediatos em 2025

Pesquisa realizada pela Canary Technologies revelou que 61% dos entrevistados acreditam que a IA afetará a indústria já em 2025

A maioria dos hoteleiros acredita que a inteligência artificial (IA) já está impactando a hospitalidade ou que terá um impacto significativo em um futuro próximo, de acordo com uma pesquisa recente. 

O estudo, realizado pela Canary Technologies com 327 profissionais do setor hoteleiro, revelou que 61% dos entrevistados acreditam que a IA afetará a indústria já em 2025. Outros 39% se mostram mais cautelosos, acreditando que os efeitos dessa tecnologia se manifestarão apenas em dois anos ou mais.

De maneira geral, 73% dos hoteleiros acreditam que a IA terá um impacto significativo ou transformador no setor, sendo uma questão de “quando” e “como” isso acontecerá. A pesquisa também apontou as intenções de investimento dos hotéis em IA, com 42% dos que acreditam no impacto iminente planejando destinar entre 10% e 25% de seus orçamentos de TI para a tecnologia.

Investimentos variam de acordo com o tamanho do hotel

A pesquisa também revelou que o investimento em IA tende a ser maior em hotéis de maior porte. Por exemplo, dois terços dos hotéis com 150 quartos ou mais planejam investir pelo menos 10% de seus orçamentos de TI em IA. 

Entre os hotéis com mais de 500 quartos, 26% afirmaram que pretendem investir entre 25% e 50% de seus orçamentos em inteligência artificial.

No caso de marcas, grupos de gestão e grupos de proprietários de hotéis, 60% acreditam que a IA já está impactando o setor ou o fará em breve. Esse número é significativamente maior do que os 49% observados em propriedades individuais. 

A empresa Canary Technologies, responsável pela pesquisa, também anunciou recentemente a BWH como cliente de seu sistema de gestão de hóspedes alimentado por IA.

Transformação ou adaptação gradual?

Kaitlyn Wood, gerente de serviços ao hóspede do Best Western Plus West Edmonton, disse em entrevista à PhocusWire que acredita que a IA pode transformar a indústria de hospitalidade neste momento. Ela afirmou que o hotel já está colhendo os benefícios da ferramenta de mensagens para hóspedes baseada em IA da Canary Technologies. 

No entanto, nem todos estão tão convencidos de que a adoção em larga escala ocorrerá rapidamente.

Garine Ferijian-Mayo, diretora comercial da Sonesta International, destacou, em entrevista na Conferência Phocuswright de novembro, que embora a IA seja discutida nas chamadas, ainda há muitas incertezas sobre seu impacto real e sobre o que pode ser feito hoje para melhorar o desempenho por meio dessa tecnologia.

Desafios 

Entre as preocupações dos hoteleiros, destacam-se dúvidas sobre se a IA realmente agregará valor às operações do hotel, além das questões de custo e viabilidade de implementação. 

Kabit Bhagat, presidente da Kamla Hotels, comentou: “A hesitação muitas vezes vem de equilibrar a promessa de inovação com as realidades de custo, risco e prontidão”, pontuando o desafio enfrentado por muitos gestores do setor.

Novos conceitos: Otonomous, o hotel totalmente alimentado por IA

Enquanto isso, um novo conceito de aparthotel em Las Vegas, previsto para este ano, promete ser um marco no uso da inteligência artificial na hospitalidade. 

O Otonomous será o primeiro hotel do mundo a ser totalmente alimentado por tecnologia da Tesla, apostando de forma intensa no uso de IA para todos os aspectos de sua operação.

Áreas com maior impacto da IA no setor hoteleiro

A pesquisa também revelou quais áreas do setor hoteleiro serão mais impactadas pela IA. A tecnologia deve ter um impacto médio a alto no engajamento com os hóspedes antes da reserva, com 89% dos entrevistados afirmando isso. 

Outras áreas que também se destacam são comunicação com os hóspedes (83%), otimização de receitas (83%), gestão de reputação (80%) e detecção de fraudes (82%).

No que se refere à tomada de decisões sobre compras de TI, 33% dos respondentes afirmaram ser os únicos responsáveis pela decisão, enquanto 24% tomam a decisão final com base em consultas com a equipe, 25% auxiliam na decisão final e 17% contribuem com informações para a escolha.

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Redação
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DIGITAL
13/12/2024

Nostalgia, cultura pop asiática e tecnologia personalizada em voos: Amadeus revela tendências do turismo em 2025

Relatório Travel Trends for 2025 destaca inteligência artificial, voos com tecnologias personalizadas e hotéis como destinos 

A Amadeus divulgou recentemente seu relatório Travel Trends for 2025, que destaca as principais transformações que devem impactar o turismo global no próximo ano. Realizado em parceria com a agência de tendências Globetrender, o estudo utiliza dados da própria Amadeus e de fontes do setor para destacar cinco tendências principais.

Apesar de fatores emocionais estarem em evidência no relatório, como as lembranças de décadas passadas, a tecnologia se mostra como um dos fatores determinantes na hora de planejar e viver uma viagem. 

A inteligência artificial mais uma vez se destaca como uma aliada nas experiências dos viajantes, deixando as vivências mais imersivas e personalizadas. Confira abaixo as tendências mais relevantes do setor para 2025: 

  1. Nostalgia em alta: com o fenômeno da “retrospecção otimista”, viajantes buscam reviver momentos felizes do passado. Com isso, aumentam as buscas por destinos populares das décadas passadas e no retorno de formatos tradicionais, como acampamentos e viagens de excursão;
  2. Personalização por IA em voos: inteligência artificial, conectividade 5G e realidade virtual entram em fusão para criar experiências imersivas e adaptadas às preferências de cada passageiro, incluindo entretenimento personalizado a bordo;
  3. Hotéis como destinos: os hotéis estão se reinventando como experiências mais temáticas e dinâmicas. Exemplos incluem o Maryhill Estate, na Suécia, e o Reverb Hamburg, que transforma um bunker da Segunda Guerra Mundial em um espaço sofisticado.
  4. Renovação do turismo asiático: com a flexibilização de vistos e iniciativas como o programa de nômades digitais da Tailândia, a Ásia está preparada para atrair um público global novamente.
  5. Conexões fora do digital: alguns viajantes estão buscando conexões reais, seja em viagens solo ou festivais internacionais, como o World Pride 2025.

Revisitando o passado

Segundo Daniel Batchelor, vice-presidente de Marketing Corporativo Global da Amadeus, os viajantes estão buscando uma conexão mais profunda com pessoas e lugares mais do que nunca. “Veremos uma mistura de antigos favoritos e novas experiências imersivas”, disse o executivo.

A nostalgia também está moldando decisões culturais e turísticas, com a ascensão de destinos que revisitam memórias de infância ou juventude. Nos Estados Unidos, acampamentos de verão para adultos estão ganhando popularidade, enquanto destinos como Miami, ícone da era Miami Vice, voltam a atrair turistas.

Inovação nos voos 

Já no setor de aviação, a personalização será o grande destaque para aprimorar as experiências dos passageiros. Com tecnologias como o Wi-Fi de alta velocidade da Starlink e o uso de headsets de realidade virtual, como os Apple Vision Pros, os passageiros terão acesso a conteúdos e interações adaptados ao seu perfil.

O relatório destaca que as companhias aéreas estão utilizando sistemas algorítmicos para oferecer entretenimento e serviços personalizados, como filmes, séries e até sugestões de compras baseadas no histórico de preferências dos passageiros, especialmente membros de programas de fidelidade.

Com Wi-Fi de alta velocidade, os passageiros poderão acessar conteúdos durante o voo com a mesma facilidade de casa. Além disso, headsets de realidade virtual estão ganhando espaço, especialmente em classes premium, proporcionando experiências mais imersivas. 

Hotéis como destinos únicos

Em 2025, hotéis se tornarão atrações por si só, oferecendo experiências que conectam hóspedes à cultura, história e natureza locais. De acordo com o relatório Travel Trends for 2025, os exemplos incluem os charmosos Dhows moçambicanos restaurados em Jannah Lamu, no Quênia, e o clássico Maryhill Estate, na Suécia.

Enquanto muitos desses hotéis são independentes, grandes redes também estão inovando. O Reverb Hamburg, da Hard Rock, ocupa um bunker da Segunda Guerra Mundial; a Bunkhouse nos EUA oferece experiências boutique no Texas, Califórnia e Kentucky; e o Edition Lake Como, da Marriott, abrirá em uma mansão italiana do século XIX. Grupos como Accor também investem no conceito boutique, com a Handwritten Collection, que terá 17 hotéis até 2025.

Ásia além das belezas naturais

O relatório aponta ainda que a renovação do turismo asiático pode ser um dos destaques em 2025, especialmente com o Japão e a Tailândia oferecendo novos incentivos para atrair visitantes. 

A cultura pop é outro fator impulsionador destes destinos, com séries como Squid Game e Shōgun despertando o interesse pelo leste asiático.

“Veremos uma mistura de antigos favoritos e novas experiências imersivas, com estadias únicas colocando destinos no mapa. A Ásia está pronta para um renascimento do turismo, enquanto também estamos vendo um aumento nas viagens solo espontâneas, à medida que as pessoas buscam mais experiências autênticas e fora das telas”, disse em comunicado Daniel Batchelor, vice-presidente, Marketing Corporativo Global e Comunicações da Amadeus. 

Conexões reais

O boom tecnológico não tirou dos viajantes o desejo de conexões reais entre culturas. Viajantes estão deixando os aplicativos de lado e explorando o mundo para fazer novas amizades e até encontrar romance presencialmente. 

As tendências para 2025 indicam uma busca por conexões genuínas, com viagens em grupo ou solo que promovam interação. Dados da Amadeus mostram que as viagens solo aumentaram 15,6% em 2023 e mais 9,2% em 2024.

Iniciativas como as viagens “Solo-ish” da G Adventures combatem a solidão, enquanto o app TimeLeft conecta viajantes para jantares em mais de 60 países. Além disso, o turismo de festivais cresce, como o World Pride 2025, que reunirá a comunidade LGBTQ+ em Washington DC.

“É importante prever as mudanças nas formas como as pessoas estão explorando o mundo e as forças de influência que estão determinando suas decisões. A parceria com a Amadeus na produção deste relatório Travel Trends 2025 significa que juntos podemos ajudar as empresas a antecipar com sucesso as necessidades e demandas dos viajantes de amanhã”, comentou Jenny Sulan, fundador e CEO da Globetrender. 

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Alexandre Cordeiro
Galloway
NEWSTECH
05/02/2024

Previsões de Scott Galloway para 2024 – Parte 1

TikTok em alta, IA em baixa, e em vez de chatGPT 4.0, o hormônio GLP-1 como tecnologia do ano estão entre as previsões para 2024 do autor premiado, podcaster e professor de Marketing 

Por: Redação Travel Tech Hub 


A cada ano, Scott Galloway – autor premiado, podcaster e professor de Marketing da Escola de Negócios Stern da Universidade de Nova York – faz previsões para  negócios, marketing, economia e política. Ele também revisa as previsões que fez no ano anterior indicando quais acertou, errou, e se concretizaram parcialmente, ou ainda não totalmente. 

Na maioria dos anos, mais acerta do que erra. Se acertasse todas as 10 previsões, como diz, seriam “afirmações do óbvio”. “A qualidade de uma previsão está relacionada ao que ela revela sobre o assunto, como ela molda ou reformula um tópico familiar e se inspira em um diálogo produtivo”, analisa o Prof. G.  

Tecnologia

TikTok Desafia Streaming
O professor Galloway acredita que em 2024, o TikTok conquistará participação de mercado dos serviços de streaming estabelecidos, como Netflix e Spotify. A plataforma de vídeos da empresa chinesa está cada vez mais atraindo o público jovem ocidental, acirrando a competição no mercado da atenção e entretenimento.


Gráfico mostra a audiência do TikTok, maior entre os Millennials e a geração Z (nascidos entre 1984 e 2000), e a audiência do Streaming, maior entre Boomers e a geração X (nascidos entre 1945 e 1981)

Pico da Inteligência Artificial (IA)
Enquanto a IA continuará a criar valor em 2024, Galloway prevê desaceleração na bolha de investimentos em IA, devido ao superinvestimento no ano passado. As maiores startups de inteligência artificial estão avaliadas em múltiplos de vendas significativamente altos. Ele acredita que a atenção do mercado se voltará para outras fontes de inspiração.

Gráfico mostra que o percentual de de empresas divulgando investimentos em IA aumentou significativamente em 2023

Escolha de Ações no Setor de Tecnologia: Alphabet
Scott Galloway acredita que a Alphabet será a opção mais forte para escolha de investimento em ações no setor de tecnologia em 2024. Sua ênfase em grandes modelos de linguagem, conteúdo proprietário e uso de IA para tornar a vida mais eficiente e divertida impulsionará o crescimento, a partir dos mesmos produtos bem sucedidos: Pesquisa Google, Gmail e YouTube.

Tecnologia do Ano: GLP-1
O glucagon like peptide, peptídeo semelhante a glucagon 1, é um hormônio produzido pelo sistema gastrointestinal e tem efeitos regulatórios no organismo, também relacionados a sensação de saciedade. Alimentos como o iogurte e kombucha são eficientes em estimular a produção do GLP-1, mas também medicamentos como Ozempic e Mounjaro, com foco em perda de peso. Para o autor, tecnologias envolvendo o GLP-1 terão impacto significativo na saúde e na economia, com efeito cascata até para empresas de fast food e refrigerantes. 

Meta: crescimento via WhatsApp
Para Galloway, o WhatsApp se tornará o veículo de crescimento do Meta em 2024, sobretudo para monetização, impulsionando mudanças nas dinâmicas das redes sociais.

Elon Musk Perde Controle do X-Twitter (ou Vende)
O autor prevê que Elon Musk perderá o controle do Twitter, do qual ele mudou o nome para X, ou optará por vendê-lo devido aos desafios financeiros e à necessidade de priorizar suas outras empresas, Tesla e SpaceX.

 
Gráfico mostra queda de receita do Twitter em 2023 com previsão para se manter caindo até 2025

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Alexandre Cordeiro

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